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Ruínas do Engenho Murutucu

Capela de Nossa Senhora da Conceição​





Localização na Cidade: Ponto "A"


QUEM FOI ANTÔNIO LANDI :
Giuseppe Antonio Landi (Bolonha, Itália 1713 - Belém do Pará AM 1791). Desenhador, arquiteto, gravador, geógrafo e astrônomo. Conhecido em Portugal e no Brasil como Antônio José Landi. Forma-se em arquitetura e perspectiva na Academia Clementina em Bolonha na década de 1730, recebendo o segundo (1732) e o primeiro (1737) lugar no festejado prêmio Marsigli. Sua atuação no Brasil, como astrônomo, desenhador de mapas e de história natural, além de arquiteto faz supor que Landi tenha freqüentado também o Instituto de Ciências de Bolonha, algo usual entre os alunos daquela Academia.1 Por indicação de seu mestre Ferdinando Galli Bibiena (1657-1743), Landi ingressa na Academia em 1737, mas só é nomeado professor de arquitetura e membro da instituição em 1743 e 1747 respectivamente. Em Bolonha, sua obra mais conhecida é a Raccolta di alcune facciate di Palazzi e cortili de più riguardevoli di Bologna, 1743, primeira coleção publicada de edifícios de sua cidade natal. O seu envolvimento com a construção da nova Igreja do Convento de Santo Agostinho de Cesena é, algo excepcional, porque, nesse período, ao contrário do que ocorre no Brasil, Landi dedica-se especialmente à gravura.

É convidado a integrar como desenhador de história natural a Comissão de Demarcação de Fronteiras entre Portugal e a Espanha na América do Sul instituída, em 1750, pelo Tratado de Madrid. Apesar da boa inserção no círculo de artistas ligados à Academia Clementina, seja pela oportunidade de servir a um rei com fama de mecenas, seja pelo desejo de conhecer o novo continente, ou pela carência de oportunidades em Bolonha, Landi aceita o convite, desembarcando em Lisboa em agosto daquele ano.2 Em virtude da morte de D. João V (1706 - 1750), a comissão só parte para a colônia sul-americana em 1753, tendo como objetivos traçar a fronteira leste-oeste ao norte e levantar as características geográficas, físicas e astronômicas da Amazônia. Landi auxilia o astrônomo e matemático italiano João Ângelo Brunelli em observações astronômicas realizadas em Belém, atuando como desenhador de história natural entre 1754 e 1761. A sua participação na comissão é reconhecida pelo governador do Pará, Francisco Xavier de Mendonça Furtado, principal responsável por sua atuação como arquiteto e por sua permanência na colônia, depois da suspensão do Tratado de Madrid (1761). Publica o livro Descrizione di varie Piante, Frutti, Animali/ Passeri, Pesci, Biscie, rasine e altre simili/ cose che si ritrovano in questa Cappitania del Grand Parà, le qualli tutte Antonio Landi dedica a sua Ecclsa. Il Sig. Luiggi Pinto de Souza/ Cavaglier de Malta, e Governatore del Mato Grosso/ il quale com soma fática e diligenzza investigo/ moltissime cose appartenenti allá storia naturale, e delle quali si potrà formare um grosso/ volume in vantaggio della Republica Letteraria (ca. 1773), reunindo suas anotações realizadas nas diversas expedições que realizou pelos rios Amazonas, Negro e Marié. Em 1784, parte em nova expedição para Barcelos como desenhador de mapas da segunda Comissão de Demarcação de Fronteiras, instituída a partir do Tratado de Santo Idelfonso (1777).

Como arquiteto e artista realiza esculturas retabulares, pinturas de quadratura, projetos e obras, dos quais se destacam a Igreja de Santana (1762 - 1782); o Palácio dos Governadores (1759 - 1772) e a Capela de São João Batista (1769 - 1772) em Belém. Além dessas atividades, Landi também se envolve com o comércio de cacau, o cultivo de cana-de-açúcar, a transplantação de espécies estrangeiras, como a manga, a jaca e a tâmara e a produção de tijolos, telhas, louças vidradas e aguardente, tornando-se membro da Companhia Geral do Grão Pará e Maranhão.

Em 1774, recebe o título de arquiteto régio. Em 2003, é realizado o seminário Landi e o século XVII na Amazônia. No ano seguinte, é inaugurada uma placa comemorativa na casa do arquiteto em Bolonha.​




O ENGENHO DO MURUTUCU E A SUA FASCINANTE HISTÓRIA:
Engenho Murutucu, que possui
quase trezentos anos de história, entre apogeu e ruína, e que durante quase toda a segunda
metade do século XVIII teve como um de seus proprietários o arquiteto italiano Antônio
José Landi.

Informações históricas indicam que o sítio era já ocupado no início do século
XVIII, precisamente em 1711 quando é mencionada a construção de uma capela dedicada
à Nossa Senhora da Conceição pelos Frades Carmelitas. Por volta de 1750 o engenho foi
propriedade do Dr. José Borges Valério, e após sua morte foi transferido para Domingos
da Costa Bacelar, conforme consta em uma relação de engenhos da comarca de Belém,
datada de 1760.
Em 1766, o engenho Murutucu foi adquirido pelo arquiteto italiano Antonio
José Landi, que passa a produzir açúcar e aguardente, e onde mantém uma olaria em que
fabrica telhas e tijolos. Em 1780, Landi solicita permissão para utilizar mão-de-obra
indígena para a colheita e processamento da cana-de-açúcar. É inferida a este período em
que Landi é proprietário, portanto, a reforma da Capela de N.S. da Conceição, em cuja
obra incorporou-lhe os traços marcantes do Neoclassicismo, estilo artístico do qual foi
precursor no Brasil. É importante mencionar que na Casa Grande foram notados também
elementos decorativos, como molduras e frisos, bastante similares àqueles presentes em
vários prédios de autoria de Landi, em Belém. Após a morte de Landi, ocorrida neste sítio
em 1791, o engenho torna-se propriedade de seu genro, o Capitão João Antonio Roiz
Martins.


1.Inicío o thread pela estrada do CEASA...é uma tarde de domingo,sob um sol desumano.


2.Resolvi entrar num ramal da estrada do CEASA.Minha intenção não era cortar caminho,muito pelo contrário,queria pedalar um pouco nas trilhas de terra na área da EMBRAPA....mas confesso que me arrependi.


3.Trilhas encharcadas...


4.


5.Cara de poucos amigos


No início do século XIX, o engenho passou para a posse do tenente-coronel
Francisco Marques dElvas Portugal, filho do Capitão João A. Roiz Martins e neto de

Landi. Durante a Guerra da cabanagem, ocorrida em 1835, o local temporariamente
transformou-se em um acampamento das tropas de cabanos liderados por Vinagre,
Angelim e Gavião antes de um ataque a Belém.
Em 1841, em meio à documentação de venda do engenho para seu novo
proprietário, Henrique Antonio Strauss, entre os bens registra-se uma casa de vivenda, casa
do engenho, rancho dos pretos (senzalas), roda d’água, moendas de ferro, um vapor,
serraria, alambique, tachas de ferro, balança, etc.. e pertences da capela. O documento
refere ainda a existência, nesta época, de 48 escravos.


6.Um pequeno igarapé de água tão escura que reflete com perfeição a vegetação que o envolve.


7.


8.Saindo da EMBRAPA...


9.De volta ao asfalto e já chegando ao sítio arqueológico do Murucutu.


10.Cheguei....o lugar está ocupado de vegetação....


11. Uma casa abandonada,lugar que acredito ser antes um local de controle de visitantes.


Em pesquisas de arqueologia histórica desenvolvidas desde a década de 1990
nas proximidades de Belém, têm sido registrados e estudados cerca de 40 sítios históricos
de engenhos construídos em alvenaria de pedra argamassada ou em madeira, oriundos de
um período que abrange desde fins do século XVII até o início do século XX. Estas ações,
como um todo, subsidiam o conhecimento da trajetória histórica e arqueológica da
agroindústria canavieira, cuja importância refletiu-se na ocorrência de mais de cem
engenhos nas margens dos rios e ilhas do estuário amazônico durante o período colonial, e
entre os quais o Engenho Murutucu é um exemplar marcante deste sucesso na atividade de
produção de açúcar e aguardente. Ressalta-se que o processo de colonização européia na
bacia amazônica iniciado em fins do século XVI e começo do XVII, com a conquista do
Maranhão e entrada no rio Amazonas, motivou-se a partir de comércio de açúcar no
Amazonas realizado por vários estabelecimentos aqui instalados por holandeses, ingleses e
franceses, que possuíam extensas plantações.


12.Por este caminho de paralelepípedos,correm quase 300 anos de história...escravos e revolucionários cabanos pereceram aqui....


13.A capelinha surgindo....


14.


15.


16.


17.



Na área dos municípios de Abaetetuba e Igarapé-Miri, que até há pouco
tempo eram conhecidos como referência na industrialização da aguardente, havia
apenas um engenho em funcionamento no ano de 2002. Inteiramente esquecidos em
meio às plantações, ou roças, nos terrenos dos moradores ribeirinhos atuais, as
evidências remanescentes do sucesso alcançado durante o período colonial
transformaram-se irreversivelmente em sítios arqueológicos.
Associado aos fatores de ordem econômica, julga-se que o desconhecimento
sobre a significância histórica dos sítios por parte dos habitantes ribeirinhos que hoje
vivem nas vizinhanças tem implicações não apenas para a preservação da integridade dos
vestígios materiais em si, mas também na perda da memória cultural desta população.


18.


19.Ruínas...muito abandono...decepção.


20.



O estudo arqueológico de engenhos remanescentes dos tempos coloniais em
questão dirige-se à compreensão de aspectos inerentes à problemática de colonização, de
um ponto de vista que não se restringe apenas à documentação histórica escrita disponível
em arquivos, e muito menos apenas aos materiais encontrados nos sítios. Como um todo, o
passado humano requer uma abordagem de caráter multidisciplinar.
Sítios de engenhos, de indubitável opulência, podem oferecer reflexões sobre
vários aspectos intrínsecos deste tipo de empreendimento. Abandonados, estes locais
guardam resquícios de atividades humanas como informações quase desconhecidas de
estudos históricos e arqueológicos, a nível regional, que devem ser reveladas e,
principalmente, interpretadas de maneira crítica e contextualizada.
Objeto de nosso especial interesse tem sido o Engenho Murutucu, que possui
quase trezentos anos de história, entre apogeu e ruína, e que durante quase toda a segunda
metade do século XVIII teve como um de seus proprietários o arquiteto italiano Antônio
José Landi.

21.


22.


23.


24.



Informações históricas indicam que o sítio era já ocupado no início do século
XVIII, precisamente em 1711 quando é mencionada a construção de uma capela dedicada
à Nossa Senhora da Conceição pelos Frades Carmelitas. Por volta de 1750 o engenho foi
propriedade do Dr. José Borges Valério, e após sua morte foi transferido para Domingos
da Costa Bacelar, conforme consta em uma relação de engenhos da comarca de Belém,
datada de 1760.
Em 1766, o engenho Murutucu foi adquirido pelo arquiteto italiano Antonio
José Landi, que passa a produzir açúcar e aguardente, e onde mantém uma olaria em que
fabrica telhas e tijolos. Em 1780, Landi solicita permissão para utilizar mão-de-obra
indígena para a colheita e processamento da cana-de-açúcar. É inferida a este período em
que Landi é proprietário, portanto, a reforma da Capela de N.S. da Conceição, em cuja
obra incorporou-lhe os traços marcantes do Neoclassicismo, estilo artístico do qual foi
precursor no Brasil. É importante mencionar que na Casa Grande foram notados também
elementos decorativos, como molduras e frisos, bastante similares àqueles presentes em
vários prédios de autoria de Landi, em Belém. Após a morte de Landi, ocorrida neste sítio
em 1791, o engenho torna-se propriedade de seu genro, o Capitão João Antonio Roiz
Martins.
No início do século XIX, o engenho passou para a posse do tenente-coronel
Francisco Marques dElvas Portugal, filho do Capitão João A. Roiz Martins e neto de

Landi. Durante a Guerra da cabanagem, ocorrida em 1835, o local temporariamente
transformou-se em um acampamento das tropas de cabanos liderados por Vinagre,
Angelim e Gavião antes de um ataque a Belém.
Em 1841, em meio à documentação de venda do engenho para seu novo
proprietário, Henrique Antonio Strauss, entre os bens registra-se uma casa de vivenda, casa
do engenho, rancho dos pretos (senzalas), roda d’água, moendas de ferro, um vapor,
serraria, alambique, tachas de ferro, balança, etc.. e pertences da capela. O documento
refere ainda a existência, nesta época, de 48 escravos.
Conforme o historiador Ernesto Cruz, por volta de 1850, o engenho teria sido
visitado pelo viajante americano John Esaias Warren que ressaltou suas “misteriosas
ruínas”.


25.


26.


27.Termino o thread profundamente chateado com o estado geral do que restou da capela do velho engenho.....o governo,assim como o búfalo da foto,parece ter dado as costas a relíquias de nossa história...



A partir de 1940, o sítio tornou-se patrimônio da União ao ser incorporado pelo
antigo Instituto Agronômico do Norte, atualmente EMBRAPA, que lá implantou um
campo experimental de práticas agrícolas. Todavia, apesar de ser propriedade de órgão
público, e ser tombado como patrimônio histórico, condições que deveriam garantir sua
proteção e conservação, por falta de segurança, o local foi alvo de destruição em 1995,
quando um operário de uma construtora que realizava obras de manutenção na estrada da
CEASA, entrou no sítio com um trator e derrubou quase todas as paredes remanescentes da
Casa Grande a fim de obter pedras para tapar os buracos da rodovia.
O Engenho Murutucu localiza-se em sítio à margem esquerda do igarapé do
mesmo nome, afluente do rio Guamá, junto à área da CEASA, na periferia de Belém. O
terreno, atualmente é de propriedade da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária
(EMBRAPA) e compreende uma área de aproximadamente 300m x 400m, onde
evidencia-se um conjunto de ruínas, de grande porte, cuja significância histórica e valor
arquitetônico fundamentaram seu processo de tombamento como Patrimônio Histórico e
Artístico Nacional pelo IPHAN, em outubro de 1981.​

Todas as fotos são de minha autoria hospedadas no site Flickr no grupo Belém do Grão Pará​


FIM​
 

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Marcelo Lisa
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É bom se resgatar a memória de nosso passado e é bom saber que , ainda que em ruínas , não se perdeu este lugar que poderia ser tido, caso tivessem desaparecido, como apenas mais um pedaço de selva. Quem sabe debaixo destas matas amazônicas não haja muito mais ruínas sejam coloniais sejam de extintas civilizações , que um dia possam ser descobertas? O Forte Príncipe da Beira em Rondônia este perdido por muito tempo até o redescobrirem.
 

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Rio de Janeiro
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Poxa, eu simplesmente LOVE ruínas. Adorei o thread :applause:
 

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Adorei as ruínas. Tu deveria especificar mas visivilmente(porque está tudo em verde) que são fotos tuas, porque a última frase "Fotos do autor no Flickr" ficou subtendido, já que tu disse na segunda foto "Resolvi entrar num ramal da estrada do CEASA", a não ser que tu pense que todos vão ler os textos que tu postou.
 

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Belo passeio ecológico e cultural! E belas fotos! O projeto dessa Capela ainda deve existir, já que é de um arquiteto muito famoso e que tem várias outras obras dentro de Belém. Poderiam encontrá-lo e resontruir essa preciosidade encravada no meio da Matas do Utinga!
 

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Discussion Starter · #14 · (Edited)
Um belo passeio, mas é uma pena que o local esteja jogado a própria sorte :eek:hno:
Realmente está ao Deus dará..... :eek:hno:

Belas construções! Mas o estado em que se encontram é lamentável...
Pena....está tudo carcomido....

É bom se resgatar a memória de nosso passado e é bom saber que , ainda que em ruínas , não se perdeu este lugar que poderia ser tido, caso tivessem desaparecido, como apenas mais um pedaço de selva. Quem sabe debaixo destas matas amazônicas não haja muito mais ruínas sejam coloniais sejam de extintas civilizações , que um dia possam ser descobertas? O Forte Príncipe da Beira em Rondônia este perdido por muito tempo até o redescobrirem.
Na verdade Marcelo,não sobrou praticamente nada do velho engenho,só a capela ainda resiste,teimando em permanecer de pé......

Lindas fotos
uma pena estar abandonado :(

Sempre quis conhecer esse engenho. É muito difícil de chegar lá?
Obrigado Victor....eu também sempre quis conhecer,mas te confesso que esperava ver mais....é fácil chegar lá sim, é só pegar o o ônibus CEASA e descer no própio CEASA....existe uma espécie de guarita que controla o acesso de pessoas ao mercado,pergunte a pessoa que fica por lá onde fica a entrada ao Engenho do MUrutucu... fácinho,facinho....

Poxa, eu simplesmente LOVE ruínas. Adorei o thread :applause:
Ruínas e cemitérios eu LOVE idem....hehehe....:banana:

Muito legal. Também adoro ruínas. Enquanto estiverem de pé há potencial a ser explorado.
Realmente....mas enquanto as pessoas forem por lá somente para catarem "souvenirs" não sei até quando existirão as ruínas.

Lindas fotos Feio! esse lugar merece ser melhor preservado.
Pode crer....e seja bem vindo a nossa terrinha...:cheers:

Belas construções! :applause:
:eek:kay: :eek:kay:

Adorei as ruínas. Tu deveria especificar mas visivilmente(porque está tudo em verde) que são fotos tuas, porque a última frase "Fotos do autor no Flickr" ficou subtendido, já que tu disse na segunda foto "Resolvi entrar num ramal da estrada do CEASA", a não ser que tu pense que todos vão ler os textos que tu postou.
Sou palmeirense amor!!!esverdeio tudo o que toco :lol: :lol:.....o texto é pra encorpar o thread já que não sou de colocar muitas fotos,mas para quem teve a paciência de ler tudinho :applause::applause: Valeu pela dica!

Adorei o passeio, cheguei até a suar com tanto sol
...

Ótimo thread Feio!
Obrigado minha jovem....dei esse passeio domingo passado,hoje já é terça-feira e ainda estou cansado das pedaladas :nuts: tô ficando véio...abraços.

Belo passeio ecológico e cultural! E belas fotos! O projeto dessa Capela ainda deve existir, já que é de um arquiteto muito famoso e que tem várias outras obras dentro de Belém. Poderiam encontrá-lo e resontruir essa preciosidade encravada no meio da Matas do Utinga!
Acho também que este projeto ainda existe, mas parece que esqueceram numa dessas mesas de gabinete de algum secretário do estado....agredecido pelo elogio...uma correção,as ruínas ficam nas terras que pertecem a UFRA.

Lugar bem interessante :)
Podia ser bem mais.....:eek:kay::eek:kay:
 

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Paraense com orgulho!
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Uma pena esse lugar estar abandonado, sempre fiquei me perguntando como chegar lá, uma obra em plena Belém.
Parabens, feio, adoro teus threads! :)
 

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muito boa essas fotos, um dia ainda tomo coragem pra conhecer essas bandas... o boi ou bufalo não gostou de ser fotografádo kkk
 

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Discussion Starter · #18 ·
Muito agradecido pessoal pelos comentários....fazer esse thread deu muito trabalho.
 
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