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Quais empresas brasileiras atuam no mercado de Angola?

(Espaço para divulgação de notícias a respeito)
 

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Empresas brasileiras vão aumentar a sua participação na FILDA 2009

As empresas brasileiras estarão presentes em maior número este ano na 26ª edição da Feira Internacional de Luanda (FILDA), que acontecerá de 14 a 19 de Julho em Luanda, como consequência de uma parceria bem sucedida entre a APEX-Brasil, a agência brasileira de promoção de exportações e investimentos, e a Representação Comercial de Angola no Brasil.

As duas instituições, por meio de seminários de divulgação em várias regiões daquele país lusófono, foram capazes de mobilizar centenas de empresários interessados em actuar no mercado angolano.

Na FILDA-2009, o Brasil terá um pavilhão com stands de 50 pequenas e médias empresas, além das representações das grandes empresas estabelecidas no país, como Odebrecht, Petrobras e Camargo Corrêa, entre outras, que terão espaços exclusivos.

Depois de Portugal, que tradicionalmente ocupa as maiores áreas do evento, o Brasil deverá ser o país com participação mais expressiva.

“Teremos o maior pavilhão já feito pelo Brasil para a FILDA”, diz Adalberto Schiehll, responsável pela mobilização do empresariado brasileiro.

Ele lembra que em 2008 o Brasil não teve um pavilhão e a presença do país foi feita através das grandes empresas instaladas em Angola. Das 50 firmas que estarão representadas na FILDA-2009, com o apoio da APEX-Brasil, muitas têm tradição de negócios com o país.

Damaris Ávila, por exemplo, gerente da Braseco, uma empresa de comércio internacional e de representações com sede em Hamburgo, na Alemanha, e filial em São Paulo, diz que está a levar para a exposição de Luanda linhas exclusivas de vidros para a construção civil, telhas e outros produtos que comercializa há mais de 15 anos, com ampla aceitação.

“Este ano pretendo levar também produtos veterinários para atender o sector agro-pecuário, que está em crescimento”, disse Damaris. Embora conhecedora do mercado angolano, é a primeira vez que a Braseco estará na FILDA. A empresa entusiasmou-se com esta possibilidade depois de participar, com sucesso, da rodada de negócios realizada pela APEX, com apoio da Representação Comercial de Angola no Brasil, em Outubro do ano passado, em Luanda.

“Sentimos grande interesse por parte dos empresários angolanos em diversificar as suas fontes de abastecimento, como forma de aumentar a concorrência e reduzir custos” avalia a fonte.

Uma das estratégias da Braseco, em alinhamento com a política do Governo angolano de reduzir as suas importações e aumentar a produção local, é estimular as empresas a fixarem-se no país com instalações industriais. Damaris menciona o exemplo da Eurotelha, empresa brasileira que exporta produtos para a construção civil e que tem interesse em ter uma produção local.

A razão destes investimentos prende-se também ao custo dos fretes, que são afectados pelo congestionamento no Porto de Luanda e pela ainda baixa concorrência entre as transportadoras rodoviárias, quando as encomendas são entregues nas zonas do interior, o que encarece o produto para o consumidor.

A própria Braseco está a avaliar a possibilidade de ter armazéns próprios em Luanda e uma empresa transportadora para verticalizar o seu sistema de vendas e reduzir custos.

As telhas, granitos e portas para construção são os produtos de maior aceitação, ultimamente, na lista das ofertas da Braseco. O empresário brasileiro atribui este interesse ao forte crescimento da construção civil angolana, estimulado pelo plano de construção de habitações sociais do Governo.

Implementos agrícolas
A Marchesan, tradicional indústria brasileira de implementos e máquinas agrícolas, com quase 65 anos de existência, estará presente com a sua linha de máquinas niveladoras de terra, grades, plantadeiras, semeadeiras e cultivadores. Os produtos da empresa são conhecidos no país, mas pela primeira vez, participará da FILDA.

“As perspectivas são boas”, avalia José Ricardo Quaresma, coordenador da participação da empresa.

Ele aposta no crescimento do sector agro-pecuário em função das políticas do Governo angolano viradas para sectores não-petrolíferos, com destaque para a produção rural sustentável.

Quaresma diz que Angola tem se tornado um mercado cada vez mais atraente para máquinas agrícolas, em função dos esforços para aumento da produção de alimentos. Actualmente, a África é o destino de 30% das exportações da Marchesan e, no continente, Angola é um dos principais e mais promissores destinos.

No total, estarão representadas na FILDA-2009 mais de 200 empresas brasileiras, pois entre as 50 que estarão no pavilhão oficial, muitas são distribuidoras de produtos de várias outras, de diversos setores. A maioria delas tem relacionamento comercial com o mercado angolano e exporta regularmente para o país. Outras são pricipiantes.

O sucesso que se antecipa para a FILDA foi construído ao longo do ano durante seminários de divulgação realizados em várias cidades brasileiras, com o apoio da Representação Comercial de Angola no Brasil.

“A nossa estratégia foi a parceria com a agência de promoção de exportação do Ministério de Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior do Brasil, visando o fortalecimento dos laços económicos entre os dois países, por meio de uma forte presença na FILDA”, resume o chefe da Representação Comercial de Angola no Brasil, Mateus Barros.

Ele participou das apresentações da FILDA em todos os eventos realizados e está a orientar os empresários interessados na feira e em investimentos em Angola.

“O mercado angolano desperta grande interesse do empresariado brasileiro. O Brasil tem estado a ampliar a sua participação no nosso mercado”, diz Mateus Barros.

Angola é um dos mercados prioritários para o Brasil e a FILDA uma das portas estratégicas de entrada. O objectivo da APEX é incentivar o empresário brasileiro a exportar mais para Angola e concorrer com os fornecedores tradicionais e activos, como Portugal, China e Estados Unidos.

O sector agro-pecuário angolano é outra área onde as apostas da APEX são grandes. O objectivo é ultrapassar o estágio de exportador de carne, para tornar-se fornecedor de tecnologia e apoiar os angolanos para a produção de matrizes através da experiência brasileira.

O cenário é promissor, num mercado que alcança recursos de USD 2 mil milhões de exportações brasileiras com destino a Angola, com produtos alimentícios, máquinas agrícolas, materiais de construção, tractores e equipamentos, entre outros. As importações brasileiras atingem os USD 2,2 mil milhões e consistem, basicamente, de petróleo. Deste modo, o intercâmbio comercial Brasil-Angola, em 2008, totalizou cerca de USD 4,2 mil milhões. A FILDA é uma das portas de entrada para esta integração.


fonte: http://www.brasil-filda.com.br/portal_apex/publicacao/engine.wsp?tmp.area=622&tmp.texto=5465
 

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Angola

Brasil vai ter uma Casa da Cultura em Luanda
O edifício escolhido, o antigo Hotel Luanda, receberá diversas intervenções de adaptação, com apoio conjunto do governo angolano, empresas brasileiras e da Fundação Eduardo dos Santos.

Da Redação, com agência



Luanda - O Brasil vai ter uma Casa da Cultura em Luanda para desenvolvimento de diversas actividades culturais. O edifício escolhido, o antigo Hotel Luanda, na capital angolana, receberá diversas intervenções de adaptação, com apoio conjunto do Governo angolano, empresas brasileiras e da Fundação Eduardo dos Santos (FESA).

O subsecretário-geral do Ministério das Relações Exteriores do Brasil, Paulo César Vasconcelos, está no país, desde domingo, para assinar um memorando de entendimento entre os dois governos, para a entrega de imóveis para Casas de Cultura brasileira em Luanda e angolana no Brasil.

Segundo declarações do ministro brasileiro à Angop, o espaço será recuperado, preservando a identidade arquitetônica, para ser um centro cultural de difusão da cultura brasileira em Angola, que possa reunir artistas angolanos e brasileiros em atividades que mostrem as raízes comuns dos dois povos.

Paulo César Vasconcelos referiu que o objetivo fundamental é trabalhar para que a área onde está situado o antigo Hotel Luanda se torne uma referência que os angolanos vão ter do Brasil.

Relações bilaterais

O diplomata brasileiro afirmou ainda que o seu governo está muito satisfeito em poder participar do processo de desenvolvimento de Angola.

No final de uma audiência com a governadora de Luanda, Francisca do Espírito Santo, o subsecretário-geral do Ministério das Relações Exteriores do Brasil disse que a parceria entre os dois estados encontra-se “num patamar alto”.

"As relações bilaterais sempre foram prioridade entre os dois países. Neste momento de crescimento acelerado, Angola conta com uma participação cada vez maior do Brasil, que tem sido um parceiro importante", expressou.

Questionado sobre a proibição da entrada de 22 angolanos no Brasil, em Maio último, afirmou que foi um episódio isolado, que não representa em nada uma política ou um sentimento do Brasil em relação a Angola ou de Angola em relação ao Brasil.

Para ele, deve trabalhar-se para que isso não volte a ocorrer, afirmando que os angolanos sempre foram e serão muito bem recebidos no seu país.

fonte: http://www.africa21digital.com/noticia.kmf?cod=8801463&indice=10
 

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Brasileiros faturam alto no mercado angolanoLUANDA - Ao entrar no shopping, o letreiro do Bob's chama a atenção. Contornando a praça de alimentação, cartazes no cinema anunciam Cidade dos Homens. Caminhando pelo corredor, passa-se por uma Ellus, uma livraria Nobel, uma loja Mundo Verde e outra que vende roupas da Vide Bula. No alto-falante, Ivete Sangalo. Então, é preciso ouvir o sotaque das pessoas ao redor para lembrar que a cena não se passa num shopping de São Paulo, Rio ou Salvador, mas no Belas Shopping, em Luanda.
Localizado no bairro chique da capital angolana, em Luanda Sul, o shopping reflete a maciça e crescente presença de brasileiros no país - já são mais de 20 mil, atraídos por salários polpudos e oportunidades num mercado carente, além da óbvia facilidade da língua. As vantagens compensam o alto custo de vida de Luanda - o maior do mundo para estrangeiros, segundo a consultoria ECA International.

Um webmaster baiano conta que seu salário é de US$ 3.500 mais US$ 500 para alimentação, além do aluguel pago. O diretor da Mundo Verde, Jorge Eduardo Antunes, diz que com o crescimento de 12% ao mês, abrirá uma segunda loja de produtos naturais em abril e pretende inaugurar outras três nos próximos anos. O engenheiro carioca Antonio Pinto Neto, consultor de uma empresa multinacional, revela que seu salário em Luanda é 120% maior do que ganhava no Brasil.

O cenário para exportadores também é atrativo. No ano passado, empresas brasileiras venderam para Angola o equivalente a US$ 836 milhões, um aumento de 60% em relação a 2005. Entre as mercadorias mais exportadas estão açúcar, tubos de aço e ferro, tratores, carne, fios e equipamentos elétricos, além de celulares - item venerado pelos angolanos. Entre as gigantes brasileiras em território angolano está a pioneira Odebrecht, que chegou no país em 1984 e cujo nome estampa nove entre dez capacetes de operários em Luanda, além da Petrobrás, Furnas e Vale do Rio Doce.

No total, as empresas brasileiras já são responsáveis pela geração de 10% do PIB do país africano, estimado pelo FMI em US$ 61 bilhões. E a perspectiva de crescimento é ainda maior ao levar-se em conta a linha de crédito do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) para auxiliar empresas brasileiras atuando no setor de infra-estrutura angolano. Até 2008, serão US$ 2,2 bilhões, turbinados pelo US$ 1 bilhão anunciado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, em outubro, durante visita a Luanda.

Eldorado

Várias razões explicam esse recém-descoberto eldorado para os produtos do Brasil. Duas delas estão presentes em todas as respostas. A primeira é a escassez generalizada de mercadorias no país. Após 27 anos de guerra civil, Angola não produz praticamente nada. "Aqui, tudo que colocamos na prateleira vende", conta a nutricionista carioca Camila de Araújo Prata, gerente da loja Mundo Verde no Belas Shopping. Nas gôndolas dos supermercados há arroz da China, bolachas do Brasil, sucos de Portugal, escovas da Coréia e praticamente nada de produção local.

A segunda razão é o encanto do consumidor angolano por tudo que vem do Brasil. "Eles admiram muito os brasileiros e esse componente afetivo ajuda a aceitação de nosso produtos lá", explica Flávio Maia, diretor de marketing e franquias do Bob's, que tem duas lanchonetes em Luanda. "Para atuar em Angola, não se pode chegar com propostas fechadas, é preciso criar soluções alternativas e ser flexível. E nada disso é um problema para o empresário brasileiro", explica Juarez Leal, coordenador da Agência Brasileira de Promoção de Exportação e Investimentos (Apex).

A óbvia afinidade lingüística também ajuda. As novelas da Globo e da Record, que têm canais fechados na TV angolana, são responsáveis por 40% da audiência. As roupas de Bebel, personagem interpretada por Camila Pitanga na novela global Paraíso Tropical, viraram febre no país. Tudo isso faz com que as companhias brasileiras não precisem alterar os produtos vendidos em Angola. No Bob's, por exemplo, a única diferença é que o milk-shake é chamado de "batido".

Na Ellus do Belas Shopping, a gerente Sonia do Rego conta que "as angolanas são um pouco mais discretas, preferem cores mais neutras". Já no cinema, a principal diferença é que o angolano não aprecia filmes de guerra. "Eles preferem comédias, romances e suspense. Creio que a restrição a filmes violentos seja por causa da guerra civil, que ainda é muito recente na memória dos angolanos", explica Fraklin Costa Mônaco, diretor do Cineplace, também no shopping.

fonte: http://www.tvcanal13.com.br/noticias/brasileiros-faturam-alto-no-mercado-angolano-9363.asp
 

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Lojas Brasileiras no Bellas Shopping

Africana
Banco Bic
Bob's Burguer
Chic Chic
Dumond Angola
Ellus
Green
Livraria Nobel
 

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Excellent thread!:)

Unfortunately, th Angolan forum is very lethargic (which is due to the fact that the number of forumers is limited) but when you find more info, please post!:cheers:
 

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Discussion Starter · #9 ·
Excellent thread!:)

Unfortunately, th Angolan forum is very lethargic (which is due to the fact that the number of forumers is limited) but when you find more info, please post!:cheers:
thanks!! I just love Angola!! looks so much with Brazil. Today I learned that back in time, when Brazil got independent, some portuguese-angolans wanted to be united with Brazil.
 

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thanks!! I just love Angola!! looks so much with Brazil. Today I learned that back in time, when Brazil got independent, some portuguese-angolans wanted to be united with Brazil.
Really? It is a pity that Angola is surrounded by so many bad African countries, it would have been better if its direct neigbour would have been Brazil....I mean without the ocean apart. But anyway, I do hope that exchange between Angola-Brazil will grow in leaps and bounds in the years , decades ahead. :cheers::)

I do also hope that angola Mozambique relations will grow very strong in the years ahead...and also Cabo Verde and Sao Tome and Principe.
 
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