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Sou de SJM e posso dizer que a cidade "vive" muito do Porto. Apesar de ser distrito de Aveiro estamos "muito mais ligados" à cidade do Porto que propriamente a Aveiro. Existem centenas de pessoas a morar em SJM e a trabalhar na AMPorto e até posso afirmar que o contrário também. SJM tem boas ligações ao Porto, não só a A32 como A1, A29 estrada nacional e até por transportes públicos (autocarros) frequentes - como é óbvio sou daquelas pessoas que adoraria um dia ver SJM ligado ao Porto por comboio.
No entanto SJM está praticamente à mesma distância do Porto que por exemplo a Póvoa do Varzim. Podemos considerar toda esta zona do entre douro e vouga como áreas industriais bastante importantes para a área metropolitana do Porto. Atenção apesar de pertencer à AMP não pertencem ao grande Porto.
Penso que é um ganho mútuo.
O comboio era essencial para ligar bem o EDV ao centro do Porto. Devia ser a prioridade nº1 da AMP.
concordo com ambos a 100%!
 

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e esta notícia que é bem verdade... ferida bem no coração da cidade lol
aqui

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Câmara quer acabar com “ferida aberta no coração da cidade”

Para o local onde já foram as instalações da PSP estão projetados um prédio de habitação e um jardim

Mesmo depois de concluída a intervenção na “João de Deus”, continua a haver ao cimo desta rua, nas imediações do Instituto de Línguas Helena Nicolau, “uma zona que está há muitos, muitos anos sem qualquer solução”. Situação que perdura desde que as instalações da Polícia de Segurança Pública (PSP) deixaram de ser ali.

Na última reunião de câmara realizada por videoconferência e pela primeira vez transmitida em direto desde que vivemos esta crise pandémica, Jorge Sequeira deixou claro que o Município está determinado a acabar com esta “ferida aberta no coração da cidade”. A “solução” passa por executar o que está projetado no Plano de Pormenor (PP) do Largo do Souto, da autoria do arquiteto Souto Moura, nomeadamente “a construção de um edifício único com um jardim à face da estrada”, como concretizou o autarca.

Segundo Jorge Sequeira, o executivo municipal entende “que ali um imóvel construído para habitação será profundamente interessante”. Não se tratasse de “uma zona nobre, uma zona do território importantíssima para a boa vivência urbanística, estética e paisagística do centro cívico”. E tanto é assim que a autarquia já reuniu individual e coletivamente com os quatro proprietários dos terrenos privados em causa.

Acontece que, não tendo sido possível os quatro chegarem a um entendimento nem sequer um deles dinamizar a execução do PP, a edilidade achou por bem usar os “instrumentos” disponíveis no âmbito da ARU (Área de Reabilitação Urbana) e da ORU (Operação de Reabilitação Urbana) atualmente em vigor. Aliás, nesse sentido, veio propor agora, no passado dia 12, a abertura de um procedimento de delimitação de uma unidade de execução no Plano de Pormenor do Largo do Souto – proposta que foi aprovada por unanimidade. E na próxima reunião de câmara quer já ter “as plantas delimitadas para que se deem os passos seguintes”.

De acordo com o chefe do executivo municipal, “a câmara está a dar este passo que pode ajudar a resolver este impasse e colocar no mercado aquele solo, de modo a que surja algum interessado que queira executar aquele plano do arquiteto Souto Moura”. Se, entretanto, “não houver interessados”, a edilidade “terá de tomar outro tipo de opções”.

OPOSIÇÃO CONCORDA COM “SOLUÇÃO”
Paulo Cavaleiro não só disse tratar-se de “uma boa solução”, como também afirmou ser “importante que a câmara, não conseguindo que os proprietários chegassem a um entendimento, consiga liderar o processo”. Desta forma, na opinião do vereador da coligação PSD/CDS-PP, “responde-se à necessidade de habitação de qualidade [que há na cidade] e, ao mesmo tempo resolve-se um problema urbanístico”.
 

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A SJM só falta mesmo a ligação ferroviária decente e requalificar a maior parte das avenidas. Acho que há uma grande falta de arborização das vias.
 

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Mas isso não é parte do cemitério?
Não :) São uns terrenos colados ao cemitério que pertencem a privados


A SJM só falta mesmo a ligação ferroviária decente e requalificar a maior parte das avenidas. Acho que há uma grande falta de arborização das vias.
É realmente o que mais falta.. :)
E Sim! Especialmente nas vias secundárias (as ruas principais nesse aspecto até estão boas)
 

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Ol. de Azeméis: Adjudicado o projeto de requalificação do mercado e centro coordenador de transportes

O município de Oliveira de Azeméis adjudicou a elaboração do projeto para a requalificação do mercado municipal e instalação da estação multimodal de transportes.

Um ajuste direto contratualizado por 190 mil euros.

O prazo de execução do projeto é de 115 dias.

A Câmara liderada por Joaquim Jorge (PS) afastou no início do mandato a construção de um edifício de raiz para o mercado municipal e o centro coordenador de transportes, como chegou a ser pensado.

A estimativa de custo de reabilitação do atual mercado, no centro da cidade, adaptando-o para serviços de apoio a mobilidade, rondava três milhões de euros.

 

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Jornal Labor



Empreendimento de grupo empresarial alemão inclui, ainda, uma “componente de serviços”
A abertura de uma loja da cadeia de supermercados ALDI na Avenida Dr. Renato Araújo está cada vez mais perto de ser uma realidade. Segundo o que o labor conseguiu saber em primeira mão, junto do vice-presidente José Nuno Vieira, a câmara já deferiu o projeto de arquitetura no passado dia 15 de maio. Segue-se agora, por parte do promotor, a entrega das especialidades e do projeto de execução para dar seguimento a todo um “processo que dura há anos”, vindo já do anterior executivo municipal.

“Após um longo processo de apreciação e desenvolvimento do projeto de arquitetura foi possível encontrar uma solução arquitetónica que valoriza o espaço de inserção do equipamento” e que “agrada a ambas as partes”, disse o “vice” do Município ao nosso jornal. Em seu entender, este é “um investimento importante que demonstra a manutenção da atratividade do nosso concelho”. Além do mais, como acrescentou, “este período de pandemia em que vivemos realçou a importância da cidade estar dotada de uma pluralidade de serviços” do género.

QUATRO SUPERFÍCIES COMERCIAIS NUMA SÓ AVENIDA
A concretizar-se a intenção do grupo empresarial alemão de se instalar em S. João da Madeira (SJM) e, concretamente, na “Renato Araújo”, aquela que é uma das mais principais avenidas sanjoanenses passará a ter quatro superfícies comerciais, que se vêm juntar a quase outras tantas espalhadas pela cidade. A notícia de uma possível vinda da multinacional para SJM, publicada em primeira mão na última sexta-feira na página do Facebook do nosso jornal, tem dado que falar, com aqueles que se manifestam contra a serem mais do que os que estão a favor. Há até quem diga que “qualquer dia temos mais supermercados do que rotundas”.

Mas em relação aos que não veem com bons olhos esta possibilidade, José Nuno Vieira deixou claro ao labor que“não queríamos [nem querem] que ficasse ali qualquer coisa”. Tanto que este “investimento contempla a construção de um edifício” que inclui uma “componente de serviços”. Trata-se, de acordo com o responsável político, de “uma construção bastante moderna” que não se limitará a ser mais um supermercado como os que estamos habituados a ver.
 

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Tendo em conta a localização espero mesmo que a tal construção de edifício que mencionam ligue bem com os que já lá estão (e que têm paredes cegas)...
Porque se não vai ser um péssimo investimento.

E não sei até que ponto não começam a ser demasiados supermercados para uma cidade tão pequena...
 
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