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Rehn: Europa vive 'nova fase' que obriga a reforço de integração
Sol.
12 de Junho, 2012
O comissário europeu dos Assuntos Económicos advertiu hoje, em Estrasburgo, que a Europa vive uma «nova fase» que pede dos Estados-membros uma maior integração comunitária, especialmente a nível económico e orçamental.

«Estamos a assistir a um momento de reforço da integração europeia», disse Olli Rehn em sessão plenária do Parlamento Europeu (PE), a decorrer esta semana em França.

O comissário falava num debate sobre governação económica, um dia antes de os eurodeputados votarem o «pacote duplo» que prevê um reforço do poder de controlo de Bruxelas sobre a política orçamental dos países da Zona Euro.

«O PE tem a responsabilidade única de provar que o método comunitário estará no centro do próximo capítulo», defendeu o comissário dos Assuntos Económicos perante o hemiciclo de Estrasburgo.

Muitos eurodeputados argumentam que o aumento dos poderes da Comissão Europeia deve ser submetido a um controlo mais democrático e que os cortes orçamentais propostos por Bruxelas não devem ser feitos à custa de investimentos com potencial de crescimento, sobretudo nas áreas da educação e da saúde.

A assembleia vai ainda adoptar na sessão plenária desta semana uma resolução, na qual vai apelar a um «pacto de investimento», destinado a captar potencial para o emprego e crescimento nas áreas da economia do ambiente, saúde, serviços sociais e novas tecnologias.
 

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Discussion Starter · #3 ·
Durão Barroso defende união bancária nos 27

12 de Junho, 2012
O presidente da Comissão Europeia, José Manuel Durão Barroso, defendeu hoje a criação de uma união bancária na União Europeia (UE), considerando ser necessário dar «um passo muito grande» para uma maior integração do bloco europeu.

«Penso que agora temos condições para ir mais além, as quais, francamente, não tínhamos no passado», afirmou Durão Barroso, em entrevista ao Financial Times (FT), divulgada hoje à noite no 'site' do jornal.

Durão Barroso disse que «há, agora, uma visão muito mais clara entre os Estados membros sobre a necessidade de ir além em termos de integração, especialmente na zona euro».

No entanto, nota o FT, estas pretensões do presidente da Comissão Europeia enfrentam a oposição britânica e alemã. O Governo britânico já disse que não vai aceitar nenhuma união bancária europeia que penalize os seus contribuintes ou que coloque os bancos britânicos sob vigilância de Bruxelas.

Sobre os receios do Reino Unido, o presidente da Comissão Europeia considera que Londres deve poder decidir se integra ou não estes planos, desde que não os bloqueie de todo.

«É claro que o Reino Unido tem o direito de decidir se quer ou não dar mais passos no sentido da integração (...) Se outros países que não estão na zona euro querem juntar-se a nós, penso que o Reino Unido vai ter de aceitar», afirmou Durão Barroso ao FT.

No entanto, e apesar destes temores, Durão Barroso acredita ter agora um maior apoio de Londres e de Berlim quanto à necessidade de uma integração bancária reforçada na UE: «O projeto europeu sempre fez progressos passo a passo. Devemos continuar passo a passo, mas agora precisamos de um passo muito grande. Ou a Europa dá esse passo em frente ou há o risco de fragmentação».

Relativamente ao envelope financeiro de até 100.000 milhões de euros que a União Europeia vai conceder a Espanha para recapitalizar os bancos mais expostos ao sector imobiliário, Durão Barroso entende que prova a capacidade de actuação da UE no curto prazo.

«Era nosso entendimento na Comissão, como era quando falei com ele [Mariano Rajoy, primeiro-ministro espanhol] na semana passada, que o programa [de recapitalização da banca] era necessário e que era tanto do interesse de Espanha, como da zona euro tomar uma decisão», afirmou Durão Barroso ao FT.

Lusa/SOL
 

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Yes, a minha teoria ja esta sair como ja disse!! :banana:
A tua teoria não sustenta também que os EUA estão a tomar as medidas certas? Vamos ver como corre isso se se mantiverem nesse caminho...
 

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ACORDA EUROPA
 

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Discussion Starter · #7 ·
A tua teoria não sustenta também que os EUA estão a tomar as medidas certas? Vamos ver como corre isso se se mantiverem nesse caminho...
Isto e' so sobre a Europa, que penso vai se tornar a maior ditadura no Monde cum a ideia enganosa de democracia que no fim vai ficar exatemente como no imperio Romano. Acrise na Europa penso eu e' o start das coisas !!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!! Oh Yes :banana:
 

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Discussion Starter · #12 ·
Jornais do dia
Revista de imprensa: destaques do "Financial Times"

14.06.2012 - 07:18

França quer pacote de estabilidade para a zona euro. A França está a pressionar a UE a adoptar um pacote de estabilidade financeira para conter a crise da zona euro, acreditanto que a reacção negativa dos mercados ao resgate de 100 mil milhões para os bancos espanhóis mostra a necessidade de uma actuação mais abrangente.
 

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Discussion Starter · #14 ·
Durão Barroso defende união bancária nos 27

12 de Junho, 2012
O presidente da Comissão Europeia, José Manuel Durão Barroso, defendeu hoje a criação de uma união bancária na União Europeia (UE), considerando ser necessário dar «um passo muito grande» para uma maior integração do bloco europeu.

«Penso que agora temos condições para ir mais além, as quais, francamente, não tínhamos no passado», afirmou Durão Barroso, em entrevista ao Financial Times (FT), divulgada hoje à noite no 'site' do jornal.

Durão Barroso disse que «há, agora, uma visão muito mais clara entre os Estados membros sobre a necessidade de ir além em termos de integração, especialmente na zona euro».

No entanto, nota o FT, estas pretensões do presidente da Comissão Europeia enfrentam a oposição britânica e alemã. O Governo britânico já disse que não vai aceitar nenhuma união bancária europeia que penalize os seus contribuintes ou que coloque os bancos britânicos sob vigilância de Bruxelas.

Sobre os receios do Reino Unido, o presidente da Comissão Europeia considera que Londres deve poder decidir se integra ou não estes planos, desde que não os bloqueie de todo.

«É claro que o Reino Unido tem o direito de decidir se quer ou não dar mais passos no sentido da integração (...) Se outros países que não estão na zona euro querem juntar-se a nós, penso que o Reino Unido vai ter de aceitar», afirmou Durão Barroso ao FT.

No entanto, e apesar destes temores, Durão Barroso acredita ter agora um maior apoio de Londres e de Berlim quanto à necessidade de uma integração bancária reforçada na UE: «O projeto europeu sempre fez progressos passo a passo. Devemos continuar passo a passo, mas agora precisamos de um passo muito grande. Ou a Europa dá esse passo em frente ou há o risco de fragmentação».

Relativamente ao envelope financeiro de até 100.000 milhões de euros que a União Europeia vai conceder a Espanha para recapitalizar os bancos mais expostos ao sector imobiliário, Durão Barroso entende que prova a capacidade de actuação da UE no curto prazo.

«Era nosso entendimento na Comissão, como era quando falei com ele [Mariano Rajoy, primeiro-ministro espanhol] na semana passada, que o programa [de recapitalização da banca] era necessário e que era tanto do interesse de Espanha, como da zona euro tomar uma decisão», afirmou Durão Barroso ao FT.

Lusa/SOL
 

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Discussion Starter · #15 ·
Papandreou
“Todos os esforços de Portugal podem ir por água abaixo”

Luís Rego
15/06/12 00:05
Diário Económico

O ex-líder grego diz, ao Diário Económico, que a “disciplina compensa”, mas não chega para Portugal.

Todo o esforço de Portugal para responder à crise pode ir por água abaixo por um qualquer sobressalto noutro país, avisa George Papandreou, o ex-primeiro-ministro grego, numa entrevista ao Diário Económico, para ler na íntegra na próxima segunda-feira. Papandreou, actual presidente da internacional socialista, dirige-se a Portugal para dizer que a "disciplina compensa" mas não chega - é preciso defender a protecção dos seus interesses na Europa, porque com uma qualquer pequena crise em Espanha ou Grécia mandará todos os esforços "por água abaixo". Portugal tem estado na linha da frente no cumprimento do seu memorando mas tem sido um parceiro discreto na promoção de reformas à estrutura de governação europeia. O executivo não tem sido pró-activo ao nível do Conselho na defesa de soluções como eurobonds ou a união bancária.

Num aviso a Portugal, Papandreou lembra que "um país sozinho a tomar medidas de austeridade não chega para convencer os mercados. Precisamos de mudanças estruturais na Europa, maior integração e maiores controlo no sistema financeiro". Com a sua estratégia, Portugal tem vindo a registar melhorias ao nível de taxas de juro nos mercados secundários e Papandreou saúda esse feito. "Espero que funcione, (Portugal) deve continuar este caminho. Mas estamos num ambiente com enormes riscos. Um qualquer problema em Espanha ou uma corrida aos bancos na Grécia pode comprometer todos os vossos grandes esforços. Pode ir tudo ir ao ar por causa das dificuldades da construção do euro".
 

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Esse Papandreou anda sempre a falar em Portugal..
 

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10anos neste manicómio xD
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Mas neste caso tem razão.

Enquanto não ocorrer uma mudança de fundo no seio da Europa, os ataques por parte dos mercados continuarão, ainda que os países cumpram os seus planos de austeridade.
 

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President and CEO
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Efectivamente ele tem razão. Portugal pode continuar a fingir que está a cumprir o MoU e as instituições internacionais podem continuar a fingir que está tudo bem em Portugal. Aliás, a mesma coisa aconteceu na Grécia que, à semelhança de Portugal, teve sempre uma avaliação positiva e tem recebido as suas tranches. Ou seja, em termos de execução dos respectivos MoU ambos os países estão no mesmo patamar. Só mesmo em Portugal é que há pessoas que acreditam que somos diferentes da Grécia.
 

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President and CEO
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^^ Sim, a grande diferença é que eles abusaram mais que nós. Nós pelo menos sempre tentámos cumprir os limites do défice e da dívida. Não tivemos muito sucesso nesse empreendimento mas ao menos sempre ganhámos pontos por termos tentado. Os gregos nem sequer se deram ao trabalho.
 
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