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Discussion Starter · #1 ·
Bem resolvi montar esse thread para irmos acompanhando as nomeações das secretarias e quais são as expectativas dos foristas do SSC quanto a gestão do próximo governador Geraldo Alckmin para com as regiões paulistas nos próximos 4 anos.

Será que ele vai governar da mesma forma que foi sua primeira gestão? Ou vai seguir uma linha mais desenvolvimentista Serrista? Ele vai frear os investimentos ou acelerar?

Quais serão suas atividades chave para cada região do Estado? (Faltou essa discussão nas eleições...) O que você forista, gostaria que o GESP fizesse pela sua região (quem sabe eles não passam aqui e dão uma lidinha...)

Como ele vai pensar quanto aos aeroportos? e as estradas? e as hidrovias? E para aproveitar o bonde, o que espera do governo federal para SP?

Para fechar esse primeiro post fica uma imagem do palacio dos Bandeirantes, sede do governo paulista.
 

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Era aquele secretario incompetente na época dos ataques do pcc. E o pior: o cara é jurista. o que entende de transportes? Mas amigo faz qualquer coisa pelos amigos, né. Até dar secretarias que nada tem a ver com seu perfil.
Fora isso, espero que faça um bom governo, a fim de evitar uma eventual eleiçao de Kassab em 2014.
 

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Discussion Starter · #5 ·
Novos secretários querem revisão de pedágio e alívio em trens e Metrô

Geraldo Alckmin anunciou três nomes do futuro governo de São Paulo.
Eles falaram sobre metas, como a criação de uma universidade virtual.
Roney Domingos
Do G1 SP

Os três novos secretários estaduais anunciados pelo governador eleito Geraldo Alckmin, nesta quinta-feira (2), afirmaram que suas metas de gestão preveem, na Secretaria de Transportes, a análise e possível revisão dos preços de pedágio e reestruturação da Dersa (Desenvolvimento Rodoviário S/A); na Secretaria dos Transportes Metropolitanos, a continuidade da expansão do Metrô e da CPTM; e na Secretaria de Desenvolvimento a criação de uma instituição para difundir cursos universitários de ensino à distância.

O novo secretário de Transportes assumiu o compromisso de revisar os pedágios para evitar eventuais abusos. "Foi dito em campanha, vamos cumprir, o governador já colocou isso para mim. Nós vamos revisar todos os contratos. Aquilo que pode ser reduzido, aquilo que pode ser melhorado para a população, evidente que se vai buscar isso aí."

"Vamos dar uma olhada nos contratos. Vamos cumprir contratos, mas nenhum dos lados pode ganhar mais do que foi contratado, nem o governo, nem as concessionárias. Ninguém fez processo de concessão para gerar prejuizo, mas também não é para gerar lucro indevido", acrescentou.

saiba mais

Alckmin anuncia o nome de três novos secretários Saulo de Castro sinalizou com a possibilidade de redefinir a Dersa. "A Dersa enquanto empresa, lá atrás, tinha sob sua responsabilidade a gestão das estradas. Na medida que passou por processo de concessão, passou por uma estrutura paralela de gestão das estradas e precisa reorganizar a empresa."

O novo secretário de Transportes imagina que a Dersa possa assumir novas tarefas. "Tem possibilidade de remodelar com novos modais, como por exemplo o alcoolduto em São Paulo. Ela pode ser muito bem reformulada até como agência reguladora. Tem o DER, tem a Dersa, porto de São Sebastião, a Artesp, que é uma agência reguladora."

Saulo de Castro afirmou que as parcerias entre a Dersa e a Prefeitura de São Paulo serão mantidas. "Se a Prefeitura de São Paulo quiser parceria, vamos continuar. Vamos tentar manter o mesmo nível de investimento do governo Serra."

Alckmin defendeu a indicação de Saulo de Castro, ex-secretário de Segurança Pública, para a Secretaria dos Transportes. "É um grande gestor. O fato de ter formação jurídica só ajuda, porque tem muitas questões de contrato, licitação, questões judiciais. O Serra é economista e foi um ótimo ministro da Saúde." Saulo também considera que tem perfil para o cargo. "Sou procurador de Justiça e trabalhei na secretaria de governo. Retorno ao governo para tentar gerir a área de Transportes", afirmou.

Transportes Metropolitanos


O novo secretário de Transportes Metropolitanos, Jurandir Fernandes, afirmou que o desafio é atender a demanda e não conseguiu prever quando os trens do Metrô e da CPTM serão menos lotados. "Coloca trem, enche. Coloca metrô, enche, porque a população adere. É uma questão de continuar investindo, pesadamente. A corrida é contra o tempo. A CPTM tá comprando 105 trens, são 840 carros a mais. É praticamente dobrar. Te garanto que vai haver alívio. Ao mesmo tempo a população está aderindo ao sistema sobre trilhos."

Fernandes fez um resumo do que espera ver realizado nos próximos meses. "Temos expectativa muito forte de completar a linha 4 agora no primeiro semestre. A linha 2, monotrilho até Tiradentes está contratada, com a licitação pronta. Estamos preocupados com o desfecho da linha 5, nós queríamos adiantar ao máximo a solução, seja para nova licitação seja para equacionar o que está lá. E a questão que é muito importante, sai nesta sexta, propostas serão abertas, que é a ligação entre Jabaquara e o estádio do Morumbi.

Jurandir Fernandes afirmou que, se a licitação da linha 5 tiver que ser refeita, não haverá tempo para que fique pronta antes da Copa de 2014. "A linha tem duração de 44 meses a obra. Uma complexidade dessa pode dar algum atraso ainda. É o timing de projeto dela, qualquer desvio já passa. Se tiver que fazer nova licitação serão mais ou menos oito a 12 meses, então nós passaremos a Copa."

Ensino à distância


O governador eleito disse que a criação da Univesp é muito importante para implementar o ensino à distancia e deixou claro que vai envolver as universidades estaduais no processo. O vice-governador eleito Guilherme Afif Domingos, novo secretário de Desenvolvimento, explicou que incoporação da Secretaria de Ensino Superior por sua pasta não deverão afetar a autonomia das universidades.

"Hoje temos secretaria que está sendo ampliada trazendo inclusive as universidades para nós fazermos a articulação para a área de tecnologia. O foco principal é organização para continuarmos recebendo os investimentos necessários no estado de São Paulo. Continua a mesmíssima autonomia das universidades. É muito mais a articulação das universidades com a visão desenvolvimentista. É muito mais uma articulação dos objetivos do que um processo de administração. A autonomia das universidades está absolutamente preservada", afirmou

http://g1.globo.com/sao-paulo/noticia/2010/12/novos-secretarios-querem-revisao-de-pedagio-e-alivio-em-trens-e-metro.html

Já temos, a partir dessa reportagem alguns indicios sobre a questão do ensino superior. Quanto a construção de novos campi pelas universidades estaduais que poderiam dar suporte a pesquisa em regiões mais pobres do Estado, está se tornando CADA vez mais improvável. Vão atingir essas áreas por meio da UNIVESP, mas e a pesquisa, que é o que dá suporte ao desenvolvimento das regiões... É torcer para que o GF pense nesse sentido, como no caso da UFSCAR.
 

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Discussion Starter · #7 ·
Bem que podiam reformar e ampliar o "Palácio" dos Bandeirantes.

As minhas expectativas para o governo do Geraldo são muito boas, mas sinto algo que me diz que não será melhor que o do Serra.

Pelo que andei lendo paulistinha, eles vão transferir alçgumas secretarias ligadas diretamente ao governo para o Centro de São Paulo. Parece que o gabinete do governador também iria para lá, coisa que não concordo já que existe o palácio para isso. Tenho a mesma sensção quanto ao que colocou paulistinha, talvez em virtude do que ele fez em sua gestão passada. Agora o governo está numa saia justa, pois a oposição (diga-se PT) vai vir com tudo para 2014 e se colocarem os investimentos nos lugares certos... Vão perder muitos votos, além é claro do abacaxi chamado Gilberto Kassab.
 

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O governo não ia ser transferido para o palácio dos campos eliseos?:?
 

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Jurandir Fernandes já foi secretário dos transportes metropolitanos, não? Pelo que conheço dele, os trens regionais da CPTM realmente sairão do papel.

Saulo de Castro foi um péssimo secretário de segurança. Só mesmo aquele Preteluzzi (o pior secretário de segurança pública que SP já teve, cuja gestão causou a maior crise de violência da Capital) foi pior do que ele.
 

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O governo não ia ser transferido para o palácio dos campos eliseos?:?
O Palácio de Campos Elíseos não tem estrutura para abrigar a sede do governo estadual nos tempos de hoje.

Quando muito poderia voltar a ser residência oficial do governador e olhe lá (mas mesmo isso me parece inviável por enquanto, já que a região em que se situa ainda está à espera de requalificação).
 

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Eu acho que o Alckmin aprendeu muito com a candidatura a presidente. Deu pra ver isso na eleição, onde, ao contrário dos outros anos, ele foi bem mais critico e contundente, fugindo do estigma de "picolé de chuchu"

Por isso acho que nesse governo ele vai seguir muito do modelo desenvolvimentista do Serra, especialmente em transporte, saneamento e educação. Acredito tb que el vai brigar bastante pra diminuir nem que seja um pouco os pedágios, pois além de ser uma promessa de campanha (e combustível explosivo pros adversários no futuro caso não faça), seria a marca dele no governo.

Espero que ele consiga ir bem numa coisa que o Serra era mestre: atrair investimentos. Tenho certeza que fabricas como a Hyundai e Toyota vieram pra SP muito por causa do empenho pessoal dele.
 

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Discussion Starter · #13 ·
Estou cada vez mais com um pé atrás quanto ao novo governo Alckmin. se formos observar primeiramente, ele está trazendo em sua maioria nomes de sua gestão anterior, sem nenhuma novidade ou ousadia, o que traduz num conservadorismo que pode dar uma aparente sensação que ele seguirá a mesma cartilha da gestão anterior. Pode ser que mude, mas precisamos ver os próximos passos do governador eleito. Espero que nesse governo seja devenvolvido um programa de desenvolvimento do Estado, comtemplando suas regiões com visão a longo prazo, e fazendo assim os investimentos com um projeto para o futuro, com um planejamento pensando em custo beneficio futuro.
 

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Discussion Starter · #14 ·
Gente, o Alckmin é limitado, aliás limitadíssimo. Ele tem uma panelinha fechada, como prefeito de cidade interiorana.

O governo dele foi horroroso, uma catástrofe para as cidades interioranas, a vantagem é que o Serra conseguiu ser ainda pior.

:lol::lol:

Shinkansado, eu discordo de você. Pelas minhas constatações, os dois governos não desenvolveram nada em relação ao interior do Estado. O eixo de riqueza continua no mesmo lugar, e como coloquei sinto falta de um governador ao estilo do Adhemar de Barros. Dentro do secretariado paulista, não existe um nome forte que represente o interiorzão do Estado de SP. Falta um politica estruturante, de longo prazo para a desconcentração populacional e economica do Estado, mas isso não é de interesse dos governador eleito, pois ele já colocou que a meta nesse governo é "focalizar a gestão metropolitana".

Ou seja fortalecer ainda mais a concentração populacional de SP, enquanto mais da metade do estado e mais de 5 milhões de habitantes ficam literalmente ABANDONADAS. Na primeira gestão dele, ele conseguiu ser pior que o Serra sim, mandou para um lugar chamado Oeste paulista (fica em São Paulo isso?) mais de 20 presidios, e NENHUMA compensação, nenhuma politica estruturante. No caso do governador Serra, ele não mandou isso, mas ensaiou um investimento minimo em algumas áreas como FATEC. É pouco, é, mas menos pior do que o que o Sr Alckmin fez conosco. O que será que virá agora para esses 5 milhões de habitantes, que veem seus amigos, familiares, migrarem para outras regiões em busca de melhores oportunidades? O que o governo de SP tem como visão para o interior paulista? Foi como coloquei em outro post. Se o governo federal (diga-se PT), souber trabalhar bem nesse ponto fraco, trazendo investimentos e mostrando que importa-se conosco (o Sr. Mercadante está com a faca e o queijo na mão, só saber usar), pode ser que a base de votos do PSDB no estado esteja sobre risco.
 

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Discussion Starter · #15 ·
Eu prefiro a política de desenvolvimento descentralizado adotada pelo Ciro Gomes quando governador do Ceará do que Adhemar de Barros. Tenho fastio só de ouvir o nome desse cara.

O PSDB parece ter um certo desprezo pelo interior, pois eles devem achar que os coronéis locais puxam os votos e dispensam grandes investimentos, o que em grande parte é verdade.

Não levo muito a sério esse negócio de FATEC, pois o mesmo PSDB acabou com os cursos técnicos simultâneos ao ensino médio e agora vêm empurrar esses cursos meia-bocas criados para abrigar seus correligionários. Aqui em Araçatuba o curso da FATEC é relacionado ao álcool, que existia paralelo ao ensino médio no I.E. Manoel Bento da Cruz, como citei acima.

Espero que o Mercadante dê um empurrão no interior de São Paulo, sobretudo na região oeste de São Paulo, e relacionado à tecnologia mesmo, em vez desse atraso de vida que é a cana-de-açúcar.
É dificil comparar os dois nomes, considerando a situação economico-politica e histórica vivida pelos dois politicos em seus estados. O pensamento da interiorização do desenvolvimento, por meio de grandes obras estruturais, que ainda hoje suportam o interior do Estado começaram sob sua gestão, e foram um norte para as gestões posteriores. A constituição da UNICAMP e do sistema UNESP, a instalação da UFSCAR, a construção da rodovia do Oeste, (Autal castelo Branco). E a partir dela nasceu uma linhagem politica, ao estilo "tocador de obra", mangas arregaçadas, que foi marca dos governadores paulistas até a gestão Quercia. Uma das marcas também foi a discussão da descentralição do desenvolvimento industrial principalmente nos governos Barros, Garcez, Natel, Martins, e perdendo intensidade nos governos Maluf Montoro e Quercia.

A partir desse momento vemos uma restruturação do Tesouro Paulista, deteriorado por vários aspectos economicos e politicos que estavam em voga no país. Passa se portanto para uma politica de restruturação do mesmo, com os governos Covas e o primeiro Governo Alckmin, no qual ao fim de seu primeiro mandato, a divida paulista já seguia um processo organizado, com as contas em dia. Mas estranhamente, não veio mais a mesa a discussão da interiorização do desenvolvimento, nem mesmo um estudo que desse as linhas de planejamento e atuação do governo do Estado a longo prazo, como o que o governo federal fez no ministério do planejamento. O governo do Estado não sabe como quer que as regiões de SP se comportem nos próximos anos. Não sabe como investir com planejamento, pensando estrategicamente em cada RA.

Quando digo que sinto falta de um gestor ao estilo Adhemarista, me refiro a isso. Lembro de uma frase que um professor meu, que trabalhou no governo Egydio Martins, disse que em uma reunião o governador falou a seus assessores que discutiam a questão economica do Estado. Ele disse que para governar um Estado era preciso ir a campo, conhecer a realidade de todas as regiões, principalmente das mias pobres, pois era governador de todos os Paulistas.
 

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De um rincão distante
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^^ vai ser dificil as cidades menores daqui não seduzirem-se pelas promessas de mais impostos com presídios. Só espero que eles vejam que não é estrategicamente bom concentrar ainda mais presídios em uma região só. Lembre-se bem dos boatos que rondaram Prudente nas vésperas dos feriados de outubro.

Minha expectativa com referência a região é a melhora da estrada Assis Chateaubriant (trechos que ainda não foram melhorados) e investimentos na área de educação profissionalizante - foram promessas de campanha dele quando veio aqui. Espero investimentos tbem na Unesp.

Outra coisa que espero que ele faça para o Estado todo é reativar o moribundo programa "ESCOLA DA FAMÍLIA" - na primeira gestão dele era uma beleza só.
 

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Discussion Starter · #18 ·
Alckmin age para pôr fim à era Serra no Bandeirantes

O governador eleito de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB), engrena um profundo rearranjo na administração estadual e tenta impor, tacitamente, um rompimento com a estrutura serrista no Palácio dos Bandeirantes. Das 26 secretarias paulistas, o tucano decidiu mudar o comando de sete e extinguir uma. Ele estuda, ainda, emplacar nomes de sua lavra em pelo menos 13 pastas, liquidar a existência de mais duas e criar outras três.



Até agora, a equipe de transição de Alckmin resolveu extinguir a Secretaria de Ensino Superior e pretende decretar o fim da pasta de Relações Institucionais, considerada "inócua" pelos alckmistas. Ambas foram criadas pelo ex-governador José Serra (PSDB). Para substitui-la, a transição avalia recriar a Secretaria de Governo e Gestão Estratégica, para articulação interna. Um dos nomes cotados para a tarefa é o atual secretário de Cultura, Andrea Matarazzo.


Outra secretaria que pode ser extinta é a de Comunicação, cujas atribuições, em forma de coordenadoria, poderiam ser repassadas à nova pasta de Governo ou à Casa Civil, comandada por Sidney Beraldo, chefe da transição tucana. Serão criadas, em contrapartida, a Secretaria de Turismo, desmembrada da atual pasta de Esporte e Lazer, com vistas à Copa do Mundo de 2014, e a de Gestão e Desenvolvimento Metropolitano, para coordenar o guarda-chuva de infraestrutura estadual.


Contra-ataque


Essa reconfiguração do Palácio dos Bandeirantes, contudo, depende do intrincado tabuleiro de xadrez que está à frente de Alckmin. Uma das peças que mais luta por espaço é o grupo serrista, que contra-ataca às movimentações. A ala fiel a José Serra pressiona, por exemplo, para emplacar o atual governador Alberto Goldman (PSDB) e mais dois secretários - Mauro Ricardo (Fazenda) e Luiz Antônio Guimarães Marrey (Casa Civil) - no tabuleiro.


A manutenção de espaço serrista passa ainda pela Secretaria de Segurança Pública, tocada atualmente por Antonio Ferreira Pinto. O principal nome alckmista que poderia sucedê-lo, Saulo de Castro Abreu Filho, foi indicado para Transportes. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo

http://www.estadao.com.br/noticias/nacional,alckmin-age-para-por-fim-a-era-serra-no-bandeirantes,649742,0.htm
 

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Marcio
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Embora eu tenha lido muitas criticas ao Alckmin, para a região de Bauru foi um dos melhores governadores que já passou pelo Palácio dos Bandeiras.

Não sei como será para o Estado, mas acredito que novamente Alckmin será muito bom para Bauru e região.
 

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Comunista
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Gostei da idéia da extinção da secretaria de relações institucionais (wtf?), porém a incorporação Secretaria de Ensino Superior pela pasta do desenvolvimento só significa uma coisa: destruição do ensino superior, ainda mais nas mãos de um Afif da vida. Deveria ter sido incorporado pela pasta da educação.
A secretaria do turismo se faz necessária, não sei porque criam uma "relações institucionais" e mantém a do turismo junto com a do esporte e lazer.
O problema é colocar um Saulo "baixaria" Castro Abreu Filho nos transportes, uma aberração. Esse é o problema de ser um cara limitado.
Não porque a pasta de Ensino Superior já foi esvaziada. Serra queria que a pasta se sobrepusesse como uma "reitoria central", mas recuou. O projeto de centralização foi deixada de lado.
 
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