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Tec em Processos Foto...
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Discussion Starter · #1 · (Edited)
Em 1971, várias ferrovias de propriedade do governo do estado de São Paulo - Companhia Paulista de Estradas de Ferro, Estrada de Ferro Sorocabana, a Companhia Mogiana de Estradas de Ferro, Estrada de Ferro Araraquara e Estrada de Ferro São Paulo a Minas - foram fundidas em uma única empresa, a Ferrovia Paulista SA - FEPASA. A nova empresa também foi detida pelo Estado de São Paulo, é claro. Em 1999, tornou-se uma estrada de ferro FEPASA privado, com um novo nome: Ferroban - Ferrovias Bandeirantes SA.

A Ferrovia Paulista SA (FEPASA) foi uma empresa de estradas de ferro brasileira que pertencia ao Estado de São Paulo, embora sua malha se estendesse por Minas Gerais até Araguari, tendo também um ramal que terminava na cidade de Sengés, no Paraná. Foi extinta ao ser incorporada à Rede Ferroviária Federal no dia 29 de maio de 1998.

A idéia da FEPASA surgiu a partir dos primeiros ensaios em 1962, com uma mensagem do governo do estado de São Paulo encaminhada à Assembléia Legislativa, propondo a unificação das ferrovias paulistas por medida de ordem econômica pois havia cinco ferrovias diferentes e estatais no estado. Foi rejeitada e em 1966 reencaminhada sendo novamente rejeitada pela Assembléia Legislativa.

Em 1967, o governador Abreu Sodré deu o primeiro passo ao transferir para a Companhia Paulista de Estradas de Ferro para a administração da Estrada de Ferro Araraquara S/A, e para a Companhia Mogiana de Estradas de Ferro, a administração da Estrada de Ferro São Paulo e Minas.

Em seguida, o governador através de decretos datados de 19 de setembro de 1969, transformou todas as ferrovias de sua propriedade em sociedades anônimas, a exemplo do que já ocorria com a Companhia Paulista e Companhia Mogiana.

A consolidação da unificação das ferrovias vai ocorrer no governo de Laudo Natel, quando este através do decreto nº 10.410, de 28.10.1971, sancionou a criação da nova empresa, oficializando, a FEPASA - Ferrovia Paulista S/A.Para solucionar conflitos de caráter jurídicos trabalhistas , o ESTADO criou a Lei NUMERO 200 ,de 13 de MAIO de 1974(publicada dia 15 de maio de 1974),respeitando assim as LEIS que concediam ,e, exigiam , direitos e deveres,aos empregados do Estado de SÃO PAULO.

Ao invés de ocorrer uma fusão entre todas as companhias, como preceituava a letra da lei, foi decidido em Assembléia Geral Extraordinária convocada para o dia 10 de novembro de 1971, alterar previamente a denominação social da "Companhia Paulista de Estradas de Ferro" para "FEPASA - Ferrovia Paulista S.A.", seguido de incorporação à FEPASA do acervo total da Companhia Mogiana de Estradas de Ferro, da Estrada de Ferro Araraquara S/A., Estrada de Ferro Sorocabana S.A. e Estrada de Ferro São Paulo e Minas. As quatro companhias foram declaradas extintas, e incorporados respectivos os respectivos acervos líquidos a FEPASA e este, em seguida pela RFFSA, em 1998, após a autorização dada pela Assembléia Geral Extraordinária ocorrida em 29 de maio de 1998.

Conforme legislação em vigor na época o processo de liquidação, foi iniciado em 9 de dezembro de 1999. A malha então existente da antiga Ferrovia Paulista SA (Malha Paulista) foi leiloada na forma de concessão pelo período de 20 anos renováveis. O vencedor do edital de licitação de uso por tempo definido de concessão foi a Ferroban, que por sua vez, teve seu controle indireto assumido pela América Latina Logística, em vista da operação de incorporação de ações da holding Brasil Ferrovias à ALL.

A parte da malha ferroviária da Fepasa utilizada para o transporte suburbano nas regiões Oeste e Sul da Grande São Paulo permaneceu sob controle do Governo do Estado de São Paulo através da CPTM (Companhia Paulista de Transportes Metropolitanos).


Parte do Material Rodante da FEPASA​

Alsthom Série 2200


Incluídas em um ambicioso programa de eletrificação da lFEPASA entre Araguari-Campinas-Mayrink-Santos, que estava sendo realizado desde os anos 70.

Um monte de problemas, como falta de dinheiro e falência da EMAQ, a montadora brasileira de locomotivas, impediu que o projeto sfosse concluído. S

Elas eram sofisticadas demais para andar nas pecarias vias da FEPASA e ser alimentado por subestações eletromecânico construído durante os anos 40 e 50. Assim sua manutenção é um problema crítico. Há ainda dezenas de kits de locomotiva, armazenados em manutenção FEPASA obras ao longo da malha ferroviária, a ser construído. No entanto, a Ferroban desistiu dos projetos de eletrificação, e hoje essas poucas locomotivas encontram se abandonadas.




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GE U20C​





Tendo sido produzida mais de 984 locomotivas U20C nos EUA, Brasil,
Indonésia, África do Sul e Alemanha ao longo das últimas 4 décadas.

Ferrovia Paulista SA Brasil 1,000m 109
Ferrovia Paulista SA Brasil 1,600m 26


a primeira pintura da FEPASA








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GE C30-7​




A GE C30-7 é uma locomotiva diesel de 6 eixos construída pela GE Transportation Systems entre 1976 e 1985 como uma evolução da U30C. Ela é movida por um motor diesel V16,com 3.000 hp.





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Série 9500 [atual 550]​






Os trens 5500 foram adquiridos no Plano de Modernização dos Suburbios da FEPASA em 1978. Eram 50 TUEs.

Nos tempos de FEPASA, esse tue fazia a linha SUL, atual linha 9 Esmeralda, e também a o trecho LUZ <> CARAPICUIBA










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Série 9000 [atual 5000]​



Adquiridos no final da década de 70,o Trem unidade elétrico foi fabricado entre 1978 e 1980 pelo consórcio CCTU (formado pelo consóercio Francorail, Société MTE ,Brown Boveri, Traction Cem Oerlikon e Jeumont Schneider) para a Linha Oeste da FEPASA, que o nomeou série 9000.









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TUE Kawasaki Toshiba Série 5800 e 5600 [atual 4800]​

Os trens unidades japoneses foram adquiridos em 1958 pela EFS para atender a crescente demanda de passageiros da Zona Oeste da RMSP. Foram 30 trens verdes equipados com o máximo de conforto que um trem de suburbio possa oferecer. Em todos os carros reboques haviam banheiros equipados com saboneteiras e lógicamente sabonetes. Nas janelas persianas garantiam o conforto em dias muito ensolarados. Os bancos estofados podiam ser virados de acordo o sentido em que o trem estava andando.

Fotos​











carapicuiba









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Série 5700​

Construídos pelo consórcio Cobrasma/BN, uma empresa belga, alimentados por cabos suspensos (catenária), rodaram por pouco tempo no VLT de Campinas






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LEW DE II S


LEW DE II S, construida entre 1967 e 68, na Alemanha Oriental de numeração 3701, é ex. Estrada de Ferro Sorocabana








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V8​


A V8 (paulistas) ou Escandalosa (cariocas) foi um tipo de Locomotiva Elétrica construída pela General Electric, baseada no modelo EP-4 construídas para a New Haven, embora as suas características na ferrovia americana fossem diferentes quanto a voltagens de operação, pantógrafos e truques. Enquanto os truques americanos eram fundidos os das V8 brasileiras eram do tipo de barras soldadas, mais leves e mais fáceis de serem adaptados a bitola de 1600mm.

Possuíam 3817 HP de potência, peso total de 165 toneladas sendo classificadas no padrão AAR como 2-C+C-2.
















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Colaborações são bem vindas :)
 

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Ao invés de se preocupar apenas com as fotos, você deveria se preocupar em colocar citações referentes aos direitos autorais das fotos e do texto.
 

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22°52'S 47°03'W
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20,684 Posts
Olha só...o finado VLT de Campinas...

Quando eu lembro que cag**am no p** com esse projeto, que eles gastaram dinheiro sem ver o que a população da cidade precisava, que apenas reativaram uma ferrovia abandonada 20 anos antes (o antigo trecho da Sorocabana, desativado com a Variante Boa Vista-Guaianã), não se preocuparam em fazer pontos de ônibus do lado das estações, nem em criar linhas ou mudar itinerários para atender essas estações, que não fizeram três estações subterrâneas no Centro e no Cambuí (seriam necessários apenas 2,1km subterrâneos), que não estenderam a linha por mais 8km, até os DICs (totalizando 18,5km - e não apenas 8km)...dá uma tristeza de não ter jeito...:(
 

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Metra's Forever!!!
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Olha só...o finado VLT de Campinas...

Quando eu lembro que cag**am no p** com esse projeto, que eles gastaram dinheiro sem ver o que a população da cidade precisava, que apenas reativaram uma ferrovia abandonada 20 anos antes (o antigo trecho da Sorocabana, desativado com a Variante Boa Vista-Guaianã), não se preocuparam em fazer pontos de ônibus do lado das estações, nem em criar linhas ou mudar itinerários para atender essas estações, que não fizeram três estações subterrâneas no Centro e no Cambuí (seriam necessários apenas 2,1km subterrâneos), que não estenderam a linha por mais 8km, até os DICs (totalizando 18,5km - e não apenas 8km)...dá uma tristeza de não ter jeito...:(
Hoje em dia eu acho que seria muito bem utilizado esse vlt!!!:lol::lol::lol::lol:
 
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