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Flanelinhas: Difícil de controlar e de reprimir

Adriana Bernardes - Correio Braziliense e Erica Montenegro - Correio Braziliense

Publicação: 16/06/2008 08:26 Atualização: 16/06/2008 08:31

Alugar uma vaga no estacionamento público é ilegal. Impor o serviço de guardar, lavar ou manobrar o carro usando de intimidação ou ameaça é crime. É fato que nem todos os flanelinhas agem dessa forma. Mas também é verdade que criminosos disfarçados de guardadores aterrorizam diariamente os motoristas na cidade. A Associação dos Flanelinhas do Distrito Federal e Entorno estima em 8 mil o número de pessoas que sobrevivem de vigiar e lavar carros. Apenas 18 deles são registrados na Superintendência Regional do Trabalho, ou seja, são os únicos legalizados.

Os representantes cobram da polícia ajuda para tirar das ruas quem ignora a lei e pratica crimes (veja quadro). Segundo eles, apenas 800 são cadastrados na associação e é impossível controlar o comportamento de todos. O problema torna-se ainda mais grave pela dificuldade da vítima para denunciar os casos à polícia. “É difícil ir à delegacia e dizer que a simples presença de uma pessoa ou a forma de abordagem a intimidou”, reconhece a procuradora distrital dos Direitos dos Cidadãos, Ruth Kicis.

Mas isso não pode impedir o registro da ocorrência. O ideal, segundo a procuradora, seria que os flanelinhas não existissem. Mas, uma vez existindo, cabe ao governo assegurar que a presença deles não se torne um problema de segurança pública. “A profissão existe. É regulamentada em lei. O que falta é cadastrá-los e orientá-los sobre como devem atuar”, destacou.

Acuada pela presença indesejada dos guardadores de carro, a comerciante Mônica*, 26 anos, muda os hábitos rotineiramente para fugir do assédio intimidador de alguns flanelinhas. “Estaciono em locais distantes. Invento vagas que não existem — mesmo sob o risco de ser multada — só para não ocupar as vagas regulares que eles privatizaram”, relatou. Segundo Mônica, ao perceber que o condutor trabalha no local e fica estacionado o dia todo na vaga, a intimidação dos flanelinhas é pior. “Eles argumentam que nós (trabalhadores) tiramos o ganha-pão deles. Outras vezes, são mais agressivos. Eles não fazem nada. Só perguntam: você tem certeza de que vai deixar o carro aí?”

Há cinco anos, Ruth Kicis determinou que fosse feita a Operação Flanelinha, em conjunto com as polícias Militar e Civil e o SOS Criança — uma tentativa de prevenir e reprimir a conduta constrangedora dos vigias. Na primeira vez, cinco deles acabaram presos. Eram criminosos foragidos da Justiça. “Alguns não tinham nem carteira de identidade. Promovemos palestras com assistentes sociais. E os orientamos a ser parceiros da polícia na prevenção de crimes. Funcionou no começo. Mas esse tipo de ação deve ser constante”, disse. Ruth Kicis planeja nova Operação Flanelinha para o segundo semestre.

Vigiar Legal
Hoje o governo local não tem controle sobre quem explora ilegalmente as vagas públicas do DF. Em março deste ano, a Secretaria de Justiça, Direitos Humanos e Cidadania (Sejus), em parceira com a 8ª Delegacia de Polícia, do Setor de Indústria e Abastecimento (SIA), cadastrou cerca de 600 trabalhadores que atuam nas imediações da Feira dos Importados. O projeto recebeu o nome Vigiar Legal. “Havia muitos abusos. Preços exorbitantes, palavrões e atos obscenos. Depois do cadastro melhorou um pouco. Mas ainda há quem exija pagamento dos clientes e de funcionários e intimide quem se recusa ou não pode pagar. Nós ficamos impotentes”, reclamou o presidente da Associação da Feira dos Importados, Absalão Ferreira Calado.

O setor de estatísticas da Secretaria de Segurança Pública não tem informações específicas sobre a quantidade de ocorrências policiais envolvendo os flanelinhas. O levantamento pode ser feito, mas é demorado. Apesar disso, a delegada-chefe da 8ª DP, Deborah Souza Menezes, acredita que o número de ocorrências tenha caído 70% após o cadastro na Feira dos Importados. “Esclarecemos que o motorista não é obrigado a pagar e os crimes que eles cometem ao adotar certas posturas. Sempre que eu recebo uma denúncia em que o autor é identificado, mando uma viatura buscar na hora”, afirmou.

Na 1ª Delegacia de Polícia (Asa Sul), a delegada titular Martha Vargas disse que as ocorrências são poucas. “A Polícia Civil age diante do fato. Se as vítimas não denunciam, fica muito difícil reprimir. E os infratores, por sua vez, sentem-se livres para continuar a praticar os delitos”, ressaltou. A intenção do governo é ampliar o projeto Vigiar Legal para outras áreas do DF. Os setores Comercial e Bancário Sul são considerados prioridade. Até o fim deste mês, os servidores da Sejus concluirão a análise do resultado do cadastramento feito na Feira dos Importados. “Se forem positivos, e os dados preliminares revelam que sim, vamos estender para todo o DF”, garantiu o secretário da Sejus, Raimundo Ribeiro.

Fonte:
http://cbnews.correioweb.com.br/htm...sao=13&id_noticia=13108/noticia_interna.shtml
 

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Flanelinhas: Os donos do pedaço

Vagas em áreas públicas são negociadas por mês a preços que variam entre R$ 30 e R$ 70. A cobrança é ilegal. Os flanelinhas agem como manobristas e desrespeitam as leis de trânsito para acomodar os carros

Erica Montenegro - Correio Braziliense e Adriana Bernardes - Correio Braziliense

Publicação: 16/06/2008 08:27 Atualização: 16/06/2008 08:34

“Lavei 15 carros e vendi duas vagas”, anuncia Reginaldo para um colega na quadra 6 do Setor Comercial Sul. Preço da vaga: R$ 50 mensais. Localização: espaço público. No centro de Brasília, a falta de estacionamentos transformou os antigos flanelinhas em empresários. As áreas foram loteadas entre eles, cada um tem seu campo de trabalho demarcado por meio de um misto de respeito e agressividade. Os motoristas que quiserem estacionar pagam “gorjetas” com preços fixos.

Quando afirma que “vendeu uma vaga”, Reginaldo está dizendo que conquistou um cliente. Durante a semana, o motorista confiará o carro exclusivamente a ele e, em troca, pagará mensalidade. Os clientes antigos deixam a chave do veículo com o guardador, o que transforma o carro deles em veículo de “manobra”. Os mais desconfiados — mas que também usam o serviço do flanelinha — pedem a vaga acertada quando chegam. Reginaldo, então, tira um dos carros de “manobra” do lugar e o cliente estaciona.

Com algumas poucas variações, esse é o sistema de trabalho dos flanelinhas nas áreas de estacionamento mais disputadas do Distrito Federal. De quarta a sexta-feira, a equipe do Correio percorreu quatro delas — Setor Comercial Sul, Setor Bancário Sul, Setor de Autarquias Sul e Setor de Diversões Norte — e constatou que as vagas em áreas públicas agora têm preços.

De14 guardadores, apenas um disse que o serviço de reserva de vaga a preço combinado não existia. “A senhora dá quanto quiser porque este estacionamento é público”, afirmou um flanelinha que trabalha em um dos estacionamentos da parte de cima do Conjunto Nacional. Um outro, que toma conta de uma das áreas do Setor Bancário Sul, disse que não podia cobrar pelo mesmo motivo, mas sugeriu o pagamento de R$ 50 por duas lavagens e serviço de “manobra”. Este segundo chegou a apresentar um cliente advogado que elogiou o serviço.

Os outros doze guardadores abordados estipularam preços entre R$ 30 e R$ 70, variando de acordo com a área em que trabalham. Na quadra 1 do movimentado Setor Bancário Sul (SBS), em frente a um dos prédios da Caixa Econômica Federal, foi cobrado o preço mais caro. Sebastião, conhecido como Carioca, definiu R$ 70 para cuidar do carro. “Se você chegar às 9h, não tem mais vaga. Se deixar na minha mão, seu carro estará estacionado na hora do almoço”, garantiu. No preço dele estão incluídos manobra diária, duas lavagens e um polimento por mês.

Na maioria dos pontos, a procura pelo serviço dos lavadores/flanelinhas/manobristas é muito maior do que a oferta de vagas. Eles organizam filas duplas e até triplas para acomodar os carros dos clientes. Não respeitam calçadas, meios-fios, nem vagas para deficientes ou idosos. Perguntado sobre o risco de o carro receber uma multa, Manuel, da quadra 2 do SCS, explicou que os policiais militares do local já o conhecem. “Não posso garantir 100% de certeza de não ter multa porque o pessoal do Detran faz surpresas. Mas dou quase”, diz. Enquanto conversava com a reportagem, Manuel entregou um carro estacionado em vaga proibida para um rapaz e, logo depois, colocou outro veículo no mesmo local.

Também no SCS, Luiz ofereceu uma vaga fixa por R$ 40 mensais no estacionamento da quadra 1. Cada lavagem, feita com água retirada de um dos prédios próximos, custaria mais R$ 10. Para convencer, mostrou a carteira de motorista e garantiu cuidar de mais de uma dezena de carros dos prédios próximos. “A gente faz a ‘combina’, daí você paga R$ 40 por mês”, afirmou. No estacionamento coberto particular localizado em frente ao espaço de Luiz, a vaga mensal é alugada por R$ 249. “É seguro deixar com a gente. Aqui, você fica sem preocupação”, garantiu o flanelinha.

Apesar de o serviço de manobra oferecido pelos flanelinhas não ser compulsório — o motorista entrega a chave porque quer —, ele é ilegal. O fato de os guardadores se tornarem “donos” de um espaço público prejudica os motoristas que não querem pagar pelo serviço. Estes não têm vez nos estacionamentos, já que os flanelinhas agem como cães de guarda, ocupando as vagas que vão surgindo com os carros dos clientes fixos. “Eu não deixo com eles. Acho que carro é uma coisa muito pessoal. Mas pago R$ 5 por semana para ter uma vaga na hora em que chego”, conta uma moça que trabalha no SCS e pede para não ser identificada por medo de represálias. Segundo ela, os R$ 5 foram estipulados pelo próprio guardador.

Fonte:
http://cbnews.correioweb.com.br/htm...sao=13&id_noticia=13107/noticia_interna.shtml
 

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^^ Eu acho um absurdo o governo legalizar o que não se pode legalizar, num dia, se eu tiver um carro, sei que nunca vou ter, mas se eu vier a ter, um maldito de um flanelinha arranhar meu carro, sem remorso nenhum, sei que não vai adiantar procurar a policia, a justiça ou padre cícero, pois eu vou ficar no prejuizo.

Eu passo com o carro por cima do safado...
 

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eu mess
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Na 1ª Delegacia de Polícia (Asa Sul), a delegada titular Martha Vargas disse que as ocorrências são poucas. “A Polícia Civil age diante do fato. Se as vítimas não denunciam, fica muito difícil reprimir.

Não é por falta de denúncia!
Todas as vezes que me senti coagido, liguei pra polícia que, por sua vez, se esquivava dizendo que era problema do DETRAN, que, acionado, devolvia o problema pra polícia....
 

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^^ Eu acho um absurdo o governo legalizar o que não se pode legalizar, num dia, se eu tiver um carro, sei que nunca vou ter, mas se eu vier a ter, um maldito de um flanelinha arranhar meu carro, sem remorso nenhum, sei que não vai adiantar procurar a policia, a justiça ou padre cícero, pois eu vou ficar no prejuizo.

Eu passo com o carro por cima do safado...
Que isso, mizifi....... mas não é possível esse rancor todo!!!!!!!!! E você terá carro sim; ele faz falta! :cheers:
 

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^^ Não é possivel mizifi, ter que pagar pedágio em semaforo, pagar pedágio em estacionamento e até pagar pedágio para furunfar no estacionamento do parque então, tem que acabar com todos, sem dó mesmo.
 

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Eu mesmo!
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^^ Não é possivel mizifi, ter que pagar pedágio em semaforo, pagar pedágio em estacionamento e até pagar pedágio para furunfar no estacionamento do parque então, tem que acabar com todos, sem dó mesmo.

tenho que rir desse figura....^^

rapaz...tira esse ódio e rancor de dentro do coração...:bash:..sei sim que os bichos são o pé no saco, ja tive até uma discurssão com um que chutou meu carro porque eu dei apenas 1 real e o cara achou pouco....mas não precisa de matar o coitado..rsrsrs....tem que fazer igual em floripa....eles colocaram placas em todos os semaforos pedindo pra não darem esmolas e retiram direto uns que se aventuram a ficar nos semaforos da cidade...resultado: a cidade não tem nenhum pedindo em semáforo e os flanelinhas são muito poucos, quase não existem! eles tem uma casa de abrigo pra essas pessoas e geralemtne encaminham pra algum lugar...

mesmo porque com o frio que está em floripa não teria a minima condição do flanelinha ficar tomando frio e nem o cara no samaforo...rsrsrs:lol:
 

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Esse Pesquisador é doido, don quito!!!!!!!! :lol: :lol: :lol:

Mas mizifi, vc me quer furunfar com uma coroa apetitosa no Parque da Cidade?! Mas num é possível, mizifi....... Vc vai ficar sem o carro, rapaz! :bash: :nuts:
 

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Secretria de Transporte estuda uso de parquímetros no DF

A Secretária de Transporte do Distrito Federal estuda a possibilidade de implementação de parquímetros nos estacionamentos do Distrito Federal. A idéia é coibir a ação dos flanelinhas. “Os estacionamentos públicos não podem ser dominados por pessoas que ameaçam os motoristas. Já tentamos de tudo: cadastro de flanelinhas, uso de jalecos por parte dos guardadores de carros, mas nada deu certo. Talvez com os parquímetros possamos corrigir essa situação”, disse Aberto Fraga, secretário de Transporte do Distrito Federal.

Os parquímetros são aparelhos que controlam a permanência do veículo em áreas de alta rotatividade. Segundo Alberto Fraga, existem locais em que a falta de regulamentação das vagas acabam prejudicando o fluxo de veículos. “Não dá para deixar um carro parado em local por 12h seguidas. Não é justo. Queremos colocar regras nos estacionamentos”.

Comumente o equipamento funciona com o uso de moedas. O usuário deposita o valor correspondente ao período de ocupação da vaga e, em troca, recebe um comprovante que deve ser colocado no painel do carro. Mas Fraga disse que ainda não está definido a maneira de cobrança. “Existem várias formas de utilização dos parquímetro. Não sabemos ainda se vamos usar o sistema de moedas, pagamento via crédito de celular ou com fiscais”, explica.

Um parecer da Procuradoria-Geral do DF deve ser concluído em 10 dias para definir como a medida será colocada em prática: se por meio de projeto de lei ou decreto.

Fonte: http://www.comuniweb.com.br/?idpaginas=20&idmaterias=341486&newEdition=
 

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Reparem o trecho da matéria.

Os parquímetros são aparelhos que controlam a permanência do veículo em áreas de alta rotatividade. Segundo Alberto Fraga, existem locais em que a falta de regulamentação das vagas acabam prejudicando o fluxo de veículos. “Não dá para deixar um carro parado em local por 12h seguidas. Não é justo. Queremos colocar regras nos estacionamentos”.

Pra min isso é falta de educação e respeito, pois tem funcionários, proprietários de lojas que privatizam os estacionamentos, e o pior, são justamente os mesmos que foram o Vaga Fácil, então, eu sou a favor de privatizar mesmo.

Agora se não conseguem privatizar, eu aconselho o governo partir para a briga mesmo, então acabar com as vagas de estacionamento do Setor Comercial Sul e Norte.

Aí acaba com essa novela, pois aí eu quero ver os dignissimos privatizadores de vagas publicas aonde vão estacionar. Se é para dar prioridade aos pedestres, então acaba com as vagas e fim de papo.

E fora eu cobraria pedágio urbano no centro, justamente nessas áreas centrais, aí eu duvido que aonde que trabalha no setor comercial sul, vai ter a ousadia de estacionar nas quadras residenciais.
 

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Estacionamentos ganharão parquímetros

Flanelinhas em ação no plano piloto: para secretário, os parquímetros inibirão a ação dos guardadores e darão mais segurança à população

Os estacionamentos do Distrito Federal terão parquímetros. O equipamento funciona com o uso de moedas. O usuário deposita o valor correspondente ao período de ocupação da vaga e, em troca, recebe um comprovante que deve ser colocado no painel do carro. Na prática, é a volta do estacionamento rotativo. Trata-se de uma das medidas anunciadas pelo secretário de Transportes, Alberto Fraga, para inibir a atuação dos flanelinhas. Na edição de ontem, o Correio denunciou a privatização dos estacionamentos públicos por parte dos guardadores de carro. Eles cobram até R$ 60 por mês para garantir vagas aos condutores.

O estudo técnico sobre os parquímetros será concluído em 10 dias e apontará quantos e onde os equipamentos serão colocados. Além disso, Fraga espera receber dados da prefeitura de Aracaju (SE), onde o sistema já existe. “Quando tiver o parquímetro, a figura do flanelinha desaparece. E se tem gente pagando R$ 60 por mês, não vai se importar em pagar determinado valor pela vaga rotativa”, afirmou o secretário. Também deve ser concluído em 10 dias um parecer da Procuradoria-Geral do DF sobre como a medida será colocada em prática: se por meio de projeto de lei ou decreto.

O diretor-geral do Departamento de Trânsito (Detran-DF), Jair Tedeschi, nega a privatização do espaço público. “É o usuário que se sente à vontade para colocar o carro na mão de flanelinha”, comentou. Questionado sobre as intimidações sofridas por condutores, Tedeschi completou: “É um caso de segurança pública. Ele deve ir à delegacia e registrar queixa”.


Omissão

Quem trabalha nas áreas dominadas pelos guardadores de carro não pensa assim. “A omissão do estado faz a gente virar refém desses flanelinhas. Passei tantos apuros que decidi pagar”, destacou uma servidora pública de 38 anos, que pede anonimato por temer represálias. O secretário de Segurança Pública, Cândido Vargas, informou por meio da assessoria que só comentará o caso após receber relatório da Polícia Civil sobre as ocorrências envolvendo os guardadores.

A presidente da OAB-DF, Estefânia Viveiros, acredita que os abusos dos flanelinhas só acabarão quando o estado assumir o controle da situação. “O que temos hoje é um absurdo. A cobrança é totalmente ilegal. Cabe ao Detran ou a Segurança Pública cuidar para que isso não ocorra”, afirmou. Segundo estimativas da Associação dos Flanelinhas do DF e Entorno, existem mais de 8 mil flanelinhas no DF.

Em um ano e meio — de 1º de janeiro de 2007 a 13 de junho deste ano —, apenas 18 guardadores pediram o registro na Superintendência Regional do Trabalho, o que é obrigatório. “Tem uma parte da população que repudia o serviço. Se ele está registrado, terá um documento que o diferencia dos demais”, explicou o superintendente regional do Trabalho e Emprego no DF, Antilhon Saraiva.

O número VIGIAS DE CARRO 8 mil flanelinhas atuam no Distrito Federal

O número 800 deles estão cadastrados na associação da categoria e apenas

O número 18 têm registro na Superintendência Regional do Trabalho

Fonte: http://www2.correiobraziliense.com.br/cbonline/cidades/pri_cid_217.htm?
 

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^^ Não tem nada haver, desde 1977 o governo tenta colocar zona azul em Brasília, mas um pequeno número de pessoas que se dizem donos de Brasília sempre barram a iniciativa, então, eu acho melhor o governo deixar como estar mesmo, deixar os motoristas a mêrce dos flanelinhas.

Agora se roubaram, riscarem o carro, procure o juizado de pequenas causas, agora não pode colocar a culpa só no governo, isso é a coisa mais fácil do mundo. Por min, acabava com todos estacionamentos do Setores Centrais, e aí se quisessem estacionar perto, iria ter que pagar o famoso pedágio urbano.

O que não pode, esse pequeno grupo de pessoas privatizarem por 12 horas uma vaga de carro, detalhe, quantos carros poderiam estacionar na mesma vaga durante essas 12 horas?

E sempre jogam a culpa no sistema de transporte urbano, então a 31 anos nunca mudou, e olha que naquela época o sistema de transporte funcionava, eu quero ver quando fizerem uma audiência publica a nivel do DF, e perguntar para as pessoas o que elas querem do Setor Comercial, e todos forem a favor da privatização, eu quero ver aonde esses bando de infelizes vai estacionar.

E tem mais, se eu fosse o governador, não seria bonzinho com esse tipo de motorista, e acabava com a moleza, mudaria todas as placas, e colocava bem grande, estacionar em fila dupla, sujeito a guincho.

Para em cima da grama, em cima da calçada, em frente da garagem, sujeito a guincho. E nada mais de multas, pois não adianta, e detalhe, como existe alta renda aqui em Brasília, uns deputados noiados, falam que as multas são muito caras para os condutores.

Então para pagar multa não tem dinheiro, mas para comprar carro e moto zero tem, interessante essa logica dos deputados distritais.
 

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Eu odeio esses caras, isso não passa de estelionato. Me sinto ultrajado em ter que pagar, ainda que seja alguns poucos centavos, por um serviço inexistente. Além disso, se o cara não está lá antes e depois vem pedir grana, nem f**** que eu pago!! Me mando na caruda!!

Eu sempre disse isso: prefiro pagar zona azul a pagar esses estelionatários. Ótima iniciativa, a de cobrar por estacionamentos. Inclusive, vai diminuir a confusão e a superlotação dos estacionamentos públicos.
 

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Eu odeio esses caras, isso não passa de estelionato. Me sinto ultrajado em ter que pagar, ainda que seja alguns poucos centavos, por um serviço inexistente. Além disso, se o cara não está lá antes e depois vem pedir grana, nem f**** que eu pago!! Me mando na caruda!!

Eu sempre disse isso: prefiro pagar zona azul a pagar esses estelionatários. Ótima iniciativa, a de cobrar por estacionamentos. Inclusive, vai diminuir a confusão e a superlotação dos estacionamentos públicos.

Dois. Concordo com tudo.
Ainda mais depois que fui ameaçado por um deles no Conjunto Nacional...
 

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^^ Eu acho um absurdo o governo legalizar o que não se pode legalizar, num dia, se eu tiver um carro, sei que nunca vou ter, mas se eu vier a ter, um maldito de um flanelinha arranhar meu carro, sem remorso nenhum, sei que não vai adiantar procurar a policia, a justiça ou padre cícero, pois eu vou ficar no prejuizo.

Eu passo com o carro por cima do safado...
Voce vai ter seu carro sim mano:)
 

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^^ Não faz falta, inclusive, deixei minha carteira de habilitação vencer, então nem esse prazer eu vou dar ao Detran-DF de me cobrar pela renovação da mesma, e agora com carro, eu quero distancia.
 

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haha os flanelinhas são um mal no Brasil todo, em Gyn eles são hiper folgados. Tem uns bem folgados e quem não dá nenhuma moedinha é alvo de arranhão, chingamento, pedrada, teve um que ja mostrou o dedo pra mim quando tava de carro com minha mãe. =O
 

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E quando dá a moedinha presse povo, eles acham pouco e se EMPUTECEM! Aí num é possível, né moçada?! :bash:
 

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^^ La vem o Sale "Não é possivel" mas o pessoal tá querendo me dar um carro de presente, eu não quero e pronto...
 
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