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É o preço de fazer obras na rua. São obras municipais. Os 1700 milhões é uma estimativa do guito necessário para reabilitar toda a zona histórica. Não, n está garantido, nem em perspectiva, nem é investimento do estado.
De qq das formas, e bem, a cÂmara reabilita o espaço público para tornar mais atractivo o investimento privado. Quase q parece o Rui Rio, mas ao contrário. Espaço público reabilitado na ZHP... Já nem me lembro bem!
 

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Eu acho "bonito" o Estado "dar" dinheiro ao Porto.

Mas o que quero é dinheiro a ser investido no Porto. Aliás, dá-me um certo gozo o Estado "não dar", e vir uma entidade privada e dar. Porquê?:

Porque:
- A obra é na mesma feita
- Temos razão de queixa e um bom trunfo pró-regionalização
- Por angariarmos investimentos de outrem sem ajuda, mostramos, por vias de A+B, que somos efectivamente "bons de verdade", e não "bons de fachada".

O Porto é habitado por muita gente patriota e dinâmica, e nunca deixarão a cidade decair. Faltava uma coisa, promoção. Com esta, as coisas começam a dar ares de querer crescer bem, e isso já se nota bem em alguns sectores.

Quanto aos 3milhões, podem servir de muito se forem bem empregues. Até porque estamos a falar de uma coisa... e como sabemos, Gaia tem muitas coisas em andamento.
 

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Avenida de Francelos transformou-se em auto-estrada
2010-12-22
Margarida Fonseca

A Avenida de Francelos, em Gulpilhares, Gaia, transformou-se, em dois meses de portagens na A29, em auto-estrada. Os moradores falam em perigo e em desassossego. A Câmara faz contas ao tráfego para levar o Estado a tribunal por danos em vias municipais.

Avenida de Francelos transformou-se em auto-estrada

"Acesso condicionado na saída para Francelos. Modere velocidade". As frases estão, nas horas de ponta, no painel informativo da A44 a poucos metros da saída para aquele lugar de Gulpilhares, Gaia, no sentido Norte-Sul.

Há dois meses que é assim: foge-se ao pórtico da A29, colocado um pouco mais à frente, poupam-se 45 cêntimos por passagem na portagem (mais 30 para quem não tem qualquer dispositivo) e transformam-se vias municipais em caminhos alternativos.

O problema é que há quem use tais caminhos com velocidade excessiva. É o caso da Avenida de Francelos, que liga a decepada Nacional 109 à zona litoral, outrora local de filas de carros apenas no Verão, com seis passadeiras, um só semáforo (com verde para peões que dura segundos) e pouca iluminação nocturna.

"Tenho medo de atravessar. Vivo na avenida há 23 anos. A pacatez morreu. Passam aqui com uma bolina...", diz Manuel Ferraz, conseguindo um acenar de cabeça solidário de Damião Fonseca, dono de um café há seis anos.

"Anda a circular, para aí há um mês, uma petição [da Junta de Gulpilhares] para que o pórtico da A29, colocado em Arcozelo, seja mudado para outro lado. No lugar onde está penaliza quem mora duplamente na freguesia: paga portagem em casa e leva com quem não quer pagar", afirma Damião, dando dois exemplos de ruas que perderam "o sossego": Prado e Ameixoeiras.

"São caminhos que vão dar à A29 depois do pórtico. Isso significa que quem quer fugir anda por aí, por ruas onde mal cabe um carro, a toda a hora e a velocidades desaconselháveis. Nem sei como ainda não houve acidentes", salienta o comerciante.
Indemnização por danos.

"A Câmara está a apurar o aumento de tráfego nas ruas municipais para impor, em algumas, condicionamentos ao trânsito", disse, ao JN, o vice-presidente da Autarquia, Marco António Costa.

A intenção tem dois objectivos: calcular quantos carros passavam no local do pórtico antes e depois da portagem para avaliar que indemnização será pedida ao Estado por danos. "A Câmara está a preparar uma acção por danos no património municipal. Com as portagens, o Estado gera receitas e, como colocou o pórtico em local penalizador, está danificar o património que é da Autarquia", afiançou.

Para Marco António Costa, a ideia de mudar o pórtico "nem sequer é única" dado que se "abriu um precedente entre Lousada e Paços de Ferreira". "O problema é que o secretário de Estado das obras Públicas [Paulo Campos] não tem revelado espírito de cooperação com a Câmara de Gaia e, até hoje, continua sem dar resposta a um pedido de audiência, feito por toda a vereação, no Verão passado, para discutir o assunto das portagens", referiu.

"O trânsito na Avenida de Francelos é só um exemplo de como, com as portagens, a freguesia de Gulpilhares se tornou numa auto-estrada. É um caos nas horas de ponta e um desassosego para quem cá vive", garante Ana Lopes Ribeiro, moradora na avenida há 26 anos.
 

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:lol:

Dizes isso a um gajo que desde há precisamente um mês para cá tem dormido 5 horas por dia, e tem passado as restantes 19 horas (com alguns momentos de pausa, não muitos), a trabalhar. :lol:

Se não posso vir aqui dizer FÁTIMA para desanuviar as ideias... não sei o que fazer.

Vá... ao longo deste mês passei 2 fins de semana com a namorada. De resto... trabalho duro! É claro que não é de enchada, nem de trolha... mas isso nunca há de ser. Por alguma razão estou ligado à tecnologia. O trabalho físico guardo-o para andar com um equipamento de 15kg às costas, por vezes, durante mais de 12 horas seguidas. Sabes que as lentes são feitas de ferro, e o vidro também pesa.

Agora se tomas por "trabalho" ser um subordinado de um patrão... então estás certo. Não sou, nem hei de ser. Vivemos num planeta, perdido no Universo... tudo à nossa volta é formado por energia... vivemos num autêntico cosmos... onde cada um é livre (se assim o desejar). Porque raio hei de me vergar ao Sistema, e ser mais um peão?

Mas ainda bem que existem peões. Se toda a gente se recusasse a trabalhar para outros, dando couro e cabelo em prol de outrem que se aproveita de nós e fuma charuto, a sociedade humana não funcionava. Mas eu não nasci para ser subordinado. Algum problema com isso? Ao longo da minha vida hei de fazer sempre aquilo que quero... e se ficar sem dinheiro, tornar-me-ei um heremita e vou viver da Natureza, onde a palavra "dinheiro" perde total valor. Ser chefiado por alguém é que não. Totalmente fora de questão.

Tu, pelos vistos, consideras que um homem a sério é um homem "que sabe o que é a dureza da vida", e que a "vida é sofrimento". Para mim a vida é filosofia, é saber, é arte, conhecimento, liberdade. E a parte "dura" da minha vida é usada, também, com bastante prazer. :) Um dia, como todos, o meu corpo irá perecer.... e da minha vida terá ficado a felicidade que cá deixei. Pergunto-te a ti de que serve a dureza e a dificuldade... um dia morres, e puff... tanto esforço em vão. Ao menos esforça-te para faze algo em GRANDE, que deixe cá legado, para as geraões vindouras. Isso sim, é algo digno de se lutar.

Agora lutar a vida inteira para se fazer a rotininha, ir ao pingo doce, obedecer ao chefe, vir para casa, ir ao pingo doce, obedecer ao chefe, vir para casa, ir ao pingo doce, obedecer ao chefe, ir para casa, ir ao pingo doce.... p'lamor de Deus. Que significado tem uma vida assim? Absolutamente nenhum.
 

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BTW: Neste momento estou a fazer uma pausa do trabalho. Porque estive desde as 10:30 até Às 2:30 a fazer um projecto. Um projecto que me dá gozo fazer, claro.

Hei de lá fazer algo que não goste, só porque "a bidinha é dificile", ou porque "tem que sêre..." :lol:

Muito já tenho que aturar na faculdade... o que vale é que estou num curso de artes e posso javardar de ******* nos trabalhos. Mas vá... fica lá no teu quadrado. Eu prefiro círculos. Há quem prefira triângulos... e segundo sei, parece-me, há quem prefira hexágonos. Mas não me acredito muito nisso. Deve ser treta!
 

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alguém que faça o que diz este senhor:
http://jn.sapo.pt/paginainicial/pai...lho=Aveiro&Option=Interior&content_id=1741939
ou entao passem pelo meio da via a ver se nao pagam!
Mas sem dúvida se tem que fazer alguma coisa!!

Se tiver que haver portagens tem que ser neste sentido:
-mesmo preço por km em qql lado.
-preços acessívéis e normais para o que se considera uma auto-estrada do ESTADO - nao preços capitalistas de ganancia estilo empresa privada.
-alternativas viáveis aqueles troços que sejam pagos.
-FORMAS ALTERNATIVAS DE PAGAMENTO para nacionais e internacionais.
- Investimento do dinheiro ganho em criaçao de transportes alternativos para as zonas afectadas tipo comboios suburbanos ou metro se estamos a falar de vias nevrálgicas de uma área metropolitana, onde há deslocamentos diários fazendo o custo extra das SCUTS insuportavéis para o salário medio diário de um tuga.
 

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Gaia espera Cerâmica das Devesas classificada até ao final do mês

O presidente da Câmara de Gaia disse este sábado ter o compromisso da Direção Geral do Património de que a Cerâmica das Devesas será classificada até ao final do mês, após o que arranca o “grande projeto” de um museu.





“Há o compromisso [da Direção Geral do Património Cultural e da direção regional] de que até ao fim do mês de março temos uma resposta da classificação”, afirmou à agência Lusa Eduardo Vítor Rodrigues à margem da cerimónia de entrega de habitações para vítimas de violência doméstica.

Para o autarca “o fim do mês de março” é o limite após o que a câmara irá “tomar medidas, classificando o que tiver a classificar, quer o património físico quer o espaço memória” e avançará com os procedimentos necessários para, em articulação com os proprietários, “salvaguardar os azulejos e as fachadas” e reconverter o edifício no “grande projeto do museu da cerâmica”.

“É a data limite que temos que assumir porque de outra forma isto é uma situação humilhante para toda a gente e as instituições ficam mal nisto tudo. Ninguém compreende que ao fim de 30 anos se continue a falar deste assunto sem se fazer nada”, criticou o socialista.

Em janeiro, a Câmara de Gaia instou o secretário de Estado da Cultura a pronunciar-se com “urgência” sobre as medidas para salvar a Fábrica da Cerâmica das Devesas, em risco de ruína e a aguardar classificação desde 1991.

Na missiva enviada para Jorge Barreto Xavier, Vítor Rodrigues pedia que o governante se pronunciasse “com urgência sobre as medidas que devem ser adotadas no conjunto de edifícios da Antiga Cerâmica das Devesas, nomeadamente aquelas que se revelem necessárias a garantir a sua segurança e estabilidade”.

O autarca destacava mesmo que o “estado de degradação do imóvel se tem vindo a acentuar de forma rápida e grave” e que “se continua a verificar a ocorrência de furto de materiais, designadamente vigas de ferro que integram a estrutura do imóvel”.

Dias depois houve uma reunião entre a autarquia e a direção Geral do Património que “avaliou a situação”, após o que “foram tomadas medidas preventivas para evitar demolições, nomeadamente o encerramento com blocos do acesso ao interior da cerâmica”, contou este sábado o autarca.

Já a reunião com a secretaria de Estado será feita em “momento mais oportuno” que Vítor Rodrigues espera ser o da classificação, no final do mês.

Uma das mais importantes do país

Cofundada em meados da década de 1860 por José Teixeira Lopes, a Fábrica de Cerâmica das Devesas terá sido uma das mais importantes do país, dominando no início do século XX a produção de azulejos, estátuas e ornamentação cerâmica, artefactos em ferro fundido, cantarias de mármore, entre outros produtos.

A história da classificação do imóvel remonta a 1985/86, tendo obtido despacho de abertura pelo então IPPAR (Instituto Português do Património Arquitetónico) em 15 de janeiro de 1991, que caducou em 29 de maio de 2013 e levou à abertura de um novo procedimento de classificação.

Vinte anos volvidos desde que a própria fábrica cessou funções, do interior do edifício (que ocupa um quarteirão mesmo junto à estação de comboios das Devesas) já pouco resta, depois de sucessivas pilhagens e vandalismo às peças, moldes, telhas e azulejos que ainda lá se encontravam.

http://www.porto24.pt/cidade/gaia-espera-ceramica-das-devesas-classificada-ate-ao-final-mes/
 

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Gaia vai ter beira-rio “integralmente pedonal”

O presidente da câmara de Vila Nova de Gaia, Eduardo Vítor Rodrigues, avançou ontem à tarde que o trânsito na beira-rio vai ser integralmente pedonal e que existirá um táxi para levar os moradores do Centro Histórico às paragens de autocarros.

Em causa a frente do rio Douro numa extensão entre o Largo D. Luís e o Largo de Aljubarrota, ou seja desde a ponte até ao espaço que acolhe a empresa Gaiurb - Urbanismo e Habitação.

Eduardo Vítor Rodrigues, que falava no período antes da ordem do dia da reunião de câmara, apontou que não existirão nem transportes públicos, nem privados e que o fornecimento a espaços comerciais vai ser feito em horários específicos e será usada a plataforma de apoio aos barcos para o efeito.

"Defendemos que qualquer reabilitação no Centro Histórico tem de ser para turista ver, naturalmente, mas principalmente para os gaienses e os moradores. Decidimos e assumimos esta decisão, mas também assumimos as consequências", disse o autarca.

O trânsito será então proibido, sendo que os transportes colectivos farão o circuito pela Via da Misericórdia, não podendo passar pela Avenida Diogo Leite.

Para colmatar a ausência de transportes, haverá um motorista com carro eléctrico no interior do Centro Histórico para levar as pessoas de casa até às paragens de autocarro, ao estilo conhecido como ‘taxi on demand'.

"Vamos avaliar o impacto da medida e se verificarmos que não há necessidade, retiramos o serviço ou intensificamos", disse o autarca, lembrando que a continuidade de uma linha de eléctrico até Gaia também está ser estudada no âmbito de um projecto da Área Metropolitana do Porto.

A autarquia também pretende, acrescentou Vítor Rodrigues, "incentivar a criação de eventos lúdicos como actualmente acontece no Jardim do Morro", sendo o objectivo desta decisão "devolver a beira-rio às pessoas".
 
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