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1901 - 1916 of 1916 Posts

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O planeamento urbanístico na AML é muito superior.
O Urbanismo em Lisboa é de facto muito superior ao do Porto. Mas não se pode esquecer que Lisboa teve sempre a intervenção direta do poder central em quase tudo que diz respeito ao urbanismo. Como exemplo aponta-se o facto do Estado Novo ( Salazar ) ter sido responsável pela construção das avenidas novas, tão importantes para o esquema viário da cidade de Lisboa. O Porto, por outro lado, nunca foi auxiliado pelo poder central, situação agravada pelo facto do concelho do Porto ser demasiado pequeno em área, o que impediu fazer planos de urbanismo de grande dimensão. Hoje a zona urbana do Porto é uma grande manta de retalhos sem qualquer sentido, porque nunca houve cooperação entre os vários concelhos no planeamento.
 

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O urbanismo em Lisboa é melhor no sentido em que foi mantida densidade e uma malha urbana pensada.
Como é que se pode dizer bem do urbanismo do Porto quando, por exemplo, em Canidelo num momento estás numa zona completamente urbana e densa e noutro parece que estás num caminho de cabras duma aldeia?! E isto é assim em dezenas de quilómetros.

Lisboa teve avenidas largas e longas abertas ao longo dos anos, o que é que foi feito aqui? Uma avenida da Boavista que de larga tem muito pouco.
Falas e bem do canidelo, mas pessoalmente acho Oliveira do Douro um caso mais aberrante.
 

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Sim, Oliveira do Douro é outro caso que meu deus.
Mas mesmo em Matosinhos e na Maia a coisa não é muito melhor. Para não falar do subdimensionamento das ruas passeios, parques...
 

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Já abriu o concurso público para o museu na Antiga Fábrica de Cerâmica das Devesas

Já está a decorrer o concurso público de concepção do Gaia Museu-Ambiente, que será dedicado às questões ambientais, tendo como principal tema as alterações climáticas. O novo museu vai nascer no terreno da Antiga Fábrica de Cerâmica das Devesas, com uma área de 13.500 metros quadrados.

O site oficial do concurso assinala que o novo projecto "deverá constituir-se como uma referência nacional e internacional ao nível da arquitectura, da inovação tecnológica, da comunicação, da eficiência energética e da sustentabilidade ambiental" e deverá ser capaz de "integrar as pré-existências industriais, enquanto memória da história do local, e de albergar um programa arrojado".

Podem apresentar trabalhos de concepção, enquanto concorrentes, os arquitectos, profissionais independentes ou empresários em nome individual, com inscrição em vigor na Ordem dos Arquitectos, as pessoas colectivas ou agrupamentos de pessoas singulares ou colectivas cujo objecto social abranja a actividade de elaboração de estudos e/ou projectos de arquitectura, e as sociedades profissionais de arquitectos com inscrição em vigor na Ordem dos Arquitectos.

Todas as participações são anónimas. Será atribuído um prémio de 30.000€ ao primeiro classificado e 20.000€ para todos os concorrentes admitidos, num máximo de 2500€ por concorrente.

As visitas ao local de intervenção são sujeitas a marcação prévia, que deverá ser feita até às 17.00 do dia 7 de Julho. Às visitas seguir-se-á uma fase eventuais pedidos de esclarecimento, até 28 de Julho. As propostas de concepção do Gaia Museu-Ambiente podem ser submetidas até 16 de Outubro.

 

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Essa zona precisa de projetos imobiliários urgentemente. Tanto património industrial que daria para projetos lindos...
 

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Já abriu o concurso público para o museu na Antiga Fábrica de Cerâmica das Devesas

Já está a decorrer o concurso público de concepção do Gaia Museu-Ambiente, que será dedicado às questões ambientais, tendo como principal tema as alterações climáticas. O novo museu vai nascer no terreno da Antiga Fábrica de Cerâmica das Devesas, com uma área de 13.500 metros quadrados.

O site oficial do concurso assinala que o novo projecto "deverá constituir-se como uma referência nacional e internacional ao nível da arquitectura, da inovação tecnológica, da comunicação, da eficiência energética e da sustentabilidade ambiental" e deverá ser capaz de "integrar as pré-existências industriais, enquanto memória da história do local, e de albergar um programa arrojado".

Podem apresentar trabalhos de concepção, enquanto concorrentes, os arquitectos, profissionais independentes ou empresários em nome individual, com inscrição em vigor na Ordem dos Arquitectos, as pessoas colectivas ou agrupamentos de pessoas singulares ou colectivas cujo objecto social abranja a actividade de elaboração de estudos e/ou projectos de arquitectura, e as sociedades profissionais de arquitectos com inscrição em vigor na Ordem dos Arquitectos.

Todas as participações são anónimas. Será atribuído um prémio de 30.000€ ao primeiro classificado e 20.000€ para todos os concorrentes admitidos, num máximo de 2500€ por concorrente.

As visitas ao local de intervenção são sujeitas a marcação prévia, que deverá ser feita até às 17.00 do dia 7 de Julho. Às visitas seguir-se-á uma fase eventuais pedidos de esclarecimento, até 28 de Julho. As propostas de concepção do Gaia Museu-Ambiente podem ser submetidas até 16 de Outubro.

Aproveitavam e faziam passeios.
 

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O planeamento urbanístico na AML é muito superior.
Provavelmente conheces Lisboa, Oeiras, Cascais e centro histórico de Sintra.

Em termos urbanisticos, as piores zonas da AMP dão 10 a zero a zonas como o Cacém, Damaia, Loures, Barreiro, Baixa-da-Banheira, etc.
 

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Provavelmente conheces Lisboa, Oeiras, Cascais e centro histórico de Sintra.

Em termos urbanisticos, as piores zonas da AMP dão 10 a zero a zonas como o Cacém, Damaia, Loures, Barreiro, Baixa-da-Banheira, etc.
Também concordo...na AML também existem zonas pouco ou nada urbanizadas e de repente encontras umas "torres" todas juntas sem qualquer planeamento. Infelizmente acho que é um "mal" geral no nosso país e o pior é que acho que não temos aprendido muito nesse sentido.
 

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Falas e bem do canidelo, mas pessoalmente acho Oliveira do Douro um caso mais aberrante.
Sem querer ofender quem ali vive, Oliveira do Douro é no seu todo, um gigantesco erro de casting.
Não existe um único quarteirão bem planeado. Toda aquela freguesia precisava de ser arrasada e refeita do zero.

Gaia é um concelho muito estranho para mim. Eu vivo mesmo no centro, junto à avenida da república e mesmo aqui no centro há zonas onde se nota que houve cuidado com o planeamento (p.e. o bairro do Liceu, o bairro do Cedro, etc.) e depois, mesmo no centro há zonas que valha-me Deus (toda a zona nascente de General Torres, entre a av. da república e a av. D. João II é absolutamente horrivel).

E depois no mesmo concelho tanto tens zonas com um urbanismo absolutamente excepcional (Granja, Aguda, Miramar) como o outro extremo (Oliveira do Douro) e zonas onde junto ao mar/rio está excepcional (Canidelo) e assim que foges da água, é o caos total.
 

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Em Oliveira do Douro tens algumas zonas que parece que houve algum planeamento: Freixieiro e algumas parte da Lavandeira/Arcos do Sardão.

A construção da VL10 pode ajudar muito, mas o grande problema, como no resto do concelho, está na rede secundária que são autênticos caminhos de cabras! Canidelo está a precisar de novas vias de ligação praia - VCI para substituir a rua da Bélgica e a rua de Salgueiros e fazer destas ruas secundárias, assim como uma ligação Norte - Sul para substituir a marginal.
 

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Sem querer ofender quem ali vive, Oliveira do Douro é no seu todo, um gigantesco erro de casting.
Não existe um único quarteirão bem planeado. Toda aquela freguesia precisava de ser arrasada e refeita do zero.

Gaia é um concelho muito estranho para mim. Eu vivo mesmo no centro, junto à avenida da república e mesmo aqui no centro há zonas onde se nota que houve cuidado com o planeamento (p.e. o bairro do Liceu, o bairro do Cedro, etc.) e depois, mesmo no centro há zonas que valha-me Deus (toda a zona nascente de General Torres, entre a av. da república e a av. D. João II é absolutamente horrivel).

E depois no mesmo concelho tanto tens zonas com um urbanismo absolutamente excepcional (Granja, Aguda, Miramar) como o outro extremo (Oliveira do Douro) e zonas onde junto ao mar/rio está excepcional (Canidelo) e assim que foges da água, é o caos total.
Diga-se de passagem que o tem sido feito após os anos 50/60 na Granja/Aguda/Miramar/Francelos... não tem sabido manter as bases iniciais. Ruas estreitas, sem passeios, sem árvores, às curvas, sem saída, é grotesco...
 

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a revolta da francesinha
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Ena, ruinas romanas. Este tipo de descobertas são uma enorme mais valia para a história da cidade do Porto. É uma acrescento ao património do centro histórico, e certamente mais importante que o projecto imobiliário. Ainda assim esperemos que seja possível conciliar o investimento com uma futura disponibilização pública dos vestígios descobertos.
 
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