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A gigante GE, dos EUA, uma das empresas mais admiradas do mundo, está na agenda de Joinville por dois motivos. Um, segundo o presidente da Acij, Udo Döhler, é que a companhia estuda instalação de fábrica de turbinas de avião no município, em função da tecnologia disponível.

E outro é o convite ao presidente da GE, Jeffrey Immelt, para fazer palestra na próxima edição da Expogestão. O organizador do evento, Alonso Torres, diz que a sugestão veio do guru da liderança, Ram Charan, que ficou impressionado com o perfil do evento, conhece Immelt e prometeu ajudar no convite.
 

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Notícia recente em uma entrevista do Eike Batista. Eles ainda estão negociando. Pelo menos o projeto não se perdeu no caminho. :nuts: Eike acabou citando isso em uma entrevista ao Diário Catarinense.

"Eike fala
O interesse dos catarinenses no bilionário Eike Batista vai além da curiosidade óbvia despertada pelo oitavo homem mais rico do mundo. Aqui no Estado, em Biguaçu, a OSX Brasil, braço naval do grupo EBX, construirá um estaleiro que focará na alta tecnologia para a exploração de petróleo. O projeto é um dos que mais empolgam Eike (pronuncia-se Áique), como ele demonstrou em entrevista exclusiva ao DC, em clima de conversa, no dia 22 de março, logo após da estreia da OSX na Bovespa. A publicação só ocorre hoje porque o empresário cumpriu a quarentena de silêncio exigida pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM), que terminou anteontem.

Diário Catarinense – O que o senhor pode contar de novidade para Santa Catarina?

Eike Batista – Vamos fundar, em Santa Catarina, o Instituto Tecnológico Naval, o ITN. Como o Brasil não tem tecnologia para fazer navios-sonda e plataformas, a gente fez parceria com os coreanos, que têm 38 anos de experiência. Pelo acordo, durante cinco anos, mais de 50 engenheiros coreanos vão operar posições-chave do estaleiro. Neste prazo, a gente vai absorvendo a tecnologia. Para isso, precisamos de pessoas do instituto lá. A partir de um certo tempo, precisaremos tocar a produção usando a tecnologia mais avançada.

DC – Quais os diferenciais de tecnologia?

Eike – Por que não estamos fazendo o casco? O casco, que é baixa tecnologia, não vai ser feito no estaleiro. Vamos fazer só o high-tech das operações offshore (exploração de petróleo em mar aberto), a parte de alta tecnologia. Dentro dos 30% que são possíveis de comprar no exterior, vamos adquirir o casco fora porque há milhares de cascos. Podemos comprar e fazer a conversão, deixar a zero. O complexo são os módulos de refino, de geração de energia e mesmo a construção das plataformas. Há peças gigantes, há toda uma engenharia para soldar isso. Este estaleiro será mais moderno do que os da Coreia. Para o Brasil, é um negócio inacreditável. O país tem o maior mercado do mundo em offshore. Conforme eu já disse, a OSX será a “Embraer dos mares”. É um avanço espetacular para o Brasil. O Instituto Tecnológico de Aeronáutica (ITA) foi criado, tornou-se um centro de conhecimento e aí surgiu a Embraer. Nós estamos pegando a tecnologia, vamos criar, paralelamente, o ITN e absorver tudo. A partir de um determinado momento, vamos ter a nossa tecnologia.

DC – Vocês já têm ideia do perfil de profissional que o instituto vai formar?

Eike – Como a tecnologia é embarcada e a parte eletrônica é gigantesca, Santa Catarina é o paraíso. O Estado tem polo metalmecânico, de software e de componentes sofisticados. O BNDES está com uma política de industrialização do Brasil, especialmente de tecnologia. Está fomentando para que a GE (General Electric) venha produzir turbinas aqui. O financiamento do BNDES é único no mundo. Nós consumimos 3 milhões de automóveis e não temos montadoras nacionais. Os chineses já têm 12 empresas de automóveis. Por que não temos um automóvel nacional? Os coreanos não tinham nada, hoje têm o carro Hyundai e outros. Se você cita Coreia, tem qualidade. A coreana Samsung passou a Sony. Se você falasse em Coreia 10 anos atrás todo mundo ria, hoje é referência. Se a Samsung passou a Sony, por que a gente não pode passar a Hyundai na indústria naval? O Brasil é maior que a Coreia e tem matérias-primas. "

Entrevista completa no link abaixo:
http://www.clicrbs.com.br/diariocat...l&template=3898.dwt&edition=14591&section=846
 

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Aliás, falando nisto, será que aquele aeroporto de Araquari não tem alguma coisa a ver com isto? Afinal, turbinas, complexo intermodal, aeroportos, exportações, tem tudo a ver hahaha Ou não :shifty:
 

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A gigante GE, dos EUA, uma das empresas mais admiradas do mundo, está na agenda de Joinville por dois motivos. Um, segundo o presidente da Acij, Udo Döhler, é que a companhia estuda instalação de fábrica de turbinas de avião no município, em função da tecnologia disponível.

E outro é o convite ao presidente da GE, Jeffrey Immelt, para fazer palestra na próxima edição da Expogestão. O organizador do evento, Alonso Torres, diz que a sugestão veio do guru da liderança, Ram Charan, que ficou impressionado com o perfil do evento, conhece Immelt e prometeu ajudar no convite.

GE vai produzir turbinas de avião no Brasil


A GE anunciou que dará início à produção de turbinas de avião no Brasil, na unidade de sua controlada GE-Celma, em Petropólis (RJ). A operação deve entrar em atividade ainda este ano, com a fabricação de 50% dos módulos das turbinas para aviões de grande porte.

Até aqui a GE-Celma era responsável pela revisão e manutenção de turbinas das aeronaves Boeing e Airbus que circulam pelo Brasil. Segundo o diretor-presidente da GE-Celma, Marcelo Soares, a decisão reflete o grande interesse que a GE tem demonstrado aviação brasileira, com tráfego aéreo crescente e empresas sadias e a economia indo bem.

Colaborou também na decisão a estrutura da fábrica fluminense: com 850 funcionários e faturamento de R$ 1,050 bilhão em 2005, não foi necessário nenhum investimento na unidade para iniciar a fabricação das peças. A meta inicial é produzir 100 turbinas por ano, que serão exportadas para a GE nos EUA.

A GE tem registrado forte crescimento da sua receita no Brasil. No primeiro semestre, o faturamento da multinacional aumentou 24%. “Deveremos fechar o ano em US$ 2,4 bilhões, o que significa acréscimo de 27% sobre o desempenho de 2005”, explica Alecandre Silva, presidente da GE Brasil. No ano passado o crescimento foi de 40% e, em 2004, de 20%.


Fonte:http://www.manutencaoesuprimentos.com.br/conteudo/1135-ge-vai-produzir-turbinas-de-aviao-no-brasil/
 

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Admiro a GE. Fabrica desde aparelhos de ressonância a turbinas, passando por, câmeras digitais, telefones e refrigeradores. Detalhe, é referência em qualidade em quase todos os segmentos em que atua.
 

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^^ Sim, como sempre, vai pro eixo.
 
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