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Sinopse

Velocidade
Máxima em trechos compartilhados: 60km/h
Em zona pedestrianizada: 35km/h
Comercial: 20 km/h

Composições:
30 Composições com 2 carros. Os trens terão 60 metros de cumprimento e 2,65 de largura.
Capacidade por veículo considerada: 600 passageiros
Composições elétricas, alimentadas por rede aérea (catenária) em corrente contínua de 750V ou 1500V, retificada por cerca de 10 subestações.

Capacidade diária: 240 mil passageiros

Extensão: 13,5 quilômetros

Intervalo entre trens: 3 minutos em horário de pico

Pontos de parada: 12 estações comuns e 5 terminais de integração, somando 17 paradas.

Distância média entre as estações: 850 metros

Valor da passagem: A mesma do ônibus (atualmente R$ 2,70)

Valor do investimento: 1,3 bilhões de reais.

•Início Previsto das obras: Janeiro de 2014

Previsão de entrega: 2016



O Eixo Anhanguera


Divulgação


Google


Google

Mapa da via e seus terminais de integração

Montagem: Roberto Barrich26 (Ssc Brasil)

A Anhanguera é uma avenida de 13,5 quilômetros que percorre a cidade sentido Leste/Oeste. Na década de 70, teve em seu traçado a implementação do sistema BRT (Bus Rapid Transit), sob a denominação de Eixo Anhanguera, cuja velocidade média atual é de 17 km/h. Hoje, a estimativa é que 70% das viagens do Eixo são integradas transportando diariamente mais de 200 mil passageiros.

Na via poderia haver uma série de intervenções de ampliação da sua capacidade com o modo ônibus, com a implantação de faixas para ultrapassagem. No entanto, estas intervenções de adaptação do corredor a novos patamares de demanda exigiriam mais espaço viário. A obtenção deste maior espaço levaria em determinadas seções viárias ao comprometimento das calçadas, ou desapropriações extensivas. Com o VLT, estima-se um valor aproximado de 90 mil metros quadrados em desapropriações.

A revitalização

Ao longo dos anos, o Eixo tem sido responsabilizado pela segregação do tecido urbano de Goiânia e pelo grau de degradação das atividades comerciais e de serviços da área do centro histórico da cidade. É notável o processo de degradação ambiental que avança sobre a avenida, em especial nas extremidades leste e oeste. Se esta situação apresenta um panorama desolador em certo sentido, por outro se constitui em uma possibilidade inigualável de renovação urbana, propiciando a proposição de novos parâmetros de ocupação, adensamento e de padrões de qualidade do espaço urbano.

Esta estratégia, que integra transporte e urbanismo, prevê um novo padrão de compartilhamento dos espaços da cidade em relação à mobilidade urbana, implicando na prioridade de modos normalmente relegados a segundo plano: transporte público, pedestres e ciclistas. É neste sentido que se propõe a transformação de um trecho de aproximadamente 1400 metros da Avenida Anhanguera em espaço destinado exclusivamente aos três modos mencionados. A zona pedestrianizada situa-se justamente no segmento de maior valor simbólico da Av. Anhanguera: da Rua Onze a Rua Vinte e Quatro, trecho que compreende as avenidas Araguaia e Tocantins.

Centro com calçadão para pedestres:




Redução do tempo de viagem e aumento da velocidade média de deslocamento

Este investimento será responsável por benefícios como melhoria do tempo total de viagem consumido na hora pico pelos passageiros do Eixo Anhanguera. Esta economia de tempo, quando projetada no horizonte de um ano significa 5,2 milhões de horas. Ao mesmo tempo, estima-se que a velocidade média do deslocamento do passageiro apresente uma melhora de 26,5%, quando se compara a situação com e sem o empreendimento em 2040.

Modelo de Terminal com integração e intermodalidade



Estações



Tipologia das estações:
Excetuando-se uma estação implantada em subterrâneo, todas as demais estações do VLT Anhanguera serão em superfície, com acesso dos passageiros em nível, por travessias de pedestres na via.
As estações podem ser classificadas em quatro tipos, segundo a quantidade de plataformas e o modo em que se darão as operações de embarque e desembarque dos passageiros:

1 – Estações de Plataforma única central
Posicionada entre as vias do VLT, nas quais as operações de embarque e desembarque dos trens se realizam do lado esquerdo, no sentido de circulação das composições utilizando ambos os lados da plataforma, sendo, portanto, bidirecionais.

2 – Estações de Plataforma Lateral
Em que as operações de embarque e desembarque se realizam do lado direito do sentido de circulação dos trens, logo, com operação unidirecional.

3 – Estações de Plataforma Dupla
Quando inseridas em terminais de integração, os bordos exteriores das plataformas são utilizados para o embarque e desembarque dos usuários que se transferem para os ônibus.

4 – Estações de Plataforma Tripla
Em que a plataforma central se posiciona entre as vias do VLT, destinando-se apenas ao desembarque dos passageiros que se processa pelo lado esquerdo das composições, já a plataforma lateral exterior é dedicada ao embarque dos passageiros, que se processa pelo lado direito dos trens.

Estimativas em Infográficos e Mapas

População, mobilidade e viagens projetadas na Rede Metropolitana


Variação da população entre 2010 e 2040 em Goiânia e áreas conurbadas


Densidade populacional em Goiânia e áreas conurbadas em 2010 por zona de tráfego


Densidade populacional em Goiânia e áreas conurbadas em 2040 por zona de tráfego


Carregamento do VLT em horário de pico (pela manhã)



Configuração da Rede de Transporte com a implantação do VLT


Montagem:brunogoiania (Ssc Brasil)

Azul = BRT Norte/Sul
Verde = Extensão do Eixo (em BRT)
Vermelho = VLT Anhanguera

Referência dos dados, imagens e mais detalhes em:http://www.metropolitana.go.gov.br/post/ver/139839/vlt-eixo-anhanguera
 

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Reportagens

GOVERNO AINDA BUSCA RECURSOS

Governo quer iniciar obras de metrô do Eixão em novembro e contará com empréstimos da União

Macloys Aquino, 09 de julho de 2012 (segunda-feira) - JORNAL O POPULAR



Um dos principais projetos do governo estadual, o metrô de superfície no Eixo Anhanguera (VLT Anhanguera) tem garantido 16% de seu orçamento de R$ 1,3 bilhão, ou seja, R$ 215 milhões do PAC da Mobilidade, do governo federal. O restante do recurso necessário para tocar a obra ainda está sendo captado.

Em entrevista ao POPULAR de domingo, o governador Marconi Perillo informou que destinará R$ 400 milhões de um empréstimo que o Estado pleiteia junto ao Banco Nacional do Desenvolvimento (BNDES) para o VLT, mais R$ 108 milhões de fundo perdido – que ainda não foi criado – e que espera uma contrapartida de R$ 550 milhões da iniciativa privada por meio de parceria.

Marconi confirmou que o Estado vai solicitar R$ 627 milhões do Programa Emergencial de Financiamento (PEF) do BNDES e que, deste total, R$ 400 milhões deverão ser investidos no VLT. Anunciado em meados de junho pela presidente Dilma Rousseff (PT) como parte do plano para reaquecer a economia nacional, o PEF deve ser liberado no final do ano.

Mesmo assim, o governo avança com o projeto: quer licitar e dar início às obras até novembro e colocar os primeiros trens para rodar em 2014. O Tribunal de Contas da União (TCU), responsável pela fiscalização do uso de recursos federais, recebeu cópia do projeto há um mês e considerou o planejamento financeiro incompleto, o que pode gerar uma ação de embargo caso as obras comecem sem que todos os convênios estejam firmados.

“Como vamos permitir uma obra dessas, um projeto de R$ 1,3 bilhão com uma estrutura financeira falha?”, questiona o secretário-geral de Controle Externo do TCU em Goiás, Paulo Henrique Nogueira. “Enquanto não corrigirem os pontos obscuros, que não se aplique recurso federal nessa obra”, condiciona.

O empréstimo junto ao BNDES, no entanto, é dado como certo pelo governo estadual. “Não saiu mas tem indicativo de que sai”, afirma o presidente da Metrobus, Carlos Maranhão, que faz a análise técnica do projeto. “O governo possui garantias necessárias para o projeto”, tranquiliza o secretário de Desenvolvimento da Região Metropolitana de Goiânia, Silvio Silva Sousa.

Silvio disse ao POPULAR que as chances do VLT rodar em 2014 são certas. “As obras de engenharia e infraestrutura são relativamente simples.O que requer um cuidado maior é o material rodante que deve ser todo importado, mas temos feito vários contatos com fornecedores estrangeiros e é possível sim (inaugurar em 2014)”, escreveu por e-mail .

GRANDE INTERVENÇÃO

O projeto do Veículo Leve Sobre Trilhos – VLT Anhanguera – prevê a substituição dos ônibus por trens elétricos e uma enorme intervenção urbana nos 14 quilômetros do traçado do Eixão. As obras farão interferências de Leste a Oeste em Goiânia, principalmente no centro da cidade.

Elaborado pelo consórcio das empresas que operam o transporte coletivo em Goiânia e pela Odebrecht, empresa que também deve participar da licitação para as obras, o projeto prevê desapropriar mais de 90 mil metros quadrados ao longo do traçado. “O montante pode ser considerado modesto, já que 60 mil metros quadrados correspondem ao pátio de manutenção de estacionamento a ser implantado próximo à Estação Novo Mundo”, diz o texto.

Os trens circularão na superfície, sobre longos trechos gramados, exceto no cruzamento da Avenida Anhanguera com a BR-153, única parte onde haverá uma estação subterrânea. Neste ponto está previsto um trecho de 800 metros de via rebaixada e outro de 450 metros em elevado.

Além de toda estrutura necessária para fazer rodar o VLT – como instalação de subestações elétricas ou a readequação de todos os terminais, por exemplo – o projeto reurbaniza várias partes da cidade. É o caso de um trecho de 1,4 quilômetro compreendido entre as Avenidas Araguaia e Tocantins, no Centro.

Ali, o governo pretende construir grandes calçadões e praças, onde não mais circularão carros, mas só o trem, pedestres e ciclistas. Uma estrutura para atividades artísticas, teatros, museus, restaurantes e bares está prevista para os cruzamentos das Ruas 20, 6, 7, 8, 9 e 30 com o Eixo.

Os trens transportarão 240 mil passageiros por dia. Disponível de três em três minutos, o VLT pode gerar economia de tempo de até 26,5% ao usuário. O valor da tarifa será a mesma cobrada pelo transporte coletivo de Goiânia (R$ 2,70). O custo real da viagem, pelo menos 66% a mais do cobrado, será subsidiado pelo governo estadual, cuja diferença é a contrapartida do Estado às empresas privadas que operarem o sistema. Os recém adquiridos ônibus que hoje rodam no Eixão serão utilizados na extensão do trecho.[/QUOTE]

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Em Goiânia, projeto do VLT está pronto

Ciclistas e pedestres serão beneficiados com modificações estabelecidas pelo Veículo Leve sobre Trilhos, diz governo

Autor: Caroline Aguiar

O projeto do Veículo Leve sobre Trilhos (VLT) de Goiânia está pronto, anuncia o governo do estado de Goiás. Além dos trilhos e composições, ele inclui a revitalização da avenida Anhanguera e a construção de estrutura adaptada para o tráfego de bicicletas. O próximo passo é disponibilizá-lo para a consulta pública, o que deverá ocorrer nas próximas semanas.

O VLT fará a ligação leste-oeste da cidade, ligando o Terminal Padre Pelágio e o Terminal Novo Mundo. No total, serão 12,9 km de extensão. Atualmente, essa ligação é feita por um Bus Rapit Transit (BRT). A velocidade desenvolvida no trajeto subirá dos atuais 16 km/h para 23,5 km/h, diminuindo o tempo de viagem de 50 para 34 minutos.

Serão 12 estações, com distância de 850 m entre uma e outra, e cinco terminais. Estão previstas trinta composições, com dois carros. Cada composição terá capacidade para transportar 750 passageiros. O projeto de viabilidade econômica levou em consideração a atual tarifa de ônibus. Portanto, a passagem do VLT deve custar os mesmos R$ 2,70 cobrados por uma viagem de ônibus atualmente.

Os trens serão de modelo francês, com motores individuais por roda, o que diminui o consumo de energia. Mas eles não serão necessariamente comprados na França, já que outros países da Europa produzem composições do tipo. A procedência do trem será uma escolha da empresa que vencer a licitação, desde que o produto se encaixe nos padrões do projeto. Os vagões serão movidos a energia elétrica.

O projeto não inclui a necessidade de desapropriações, já que os trilhos passarão exatamente na pista onde hoje existe o BRT. Mas ele deixa a critério da empresa responsável pela obra a possibilidade de que elas existam para alargamentos de pista ou expansões. De toda forma, as áreas onde a desapropriação é viável são de propriedade pública. Portanto, a população não será atingida.

Demais obras

Outras modificações na avenida Anhanguera estão inclusas no projeto do VLT. As calçadas serão reformadas, dando prioridade para critérios de acessibilidade, e as fachadas do comércio serão despoluídas. Também há a previsão de recuperação do asfalto nas pistas laterais ao VLT e renovação da sinalização.

O tráfego de bicicletas também é uma preocupação. Haverá trechos de ciclovias, onde a bicicleta fica totalmente separada dos carros, que devem totalizar 6 km. Onde não houver a segregação total, os ciclistas terão uma faixa para eles, seguindo o conceito de ciclofaixa. O especialista em trânsito, Benjamin Jorge, é favorável ao projeto.

“Goiânia tem excesso de veículos, então qualquer iniciativa para a redução de carros é válida. Precisamos explorar outros modais, por isso o VLT e a ciclovia estão aí. Se houver infraestrutura para o tráfego de bicicleta, ela passa a ser um meio de transporte atrativo”, argumenta.

Mas o especialista chama a atenção para outras necessidades do ciclista. “A via exclusiva é essencial, mas outras estruturas também são importantes. Os terminais de ônibus e do VLT precisam ter bicicletários e também vestiários para que os ciclistas possam se trocar e seguir usando outro meio de transporte. Só assim haverá a real integração entre a bicicleta e os demais modais de transporte”, explica Jorge.

Entre as avenidas Araguaia e Tocantins, o tráfego de carros na avenida Anhanguera será extinto. Será criado um passeio para pedestres. O fluxo de veículos será desviado para ruas alternativas. O secretário de desenvolvimento metropolitano, Sílvio Sousa, afirma que a preocupação com o pedestre é uma prioridade. “Goiânia sofre muito com essa questão, estamos atrasados com relação a isso. Incluir o pedestre com boas condições faz parte do projeto de integração do VLT”.

Cronograma e orçamento

Duas audiências públicas serão realizadas até o final de julho e a previsão para o lançamento do edital de licitação é para a primeira quinzena de agosto. O projeto será viabilizado por uma parceria público-privada (PPP). Ganhará o certame, a empresa que oferecer a menor contrapartida do governo estadual. As obras devem ser iniciadas entre outubro e novembro deste ano e finalizadas em 2014.

Já há manifestação de interesse do consórcio formado pela Odebrecht TransPort e pela Rede Metropolitana de Transporte Coletivo de Goiânia, que hoje opera algumas linhas de ônibus que ligam a capital às cidades vizinhas. No entanto, o secretário de desenvolvimento metropolitano acredita que outras empresas apresentarão propostas, já que a licitação é aberta e também prevê a operação do sistema.

“Acredito muito que iremos cumprir o cronograma e a previsão orçamentária, a expectativa é muito boa. É um projeto que traz segurança e conforto para a população. Mas receio que estamos fazendo pouco. Se tivéssemos uma capacidade maior de captar investidores externos, talvez pudéssemos ter mais VLTs, ligando outras cidades a Goiânia”, avalia Sousa.

O custo estimado da obra é de R$ 1,2 bilhões. Uma parcela de R$ 215 milhões será proveniente do governo federal, através do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) da Mobilidade. O governo estadual deverá custear R$ 450 milhões e a iniciativa privada R$ 550 milhões.

Os ônibus que hoje transitam no BRT serão utilizados para fazer a ligação entre as estações finais do VLT e cidades vizinhas. Essas ligações serão consideradas extensões do VLT. Serão beneficiadas as cidades de Senador Canedo, Trindade e Goianira. A Metrobus, que administra o BRT, passará a operar nessas linhas.

http://www.mobilize.org.br/noticias/2314/em-goiania-projeto-do-vlt-esta-pronto.html
 

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Mobilidade Urbana Moderna
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Ficou legal um Topico separado e vi que estava mesmo precisando , porque as questoes estavam se misturando. E espero que com a ideia do VLT de Goiana, desenvolva pra caramba e valoriza cada vez mais a Cidade :). O interessante, e que as Metades das Cidades Brasileiras estao adotando ambos tipos de Transportes de Massa, uma metade estao adotando BRT e outra metade prefererindo VLT :). Ambos vai desenvolver as Regioes Metropolitanas do Pais, acredito que o Brasil já esta caminhando(apesar de lerdo e Burocrático).
 

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queria acreditar,mais pelo histórico do nosso governador com esse tipo de projeto(trem bala Goiânia - brasília e VLT norte sul em Goiânia) fica difícil.
 

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Um único ponto que eu ainda não entendi sobre esse VLT: Nos cruzamentos, ele vai dividir espaço com os carros ou terá algum tipo de intervenção (viaduto, elevado, etc)?
 

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Um tanto curioso... foi mencionado que as composições terão capacidade para 750 pax. em um comentário subsequente é feita alusão à adoção de EMU's, que quando concebidos para a operação em meio urbano são compostos de modulos.
Não tenho ciência de um EMU, composto de modulos, que tenha capacidade para acomodar 750 pax (a não ser que se trate de operação em tração múltipla)... apesar do tom contraditório, a previsão orçamentária do projeto é condizente com algo do gênero
 

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Discussion Starter · #8 · (Edited)
Um único ponto que eu ainda não entendi sobre esse VLT: Nos cruzamentos, ele vai dividir espaço com os carros ou terá algum tipo de intervenção (viaduto, elevado, etc)?
Haverá intervenções através de desníveis em algumas partes, como por exemplo, entre a BR-153 --> Setor Novo Mundo e na região do córrego Botafogo. Mas o projeto ainda pode sofrer mudanças já que a licitação não ocorreu e está em fase de audiência pública.

Porém estou desanimado. As obras nem começaram e já há suspeitas para embargo caso iniciadas já que o TCU considerou incompleto o planejamento financeiro. E ainda tem esse prazo para entregar tudo em 2014...
 

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Alguém precisa avisar ao governador de Goiás que o material rodante não precisa ser importado, pois algumas unidades fabris da indústria nacional tem condições de fabricar os VLT's. Vide a CAF de Hortolândia-SP que fabricará os veículos para Cuiabá, além da Alstom, Bombardier...
 

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Pelo que eu entendi o VLT tomará o lugar do Eixão, certo? E o que se fará com eles? Será que eles irão para as ruas quando o VLT estiver pronto (oremos que um dia se concretize :lol:)?
 

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^^
Você fala dos ônibus? Eles farão a ligação do VLT com outras cidades da Região Metropolitana, como se fosse uma extensão do eixo.
 

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Pelo que eu entendi o VLT tomará o lugar do Eixão, certo? E o que se fará com eles? Será que eles irão para as ruas quando o VLT estiver pronto (oremos que um dia se concretize :lol:)?
EIXO NORTE/SUL q será BRT... mas acho q o BRT sai bem antes q esse VLT aí... afinal, será q só eu q acho uma coincidência incrível esses projetos para GYN ressuscitarem sempre me época eleitoral... com novos mapinhas, renders e propostas???

Enfim.. torcer pra q dessa vez vá...
 

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EIXO NORTE/SUL q será BRT... mas acho q o BRT sai bem antes q esse VLT aí... afinal, será q só eu q acho uma coincidência incrível esses projetos para GYN ressuscitarem sempre me época eleitoral... com novos mapinhas, renders e propostas???

Enfim.. torcer pra q dessa vez vá...
Ah sim, entendi, obrigado! Pois é, muita coincidência... Só vamos ver se sairá mesmo algum tempo após as eleições, pois antes é só promessa. :nuts:

^^
Você fala dos ônibus? Eles farão a ligação do VLT com outras cidades da Região Metropolitana, como se fosse uma extensão do eixo.
Se der certo será algo realmente interessante! Obrigado pela resposta :)
 

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Discussion Starter · #14 · (Edited)
EIXO NORTE/SUL q será BRT... mas acho q o BRT sai bem antes q esse VLT aí... afinal, será q só eu q acho uma coincidência incrível esses projetos para GYN ressuscitarem sempre me época eleitoral... com novos mapinhas, renders e propostas???

Enfim.. torcer pra q dessa vez vá...
Não é só vc Roberto...

Principalmente pq o prazo de 2014 para a obra toda ser concluída é algo quase inconcebível e ainda tem a "pressa" para a execução de alguns ítens importantes do processo que estão incompletos.

Mas dessa vez, por já terem realizado audiências públicas e especificado uma data próxima para a licitação (primeira quinzena de agosto), acredito que ao menos começarão, mesmo com os erros. A data final é que não sabemos...
 

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Marconi e seus projetos... Com a atual crise que ele esta passando, ate' que estou surpreso dele nao ter prometido um metro subterrâneo...

Se bem que prometer trem nao anda uma boa nao, o Juquinha andou fazendo umas promessas de Expresso do Pequi, atualmente esta hospedado na carceiragem da Policia Federal...

De qualquer modo, farei uma oração e vou torcer para que o VLT saia...
 

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Não é só vc Roberto...

Principalmente pq o prazo de 2014 para a obra toda ser concluída é algo quase inconcebível e ainda tem a "pressa" para a execução de alguns ítens importantes do processo que estão incompletos.

Mas dessa vez, por já terem realizado audiências públicas e especificado uma data próxima para a licitação (primeira quinzena de agosto), acredito que ao menos começarão, mesmo com os erros. A data final é que não sabemos...
JrGec, ainda não foram realizadas audiências públicas, apenas aquela apresentação do projeto na Câmara de Vereadores, que era mais para jogar para a torcida do Vereador Beraldo (os ambulantes dos terminais) que para qualquer outra coisa.

Sobre o restante...

O TCU tem razão. O projeto financeiro está obscuro e não está condizente com os números do restante do relatório. Além disso, algumas premissas não conseguem se sustentar com o restante das informações do relatório.

As garantias também ainda não estão sequer formuladas. Há propostas mas em princípio nenhuma delas foi escolhida nem tampouco verificada sua viabilidade. De cara já foi dito que de todas as garantias sugeridas pelo consórcio do PMI, apenas uma delas realmente era possível, mas não era realmente viável.

Nos valores do projeto não estão incluídas as desapropriações, o que não torna muito real os números, já que uma delas está numa região bem valorizada. As demais podem até não representar muito no valor total do projeto, mas no final a soma pode inviabilizar o projeto ou onerar muito o erário sem que haja propostas alternativas.

Há outras observações com relação aos impactos ambientais/vizinhança, custos das operações de transição, negociação das linhas a serem encampadas e suas amortizações a serem absorvidas pelo projeto, definições das alterações de trânsito com a Pref. de Goiânia/AMT, detalhamento do valor das obras, discussão da distribuição de riscos e seus consequentes custos de seguros e garantias, etc.

A parte mais trabalhada foi a urbanística e a gráfica para realmente materializar o projeto e impressionar o governo, mas há definições principalmente de formas e procedimentos que ainda não foram sequer discutidos.

O timing do projeto não é por causa dessa eleição (pelo menos dessa vez). O PMI foi autorizado em maio de 2011 e tinha um ano para ser elaborado (Decreto 7.334/2011). Ele foi entregue mas ainda não houve uma decisão sobre as análises desses projetos.

É isso.
 

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Pelo que eu entendi o VLT tomará o lugar do Eixão, certo? E o que se fará com eles? Será que eles irão para as ruas quando o VLT estiver pronto (oremos que um dia se concretize :lol:)?

E irão fazer parte do BRT norte sul de acordo com o presidente ou diretor da RMTC
 

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Discussion Starter · #19 · (Edited)
JrGec, ainda não foram realizadas audiências públicas, apenas aquela apresentação do projeto na Câmara de Vereadores, que era mais para jogar para a torcida do Vereador Beraldo (os ambulantes dos terminais) que para qualquer outra coisa.

Sobre o restante...

O TCU tem razão. O projeto financeiro está obscuro e não está condizente com os números do restante do relatório. Além disso, algumas premissas não conseguem se sustentar com o restante das informações do relatório.

As garantias também ainda não estão sequer formuladas. Há propostas mas em princípio nenhuma delas foi escolhida nem tampouco verificada sua viabilidade. De cara já foi dito que de todas as garantias sugeridas pelo consórcio do PMI, apenas uma delas realmente era possível, mas não era realmente viável.

Nos valores do projeto não estão incluídas as desapropriações, o que não torna muito real os números, já que uma delas está numa região bem valorizada. As demais podem até não representar muito no valor total do projeto, mas no final a soma pode inviabilizar o projeto ou onerar muito o erário sem que haja propostas alternativas.

Há outras observações com relação aos impactos ambientais/vizinhança, custos das operações de transição, negociação das linhas a serem encampadas e suas amortizações a serem absorvidas pelo projeto, definições das alterações de trânsito com a Pref. de Goiânia/AMT, detalhamento do valor das obras, discussão da distribuição de riscos e seus consequentes custos de seguros e garantias, etc.

A parte mais trabalhada foi a urbanística e a gráfica para realmente materializar o projeto e impressionar o governo, mas há definições principalmente de formas e procedimentos que ainda não foram sequer discutidos.

O timing do projeto não é por causa dessa eleição (pelo menos dessa vez). O PMI foi autorizado em maio de 2011 e tinha um ano para ser elaborado (Decreto 7.334/2011). Ele foi entregue mas ainda não houve uma decisão sobre as análises desses projetos.

É isso.
Verdade, eu me equivoquei. As audiências ainda não ocorreram, mas segundo as matérias da mídia estão programadas para este mês. Você sabe alguma data? Se o governo tem intenção de lançar a licitação na primeira quinzena de agosto, isso está próximo de acontecer.

Nesse link abaixo, temos um estudo/projeto do VLT da Odebrecht e Consórcio RMTC apresentado ano passado.

http://www.mobilize.org.br/midias/pesquisas/apresentacao-do-projeto-do-vlt-de-goiania.pdf

Pelo que fui informado, a área central será próximo ao que está nas ilustrações. Estou sem programa para abrir PDF aqui, se alguém puder abrir e colocar no thread as imagens referentes à Área Central, já permite uma noção pra quem ainda não viu nada.
 

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Goiânia precisa é de um metrô subterrâneo que atenda grande parte da cidade e não apenas alguns trechos
 
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