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Em maio, foram acrescentadas mais 5.103 novas vagas formais ao mercado de trabalho goiano. O número equivale a uma expansão de 0,57% em relação ao estoque de assalariados com carteira assinada de abril e constitui-se no melhor desempenho entre os estados da Região Centro-Oeste. As informações foram divulgadas pelo ministro do Trabalho e Emprego, Carlos Lupi, nesta segunda-feira (22), em entrevista coletiva em Brasília.

Entre janeiro e maio, Goiás gerou 37.572 novas colocações com registro em Carteira, 4,38% de crescimento. O estado localizado no coração do Brasil ficou em segundo lugar entre as unidades da federação que mais criaram empregos no país este ano. Foi superado apenas por São Paulo, em termos absolutos, e por Rondônia, em termos relativos. O saldo dos cinco primeiros meses do ano é o terceiro melhor desempenho do estado na série histórica do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged).

Nos últimos 12 meses, foi registrado crescimento de 3,69% no nível de emprego formal, o correspondente a aumento de 31.928 postos de trabalho. Em termos absolutos é o melhor resultado da região Centro-Oeste.

Setores
As atividades que mais contribuiram para a expansão do emprego em Goiás em maio foram: Indústria de Transformação (+1.497 postos; 0,73%); Serviços (+1.368 postos; 0,45%) e Agropecuária (+1.035 postos; l,24%).

Municípios
Goiânia com 986 novas vagas, Goiatuba com 783 e Inhumas com 405 foram os municípios com mais de 30 mil habitantes que mais geraram oportunidades de emprego com carteira assinada no estado em maio.

Dados Nacionais
O Brasil gerou 131.557 novos empregos celetistas, em maio, o equivalente a um crescimento de 0,41% em relação ao estoque do mês de abril. Nos cinco primeiros meses do ano houve um incremento l80.011 postos de trabalho no país e nos últimos doze meses o emprego formal elevou-se 1,84% com a criação de 580.269 postos de trabalho, revelando expansão generealizada, mas com destaque para os Setores da Agricultura, dos Serviços, da Construção Civil e do Comércio.

"O Brasil vê a crise pelo espelho retrosivor", afirmou o ministro Lupi durante a coletiva que divulgou os números do Caged, e completou: "O governo insiste em medidas de incentivo à economia, baixando os juros e incentivando o crédito. Em breve teremos baixa nas taxas das linhas do FAT (Fundo de Amparo ao Trabalhador)", adiantou.

http://www.clicabrasilia.com.br/portal/noticia_new.php?IdNoticia=104869
 

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Goiás é responsável por 70% dos empregos gerados no Centro-Oeste

Estado registra saldo positivo de 5.103 novos postos de trabalho criados em maio. Indústria de transformação e serviços puxam aumento das vagas. Setores preveem resultados ainda melhores

Goiás registra saldo positivo de 5.103 novos empregos formais em maio. O resultado corresponde a 70% das vagas criadas no Centro-Oeste, onde foram gerados 7.233 novos postos. Indústria de transformação e serviços foram os setores que mais colaboraram para o saldo positivo no mês passado. Números já eram esperados pelos representantes da indústria e comércio, que preveem resultados ainda melhores até o final do ano.

A vendedora Laila Lacerda Silva, 21, é uma das 8.504 pessoas contratadas pelo comércio varejista em maio. Após um mês desempregada, conta que conquistou a vaga após ter o currículo selecionado entre os cerca de 500 que a loja recebeu. Ao final, eram 15 profissionais disputando apenas seis vagas. Agora empregada e com o salário que superou expectativas, a meta é entrar para a faculdade de Direito. Afirma que ainda não pensa em ser promovida na empresa, mas ser destaque em volume de vendas na loja.

Segundo o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), divulgado ontem pelo Ministério do Trabalho, o setor de serviços foi o que mais admitiu trabalhadores em maio, com 11.083 contratações, o segundo maior saldo positivo do Estado, de 1.368. A indústria de transformação é o setor que registra o maior saldo positivo na geração de emprego em Goiás, com 1.497 postos em maio. Apesar do resultado ser menor que no mesmo mês de 2008, quando o saldo positivo foi de 1.851 novas vagas, o presidente da Federação das Indústrias de Goiás (Fieg), Paulo Afonso Ferreira, diz que os números são significativos, porém já eram esperados pelo setor.

Período de colheita de soja e cana-de-açúcar foi o principal fator para a geração de empregos na indústria de óleo, álcool e açúcar, segmentos que mais contrataram, segundo o presidente. Paulo Afonso ressalta que, mesmo com o bom resultado, o setor segue com otimismo, mas com pé no chão. Isso porque, de acordo com ele, alguns segmentos ainda passam por dificuldades que devem ser superadas no segundo semestre de 2009, como o de móveis e confecções.

Compartilhando da mesma opinião, o presidente da Associação Comercial e Industrial de Goiás (Acieg), Pedro Bittar, diz que os resultados nos setores industriais e comerciais estão dentro das expectativas. Ressalta que Goiás está entre os três Estados que geram mais emprego no ano e a meta é fechar 2009 entre os cinco. Destaca que o Estado está mantendo média mensal de mais de sete mil novos empregos por mês, o que significa quase 250 pessoas contratadas por dia. "É um ritmo muito forte para um ano de recuperação e deve continuar até final de 2009", prevê. Em 2008, Goiás fechou o ano com média mensal de 5 mil vagas.

BRASIL
Caged de maio registrou geração líquida de 131.557 empregos formais na economia brasileira, no quarto mês consecutivo de saldo positivo, após a forte queda do emprego registrada até janeiro. O saldo de maio é resultado de admissões que somaram 1.348.575 e demissões de 1.217.018. Nos cinco primeiros meses de 2009, houve abertura de 180.011 postos formais. Com esse saldo acumulado, o estoque de empregos da economia subiu 0,56% em relação a dezembro de 2008.

Todos os setores registram saldo positivo. A indústria abriu 700 empregos formais, sendo o segundo mês consecutivo de saldo positivo. Mas ainda acumula perda de vagas entre janeiro e maio, no total de 146.478. Agropecuária foi o que teve melhor desempenho, com saldo de 52.927 vagas, seguido pelo setor de serviços (44.029 empregos).

Ocupações abertas em todo o País
Pela primeira vez no ano, todas as cinco regiões brasileiras tiveram aumento no número de empregos, segundo dados do Caged. Sudeste foi a região em que foram criados mais empregos em maio: 100.002 postos de trabalho, com aumento de 0,56% em relação ao período anterior.

Em segundo lugar, ficou a Região Nordeste, com 13.731 novos empregos e crescimento de 0,29% em relação ao período anterior. No Centro-Oeste, foram criados 7.233 empregos, com expansão de 0,31%; no Sul, 5.534, com crescimento de 0,09%; e, no Norte, 5.039, com aumento de 0,39%.

Entre os Estados, 18 apresentaram desempenho positivo, e o melhor resultado foi o de Rondônia, com 5.361 postos de trabalho, recorde para toda a série do Caged no Estado. Em valores absolutos, São Paulo criou o maior número de empregos, 44.521, seguido de Minas Gerais, 37.518, e Paraná, 11.682 postos.

Estados do Rio Grande do Sul e de Santa Catarina tiveram maior número de demissões do que de contratações em maio. No primeiro, houve 88.309 demissões e 84.233 admissões, com saldo negativo de 4.076. Em Santa Catarina, foram 73.284 dispensas e 71.212 contratações, com saldo negativo de 2.072.

http://www.dm.com.br/materias/show/...r_70_dos_empregos_gerados_no_centrocoeste_154
 

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Parabéns a Goiás, superando MG e PR mesmo que seja pouca diferença, são estados com 12 milhões e 3 milhões de habitantes a mais, uma enorme diferença.
 

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R.I.P. Niki
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Entre janeiro e maio, Goiás gerou 37.572 novas colocações com registro em Carteira, 4,38% de crescimento. O estado localizado no coração do Brasil ficou em segundo lugar entre as unidades da federação que mais criaram empregos no país este ano. Foi superado apenas por São Paulo, em termos absolutos, e por Rondônia, em termos relativos. O saldo dos cinco primeiros meses do ano é o terceiro melhor desempenho do estado na série histórica do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged).
Nóis é piquinininho, mais nóis é atrivido! :lol:

Parabéns a Goiás pelo ótimo resultado. :eek:kay:
 
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