SkyscraperCity banner
Status
Not open for further replies.
1 - 17 of 17 Posts

·
trinta zero zero
Joined
·
3,835 Posts
Discussion Starter · #1 ·
Grandes redes de restaurantes patrocinam a migração para Brasília

Profissionais do Nordeste e do Sul chegam com todas as garantias para ocupar os postos de trabalho. Na bagagem, o sonho de uma vida melhor na cidade

Naiobe Quelem
Samanta Sallum

Primeiro foram os operários, atraídos para o centro do país com a construção da nova capital. Depois, os servidores públicos convocados a assumir seus postos, seguidos de milhares de pessoas humildes seduzidas por programas assistencialistas do governo local e, principalmente, por lotes. Agora, um outro fenômeno migratório se consolida em Brasília. A porta de entrada é a oferta de empregos em um setor da economia do DF que vem aquecendo com a chegada de grandes restaurantes. Garçons, cozinheiros, gerentes e auxiliares de cozinha são mão de obra importada de outros estados, principalmente do Nordeste e do Sul.

Eles estão espalhados pelos restaurantes e bares do Distrito Federal. Saem de seus estados com o emprego já acertado e trazem na mala o sonho de vir para a terra das oportunidades. Vêm em busca da prosperidade e carregam o orgulho de dizer que estão indo trabalhar na capital federal. Sentem-se vencedores. Cearenses, pernambucanos, piauienses, potiguaras, mineiros, paranaenses, gaúchos. Todos os meses, centenas de candidatos a “novos candangos” desembarcam em Brasília já com a carteira assinada para trabalhar em restaurantes. Geralmente, em estabelecimentos que também foram atraídos pela promessa de faturamento.

Exemplo como o Camarões Beira-Mar, aberto há apenas dois meses por empresários do Ceará. A casa se tornou a mais lucrativa do grupo, que tem outros oito estabelecimentos no Nordeste. Como faturam mais aqui, podem pagar salários melhores a seus funcionários. O anúncio de emprego é feito no DF e, simultaneamente, nos jornais de Fortaleza, Natal e Teresina.

Perspectivas
Paulo Benevides, 34 anos, chegou de Fortaleza há apenas um mês. No dia da reportagem, sua mulher, Nara, e o filho de 6 anos passavam o primeiro dia em Brasília conhecendo a cidade onde virão morar, já que Paulo veio na frente para assumir a gerência do Camarões. “É a primeira vez que estamos aqui e já estou convencida a morar”, disse Nara, animada.

O marido trabalhava no grupo empresarial do qual o restaurante Camarões faz parte. “Vim pela oferta de melhoria financeira. E me senti valorizado pela empresa ao receber o convite para trabalhar na capital, onde hoje temos a casa de maior sucesso”, conta Paulo. A perspectiva de crescimento profissional e financeiro faz vencer a saudade do clima praiano e, principalmente, da família, que ficou para trás.

A garçonete Leila Carmo, 38 anos, é de Belém do Pará, mas veio de Fortaleza. “Decidi mudar pela oportunidade de conhecer outra cidade. Nunca tinha saído da minha região. Adorei ver os monumentos da Esplanada. Fiquei deslumbrada”, conta ela, que veio sozinha, há dois meses e meio. O colega Kleber Alves do Nascimento, de Fortaleza, viu em Brasília futuro para toda a família. “Minha mulher vai fazer concurso. Meus dois filhos pequenos estão estudando em boas escolas. Já estou até vendo um terreno para comprar”, comemora o garçom.

Desejo de ficar
A vida também melhorou para um grupo de 35 empregados do Mangai, vindos de João Pessoa (PB) e de Natal (RN) para imprimir o padrão da rede na abertura da casa há um ano e quatro meses. “Temos a prática de levar funcionários já treinados para as novas unidades. Trouxemos 50 pessoas para Brasília. A proposta era para eles retornarem. Mas 35 quiseram permanecer”, conta a diretora comercial do Mangai, Lorena Maia Tavares.

João Evangelista, 38 anos, natural de Brejo de Areia (PB), veio trabalhar como garçom na abertura da casa. Cinco meses foram suficientes para fazê-lo colocar o Nordeste apenas em seus roteiros de férias. Trouxe a mulher e os dois filhos. Matriculou os garotos no colégio, a mulher conseguiu o primeiro emprego com carteira assinada, ele foi promovido à maître e comprou o primeiro carro. “Um sonho de anos que só pude realizar aqui”, comemora. “Não quero mais voltar e meus meninos, muito menos”, garante ele, que agora planeja estudar gastronomia. A exemplo dele, o irmão, Zé André Pereira dos Santos, 27 anos, chegou há seis meses para trabalhar como garçom. “Aqui é a terra das oportunidades’’, diz ele.

Do sushi ao churrasco

A migração para Brasília impulsionada pela oferta de emprego em restaurantes tem representantes de todos os cantos do país. A Região Sul marca presença nas churrascarias, que também têm espaço até para os mineiros. Dos 60 funcionários da Potência Grill, no Setor de Clubes Norte, 50 são de fora de Brasília. A maioria são gaúchos, catarinenses e mineiros de Patos de Minas. Todos vêm do interior de seus estados. Marcos Lautharth, de 20 anos, deixou sua pequena cidade de 8 mil habitantes, Boa Vista de Aparecida, no Paraná, pelos planos de fazer pé-de-meia para um dia abrir seu próprio negócio na cidade natal. “Desde que cheguei, só me dei bem”, diz ele que está há sete meses na capital. “O salário é melhor, estou guardando dinheiro para daqui a alguns anos voltar”, diz ele, que trabalha na churrascaria.

Alcir Perin, 34 anos, de Francisco Beltrão, no Paraná, conta que o salário dobrou quando veio para Brasília há dois anos. A situação fez convencer o irmão a vir também. Jurez, 31 anos, chegou há um mês. “Com o dinheiro que ganho aqui estou conseguindo construir uma casa na minha cidade”, diz Alcir. Enquanto os nordestinos pensam em ficar de vez em Brasília, os sulistas pensam mais em fazer pé-de-meia para no futuro voltar à sua região.

Vantagem
André Lima, 29 anos, foi beneficiado pela abertura do restaurante japonês Kojima, que aqui em Brasília tem sociedade com o grupo Boteco. Para ele, compensou abandonar o serviço de eletricista na Companhia de Energia Elétrica de Pernambuco para trabalhar como garçom na capital federal. “De início, o salário quase dobrou. Agora, que sou maître do Kojima, o salário dobrou novamente”, comemora ele, que tem planos de um dia abrir seu próprio negócio aqui em Brasília.

Restaurantes como Camarões, Mangai e Potência Grill custeiam as moradias dos funcionários. Mangai ainda ajuda com o estudo dos funcionários e os aloja perto do trabalho. “Eu não gasto com nada. Gastar para quê? Tenho que levar dinheiro para João Pessoa, que é mais pobre, e investir no futuro da minha filha”, conta a chef do Mangai, Edna Pereira de Araújo, 40 anos. Ela, que veio para Brasília com salário quadruplicado, não pensa em voltar para o nordeste. “É para a frente que se anda”, diz ela.

Aguinelo Ferreira, 31 anos, que trabalhava como garçom em uma casa do grupo, veio para Brasília para ocupar o cargo de maître do Boteco, na 406 Sul. “Os salários de Brasília são mais vantajosos e a promoção compensou. Além disso, aqui tenho o suporte da empresa, não pago aluguel nem necessito de transporte”, conta ele, que mora próximo ao bar e não pretende retornar para a terra natal. “Em Brasília há muito mais chance de crescimento, porque o grupo está em expansão”, aposta.

Fonte: http://www.correiobraziliense.com.b...TES+PATROCINAM+A+MIGRACAO+PARA+BRASILIA.shtml
 

·
Banned
Joined
·
27,387 Posts
^^ Essa matéria é bem grande no Correio de hoje, mas não é apenas essas redes que mal se instalaram na cidade e já começam a expandir, tem empresas que já chegaram a algum tempo, que começam a pensar no 2o ponto ou mais, instalando uma 2a marca na cidade, como o Porcão que a alguns meses se cogitou a instalação da Galeria Gourmet, que faz parte do grupo deles.

Uma coisa é fato, a falta de profissionais para atuar na área, e pior, estive na feira do empreendedor, e descobrir um grave problema, o SENAC somente está treinando 10 mil pessoas para a Copa do Mundo. Eu acho um número ridiculo, pois somente isso são os restaurantes, e o resto?

Isso não chega a 10% do total de funcionários, de bares, restaurantes, boates e hotéis. Então vai acontecer que nem nesses restaurantes, eles mesmos vão ter que gastar dinheiro do próprio bolso para investir em educação profissional.
 

·
Eu mesmo!
Joined
·
3,976 Posts
ótima a materia do correio, eu andei lendo ela, mas nem precisa desses restaurantes pra dizer que andam patrociando a migração de brasilia!!!

desde a construção da cidade até os dias de hoje que migram pessoas de vários lugares pra cá! acho que é a cidade que mais migra gente de outros lugares no brasil! serio, tenho essa impressão!
 

·
Registered
Joined
·
6,037 Posts
Também preferia..... essa migração toda só incha a cidade, e não resolve os problemas dos moradores; gente que já está aqui há anos! :nuts:
 

·
trinta zero zero
Joined
·
3,835 Posts
Discussion Starter · #7 ·
Desconfio que não seja tão simples treinar pessoas assim. Eu tenho vários amigos donos de restaurantes e a reclamação é generalizada: a qualidade da mão de obra aqui é PÉSSIMA. Claro que seria melhor se empregassem a população local, mas creio que essas redes grandes preferem não arriscar a deixar cair o nível do serviço e prejudicar a sua imagem.
 

·
trinta zero zero
Joined
·
3,835 Posts
Discussion Starter · #8 ·
A propósito, olha o que eu vi no Blog da Dad:

Falta serviço

DAD SQUARISI // [email protected]

Dois acontecimentos movimentarão Brasília em 2010. Um: o cinquentenário da capital. O outro: a reunião do 34º Comitê de Patrimônio Mundial da Unesco. Representantes das 878 cidades e sítios históricos que compõe a lista da organização desembarcarão aqui. O evento chamará a atenção de Europa, França e Bahia. A arquitetura, já conhecida, talvez não cause impactos. Há construções pra lá de vanguardistas mundo afora. Os olhos se voltarão para os serviços que a cidade oferece. É aí que mora o perigo.

Brasília dispõe de bela rede hoteleira e ostenta o título de terceiro polo gastronômico do país. Mas não conta com profissionais qualificados. A escola não prepara quadros para as exigências do mercado. Entrega um produto bruto, sem os refinamentos impostos por quem paga caro e espera a contrapartida. Empresários não descobriram que precisam complementar a formação dos servidores com treinamento contínuo e alto padrão de excelência. Mas investem pesado na abertura de restaurantes e construção de hotéis.

O que se vê? Garçons, incapazes de descrever um prato, não olham pro cliente. Pra ser visto, o freguês precisa falar alto ou fazer pantominas. Não raro o pedido vem trocado. A conta, demorada, apresenta erros. Cobra-se o que não se consumiu, ou deixa-se de cobrar o que se consumiu. É frequente a combinação das duas situações. Confunde-se música ambiente com alto-falantes e amplificadores que impossibilitam a conversa civilizada. As vozes cada vez mais altas transformam o ambiente numa babel.

E os hotéis? Muitos ostentam as cinco estrelas, mas oferecem serviços de quinta categoria. Esquecem-se de chamar o hóspede na hora solicitada. Entregam (quando não deixam na recepção) correspondência e pacotes em apartamentos errados. Anunciam que dispõem de sauna, mas não há quem ligue os equipamentos. A internet vive fora do ar. O carpete dos corredores exibe manchas constrangedoras. Telefonistas não atendem telefone. Apostam na desistência de quem precisa se comunicar com hóspedes ou moradores. Ufa! O pior: daqui a cinco meses 2010 chegará.

http://www.dzai.com.br/blogdadad/blog/blogdaddad?tv_pos_id=41685
 

·
Registered
Joined
·
2,078 Posts
^^ Essa matéria é bem grande no Correio de hoje, mas não é apenas essas redes que mal se instalaram na cidade e já começam a expandir, tem empresas que já chegaram a algum tempo, que começam a pensar no 2o ponto ou mais, instalando uma 2a marca na cidade, como o Porcão que a alguns meses se cogitou a instalação da Galeria Gourmet, que faz parte do grupo deles.

Uma coisa é fato, a falta de profissionais para atuar na área, e pior, estive na feira do empreendedor, e descobrir um grave problema, o SENAC somente está treinando 10 mil pessoas para a Copa do Mundo. Eu acho um número ridiculo, pois somente isso são os restaurantes, e o resto?

Isso não chega a 10% do total de funcionários, de bares, restaurantes, boates e hotéis. Então vai acontecer que nem nesses restaurantes, eles mesmos vão ter que gastar dinheiro do próprio bolso para investir em educação profissional.
Desconfio que não seja tão simples treinar pessoas assim. Eu tenho vários amigos donos de restaurantes e a reclamação é generalizada: a qualidade da mão de obra aqui é PÉSSIMA. Claro que seria melhor se empregassem a população local, mas creio que essas redes grandes preferem não arriscar a deixar cair o nível do serviço e prejudicar a sua imagem.
Concordo com vocês. Diferentemente do que se diz, acho que o Calcanhar de Aquiles para Brasília receber grandes eventos, como a Copa do Mundo, é o nível do atendimento, não só nos restaurantes, mas no comércio em geral. É impressionante a falta de educação, preparo e cordialidade da maioria das pessoas que lidam com o público. Muitos de nós talvez tenhamos nos acostumado a esse padrão, mas sempre que recebemos visitas de outras cidades o comentário sobre o atendimento ruim se repete.

SNT, por um lado acho que patrocinar cursos para a melhora do atendimento deve ser visto como um investimento e não um gasto, por parte dos proprietários. Por outro lado, acho que falta inclusive quem ministre esse tipo de curso na cidade, apesar de ter visto uma notícia solta por aí que havia sido aberta uma escola especialidada nisso. É até uma boa oportunidade para quem quiser ganhar dinheiro na cidade.
 

·
Registered
Joined
·
5,480 Posts
^^ Acho que tudo é questão de investimentos em educação/treinamento profissional... Brasília (leia-se empresas e governo) precisa aprimorar esse tipo de treinamento.. È preciso investir pesado na qualificação dos trabalhadores... Em todas as áreas existe esse tipo de deficiência... Isso pode detonar o crescimento de qualquer cidade! Já repararam que praticamente não temos grandes escolas técnicas no DF?
 

·
trinta zero zero
Joined
·
3,835 Posts
Discussion Starter · #11 ·
^^ Leo, o problema é que para ser investimento você tem que ter uma perspectiva concreta de retorno (isto é, melhor atendimento = mais lucro certo), mas nada garante que um funcionário não partirá para um lugar melhor um mês depois, levando toda a bagagem que foi investida nele e deixando o empresário a ver navios. Por isso é preciso que entidades tipo SESC e escolas técnicas entrem na jogada, para melhorar a qualificação da classe como um todo.

Fora que além da qualificação, tem a relação de confiança entre o funcionário e o dono. O que eu já ouvi de história de cozinheiro que leva para casa peças inteiras de filé mignon escondidas na mochila, garçons que cobram a conta a menor e embolsam o dinheiro etc, nao está no gibi. Então se um empresário está vindo de fora, para uma cidade onde não conhece ninguém, não tem referências de outros empresários e esse tipo de coisa, faz bastante sentido trazer funcionários de fora, treinados e de confiança.
 

·
Eng. Tráfego e Designer
Joined
·
13,970 Posts
^^ Acho que tudo é questão de investimentos em educação/treinamento profissional... Brasília (leia-se empresas e governo) precisa aprimorar esse tipo de treinamento.. È preciso investir pesado na qualificação dos trabalhadores... Em todas as áreas existe esse tipo de deficiência... Isso pode detonar o crescimento de qualquer cidade! Já repararam que praticamente não temos grandes escolas técnicas no DF?
Esse problema de falta de qualificação vem atingindo várias cidades/regiões dos estados do Centro-Oeste, principalmente onde está havendo uma demanda maior de mão-de-obra qualificada...

Estava lendo uma reportagem hj a respeito da área da Construção Civil em Cuiabá e por lá já aumentaram os benefícios e os salários e mesmo assim não resolveu... Agora as empresas locais estão criando cursos de qualificação para várias áreas da construção civil (e mesmo assim a demanda ainda é menor que a oferta). Agora só veem saída na contratação temporária de pessoas fora da grande Cuiabá, e alguns ainda cogitam em especializar a mão-de-obra excedente da agropecuária!
 

·
Arq
Joined
·
2,417 Posts
Em todo o Brasil, principalmente por aqui em Brasília, por mais que haja investimento, falta mão de obra qualificada, assim como a valorização de profissionais das diversas áreas e segmentos gastronômicos, hoteleiros, etc..
 

·
Registered
Joined
·
2,372 Posts
Em todo o Brasil, principalmente por aqui em Brasília, por mais que haja investimento, falta mão de obra qualificada, assim como a valorização de profissionais das diversas áreas e segmentos gastronômicos, hoteleiros, etc..
o que falta é o governo e as empresas falarem a mesma lingua e qualificar quem ta desempregado, não sou contra migração,mas no caso de brasilia, a migração é bastante prejudicial
 

·
Banned
Joined
·
27,387 Posts
^^ O problema em Brasília se resume a uma coisa, TODOS se profissionalizam para serem funcionários públicos, aí quando não passam em concursos públicos, percebem a furada que entraram, e aí quando se dão conta, tem que fazer tudo novamente.

Olha não faz muito tempo que o SENAC e SENAI, e a Escola Técnica tinha cursos gratuitos, hoje em dia, tem até um tipo de vestibular, e tudo pago.
 

·
Registered
Joined
·
2,078 Posts
^^ Leo, o problema é que para ser investimento você tem que ter uma perspectiva concreta de retorno (isto é, melhor atendimento = mais lucro certo), mas nada garante que um funcionário não partirá para um lugar melhor um mês depois, levando toda a bagagem que foi investida nele e deixando o empresário a ver navios. Por isso é preciso que entidades tipo SESC e escolas técnicas entrem na jogada, para melhorar a qualificação da classe como um todo.

Fora que além da qualificação, tem a relação de confiança entre o funcionário e o dono. O que eu já ouvi de história de cozinheiro que leva para casa peças inteiras de filé mignon escondidas na mochila, garçons que cobram a conta a menor e embolsam o dinheiro etc, nao está no gibi. Então se um empresário está vindo de fora, para uma cidade onde não conhece ninguém, não tem referências de outros empresários e esse tipo de coisa, faz bastante sentido trazer funcionários de fora, treinados e de confiança.
Eu sou totalmente favorável à vinda de pessoas já qualificadas para Brasília. Se a mão-de-obra "local" (a maioria não é nascida aqui) não tem estímulo para se qualificar, que aprenda pela imitação e pela concorrência. Adoro quando um empresário do Rio ou de São Paulo se instala na cidade. As exigências na contratação aumentam bastante.

Outra coisa que me ocorreu: não era agora em 2009 que iriam lançar as primeiras das cinco Escolas Técnicas Federais aqui em Brasília? Sinto que o Governo vai nos enrolar...
 

·
Banned
Joined
·
27,387 Posts
^^ As cincos escolas possuem terrenos, tem recursos, o problema é com a licitação para construção das mesmas, de todas as cincos escolas, apenas de Planaltina, ex-escola agricola está funcionando.
 
1 - 17 of 17 Posts
Status
Not open for further replies.
Top