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Greenland ice sheet melted at unprecedented rate during July


Scientists at Nasa admitted they thought satellite readings were a mistake after images showed 97% surface melt over four days


The Greenland ice sheet on July 8, left, and four days later on the right. An estimated 97% of the ice sheet surface had thawed by July 12. Photograph: Nasa​



The Greenland ice sheet melted at a faster rate this month than at any other time in recorded history, with virtually the entire ice sheet showing signs of thaw.

The rapid melting over just four days was captured by three satellites. It has stunned and alarmed scientists, and deepened fears about the pace and future consequences of climate change.

In a statement posted on Nasa's website on Tuesday, scientists admitted the satellite data was so striking they thought at first there had to be a mistake.

"This was so extraordinary that at first I questioned the result: was this real or was it due to a data error?" Son Nghiem of Nasa's jet propulsion laboratory in Pasadena said in the release.

He consulted with several colleagues, who confirmed his findings. Dorothy Hall, who studies the surface temperature of Greenland at Nasa's space flight centre in Greenbelt, Maryland, confirmed that the area experienced unusually high temperatures in mid-July, and that there was widespread melting over the surface of the ice sheet.

Climatologists Thomas Mote, at the University of Georgia, and Marco Tedesco, of the City University of New York, also confirmed the melt recorded by the satellites.

However, scientists were still coming to grips with the shocking images on Tuesday. "I think it's fair to say that this is unprecedented," Jay Zwally, a glaciologist at Nasa's Goddard Space Flight Center, told the Guardian.

The set of images released by Nasa on Tuesday show a rapid thaw between 8 July and 12 July. Within that four-day period, measurements from three satellites showed a swift expansion of the area of melting ice, from about 40% of the ice sheet surface to 97%.

Zwally, who has made almost yearly trips to the Greenland ice sheet for more than three decades, said he had never seen such a rapid melt.

About half of Greenland's surface ice sheet melts during a typical summer, but Zwally said he and other scientists had been recording an acceleration of that melting process over the last few decades. This year his team had to rebuild their camp, at Swiss Station, when the snow and ice supports melted.

He said he was most surprised to see indications in the images of melting even around the area of Summit Station, which is about two miles above sea level.

It was the second unusual event in Greenland in a matter of days, after an iceberg the size of Manhattan broke off from the Petermann Glacier. But the rapid melt was viewed as more serious.

"If you look at the 8 July image that might be the maximum extent of warming you would see in the summer," Zwally noted. "There have been periods when melting might have occurred at higher elevations briefly – maybe for a day or so – but to have it cover the whole of Greenland like this is unknown, certainly in the time of satellite records."

Lora Koenig, another Goddard glaciologist, told Nasa similar rapid melting occurs about every 150 years. But she warned there were wide-ranging potential implications from this year's thaw.

"If we continue to observe melting events like this in upcoming years, it will be worrisome." she told Nasa.

The most immediate consequences are sea level rise and a further warming of the Arctic. In the centre of Greenland, the ice remains up to 3,000 metres deep. On the edges, however, the ice is much, much thinner and has been melting into the sea.

The melting ice sheet is a significant factor in sea level rise. Scientists attribute about one-fifth of the annual sea level rise, which is about 3mm every year, to the melting of the Greenland ice sheet.

In this instance of this month's extreme melting, Mote said there was evidence of a heat dome over Greenland: or an unusually strong ridge of warm air.

The dome is believed to have moved over Greenland on 8 July, lingering until 16 July.

http://www.guardian.co.uk/environment/2012/jul/24/greenland-ice-sheet-thaw-nasa#
 

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À muitas teorias do que pode acontecer.

Ou o nivel do mar sobe e inunda os países costeiros ou fica tudo congelado a norte do equador são duas das mais conhecidas.

DEvem haver mais.
 

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Por isso que o raio do mar por aqui não sai da bandeira vermelha e amarela e em pleno verão está gelado como o raio que o parta!
 

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Eu não disse que o mar subiu, mas alimentar o Atlântico com uma quantidade mais elevadas de águas geladas deve alterar a temperatura da mesma por cá e a diferenças nas correntes...
 

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the mitty
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Lora Koenig, especialista em glaciares no centro Goddard da Nasa, diz que degelos rápidos como este acontecem todos os 150 anos, mas avisou que o derretimento deste ano pode ter vastas implicações.

"Se continuarmos a observar eventos como este nos próximos anos, será preocupante", disse.

As consequências mais imediatas poderão ser o aumento do nível do mar e o aquecimento do Ártico. Os cientistas atribuem um quinto do aumento total do nível do mar - que é de três milímetros por ano - ao derretimento da camada de gelo da Gronelândia.

O climatólogo Thomas Mote, da Universidade da Georgia, admite que este degelo extremo se deva a uma cúpula de calor que cobriu a Gronelândia entre 8 e 16 de julho ou a uma vaga de ar quente particularmente forte.
in:Expresso
 

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Ai tu estavas a falar a sério? LOL
Acho que toda a gente pensou que aquilo era no gozo.
Era meio a brincar e meio a falar a sério :banana:

Depois que o ano passado quase entrei em hipotermia por dar um mergulho no mar (bandeira verde) em pleno verão já estou por tudo.Nem 5 minutos consegui estar dentro de água, que a minha temperatura corporal baixou drasticamente e comecei a tremer...

E este ano ainda não consegui mergulhar no mar, pois de todas as vezes que fui à praia (já foram algumas) sempre bandeira vermelha ou amarela!

Pelo que tenho ouvido em Julho no máximo esteve 3 vezes bandeira verde!:nuts:
 

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Antárctida estava coberta de florestas há 50 milhões de anos

O continente gelado da Antárctida esteve coberto por florestas há mais de 50 milhões de anos, revelou esta semana um artigo da revista Nature. Os cientistas chegaram a estas conclusões após uma expedição, em 2010, quando exploraram o fundo do mar nesta região.

Perfurações realizadas pelos cientistas ao largo da costa oriental da Antárctida permitiram recuperar fósseis de pólenes provenientes de uma floresta “semi-tropical”, que cobria o continente entre 34 a 56 milhões de anos atrás.

As análises de moléculas sensíveis à temperatura mostram que, naquele período, as temperaturas atingiam os 20ºC. “Havia florestas e não gelo, e as temperaturas eram amenas”, disse Kevin Welsh, um cientista australiano da Universidade de Queensland, que participou na expedição.

Os investigadores garantem que os elevados níveis de dióxido de carbono na atmosfera tinham origem no calor e na inexistência de gelo na Antárctida e estimam que, na altura, a concentração de CO2 se situava entre os 990 e “alguns milhares” de partes por milhão (ppm).

Actualmente, a taxa de concentração está avaliada em 395 ppm e as previsões mais radicais do painel intergovernamental para as alterações climáticas (IPCC) projectam um novo degelo “no final do século”.

O investigador considerou que as descobertas “são muito significativas” para a compreensão das alterações climáticas futuras, nomeadamente no que respeita à importância da Antárctida e das reservas de água armazenadas à superfície sob a forma de gelo.

Público

Eu pensava que que aquilo era só gelo.^^
 

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Antárctida estava coberta de florestas há 50 milhões de anos

O continente gelado da Antárctida esteve coberto por florestas há mais de 50 milhões de anos, revelou esta semana um artigo da revista Nature. Os cientistas chegaram a estas conclusões após uma expedição, em 2010, quando exploraram o fundo do mar nesta região.

Perfurações realizadas pelos cientistas ao largo da costa oriental da Antárctida permitiram recuperar fósseis de pólenes provenientes de uma floresta “semi-tropical”, que cobria o continente entre 34 a 56 milhões de anos atrás.

As análises de moléculas sensíveis à temperatura mostram que, naquele período, as temperaturas atingiam os 20ºC. “Havia florestas e não gelo, e as temperaturas eram amenas”, disse Kevin Welsh, um cientista australiano da Universidade de Queensland, que participou na expedição.

Os investigadores garantem que os elevados níveis de dióxido de carbono na atmosfera tinham origem no calor e na inexistência de gelo na Antárctida e estimam que, na altura, a concentração de CO2 se situava entre os 990 e “alguns milhares” de partes por milhão (ppm).

Actualmente, a taxa de concentração está avaliada em 395 ppm e as previsões mais radicais do painel intergovernamental para as alterações climáticas (IPCC) projectam um novo degelo “no final do século”.

O investigador considerou que as descobertas “são muito significativas” para a compreensão das alterações climáticas futuras, nomeadamente no que respeita à importância da Antárctida e das reservas de água armazenadas à superfície sob a forma de gelo.

Público

Eu pensava que que aquilo era só gelo.^^
Mas isso nao é nada novo!
em qualquer caso há 50 milhoes de anos a futura antártica ainda conectada à australia estava alguns milhares de km mais a norte do que agora.
Também nao podes saber que correntes tinham as correntes maritimas e se poderiam trazer humidade e calor a esse continente. etc etc

que a Gronelandia esteja a derreter pode ser natural, (ainda que eu nao acredite pela velocidade com que ocorre) mas seja natural ou nao será um desastre para a Europa. Sem a corrente do golfo as latitudes da europa seríam como as da América do Norte. Ou seja um Porto com neve constante no inverno como Nova York. E no pior dos cenários uma nova era glaciar.
 

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^^Mas o Porto não ia ficar com o clima de Rabat? :lol: Agora é de Nova Iorque? :lol::lol:
 

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se a agua doce entre em grande quantidade no atlântico a corrente do golfo estancará... a corrente do golfo é a que permite que a europa, apesar de estar à mesma latitude do canadá ou dos EEUU tenha uma clima muito mais moderado. A corrente trás agua quente da América central para Norte. Se se estanca ou muda de rota pois deixamos de ter a sua influência.

A última grande glaciaçao suspeita-se ter ocorrido pelo desgelo dos icebergs onde agora estao os grandes lagos do Canadá, também pelo mesmo motivo... pelos milhoes de litros de agua doce, menos densa que a salgada, introduzida no atlântico norte de forma "repentina".
 

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A corrente do golfo é uma corrente marinha que desloca água quente do Golfo do México até a Europa contribuindo para um clima mais suave. Foi descoberta em 1513 pelo navegador Ponce de Leon que percebeu uma corrente que levava seus navios, mas somente em 1777 que Benjamin Franklin estudou sobre a corrente.

É formada pelos ventos alísios que empurram água do Atlântico de leste para oeste em 15º de latitude norte. É uma corrente bem profunda sendo uma das mais fortes transportando 1,4 Petawatts de potência, suficiente para elevar a temperatura de certas regiões.

A corrente do Golfo pode desaparecer devido ao efeito estufa que faz com que os icebergs derretam aumentando a quantidade de água no Atlântico norte. Tais fatores aumentam a quantidade de água doce e produzem um resfriamento geral aumentando a diferença na quantidade de sal entre o Equador e a Noruega fazendo o corrente parar.

Se acontecer tal fato, as costas européias seriam as primeiras vítimas do aquecimento global, pois, ele faz com que a maior parte dos icebergs derreta e isso resfriaria todo o noroeste da Europa.


Por Gabriela Cabral
Equipe Brasil Escola
 

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A corrente do golfo é uma corrente marinha que desloca água quente do Golfo do México até a Europa contribuindo para um clima mais suave. Foi descoberta em 1513 pelo navegador Ponce de Leon que percebeu uma corrente que levava seus navios, mas somente em 1777 que Benjamin Franklin estudou sobre a corrente.

É formada pelos ventos alísios que empurram água do Atlântico de leste para oeste em 15º de latitude norte. É uma corrente bem profunda sendo uma das mais fortes transportando 1,4 Petawatts de potência, suficiente para elevar a temperatura de certas regiões.

A corrente do Golfo pode desaparecer devido ao efeito estufa que faz com que os icebergs derretam aumentando a quantidade de água no Atlântico norte. Tais fatores aumentam a quantidade de água doce e produzem um resfriamento geral aumentando a diferença na quantidade de sal entre o Equador e a Noruega fazendo o corrente parar.

Se acontecer tal fato, as costas européias seriam as primeiras vítimas do aquecimento global, pois, ele faz com que a maior parte dos icebergs derreta e isso resfriaria todo o noroeste da Europa.


Por Gabriela Cabral
Equipe Brasil Escola
Ou seja, todo o noroeste da Europa ficaria constipado ( resfriado ) :lol::lol::lol::lol: Este dialecto brazuca é de facto surreal :lol::lol:
 

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Eu sei o que é a Corrente do Golfo lol.. mas uns tempos atrás falavam que o Porto iria ficar com o clima de Rabat agora já é de Nova Iorque, decidam-se :lol:
 
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