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Mameluco sangue azul
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São Paulo - A final da etapa brasileira da categoria principal da Imagine Cup, a copa do mundo da computação, só acontece nesta quarta-feira, mas Pernambuco já garantiu uma vaga na final mundial, em Paris. Formada pelos estudantes do Centro de Informática da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) Carlos Eduardo Rodrigues e Renato Ferreira e pelos irmãos Roberto e Eduardo Sonnino (USP e Unicamp, respectivamente), a equipe Ecológix vai concorrer na categoria Interoperabilidade, uma divisão da categoria principal, Projeto de Software.

O trabalho que já tem vaga garantida em Paris é o mesmo que a equipe apresentou nesta terça-feira, durante a apresentação dos oito finalistas de Projeto de Software: o Ecologger. O anúncio da vitória dos pernambucanos, que vão concorrer com mais dois projetos, só foi divulgada ao final das apresentações de todos os concorrentes na categoria principal, para não influenciar os jurados. Neste ano, a Imagine Cup tem como tema “Imagine um mundo onde a tecnologia permite um meio ambiente sustentável”.

O Ecologger é uma mistura de rede social com ativismo ambiental, propondo uma série de soluções para integrar ações que beneficiem o meio ambiente. Um dos serviços é que uma pessoa pode tirar a foto de algum dano ambiental e enviar para o Ecologger. A foto fica disponível num mapa do local para que os outros usuários vejam, comentem e busquem juntos uma solução para o problema.

Além disso, a rede social do Ecologger dispõe de ferramentas para que idéias que deram certo possam ser acessadas e contribuam para minimizar problemas semelhantes em locais diferentes. “O projeto em si levou cerca de dois meses para ficar pronto, mas levamos o dobro deste tempo pensando em qual seria a idéia que iriámos desenvolver”, conta o mestrando do CIn Renato Ferreira, que participa pela quarta vez da Imagine Cup.

A diferença do Ecologger apresentada para a categoria projeto de Software e Interoperabilidade, é o uso dos componentes. Na segunda categoria, os estudantes devem montar os programas misturando componentes da Microsoft com o de outras empresas. “Para concorrer nesta categoria colocamos o Google Maps e outros aplicativos de RSS e XML. Ficou mais ou menos 50% de produtos da Microsoft”, detalha Renato.

Para Roberto Sonnino, a ida garantida para a final mundial não deixou a equipe mais tranqüila. “Nós garantimos o plano B, agora vamos tentar garantir o plano A”, diz. Roberto e o irmão, Eduardo, são veteranos na competição e já ganharam a competição mundial duas vezes: em 2006, na categoria projeto de interface, e no ano passado, na categoria projetos embarcados, que também contou com integrantes pernambucanos.

Outras duas equipes pernambucanas, a Try It (com um projeto de controle de desperdício de água) e a Oysterix (com o projeto GreenNet, que une rede social com banco de dados) também estão na disputa pela vaga brasileira em Projeto de Software. Além da equipe pernambucana, grupos de São Paulo e Rio de Janeiro já garantiram vaga nas categorias de games, interface e sistemas embarcados da Imagine Cup. Os vencedores de todas as categorias serão conhecidos entre os dias três e oito de julho, na final que acontece na França.

Por Maria Carolina Santos, da Redação do PERNAMBUCO.COM
 
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