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Decisão da juíza federal Elizabeth Leão, de São Paulo, anulou a venda de terreno no Lago Norte de Brasília e literalmente implodiu os planos do empresário Carlos Jereissati e do vice-governador do Distrito Federal Paulo Octávio (DEM) de construir um centro comercial no local, que se chamaria Shopping Iguatemi.

A juíza anulou o negócio porque parte do terreno pertencia, originalmente, ao empresário e ex-senador Luiz Estevão, que teve seus bens bloqueados através de ação para ressarcir prejuízos da União com a construção superfaturada do Tribunal Regional do Trabalho de São Paulo. Além disso, a juíza também extinguiu uma empresa, com capital registrado de apenas R$ 3,49, que pretendia movimentar milhões de reais no mercado imobiliário do DF.

A juíza acatou uma denúncia do Ministério Público sobre fraude na transação imobiliária do terreno, através de complicada sucessão de mudanças societárias na empresa então dona do terreno, supostamente para burlar o bloqueio judicial de bens de Estevão e do deputado cassado Sérgio Naya.

Além de criar um obstáculo judicial para o empreendimento, a decisão da juíza afasta investidores que poderiam comprar espaços no novo shopping.

O terreno pertencia à empresa LPS, uma associação entre Luiz Estevão, Paulo Octávio e Naya. Cada um possuía cerca de um terço da área, que antes pertenceu ao GDF e está localizada em bairro nobre, de grande valor imobiliário.

A parte de Naya no terreno estava sujeita a bloqueio para ressarcir vítimas do desmoronamento do edifício Palace II, no Rio de Janeiro, ocorrido em 1998.
Antes de associar-se a Jereissati, a empresa de Paulo Octávio comprou as partes de Luiz Estevão e de Naya por cerca de R$ 25 milhões.

Uma festa realizada em um hotel de Brasília, em 27 de março passado, foi o marco de lançamento comercial do Shopping Iguatemi da cidade.

A partir daí, as obras foram iniciadas a todo o vapor. Imediatamente, trabalhadores e máquinas passaram a operar no local.

Festa em hotel de Brasília, em março de 2008, foi lançamento de shopping

Alegações

Apesar da gravidade das denúncias, os donos do shopping recorreram ao Tribunal Regional Federal contra a decisão da juíza. Eles alegam que foram prejudicados em um negócio feito de boa-fé, sem restrições legais e que, portanto, não podem ser responsabilizados por eventual ilícito praticado por uma empresa do ex-senador Luiz Estevão.

Eles também se comprometem a restituir aos cofres públicos o que foi pago ao ex-senador na ocasião da venda, mais correções (no valor total de R$ 18,5 milhões) se, ao final do processo, for decidido que Estevão não poderia ter vendido a sua cota no terreno.

Fonte: http://www.dfnoticias.com.br/conteudo_manchete.asp
 

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^^ Nota esse jornaleco é Anti Arruda e Anti PO, pois é ligado ao Roriz.
 

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Ubique patria memor
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Eu queria muito o Iguatemi, mas que debaixo desses panos tem uma sujeirada imunda sem tamanho, ah isso tem. Pra falar sério, eu prefiro que o Iguatemi nao seja construido a deixar essa corja bandida fazer o que lhes der na telha.
 

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^^ Mas não tem jeito, pelo jeito a Iguatemi, paga do próprio bolso os 36 milhões remanescentes do Sergio Naya e Luis Estevão. Mas aí, quem vai dançar é o PO, pois dessa forma, a Iguatemi passaria ter praticamente todo shopping, ficando o PO apenas com 10%.
 

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Que bafafá, hein moçada!? Eu também acho que se preciso for, o Grupo Iguatemi arca com a construção sozinho! Ele não quer perder por nada nessa vida os consumidores afoitos de BSB!!!!!!! ;)
 
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