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Só tenho desapontamento pois o novo Governo era o único que poderia fazer algo contra esse descaso de sempre da UFRJ.

Derrubar aos diretores da universidade não dá, mas poderia:
- Reconhecer a culpa neles como posição oficial do GF.
- Cobrar investigações de improbidade e criminal contra os diretores.
- Intervir na universidade por meio da progressiva retirada do Museu da responsabilidade da UFRJ, começando pelas obras de restauração e terminando no corpo tecnico (os funça da UF seriam afastados do Museu) apos a recuperação do que sobrou.

Porque se depender da "comunidade academica" brasileira, todos estão macumunados com esse sistema onde Museu vai a ruína para não atrapalhar salário de grevistas.

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Brasil-Belindia é aqui
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Ao que me parece o Ministério da Educação fez a parte dele .. repassou 11 milhoes de reais para as obras.

Agora todo o processo está sendo gerido pelo diretor do museu e pela universidade responsável por ele.
Se as coisas não estao sendo feitas ao contento seria o caso de se cobrar deles...

Mas vai se fazer o que se mesmo depois de demonstrado o total descaso com que a universidade tratou o museu até o incendio, toda a reitoria e diretoria do museu estao lá firmes e fortes no cargo? E a comunidade academica sequer se deu ao trabalho de exigir que esses fossem afastados.

Em toda essa lambrança.. provavelmente o Ministro da Educação que assumiu a 2 meses é o menor dos responsáveis.
Passar pano não resolve o problema.

Se o ministro da educação tem tempo para polemizar, tem tempo para fiscalizar e cobrar a UFRJ. Se não está fazendo isso, é sinal de que: não se importa nem um pouco com o museu ou está satisfeitíssimo com a gestão do PSOL sobre a UFRJ.

A população elegeu um governo novo para agir diferente. Se for para agir com omissão igual aos anteriores (e usara desculpa da herança maldita ou de ter iniciado recentemente a gestão), é melhor renunciar.
 

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Passar pano não resolve o problema.

Se o ministro da educação tem tempo para polemizar, tem tempo para fiscalizar e cobrar a UFRJ. Se não está fazendo isso, é sinal de que: não se importa nem um pouco com o museu ou está satisfeitíssimo com a gestão do PSOL sobre a UFRJ.

A população elegeu um governo novo para agir diferente. Se for para agir com omissão igual aos anteriores (e usara desculpa da herança maldita ou de ter iniciado recentemente a gestão), é melhor renunciar.
Meu caro,

Quantos segundos o ministro gastou para dar cada uma das polêmicas declarações?

Independente do conteúdo de cada uma delas, são simplesmente frases pescadas em meio a entrevistas ou discursos.

De nenhuma maneira representam um longo tempo dedicado a "pesquisar frases do Cazuza" em detrimento dos trabalhos do Ministério.

O ministro pode eventualmente estar fazendo um péssimo trabalho, mas isso não se comprova por meio de matérias da imprensa que, justamente, dedica páginas e páginas, horas e horas, a espremer até o caroço essas frases polêmicas, sem ceder um décimo do espaço ao acompanhamento dos trabalhos relevantes da pasta.

Vá atrás do trabalho real sendo desenvolvido no Ministério e argumente usando essa informação. Vamos qualificar um pouco o debate, essa pobreza argumentativa parece coisa de Twitter.
 

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Brasil-Belindia é aqui
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...Vá atrás do trabalho real sendo desenvolvido no Ministério e argumente usando essa informação. Vamos qualificar um pouco o debate, essa pobreza argumentativa parece coisa de Twitter.
Passar o pano para atuação do ministro não resolve o problema.

Até agora o MEC tem preocupação zero com o Museu Nacional.
 

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Jeito de Mato
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Obras no Museu Nacional começam em abril

Na primeira fase, serão restaurados os ornatos e as estátuas das musas

As obras de restauração e reabilitação do conjunto paisagístico do Paço de São Cristóvão, onde, antes do incêndio em setembro de 2018, estava instalada a sede do Museu Nacional, vão começar em abril. Na primeira etapa será feita a recuperação dos ornatos, nas salas nobres do prédio histórico, antiga residência da família imperial. Ainda nessa etapa, serão restauradas as estátuas das musas, que ficam no alto do prédio.

A historiadora do Museu Nacional, Regina Dantas, disse à Agência Brasil que algumas delas já eram vistas desde a época de dom João VI, que pretendia imitar a construção do Palácio da Ajuda, em Portugal, com musas nos torreões. Depois o Paço recebeu mais algumas com dom Pedro I. Entretanto, foi com dom Pedro II, ao espalhar mais musas de ponta a ponta no alto do Paço, que a construção ficou com a configuração de hoje. (...)

Jardim das Princesas

Além disso, será feita a proteção dos elementos do Jardim das Princesas, como fontes de gnaisse e guirlandas em alto-relevo, bancos e tronos, mosaicos de conchas e fragmentos de louças. Era naquele lugar, ao lado do Paço, que crianças da corte imperial costumavam brincar e até estudar. O valor histórico do espaço é contado também pelas visitas de importantes pesquisadores, como Einstein, que chegou a plantar uma muda de pau-brasil no local. “Era um espaço privativo da família. Esse jardinzinho era da família, porque o jardim mesmo da família era a Quinta da Boa Vista inteira, que ia além do [estádio] Maracanã atual. Era muito grande”, destacou. (...)

Paço

A recuperação do prédio do Paço de São Cristóvão será a etapa seguinte. O diretor do Museu Nacional, Alexander Kellner, disse que houve atraso no projeto, mas estimou que as obras comecem até o fim do primeiro semestre. “Se a gente conseguir o dinheiro. Se houver verba. [Essa é] uma coisa que a gente está preocupado”, afirmou Kellner.

Laboratórios

Outra frente de obras do museu é para a construção de seis pavilhões, onde vão funcionar laboratórios, em um terreno de 44 mil m², vizinho à Quinta da Boa Vista, que abriga o museu. O terreno foi cedido pelo governo federal à Universidade Federal do Rio de Janeiro, que conseguiu, com o apoio da bancada do estado no Congresso, a aprovação de uma emenda de R$ 55 milhões para garantir recursos necessários à infraestrutura da área, obras que já começaram. A previsão é de que, nos próximos meses, a administração do museu possa se mudar para as novas instalações. “Os laboratórios ainda não estarão concluídos, mas estamos atuando para que haja o processo licitatório e tudo aconteça. Tem um rito que é demorado, dentro desse contexto a gente espera, ainda este ano, estar lá”.

No local vão funcionar todos os laboratórios do museu e os espaços destinados às novas coleções de acervo. “São seis pavilhões, com mais de 20 laboratórios. O material de resgate que está sendo trabalhado em um anexo ao prédio do museu vai ser levado para lá. O Museu Nacional são três pontos: o ensino, a pesquisa e a extensão vinculada a ele. Vamos poder voltar a fazer pesquisa de forma condizente assim que tivermos esses laboratórios”, informou. (...)



Fernando Frazão/Agência Brasil


Ornatos da sala nobre do prédio do Museu Nacional - Tânia Rêgo/Arquivo Agência Brasil


Salão interno do prédio da sede do Museu Nacional, na Quinta da Boa Vista - Tânia Rêgo/Arquivo Agência Brasil
 

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[teorias conspiratórias on] Interessante que quando o país passa por um burburinho político, com o crescimento do número de apoiadores da volta da monarquia (delirantes, eu sei), o museu que representa a memória dessa forma de governo é destruído num incêndio...[teorias conspiratórias off]
 
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