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Gyn Tônica
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Economia (12/06/2008)

Indústria cresce 16% de janeiro a abril



Cenário – Gerente administrativo Falberth Santos diz que o índice de vendas no período está 36% maior frente a 2007

Juliana dos Anjos, Da Editoria de Economia


A indústria goiana cresceu quase 16% nos primeiros quatro meses de 2008, em comparação ao mesmo período de 2007. Foi o que mostrou o resultado da pesquisa Indicadores Industriais, do mês de abril, realizada pela Federação das Indústrias de Goiás (Fieg). Dentre os setores que puxaram o avanço, destacam-se as áreas de produtos metálicos, com elevação de 98,86%, e de extração mineral, com aumento de 46,73%. Aquecimento da demanda de produção interna e da empregabilidade industrial nos quatro primeiros meses do ano foram determinantes para o crescimento do setor, de acordo com a pesquisa.

As vendas industriais vêm apresentando trajetória regular com índices positivos, segundo o levantamento. Neste ano, houve crescimento de 10,26% em relação a 2007. De março a abril de 2008, esse avanço foi de 2,41%. A facilidade ao crédito é apontada como motivo de elevação das vendas. "A pessoa que está trabalhando passa a ser consumidor, conta com o crediário facilitado, tudo isso influencia na produção industrial", diz o economista da Fieg, Cláudio Henrique de Oliveira.

Expectativa

Em uma indústria de produtos metálicos goiana, o índice de vendas no período está cerca de 36% maior em relação à mesma época de 2007, segundo o gerente administrativo Falberth Santos. A expectativa era que para o acumulado desse ano, a taxa de vendas fosse fechada em até 50%. "Mas tudo indica que vamos bater nossa meta", afirma. Em fevereiro as vendas superaram em 81% as realizadas em 2007. Falberth acredita que a oferta de crédito e os incentivos do governo para o crédito mobiliário foram os principais motivos do crescimento. "Contratamos mais, fizemos aquisição de mais produtos", observa.

Falberth acredita que esse avanço não está consolidado. Após fevereiro, diz, as taxas de venda caíram para 53%, 21% e 16% em março, abril e maio. "Não podemos fantasiar demais. Vejo esse crescimento com um pouco de cuidado."

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