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Inpa é finalista do prêmio Finep de Inovação 2010

2010-11-08

O Instituto é um dos três finalistas da categoria Instituição Científica e Tecnológica, sendo selecionado entre 82 inscritos na etapa regional do prêmio da Financiadora de Estudos e Projetos (Finep)


O Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa/MCT) está entre os três finalistas da região Norte do prêmio Finep de inovação 2010, na categoria instituição científica e tecnológica, com a pesquisa que estuda o “Processo de obtenção de Zerumbona dos rizomas de gengibre amargo (Zingiber zerumbet) como fonte de matéria prima para biofármacos e biocosméticos de potencial econômico”, desenvolvida pelo pesquisador Carlos Cleomir de Souza Pinheiro, que está à frente da Coordenação de Pesquisas em Produtos Naturais (CPPN) do Instituto.

O resultado e entrega de troféus acontecem amanhã (9) de novembro, às 19h, no auditório Gilberto Mendes de Azevedo, Av. Joaquim Nabuco, 1919 – Edifício Raimar Aguiar, no centro de Manaus-AM. Os primeiros colocados regionais irão concorrer à etapa nacional, com a premiação no dia 29 de novembro em Brasília (DF).

Os vencedores da etapa regional receberão recursos do programa de subvenção econômica, que variam de R$ 120 mil a R$ 2 milhões, dependendo da categoria premiada e a premiação deve ser usada no desenvolvimento de projetos nas áreas de ciência e tecnologia. Vale ressaltar que o Estado do Amazonas lidera a disputa, com 11 concorrentes, dos 82 inscritos na edição regional.

Neste ano, o prêmio recebeu 885 inscrições vindas de todas as regiões do país: Norte, 82; Nordeste, 159; Centro-Oeste, 113; Sudeste, 307; e Sul, 224. Os participantes foram distribuídos nas seguintes categorias: Instituição de Ciência e Tecnologia, Micro e Pequena Empresa, Média Empresa, Grande Empresa, Tecnologia Social e Inventor Inovador (apenas para candidatos com patente depositada no INPI – Instituto Nacional de Propriedade Industrial e efetiva comercialização de suas criações nos últimos três anos) e Gestão da Inovação.

Nos últimos nove anos, a Finep investiu cerca de R$ 484 milhões na região Norte. Foram apoiados aproximadamente 350 projetos, sendo quase a metade no estado do Amazonas, entre financiamentos não reembolsáveis (que não precisam ser devolvidos), incluindo a Subvenção Econômica, e operações de crédito, com juros subsidiados.

As maiores contribuições foram destinadas para pesquisas desenvolvidas por fundações, instituições de ciência e tecnologia e universidades, contemplando mais de 90% dos recursos. Os estados que estão na disputa pela etapa nacional são Amazonas, Ceará, Paraíba, Bahia, Goiás, Mato Grosso, Distrito Federal, São Paulo, Rio de Janeiro, Santa Catarina e Paraná.

Sobre a pesquisa


O composto Zerumbona, substância extraída dos rizomas do gengibre amargo (Zingiber Zerumbet) pode ser uma arma poderosa na cura do câncer, segundo afirma o pesquisador Carlos Cleomir, que há 22 anos estuda plantas com propriedades medicinais na região. Ele conseguiu obter um grau de 97,95% de pureza da Zerumbona, capaz de inibir ou bloquear células cancerosas, impedindo a proliferação do tumor maligno e conseqüentemente a invasão da doença.

Para chegar a conclusão dos efeitos benéficos do gengibre amargo sobre vários tipos de câncer, entre eles os de sangue, cólon, pele e fígado. Pesquisadores do Inpa estudaram durante dez anos até aperfeiçoar o grau de pureza da substância. Esses dados colocam o Instituto à frente em relação a outras pesquisas realizadas da Europa e na Ásia, pois segundo Cleomir, o máximo que se tem alcançado em outras pesquisas foi 37%, ou seja, um quantitativo baixo para possível produção industrial.

De acordo com Cleomir, o processo de industrialização do produto vai colaborar para os avanços na área da saúde. “Esse remédio será de grande importância para a sociedade, pois além de ser um forte aliado ao tratamento do câncer, ele também pode ser usado para auxiliar no tratamento da leucemia e até a Aids”, enfatizou.

Sobre o Pesquisador


Carlos Cleomir tem 55 anos, é o coordenador de Pesquisas em Produtos Naturais (CPPN) do Inpa. Formado em biólogo, fez mestrado em biotecnologia pela Universidade do Estado do Amazonas (UEA) e doutorado em biotecnologia pela Universidade Federal do Estado do Amazonas (Ufam).

Sobre o reconhecimento do trabalho desenvolvido, o pesquisador falou sobre a contribuição de pesquisas e instituições para a população. “Eu digo para as pessoas agradecerem a ciência, a instituição e ao poder público, que nos dá nesse caso, a oportunidade de mostrar o quanto a pesquisa pode fazer pela sociedade”, disse.

http://www.inpa.gov.br/noticias/noticia_sgno2.php?codigo=1774
 

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O Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (INPA) é referência em Pós-Graduação. Pesquisadores de todo o Brasil e também do exterior mudam-se para Manaus para serem alunos do INPA.
 

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O Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (INPA) é referência em Pós-Graduação. Pesquisadores de todo o Brasil e também do exterior mudam-se para Manaus para serem alunos do INPA.
^^
É verdade, já conheci vários jovens pesquisadores do sul/sudeste morando em MAO falando muito bem do INPA.
 

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INPA - Referência nacional em pesquisas na Amazônia e no coração da Amazônia
 

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Com Circuito da Ciência, Inpa têm visitação recorde

Os visitantes que compareceram nesta amanhã, puderam conhecer a Casa da Ciência, a Ilha da Tanimbuca, o viveiro dos jacarés e as Estações do Conhecimento sobre a Biologia dos mamíferos aquáticos.



[ i ] Milhares de pessoas participaram das atividades no Inpa na manhã deste sábado.

Com uma visitação recorde de aproximadamente de 2 mil pessoas, o Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa/MCT) realizou a nona edição do Projeto Circuito da Ciência. Além da presença de 250 estudantes de escolas municipais, estiveram presentes congressistas da Brasil Sokka Gakkai Internacional (BSGI), uma Organização não Governamental filiada a Organização das Nações Unidas (ONU).

A ONG está reunida em Manaus comemorando 50 anos no Brasil e 80 anos Internacional com aproximadamente 2.500 membros reunidos. De acordo com a vice-responsável do Grupo Cerejeira do Rio Grande do Sul, pertencente à ONG, Liana Kakuta, o Bosque da Ciência é um espaço para conhecermos um pouco da Amazônia. “Estamos participando de uma convenção de aniversário da ONG em Manaus e estamos fazendo esse passeio. Achamos interessante o trabalho que o Inpa realiza de preservação e gostei bastante do projeto é uma maneira para quem não conhece a Amazônia ter um espaço que possa ter uma visão geral do que seria”, afirma Kakuta.

Aos visitantes que compareceram nesta amanhã, puderam conhecer a Casa da Ciência, a Ilha da Tanimbuca, o viveiro dos jacarés e as Estações do Conhecimento sobre a Biologia dos mamíferos aquáticos que habitam no Parque Aquático Robin C. Best do Inpa. As estações são ministradas pelos Amigos do Peixe-boi e pesquisadores do Laboratório de Mamíferos Aquáticos (LMA) do Instituto.

Além de outras atividades, como as oficinas de Invertebrados Vivos; de “Peso ideal e Alimentação Saudável”; oficina “Uso da Internet com Segurança”; sobre Malária, Dengue e Leishmaniose. Exposições também foram mostradas ao público como exposições de Resíduos Sólidos da Secretária Municipal de Meio Ambiente e Sustentabilidade (Semmas); “Uma viagem através dos Sentidos” do Serviço Social do Comércio (Sesc) Ciência.

A pesquisadora da Coordenação de Pesquisa em Ecologia (CPEC) Elisiana Pereira de Oliveira é uma das instrutoras da oficina de Invertebrados Vivos. Ela destaca que o conhecimento sobre determinadas espécies é importante para mantê-las vivas. “Trago animais vivo para o Circuito da Ciência, principalmente, os aracnídeos que são os animais mais temidos pelas pessoas e nós queremos mostrar que esses animais não são nocivos se você souber como manipular. E o interesse maior é que as pessoas apreendam a manipular e não matar”, explica a pesquisadora.

Estações do Conhecimento Ampa

A Associação Amigos do Peixe-boi (Ampa), sob o patrocínio da Petrobras, apresentou as estações do conhecimento sobre os mamíferos aquáticos, aos alunos da Escola Municipal Padre Puga como parte das atividades que foram desenvolvidas durante esta edição do Circuito da Ciência.

O objetivo das estações do conhecimento da Ampa é integrar os estudantes à realidade dos mamíferos aquáticos da Amazônia, levando educação ambiental e conhecimento sobre diversos aspectos desses animais. Nas estações, os alunos tiveram a oportunidade de conhecer a osteologia e alimentação do peixe-boi(Trichechus inunguis), como as ariranhas (Pteronura brasiliensis) interagem na natureza e saber um pouco mais sobre o trabalho de reintrodução de peixe-boi através da estação da telemetria.

Projeto

O Circuito da Ciência é realizado pela Coordenação de Extensão (COXT) do Inpa, por meio do patrocínio da Petrobras e Moto Honda da Amazônia. O evento também recebe o apoio da Associação Amigos do Peixe-boi (Ampa), do Serviço Nacional da Indústria (Sesi), Sesc, Semmas, Secretária Municipal de Educação (Semed), Museu da Amazônia (Musa), Centro Universitário do Norte (Uninorte), Faculdade Metropolitana de Manaus (Fametro), Brothers e Magistral.

De acordo com o gerente de gestão ambiental da Honda, Josué Campos, o projeto consegue através de varias atividades popularizar a ciência. “É um projeto que visa popular a ciência e os conhecimentos com várias abrangências na parte ambiental, saúde, ciência, tecnologia e gestão ambiental com o objetivo de agregar valores nos conhecimentos e educação”, afirma Campos.
 

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Ontem passei em frente a um restaurante na Av.Desembargador João Machado e havia dezenas de pessoas aguardando a entrada no recinto, orientais na maioria. Está explicado, eram congressistas da Sokka Gakkai.
 
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