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Luis M P A N Pereira
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Discussion Starter · #1 ·
Porque já não estamos a falar de uma anexação ou sanções, mas sim de uma guerra aberta e não declarada, abro este thread.
Espero que a moderação esteja de acordo.

Rússia começou a invasão da Ucrânia.

ruzzian artillery and tanks invading Ukraine right now.
#Russia invades Ukraine, firing artillery on #Ukraine forces

The #UN security Council to hold a meeting on the situation in #Ukraine in 3 hours #russiainvadesukraine
 
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Situação na fronteira da Ucrânia dificulta conversa entre Poroshenko e Putin

Presidentes da Ucrânia e Rússia reúnem à margem de cimeira de União Alfandegária em Minsk, para discutir a guerra separatista. "A conversa é difícil, as posições de ambos os lados são difíceis de conciliar.



O controlo das fronteiras era um de vários pontos de fricção e discussão entre os presidentes Petro Poroshenko, da Ucrânia, e Vladimir Putin, da Rússia, que aproveitaram os trabalhos de uma cimeira alfandegária euroasiática, em Minsk, para se sentaram à mesa das negociações e falar da instabilidade regional resultante da campanha separatista que dura há mais de quatro meses.

“É uma conversa difícil. As posições de ambos os lados são muito diferentes e muito difíceis de conciliar”, admitia o Presidente da Bielorrúsia, Alexander Lukashenko, anfitrião do encontro. A dificuldade foi acrescida pelos últimos desenvolvimentos na região da fronteira: a captura de dez soldados russos que participavam numa “missão especial” em território ucraniano, na região de Donetsk; e a alegada movimentação de uma coluna de tanques e blindados russos em direcção à cidade portuária de Mariupol, no Sul do país. “Mas o facto de haver conversa já é um sucesso. Todos concordam que é preciso desanuviar a tensão”, considerou Lukashenko.

Nas suas primeiras declarações à chegada a Minsk, Vladimir Putin ignorou as referências à situação no terreno – que aparentemente dão maior credibilidade às acusações de Kiev do envolvimento de Moscovo na instabilidade no Leste do país –, e falou apenas nos “riscos” que o arrastamento do conflito acarreta para a Ucrânia. Na sua opinião, a situação “não pode ser resolvida através da escalada do cenário militar, sem ter em conta os interesses vitais das regiões do Sudeste do país e sem um diálogo pacífico com os seus representantes”.

Segundo comentadores, Putin terá sido propositadamente ambíguo, para que as suas palavras tanto fossem interpretadas como um sinal de que Moscovo estará disposto a reduzir o seu apoio militar aos separatistas e, simultaneamente, como um aviso para Kiev de que a sua “operação anti-terrorista” está condenada ao fracasso.

Não foi a primeira vez que o Presidente russo apelou a um “diálogo nacional” no país vizinho, com vista ao reforço de poderes e “autoridade” das regiões. A resposta de Petro Poroshenko não tardou: esse passo, que chegou a ser ensaiado em Junho, quando o Governo declarou uma trégua para negociar com os separatistas, não voltará a ser dado enquanto os rebeldes não pousarem as armas. “A primeira condição para a estabilização da situação é o restabelecimento do controlo efectivo sobre a fronteira. O que é vital é por um termo à distribuição de armas e equipamentos aos combatentes rebeldes”, insistiu o líder ucraniano.


Federação fora de questão
Poroshenko não está disposto a discutir a federalização do país, nem sequer uma maior autonomia regional que possa inverter o actual rumo de aproximação à Europa, e nomeadamente a assinatura de um acordo de associação comercial com a União Europeia, prevista para Setembro. Mas, sublinhou, estava preparado para “iniciar o processo que permita alcançar um compromisso político”.

Os dois trocaram cumprimentos no arranque da cimeira da União Alfandegária Euroasiática, em que participam a Bielorrússia, Cazaquistão, Rússia, Ucrânia e representantes da União Europeia. A reunião bilateral decorreu já ao fim do dia, depois de seis horas de negociações multilaterais, e durou menos de uma hora. No final, não houve declarações.

Ainda antes da conversa a sós, Putin demonstrou que a sua posição de força, ao alertar a Ucrânia para uma inevitável “retaliação económica” se esta se decidir pelo aprofundamento da ligação comercial à União Europeia. “Essa é uma situação que a Rússia não vai tolerar e que, a acontecer, implicará uma série de medidas retaliatórias para a protecção do nosso mercado”, frisou.

A crise política na Ucrânia começou no final de 2013, quando Putin forçou o então presidente Viktor Ianukovich a trocar a aliança europeia por um novo acordo com a Rússia, que procura formar uma união alfandegária com as antigas repúblicas soviéticas. A revolta popular provocou a queda do Governo pró-russo e, pouco depois, a anexação da Crimeia pela Federação Russa.

Soldados russos "por engano"

O Exército ucraniano divulgou as imagens dos dez soldados russos, capturados ao lado de combatentes rebeldes, na página oficial da “operação anti-terrorismo” aberta no Facebook. O Kremlin, que repetidamente nega qualquer participação no conflito, reconheceu desta vez que os homens nas imagens eram paraquedistas russos. Contudo, um porta-voz da Defesa, citado pelas agências Itar-Tass e Ria-Novosti, desvalorizou o incidente e disse que os soldados, que participavam em manobras de treino militar numa zona próxima da fronteira, terão cruzado para o território vizinho “inadvertidamente” e “por engano”.
http://www.publico.pt/mundo/noticia...tre-petro-poroshenko-e-vladimir-putin-1667710
 

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Luis M P A N Pereira
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Discussion Starter · #3 ·
Soldados russos "por engano"

O Exército ucraniano divulgou as imagens dos dez soldados russos, capturados ao lado de combatentes rebeldes, na página oficial da “operação anti-terrorismo” aberta no Facebook. O Kremlin, que repetidamente nega qualquer participação no conflito, reconheceu desta vez que os homens nas imagens eram paraquedistas russos. Contudo, um porta-voz da Defesa, citado pelas agências Itar-Tass e Ria-Novosti, desvalorizou o incidente e disse que os soldados, que participavam em manobras de treino militar numa zona próxima da fronteira, terão cruzado para o território vizinho “inadvertidamente” e “por engano”.
:lol::lol::lol:
 

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^^ Podiam procurar uma desculpa menos descarada, tipo estarem a distribuir "ajuda humanitária" às escondidas porque assim tem mais valor aos olhos do Senhor...

É que esta de estarem perdidos não abona muito em favor do GPS russo, o GLONASS... Assim ainda acabam por perder contratos com outros regimes das "mais amplas liberdades" como a Venezuela, Cuba, Síria, Irão, etc...
 

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Luis M P A N Pereira
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Discussion Starter · #5 ·
^^
Pois!
Ou esses russos não têm vergonha na cara ou pensam que nós somos uma cambada de burros.

Soldados russos combatem em território ucraniano

Foto: Reuters/Arquivo
O Conselho de Segurança da ONU reúne-se de emergência esta quinta-feira, na sequência das denúncias que referem o envio de centenas de militares russos que se encontram a apoiar os separatistas ucranianos no leste da Ucrânia.
O Conselho de Segurança da ONU vai reunir-se de emergência na sequência das denúncias que referem o envio de centenas de militares russos que se encontram a apoiar os separatistas ucranianos no leste da Ucrânia.

A reunião foi pedida pela Lituânia e deve realizar-se às 16:00 TMG (17:00 de Lisboa) na sede das Nações Unidas em Nova Iorque.

Mais de um milhar de soldados russos está a combater atualmente em território ucraniano, em particular na de Novoazovsk, ao lado das tropas separatistas».

O alerta foi dado por um alto responsável da NATO que classificou a situação de «muito inquietante». Citado pela agência France Presse, este responsável adianta que os soldados não apresentam qualquer identificação mas são facilmente identificáveis pela «sua conduta militar».

Devido à crescente presença de tropas russas em território ucraniano, o primeiro-ministro da Ucrânia, Arseni Yatseniuk pediu aos países ocidentais a convocação urgente do Conselho de Segurança das Nações Unidas devido à crescente presença de tropas russas em território ucraniano.

Artigo completo:
http://m.tsf.pt/m/newsArticle?contentId=4097646&related=no
 

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Luis M P A N Pereira
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Discussion Starter · #6 · (Edited)
E a coisa está cada vez mais descarada e pior.

Agora, do nada e com toda a força, foi aberta uma nova frente a sul em zona que estava há muito sob controlo dos ucranianos.

Não houve movimentos para a zona das forças rebeldes pois teriam de passar sobre o grosso das forças ucranianas.

Estes apareceram pelas costas vindos da Rússia,
Estão a tentar conquistar o porto de Mariupol

São russos porque os rebeldes que do lado ucraniano estão sitiados a norte, também foram reforçados através da pequena extensão de fronteira que lhes resta e estão a contra atacar em força.

Cai a máscara, invasão em curso!
:eek:hno:
 

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Luis M P A N Pereira
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Discussion Starter · #7 ·
^^
Aqui a notícia:
Comboio russo atravessa para Ucrânia, que denuncia invasão.

Guardas de fronteira ucranianos combatem dezenas de blindados que atravessaram a fronteira com a Rússia pela região do mar de Azov, informaram as autoridades ucranianas nesta segunda-feira.

"Um comboio de várias dezenas de tanques e veículos blindados cruzou a fronteira ucraniana perto da cidade industrial de Mariupol", afirmou o porta-voz das forças de segurança, Leonid Matiujin.

O combate ocorre próximo à cidade de Novoazovsk, a cerca de 10 km da fronteira russa.

Os guardas de fronteira detiveram o avanço dos russos cerca de 5 km a nordeste da cidade, que fica no Mar de Azov, segundo informações dos militares.

Até esta segunda, os combates entre os insurgentes e as forças ucranianas ocorriam em dois locais -próximo a Donetsk e próximo a Lugansk, os dois principais redutos separatistas.

Semen Semenchenko, comandante da milícia pró-governo de Azov, disse em sua página no Facebook que cerca de 50 veículos blindados cruzaram a fronteira da Rússia.

Cerca de 40 deles iam na direção de Mariupol, enquanto o restante se movia para Amvrosiyivka, mais ao norte, disse ele.

Os blindados eram acompanhados por fogo de artilharia disparado do outro lado da fronteira, disse Semenchenko.


Artigo completo:
http://www.otempo.com.br/capa/mundo...ombater-blindados-russos-em-mariupol-1.905088
 

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Luis M P A N Pereira
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Discussion Starter · #8 ·
E até os separatistas o confessam:
Ukraine crisis: 'Thousands of Russians' fighting in east

Pro-Russian rebels enter the strategically-vital port of Novoazovsk on Wednesday

A pro-Russian rebel leader in eastern Ukraine has said 3-4,000 Russian citizens are fighting in their ranks.



BBC News

Notícia completa:
http://www.bbc.com/news/world-europe-28963310
E agora Putin? Vais dizer que estão lá por engano?
 

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Luis M P A N Pereira
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Discussion Starter · #9 ·
UNITED NATIONS CHARTER

"Members shall refrain in their international relations from the threat or use of force against the territorial integrity or political independence of any state." *



* Except for Russia in…
… Moldova
… Georgia
… Ukraine

:nuts:
 

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in "Rádio Renascença"


NATO estuda força de intervenção rápida na Ucrânia


A Rússia está a ser acusada pela NATO de ter militares na Ucrânia. Moscovo desmente.


Sete países da NATO admitem criar uma força de intervenção rápida para responder à acção militar da Rússia na Ucrânia.


A notícia, que está a ser avançada esta sexta-feira pelo jornal “Financial Times”, indica que esta força poderá ser constituída por 10 mil soldados e liderada por tropas britânicas. O jornal indica, também, que a força de intervenção rápida contempla também forças navais e aéreas.


Entre os países envolvidos, estarão Dinamarca, Letónia, Estónia, Lituânia, Noruega e Holanda. O Canadá também admite participar.


O anúncio oficial da criação desta unidade militar da Aliança Atlântica deverá acontecer na próxima semana pelo primeiro-ministro britãnico, David Cameron, na cimeira da organização, que decorrerá no País de Gales.


A Rússia é acusada pela NATO de manter militares na Ucrânia, informação que Moscovo desmente.


O quadro de tensão entre Ucrânia e Rússima dura há vários meses, desde que o Presidente Yanukovich, um pró-russo, deixou o poder em Kiev. A situação agravou-se quando a região ucraniana da Crimeia votou em referendo a integração na Rússia.



P.S.: os pilotos da Força Áerea Portuguesa que agora vão patrulhar os céus dos países bálticos que "não se ponham finos", que a Rússia pode fazer um disparo acidental para aquelas bandas!!
 

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in "Diário Digital"


Putin adverte Durão: «Se quiser, conquisto Kiev em duas semanas»:lol::lol:





O presidente russo, Vladimir Putin, terá advertido o presidente da Comissão Europeia, Durão Barroso, que «se quiser, conquisto Kiev em duas semanas», noticia esta segunda-feira o jornal italiano La Repubblica.


A ameaça velada de Putin terá sido feita durante uma conversa telefónica com Durão Barroso, na qual o presidente russo terá indicado que Moscovo não tolerará novas sanções europeias.


A crise ucraniana deteriorou as relações da Rússia com a UE, tendo Bruxelas imposto sanções à Rússia e, em retaliação, o Kremlin decretou um embargo de importações agro-alimentares da Europa e EUA.



P.S.: adorava saber qual foi a resposta de Durão Barroso a esta afirmação!!!:lol::lol:
 

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Luis M P A N Pereira
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Mentiu sim, porque na verdade ele até conquista Kiev numa semana… ou menos.
 
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Luis M P A N Pereira
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És cego?
Há 9 posts acima foi posta essa notícia e se vem discutindo a dita.
:bash:
 
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