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R.I.P. Niki
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Investimento em Rondônia faz subir movimento no Aeroporto de Porto Velho
31/07/2009

O Aeroporto Internacional de Porto Velho registrou aumento de 20,5% no movimento de passageiros durante o primeiro semestre deste ano, em comparação com o mesmo período de 2008. Até o final de junho, cerca de 250 mil pessoas embarcaram e desembarcaram no terminal de passageiros.

Para o superintendente da Infraero, Daniel Sobrinho, o aumento no fluxo de passageiros acontece por causa do crescimento acelerado da economia na região, impulsionado pelas obras das duas hidrelétricas no Rio Madeira, Santo Antônio e Jirau.

“Os investimentos chegam à cifra de R$ 20 bilhões, praticamente a metade dos recursos do PAC para a região Norte do país”, explica. “Rondônia está se consolidando como um pólo de desenvolvimento”.

Carga Aérea
Outra demonstração de que a região se desenvolve em ritmo acelerado é o crescimento da demanda no cargas no Terminal de Logística de Cargas, cujas operações foram iniciadas pela Infraero há apenas três meses.

Nesse curto período foram movimentadas 1.132 toneladas de carga. A maioria dos produtos é destinada às indústrias instaladas no Estado.

Com o início das operações do terminal, em maio passado, Rondônia passou a fazer parte de uma rede de 34 Terminais de Logística de Cargas administrados pela Infraero em todo o Brasil.

Assessoria de Imprensa Infraero
[email protected]

Fonte: http://www.infraero.gov.br/template_noticia2.php?cod_noticia=3270
 

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Pow muito legal. Meu pai trouxe a varig-cruzeiro pra rondonia ele montou a primeira loja da varig no estado eu era crianca e lembro bem. Hj a varig pertence a gol e o aeroporto teve uma reforma meia boca, mas deu uma melhorada....fico feliz de saber todas as novas de rodonia!
 

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Adorei o destaque feito referente ao crescimento de RO e no movimento do aeroporto de Pvh!!

Cheguei a pensar que este crescimento percentual atraz apenas de Campinas, este ano, não seria lembrado ...

A capacidade foi para quanto ?
O aeroporto não foi reformado recentimente ;p (o terminal de passageiros não)

A atual capacidade dele eh de 920 mil passageiros por ano!!
 

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PORTO VELHO-
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esta numa média muito boa,aproximadamente 44 mil pas/mês,se continuar assim, o aerporto de porto velho com mais de 500 mil pas/ano. passsando inclusive de alguns aeroportos do nordeste, como por exemplo o de Teresina .
Em breve o "Teixeirão" precisará de ampliação ...
 

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R.I.P. Niki
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Discussion Starter · #11 ·
^^ Além de ter ultrapassado Teresina, ultrapassou também algumas cidades de peso do interior, como Londrina, Uberlândia e Ribeirão Preto.
Porto Velho mudou de categoria nos últimos anos. As mudanças visuais demoram um pouco mais pra acontecer, mas em breve isso vai ficar claro visualmente também.
 

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será q esse crescimento vai ser sustentado e sustentável?? pq as hidrelétricas contribuem e muito com essa expansão...mais será q PVH colherá estes frutos ou vai receberr muitos migrantes com baixa qualificação técnica,q ficarão desempregados no futuro,aumentarão o número de favelas,etc? como são os políticos daí? o governador parece safado..mas e o prefeito?...vai segurar essa bucha sozinho?
 

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será q esse crescimento vai ser sustentado e sustentável?? pq as hidrelétricas contribuem e muito com essa expansão...mais será q PVH colherá estes frutos ou vai receberr muitos migrantes com baixa qualificação técnica,q ficarão desempregados no futuro,aumentarão o número de favelas,etc? como são os políticos daí? o governador parece safado..mas e o prefeito?...vai segurar essa bucha sozinho?

A primeira onda de riqueza no Estado de Rondônia ocorreu no início da década de 60, em virtude da exploração das riquezas minerais (principalmente estanho).

A segunda onda de riqueza foi proporcionada pela exploração madereira.

A terceira onda de riqueza provavelmente começará a ocorrer após a conclusão das obras de construção das hidrelétricas, por intermédio de indústrias que se estabelecerão no Estado, em virtude da fartura de energia elétrica.
 

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R.I.P. Niki
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Discussion Starter · #14 · (Edited)
^^ Junto com a exploração madeireira veio também a agricultura e principalmente a pecuária, que hoje é a base da economia do estado. Mas de resto, é mais ou menos isso mesmo. :yes:

será q esse crescimento vai ser sustentado e sustentável?? pq as hidrelétricas contribuem e muito com essa expansão...mais será q PVH colherá estes frutos ou vai receberr muitos migrantes com baixa qualificação técnica,q ficarão desempregados no futuro,aumentarão o número de favelas,etc? como são os políticos daí? o governador parece safado..mas e o prefeito?...vai segurar essa bucha sozinho?
As usinas vieram intensificar um processo de desenvolvimento que já vinha ocorrendo antes do anúncio delas. Na verdade, elas acabaram encobrindo um processo que já vinha acontecendo desde o final dos anos 90. Mas eu não acho isso ruim, muita gente tá achando que o crescimento da cidade é efêmero, mas vai se surpreender daqui a alguns anos, quando as usinas estiverem prontas. O importante é que quem realmente precisa saber que esse desenvolvimento é sustentável, ou seja, quem realmente tem poder de investimento e faz o país girar, sabe que investir na cidade a médio e longo prazo é um bom negócio. Empresas como Votorantim, Ancar, Makro, Americanas, C&A, Renner, Marisa, McDonald's e uma infinidade de outras marcas hoje presentes em Porto Velho não costumam fazer investimentos a curto prazo e sabem que as usinas não são a "gasolina" que faz Porto Velho andar, mas sim a "5ª marcha" que faltava pra que ela atingisse velocidades maiores.

A mão-de-obra empregada nas usinas, segundo o consórcio Santo Antônio Energia, é mais de 80% local. E essa mão de obra está sendo qualificada na própria cidade. Quando as obras terminarem, teremos na cidade a mesma quantidade de mão de obra que tínhamos antes, mas com uma qualificação que nunca antes houve. Essa mão de obra poderá ser aproveitada em outras grandes obras que virão depois ou mesmo nas empresas que chegarão à cidade.

Em termos de infra-estrutura, a cidade vem ganhando muito. Até o final do ano, a cidade terá 100% da população atendida por rede de água tratada (até alguns anos atrás, eram menos de 30%) e já foram iniciadas as obras que levarão rede de esgoto tratado para mais de 80% da população (hoje são apenas 3%). Ou seja, só haverá ganhos para a cidade. O que em tese traria mais problemas, na verdade está trazendo as soluções para os problemas já existentes.

Daqui há alguns anos, Porto Velho terá:

- energia abundante;
- saneamento básico;
- mão de obra qualificada;
- aeroporto internacional (já tem);
- boa oferta de serviços;
- transporte aquático para a Europa, via Hidrovia do Madeira e Rio Amazonas (já tem);
- transporte aquático para os Andes, via Rio Madeira (trecho que será nevegável após a conclusão das usinas);
- transporte rodoviário para os portos do Mercosul (já tem), Andes e portos do Pacífico (via rodovia do Pacífico) e portos da Venezuela e Caribe (via BR-319), se tornando o CENTRO LOGÍSTICO (literalmente) da América do Sul;
- transporte ferroviário para os portos do Mercosul, via Ferronorte.

Isso sem mencionar a força do agronegócio do interior de Rondônia e a infinidade de matérias primas que temos próximas.

Com base nesses fatores, eu diria que esse crescimento não só é sustentável, como é INEVITÁVEL. Porque a integração sulamericana é inevitável. E ela passa necessariamente pelo centro do continente. :)
 

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R.I.P. Niki
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Discussion Starter · #16 ·
^^ Ops! :shifty: Ah... também! :lol:

Obrigado pela correção. :eek:kay:
 

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Where the red mushrooms?
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A matéria é meio grandinha, mas para quem quiser se informar um pouquinho de como o estado está lidando com as mudanças, segue abaixo:

Porto Velho, a capital cultural da Justiça Climática


Code:
O Grupo Editorial Ecoturismo, constituído de jornal, rádio, televisão, portal 
e revista, prepara para os próximos meses as maiores investidas no segmento
sustentável para o Brasil com a Eco Expedição Brasil de Justiça Climática e 
para Rondônia, nos dias 27 e 28 de outubro, o VII Seminário Internacional de 
Sustentabilidade e VIII Prêmio Ecoturismo & Justiça Climática.

Lastreado nas plataformas tecnológicas da modernidade, fazendo a maior 
rede de mídias digitais da história de Rondônia, com o sucesso angariado nas 
últimas edições do evento (que teve, entre outros patrocinadores, a 
Eletrobrás, Furnas, Odebrecht, Camargo Corrêa, BNDES e Petrobras), a 
coordenação do evento promete fazer um dos mais concorridos e discutidos 
eventos de 2009 para a Amazônia Brasileira.

[I][B]O evento, que será realizado em dois dias na tradicional Faculdade São 
Lucas, trará formatos mais atuantes com mini stands dos principais 
patrocinadores e discutirá temas sob a égide do Fórum Permanente de 
Sustentabilidade da Amazônia que, ao lado do Instituto Árvore da Vida, 
Afloram e Câmara Venezuelana Brasileira de Comércio e Indústria de 
Rondônia, discutirá as razões por que Rondônia não é somente um dos 
principais pólos de desenvolvimento e empregador de mão-de-obra do Brasil, 
mas, as razões por que este mesmo Estado, que no passado foi humilhado na 
mídia nacional, agora se orgulha de seu compromisso sério com as 
compensações ambientais, com a queda do desmatamento, chegando a zero, 
com o crédito de carbono e com ações mitigatórias dos gases de efeito 
estufa que aumentam o Aquecimento Global. Vale lembrar ainda que as obras 
impactantes de água e esgoto que vão tirar Porto Velho de umas cidades 
com menor tratamento de água e esgoto do Brasil, nas obras do PAC, 
mostrarão a revolução socioambiental e de saúde que se produzirá ao atingir 
essas metas.[/B][/I]

Rondônia terá a oportunidade de, nos dois dias do evento, exibir para o Brasil 
e para o Planeta, seus fortes compromissos pela sociedade civil organizada. 
Estudantes, professores, funcionários públicos, políticos e empresários 
exibirão uma musculatura sustentável que poderá influenciar nas tomadas de 
decisões dos emissários brasileiros que estarão discutindo os novos rumos do 
planeta na COP-15 em Copenhagen, Dinamarca, que acontece no mês de 
dezembro.

Sustentabilidade à Caminho da Paz e Justiça Climática rumo à Copenhagen. 
Sob esta bandeira, o VII Seminário Internacional de Sustentabilidade e VIII 
Prêmio Ecoturismo & Justiça Climática, já têm, entre convidados, palestrantes 
da Espanha, da Costa Rica e dos Barbados, que, ao lado dos conferencistas 
e debatedores brasileiros, farão de Porto Velho, a Capital da Sustentabilidade 
e da Justiça Climática em outubro de 2009, já que Rondônia não será apenas 
um imenso canteiro de obras físicas, mas de obras sustentáveis e ancoradas 
em conceitos de construções e cidades sustentáveis.

Entre outros temas, já estão confirmadas a pauta da construção da ponte 
sobre o Rio Mamoré, que resgatará o Tratado de Petrópolis e a força que 
dará para a região do Vale do Guaporé com as cidades de Guajará Mirim, 
Nova Mamoré e Costa Marques, esta última com o Forte Príncipe da Beira, 
candidato a um dos Patrimônios da Humanidade.

Conferencistas da envergadura do engenheiro Miguel de Souza do DNIT 
(Departamento Nacional de Infra-estrutura de Transportes), um dos 
formuladores das saídas para o Oceano Pacífico, que está em pleno 
andamento, confirma sua presença ao lado de diplomatas bolivianos para 
esta questão que terá entre os debatedores, o Senador Valdir Raupp de 
Mattos e a deputada federal Marinha Raupp Rocha de Mattos.

O tema controvertido da Flona do Bom Futuro já está pautado para 
discussão, tendo entre outros debatedores um dos principais formuladores 
deste tema que é o deputado federal Ernandes Amorim e lideranças regionais 
de Ariquemes (RO).

O aeroporto de Cacoal terá debatedores do porte do ex- deputado e atual 
Chefe da Casa Civil Nilton Capixaba, que poderá trazer o Governador Ivo 
Cassol e Senador Expedito Júnior, uma das lideranças do Estado para a 
questão.

A temática cultural envolvendo a legendária Estrada de Ferro Madeira 
Mamoré e o tributo e legado das populações que trabalharam nas 
construções, entre eles o povo barbadiano e seus descendentes que deverão 
receber homenagem do Governo de Barbados, estão também entre os temas 
colocados, com a possibilidade da conferência do Deputado Federal e 
Coordenador da Bancada de Rondônia, Deputado Eduardo Valverde do PT, 
comandar uma mesa de conferência cultural, ao lado das energias 
renováveis, uma de suas especialidades.

As perspectivas da ligação com o Oceano Pacífico e a Estrada Interoceânica, 
que se abrirá para os próximos dois anos, tem debatedores, bem como o eixo 
das principais rodovias que ligam os Braços da Cruz rondoniense. Neste 
ínterim, serão abordados fatos como os direitos indígenas nas rodovias que 
ligam Alvorada do Oeste a Costa Marques, em região de sérios conflitos com 
empreendedores e autoridades locais.

As usinas hidrelétricas, termoelétricas, as PCH's (Pequenas Centrais 
Hidrelétricas) e todo o manancial que gira em torno dos mananciais, estarão 
sendo discutidos com CERON, Eletrobrás e Eletronorte, já que as Usinas do 
Madeira e a Transmissão do Linhão estão sob a mira das autoridades 
nacionais e organismos estrangeiros preocupados com a sustentabilidade 
daquele território amazônico de grande interesse para o Pulmão do Mundo.

O aporte do Fundo Amazônia, com recursos do Governo da Noruega e sua 
aplicação pelo BNDES, estão entre os temas a serem debatidos pela plenária 
nos dois dias de evento denso e de grande impacto socioambiental.

[I][B]Os licenciamentos ambientais e seus impactos para a sociedade rondoniense, 
ribeirinhos, cablocos e silvícolas, tanto nas obras das Usinas do Rio Madeira, 
quanto de Machadinho e em Pimenta Bueno, dos vários grupos 
empreendedores, são discussões pautadas para os dois dias com experts de 
todos os lados e segmentos debatendo seus pontos de vista e produzindo 
soluções e projetos para estes e outros anos, com a emissão dos anais de 
Rondônia, que se transformarão em livros editados para discussão nas 
academias para os próximos anos, por isto é que as várias faculdades e 
cursos de todo o estado de Rondônia estão sendo convidados a participarem 
das rodadas de discussões do Seminário que transformará Porto Velho na 
Capital da Cultura e Justiça Climática em 2009.

Tantas questões importantes, já mobilizam investidores como Banco da 
Amazônia, Caixa Econômica Federal, Suframa, Camargo Correa, Votorantim, 
Eletrobrás, Petrobrás, CAERD, Governo de Rondônia, Prefeituras de Porto 
Velho, Guajará Mirim e Cacoal, Sabesp, Dow AgroSciences, OTCA, PNBE, 
Ministério das Cidades, Rede Brasil de Televisão, Amazonsat, Federações de 
Comércio e Indústria da região amazônica, OAB e universidades de todos os 
matizes de Rondônia, o que sinaliza ser este o evento marco de 2009 na 
região amazônica sobre o prisma e a égide da Sustentabilidade de Justiça 
Climática, a 100 dias da COP-15, a maior Conferência de Justiça Climática da 
década.[/B][/I]

A relação dos indicados ao VIII Prêmio Ecoturismo & Justiça Climática é das 
mais chamativas de todos os outros Prêmios, já que entre as celebridades 
relacionadas estão Rubens Born da Vitae Civilis, Mr. David Thompson, 
primeiro-ministro de Barbados, Cassiano Marques, responsável pela Inscrição 
da Amazônia entre as Sete Maravilhas do Mundo, Senador Expedito Jr. e a 
luta dos mototaxistas, deputado federal Eduardo Valverde, Coordenador da 
Bancada de Rondônia e a luta pela preservação socioambiental e cultural de 
Rondônia, Deputado Jorge Amanajás, presidente da Assembléia do Amapá, um 
dos líderes da Questão Transfronteiriça no Ano França Brasil, Eike Batista 
pelo conjunto do arrojo das obras e a preocupação socioambiental de suas 
empresas no Brasil e deputado José Riva, presidente da Assembléia do Mato 
Grosso, um dos líderes sócio ambientais daquele Estado.

Tendo em vista a união de várias entidades de classe, empreendedores e 
ONGs, o VII Seminário e VIII Prêmio deverão receber a maior quantidade de 
apoios e patrocínios de toda a História de Rondônia, no momento em que 
Rondônia grita ao Mundo que é a quinta maior empregadora de mão-de-obra 
do Brasil e que quer afirmar que será a Capital Cultural e da Justiça Climática 
em 2009.
Fonte: http://chicoterra.com/joomla/index.php?option=com_content&task=view&id=6591&Itemid=86
 

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BR 364...concordo com vc em tudo q disse....mas lembrando q o Brasil( vide políticos) é um país de quinta....não podemos nos esquecer do primeiro ciclo da borracha qdo rondonia ainda nem era estado...muita gente foi deslocada,o comercio prosperou, as cidades(vilas) se desenvolveram e depois tudo acabou e ficou pior do q era antes....e o medo deste ser apenas mais um ciclo( o das hidrelétricas)...isso só não acontecerá se os políticos colaborarem...pq estas fábricas e lojas se não tiver mercado consumidor e der pejiuzo...tchau tchau...elas vão embora sem mais nem menos....
Espero mesmo q isso não acontece,pq nasci em Rondonia( algm conhece Espigão D'oeste??...rs) e queria um dia poder voltar
 

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R.I.P. Niki
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Discussion Starter · #19 ·
^^ Com certeza vai poder, Bambam. :eek:kay:

O fato é que no Brasil as coisas acontecem apesar dos políticos e não por causa deles.

O ciclo da borracha, a exemplo do garimpo, da madeira, etc, acabou por se tratar me mero extrativismo. Não se produziu nada, apenas se extraiu o que a natureza já tinha colocado lá há milênios. No caso agricultura, pecuária, indústria, serviços, etc, há produção, há investimento, há toda uma infra-estrutura cara que é construída. São situações bem diferentes. O que não podemos é cometer o erro de ficarmos dependentes de apenas uma ou duas atividades.

Eu nunca estive em Espigão, mas tenho vontade de conhecer. Parece ser uma boa cidade. Inclusive, fiquei sabendo que estão desenvolvendo um avião experimental por lá, achei bem interessante isso. E Espigão tem uma participação importante na minha alimentação também. Tem uma linguiça de frango que é fabricada lá na Avenorte que eu adoro. :D
 

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BR 364...concordo com vc em tudo q disse....mas lembrando q o Brasil( vide políticos) é um país de quinta....não podemos nos esquecer do primeiro ciclo da borracha qdo rondonia ainda nem era estado...muita gente foi deslocada,o comercio prosperou, as cidades(vilas) se desenvolveram e depois tudo acabou e ficou pior do q era antes....e o medo deste ser apenas mais um ciclo( o das hidrelétricas)...isso só não acontecerá se os políticos colaborarem...pq estas fábricas e lojas se não tiver mercado consumidor e der pejiuzo...tchau tchau...elas vão embora sem mais nem menos....
Espero mesmo q isso não acontece,pq nasci em Rondonia( algm conhece Espigão D'oeste??...rs) e queria um dia poder voltar

Eu conheço Itapuã D´oeste. Será que Espigão D´oeste é a antiga denominação de Itapuã D´oeste?
 
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