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Mais de 60% deste volume será aplicado em apenas cinco anos. Copa do Mundo antecipa ciclo de desenvolvimento na Baixada


O secretário de Desenvolvimento do Turismo de Mato Grosso, Yuri Bastos Jorge, confirmou ontem, investimentos de R$ 6 bilhões na região da Baixada Cuiabana nos próximos cinco anos, como reflexo direto da realização de jogos da Copa do Mundo de 2014, em Cuiabá. Mais: até 2020, os investimentos públicos e privados poderão atingir a cifra de R$ 10 bilhões em infra-estrutura e desenvolvimento. “Prevemos um novo cenário e a transformação do perfil econômico de Cuiabá, que passará a ter no turismo a base sólida para seu desenvolvimento, com mais emprego e renda à população”, afirmou Yuri.

Ele revelou que só no setor de turismo serão investidos mais de R$ 600 milhões até 2014. Ele também revelou as fontes dos recursos para esses investimentos. Os R$ 6 bilhões serão contabilizados da seguinte forma: R$ 1,5 bilhão do Estado, R$ 2 bilhões do governo federal e R$ 2,5 bilhões da iniciativa privada. O planejamento, segundo Yuri Bastos, não é só para a Copa, mas a longo prazo, para 10 e 15 anos.

“Já começamos a sentir desde agora os efeitos desta nova realidade nos mercados de construção civil e imobiliário, onde os negócios já começam a acontecer”, disse o secretário, que ontem pela manhã fez a apresentação do “Programa da Copa do Mundo 2014 em Cuiabá” e seus impactos na economia do Estado durante o seminário "Mato Grosso: cenários socioeconômicos de desenvolvimento", promovido pela Rede Cemat, no auditório do Senai, na Capital.

Durante o evento foram discutidos investimentos, políticas públicas, diagnóstico e perspectivas do segmento industrial e comercial no Estado do agronegócio, sob a ótica da Copa do Mundo. “Pretendemos reunir subsídios para projeções de mercado e, conseqüentemente, o planejamento econômico-financeiro, de compra e venda de energia e de expansão do sistema elétrico pela distribuidora para os próximos anos”, afirmou o vice-presidente de Operações da Rede Cemat, Arlindo Napolitano. A partir destas informações a empresa pretende fazer o seu planejamento no Estado, considerando o aumento da demanda com as obras de infra-estrutura para a realização da Copa 2014 em Cuiabá.

“Temos a missão de planejar o mercado de energia e distribuição. Por isso queremos saber o que será feito para prepararmos o atendimento no curto e médio prazo”, disse Napolitano. “Precisamos conhecer o impacto que o evento poderá trazer para o nosso Estado, especialmente na Baixada Cuiabana. A Cemat ainda não conseguiu avaliar e visualizar este impacto. Estamos em busca de subsídios, mas desde já começamos a nos preparar para atender esta nova demanda, seja de que tamanho for”, disse ele.

APLICAÇÕES - Nos últimos dois anos, a Rede Cemat investiu cerca de R$ 1 bilhão na área de distribuição (linhas de transmissão), construção de novas subestações e melhorias nas redes existentes em Mato Grosso. Só em 2008 foram investidos R$ 600 milhões, crescimento de 50% em relação aos números do ano anterior (R$ 400 milhões).

Para o presidente do Conselho Econômico e Tributário da Federação das Indústrias do Estado (Fiemt), Gustavo de Oliveira, a Copa vai consolidar a imagem de Mato Grosso no mundo e será uma “oportunidade para alavancar investimentos em todas as áreas”.

Segundo ele, o evento irá antecipar o desenvolvimento do Estado em pelo menos 10 anos. “Obras que seriam realizadas daqui a 15 anos serão realizadas em cinco. Vamos mudar a nossa história e ingressar em um novo ciclo de crescimento e progresso”.


Fonte: Diário de Cuiabá
 

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^^ E por falar nesses investimentos, a quantas anda a duplicação da rodovia entre Cuiabá e Rondonópolis?
 

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^^ E por falar nesses investimentos, a quantas anda a duplicação da rodovia entre Cuiabá e Rondonópolis?
Parece que dessa vez sai... só esperando mesmo pra ver...

Sei que o asfaltamento da Sto. Antônio / Barão de Melgaço está em pleno vapor... e a Manso / Acorizal licita esse mês!!!
 

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^^ Eu tenho certeza, se duplicarem até a fronteira com o estado de Goiás, o mesmo tome vergonha e duplica a rodovia até a BR duplicada mais próxima.
 

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Discussion Starter · #6 ·
^^ Eu tenho certeza, se duplicarem até a fronteira com o estado de Goiás, o mesmo tome vergonha e duplica a rodovia até a BR duplicada mais próxima.
Acredito que o fluxo mais considerável a ser duplicado seria até a fronteira com o MS e de lá seguir até SP.

Mas como se tratam de rodovias Federais, fica mais difícil...

Mas uma coisa é certa... com a chegada dos trilhos da Ferronorte em ROO e a duplicação das BR´s 163/364 (CGB/ROO) já falicitaria muito o escoamento da produção do estado... Tendo em vista que o Trecho da Ferronorte entre Cuiabá e Rondonópolis será aquela novela mexicana...
 

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Acredito que o fluxo mais considerável a ser duplicado seria até a fronteira com o MS e de lá seguir até SP.

Mas como se tratam de rodovias Federais, fica mais difícil...

Mas uma coisa é certa... com a chegada dos trilhos da Ferronorte em ROO e a duplicação das BR´s 163/364 (CGB/ROO) já falicitaria muito o escoamento da produção do estado... Tendo em vista que o Trecho da Ferronorte entre Cuiabá e Rondonópolis será aquela novela mexicana...
A melhor coisa é fazer a duplicação entre os trechos Cuiabá-Rondonópolis-Campo Grande-Bataguassu.

Esse caminho duplicado facilitaria muito o escoamento da safra até o porto de Santos(não sei se é o caminho ideal) e a vinda de mercadorias de SP
 

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No que tange à duplicação das rodovias dos Estados de Mato Grosso e Mato Grosso do Sul, a viabilidade seria a duplicação desde Sinop até Dourados, sem acrescentar e tampouco diminuir.

O escoamento da safra produzida no meio-norte mato-grossense acarreta em congestionamentos quase que infindável de carretas. Apesar disso, a maior criticidade reside, ainda, no eixo Cuiabá-Rondonópolis e Campo Grande-Dourados. Andar nestes dois trechos não é brinquedo não.
 

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Discussion Starter · #9 ·
No que tange à duplicação das rodovias dos Estados de Mato Grosso e Mato Grosso do Sul, a viabilidade seria a duplicação desde Sinop até Dourados, sem acrescentar e tampouco diminuir.

O escoamento da safra produzida no meio-norte mato-grossense acarreta em congestionamentos quase que infindável de carretas. Apesar disso, a maior criticidade reside, ainda, no eixo Cuiabá-Rondonópolis e Campo Grande-Dourados. Andar nestes dois trechos não é brinquedo não.
Realmente esse um dos trechos mais complicados...

Mas espero q a própria Ferronorte já traga melhorias para o trânsito dessas rodovias!!!
 

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O secretário de Desenvolvimento e Turismo do MT também é Yuri. :)

Eu não conhecia essa expressão "Baixada Cuiabana". Interessante. O que seria? Cuiabá, Várzea Grande e as cidades do Pantanal Mato-Grossense?

No que tange à duplicação das rodovias dos Estados de Mato Grosso e Mato Grosso do Sul, a viabilidade seria a duplicação desde Sinop até Dourados, sem acrescentar e tampouco diminuir.

O escoamento da safra produzida no meio-norte mato-grossense acarreta em congestionamentos quase que infindável de carretas. Apesar disso, a maior criticidade reside, ainda, no eixo Cuiabá-Rondonópolis e Campo Grande-Dourados. Andar nestes dois trechos não é brinquedo não.
E Dourados será brevemente (espero) ligada à Cascavel pela Ferronorte, passando por Guaíra e Toledo. De Cascavel, direto para o Porto de Paranaguá.
 

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^^ Quem sabe, com a Copa do Mundo dê uma mãozinha na duplicação, pois ela seria muito bem vinda, e iria integrar de vez as 4 metropoles do CO com as metropoles do S e SE.
 

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Discussion Starter · #12 ·
O secretário de Desenvolvimento e Turismo do MT também é Yuri. :)

Eu não conhecia essa expressão "Baixada Cuiabana". Interessante. O que seria? Cuiabá, Várzea Grande e as cidades do Pantanal Mato-Grossense?.
Baixada Cuiabana é o nome dado a depressão existente entre a Chapada dos Guimarães e o Pantanal, saindo dos 600m ao nível do mar até elevações aproximadas a 50m em poucos KM conhecida também como Depressão Cuiabana... Já qdo o nome se designa as localidades são englobadas as cidades que tu falaste mesmo (Cuiabá, VG, Acorizal, Jangada e os municípios do Pantanal Norte - exceto Cáceres)




E Dourados será brevemente (espero) ligada à Cascavel pela Ferronorte, passando por Guaíra e Toledo. De Cascavel, direto para o Porto de Paranaguá.
Bom.. esse projeto de ligar Dourados e Novo Mundo (MS) a Paranaguá é a expansão da FerroOeste. A Ferronorte é a ligação de RO e MT aos portos de Santarém (PA) e Santos (pela FerroBan) e tem o projeto do Braço Leste ligando Alto Araguaia (MT), passando pelo sul e sudoeste de GO até o entroncamento com a Ferrovia Centro-Atlântica e Vitória/Minas ligando até o porto de Vitória. Qto ligar a Ferronorte à FerrOeste acredito que não há nenhum projeto...
 
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