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Gerdau investirá R$ 1 bilhão em Minas Gerais nos próximos dois anos

20 February 2020

A Gerdau declarou que mantém o foco de investimentos nas operações em Minas Gerais e que deve investir cerca de R$ 1 bilhão nas operações no Estado nos próximos dois anos. Além disso, no final do ano passado, a empresa obteve a licença para a nova área chamada Várzea Leste Norte, que faz parte do complexo Várzea do Lopes, localizado em Itabirito/Moeda.

O empreendimento contará com a produção de 1 milhão de toneladas de minério de ferro ao ano e as obras serão iniciadas entre final de Março.
https://www.noticiasdemineracao.com/empresas/news/1381449/gerdau-investirá-rusd-1-bilhão-em-minas-gerais-nos-próximos-dois-anos

^^
Polêmicas a parte:
http://blog.leia.org.br/mineradora-quer-ampliar-operacao-em-area-que-deveria-recuperar/
 

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FÁBRICA DE ARGAMASSA DA FASSA BORTOLO SAI DO PAPEL NA GRANDE BH

Por Mara Bianchetti -15 de Fevereiro de 2020



A italiana Fassa Bortolo, indústria de insumos para a construção civil, iniciou as obras de instalação de uma fábrica de argamassa na cidade de Matozinhos, na Região Metropolitana de Belo Horizonte (RMBH).

Trata-se da primeira planta industrial da companhia fora da Europa e a previsão é que entre em operação em meados do ano que vem. Os investimentos devem chegar a R$ 150 milhões.

Perspectiva da fábrica:


Construção:

https://diariodocomercio.com.br/excl...-sai-do-papel/
https://www.facebook.com/154084304996536/posts/494762840928679//[/url]
 

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1 bilhãozinho bem aplicado vai revolucionar a ciência no Brasil.

Enquanto isso a Rouanet arrecada 1 bilhão por ano. Every fuc|king year.

É urgente um PL que inclua entre os destinos da Rouanet investimentos na ciência e pesquisa.

Hoje eu posso destinar 4% do meu IRPJ (ou 6% do IRPF) para um show de Luan Santana ou um filme do Lucas Netto, mas não posso destinar a um acelerador de elétrons.

Alô, Bolsonaro! Me ajuda aí!
O astronauta que nem sei o que fez/faz até hoje não ia propor algo assim ?

Essa coisa de destinar imposto que você paga para uma determinada área seria uma boa, mas em porcentuais bem maiores. Apenas uma ideia vaga, claro, mas seria interessante desenvolver um modelo. Poderia botar um freio nos aristocratas que acham que o povo deve servi-los porque passaram numa provinha, dentre outros tipos de parasitas, e esses cretinos não teriam pra quem chorar/fazer lobby.
 

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1 bilhãozinho bem aplicado vai revolucionar a ciência no Brasil.

Enquanto isso a Rouanet arrecada 1 bilhão por ano. Every fuc|king year.

É urgente um PL que inclua entre os destinos da Rouanet investimentos na ciência e pesquisa.

Hoje eu posso destinar 4% do meu IRPJ (ou 6% do IRPF) para um show de Luan Santana ou um filme do Lucas Netto, mas não posso destinar a um acelerador de elétrons.

Alô, Bolsonaro! Me ajuda aí!
Os artistas ficariam enraivecidos com mais concorrência. :cheers:
 

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Projeto Sirius se prepara para inaugurar estações de pesquisa

O Projeto Sirius - o maior acelerador de elétrons do mundo - deve inaugurar o funcionamento das primeiras 13 estações de pesquisa ainda neste semestre. A Agência Brasil visitou as instalações do imenso laboratório para compreender as atividades desenvolvidas com o uso da luz síncrotron - um espectro de luz especial que só pode ser obtida através da aceleração de elétrons a uma velocidade que beira a velocidade da luz.

Engenheiros, físicos, matemáticos, biólogos e uma equipe massiva de entusiastas de ciência estão envolvidos no comissionamento do Projeto Sirius. Localizado em Campinas, no interior do estado de São Paulo, o projeto representa um investimento de R$ 1,8 bilhão, e pode mudar a forma como a comunidade científica encara o Brasil. As pesquisas são feitas nas áreas de saúde, combustíveis, materiais, energia, química, física e em incontáveis experimentos de equipes altamente especializadas que criam propostas de estudo com a tecnologia de ponta aplicada no laboratório.

“O Brasil tem todo o potencial para ocupar uma posição na ciência bastante respeitada. O país precisa da atividade científica, isso deve ser prioridade. No Sirius, pesquisadores, físicos teóricos, engenheiros e técnicos desenham e projetam conhecimento que transborda para todas as áreas da ciência. Estamos dominando um conjunto de técnicas e soluções extremamente avançadas”, afirmou Antônio José Roque da Silva, diretor do projeto Sirius.



O Projeto Sirius, em Campinas (SP), é o maior investimento já realizado em ciência e pesquisa no Brasil e deve funcionar integralmente em 2020." - Rovena Rosa/Agência Brasil

Confira o especial:

Brasil quando quer consegue.....:cheers:
 

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Ambev anuncia investimentos de R$ 2 bi nos próximos meses

Segundo comunicado, os recursos serão destinados a uma maltaria no Sudeste, uma cervejaria no Norte, uma fábrica de latas e a novas linhas para produzir cervejas puro malte


Foto: Divulgação​

A Ambev anunciou neste domingo (8) que deverá investir mais de R$ 2 bilhões no Brasil nos próximos meses. O montante é equivalente ao aplicado pela companhia no quarto trimestre de 2019, conforme relatório de resultados do período.

Segundo comunicado, os recursos serão destinados a uma maltaria no Sudeste, uma cervejaria no Norte, uma fábrica de latas e a novas linhas para produzir cervejas puro malte.

A companhia não detalhou o cronograma dos desembolsos nas novas unidades. Os investimentos já estavam previstos para o ano. A Ambev afirma que as novas unidades fabris ajudarão a dar vazão ao crescimento do portfólio premium, sua principal linha de expansão.

Dona de marcas como Stella Artois e Budweiser, a empresa passou a investir na diferenciação das marcas que fazem parte do segmento mais acessível. Lançou a Skol Puro Malte e a Brahma Duplo Malte, por exemplo.

No entanto, a companhia tem dito a investidores que continuará enfrentando pressões sobre o custo por produto vendido no segmento cervejas no Brasil.

A empresa disse ter sido afetada pela alta do dólar e pela valorização de matérias-primas no final do ano.

A companhia lucrou R$ 12,2 bilhões em 2019, uma alta de 7,4% na comparação com 2018. No último trimestre houve uma aceleração no lucro, com salto de 22% ante igual período de 2018.

fonte:
https://www.folhape.com.br/economia/economia/economia/2020/03/09/NWS,132811,10,550,ECONOMIA,2373-AMBEV-ANUNCIA-INVESTIMENTOS-NOS-PROXIMOS-MESES.aspx
 

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Heineken confirma investimento de R$ 865 mi em fábrica de Ponta Grossa (PR)
Recursos visam ampliar em 75% a capacidade produtiva da unidade

A Heineken, segunda maior cervejaria do país atrás da Ambev, confirmou que vai investir R$ 865 milhões em sua fábrica de Ponta Grossa (PR), entre 2020 e 2021. A informação foi antecipada pela agência “Reuters”.

O investimento terá por objetivo ampliar em 75% a capacidade produtiva da fábrica de Ponta Grossa. A unidade vai produzir principalmente as marcas Heineken e Amstel. A fábrica também será a primeira a produzir a Heineken 0,0 (sem álcool) no Brasil, informou a companhia.

No Brasil, a companhia informou que as vendas de Heineken, Amstel e Devassa cresceram mais de 10%, enquanto o mercado de cerveja no país cresceu 2,4%, segundo a Nielsen. A companhia encerrou 2019 com uma participação de mercado de 21,7%, de acordo com dados da Nielsen, atrás da Ambev, com 59,1%. [...]

https://valor.globo.com/empresas/noticia/2020/03/10/heineken-confirma-investimento-de-r-865-mi-em-fabrica-de-ponta-grossa-pr.ghtml
 

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Jeito de Mato
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Centro de Biotecnologia quer criar novo polo industrial no Amazonas

Ideia é gerar riquezas a partir da biotecnologia

O Centro de Biotecnologia da Amazônia (CBA) quer viabilizar a criação de um novo polo industrial no estado do Amazonas. A ideia é juntar, em uma estrutura similar à da Zona Franca de Manaus, empresas que agreguem valor a produtos que têm, como matéria-prima, a biodiversidade da região.

A ideia é defendida pelo diretor do Centro de Biotecnologia da Amazônia (CBA), Fábio Calderaro. Em entrevista à Agência Brasil, Calderaro defendeu a criação de “vetores econômicos complementares”, de forma a usar as vocações naturais da região, decorrentes de sua biodiversidade.

“O que separa o Amazonas de outros países pan-amazônicos [países vizinhos onde há também áreas de floresta amazônica] é o fato de existir, há 53 anos em Manaus, um polo industrial consolidado. O problema é que não manufaturamos os insumos da nossa biodiversidade por lá. Produzimos eletroeletrônicos e motocicletas, mas não produzimos fármacos nem produtos de higiene pessoal ou cosméticos, obtidos a partir da biodiversidade da floresta”, argumentou Calderaro. (...)
 
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