Skyscraper City Forum banner
1 - 11 of 11 Posts

·
...
Joined
·
44,087 Posts
Discussion Starter · #1 ·
Imigração
Data será celebrada em 2009, mas os preparativos para a festa já começaram

O Brasil comemora o centenário da imigração japonesa, mas na Amazônia a comunidade nipônica estará em festa somente no ano que vem. Os preparativos para os 80 anos da chegada dos primeiros japoneses à região já começaram.

'Este ano não houve festa aqui no Pará. Decidimos que não iríamos focar muito no centenário, e as poucas ações que fizemos, como uma exposição no Iguatemi, na Infraero e no Museu de Arte de Belém, foram para responder à demanda que veio de São Paulo através da mídia. Estamos concentrando todos os nossos esforços para o ano que vem. A cada dez anos fazemos uma grande festa, e em 2009 completamos oito décadas de imigração para a Amazônia, o que merece ser comemorado. Estamos nos dedicando a isso', justifica Eduardo Yoshiyuki Tsunoda, segundo diretor financeiro da Associação Pan-Amazônia Nipo-Brasileira.

Cerca de 80% da comunidade japonesa no Brasil se concentra no Sul e Sudeste do país, em especial em cidades como São Paulo e Paraná. Na Amazônia estão apenas 12% (o Nordeste é inexpressivo nesta estatística), a maioria localizada no Pará, onde vivem cerca de 600 famílias, com média de três a cinco integrantes cada, localizadas principalmente nas cidades de Tomé-Açu, Santa Isabel, Benevides, Castanhal e Santo Antônio do Tauá.

Eduardo explica que os primeiros imigrantes oficiais desembarcaram no porto paulista de Santos e depois se espalharam pelo Brasil, mas Gota Tsutsumi, pesquisador da origem japonesa na região, revela que outras levas entraram no País atravessando a Cordilheira dos Andes. 'Os japoneses chegaram na América Latina em 1899, bem antes de virem para o Brasil. Eles foram trabalhar no Peru, em fazendas de cana-de-açúcar, mas eram explorados num regime de quase escravidão. Muitos fugiram e subiram as montanhas dos Andes, até chegarem na Amazônia. Assim alguns chegaram a Belém, enquanto outros vieram da Inglaterra, em navios que vinham só para a Amazônia e retornavam para a Europa'.

Os imigrantes que entraram por São Paulo vieram trabalhar especificamente na agricultura do café, substituindo italianos e outros trabalhadores estrangeiros. 'Os japoneses migravam muito para os Estados Unidos e para a Austrália, países que fecharam suas portas em retaliação quando o Japão começou a se expandir, invadindo a Coréia e a China. Nessa mesma época, o Brasil buscava uma nova mão-de-obra estrangeira, já que os italianos tiveram que voltar para servir na Força Nacional da Itália. Foi assim que se deu o casamento perfeito entre o Japão e o Brasil', conta Eduardo Tsunoda.

Só que em pouco tempo a monocultura cafeeira entrou em declínio, obrigando os japoneses a buscarem outras áreas para trabalhar - e foi assim que chegaram oficialmente à Amazônia. 'Naquela época vivia o Conde Koma, espécie de cônsul que intermediava a relação entre os japoneses e o governo brasileiro. Com a ajuda dele, o governo paraense cedeu terras para as famílias de japoneses virem primeiramente para Tomé-Açu. Em contrapartida, exigiam apenas que elas fixassem residência aqui', conta o diretor da Associação Nipo.

Vindos de uma realidade totalmente diferente, o choque foi inevitável. 'Quando os japoneses aportaram no Pará, já havia uma cooperativa esperando por eles. Essa cooperativa foi abrindo as primeiras estradas e dizendo ‘toma, está aqui o teu terreno, pode construir a tua casa’. Era só mato. Era preciso desbravar tudo, começar do zero', narra. Nessa batalha, muitos morreram vítimas da malária. 'Em Tomé-Açu existe um cemitério tradicional para homenagear os pioneiros. Eles vieram, plantaram, tiveram sucesso, mas sucumbiram. Muitos voltaram para o Japão porque não agüentaram ou ficaram com medo de morrer, mas a maioria ficou e contribuiu para o crescimento do Estado', diz.

Segundo ele, a maior parte dos imigrantes veio do Japão para a Amazônia no período pós-guerra, nas décadas de 50 e 60, fugindo da fome e do desemprego. 'Meu pai conta que durante uma época, no Japão, ele só tinha batatas para comer, e por isso veio em busca de oportunidades. Uma das últimas levas veio entre os anos de 1973 e 1974, já de avião', diz.

Os imigrantes que conseguiram encarar e superar o desafio trabalharam primeiro com produção de grãos e hortifruti, principalmente arroz e verduras. Por aqui implantaram novos espécimes vegetais, como o nabo, berinjela, algumas variedades de uva, e trabalharam também com pimenta-do-reino, juta e borracha. 'Muitos produziam nabo e berinjela em Tomé-Açú, por exemplo, e vinham de barco para Belém não só para vender, mas para ensinar a cozinhar', revela.

__________________________________

Tomé-Açu, 'terra da pimenta', valoriza cultura nipo-amazônica

Há quase 80 anos, imigrantes japoneses transformaram um município do nordeste paraense em um pedacinho do Oriente, em plena Amazônia. Estamos falando de Tomé-Açu, também conhecida como 'a terra da pimenta', em função do volumoso cultivo da pimenta-do-reino, trazida para a região pelos nipônicos. As cerca de 300 famílias descendentes da segunda leva da colonização japonesa no Brasil (a primeira desembarcou em São Paulo, em 1908), concentram-se, sobretudo, nos distritos rurais de Quatro-Bocas e Jamic, onde contribuem decisivamente para o desenvolvimento econômico do Pará. E o melhor: de maneira sustentável. Lá, os orientais praticam uma agricultura ecologicamente correta, sem agredir o meio ambiente.

Graças à intensa presença dos imigrantes no município, com o tempo, costumes e práticas japoneses fundiram-se à cultura local, criando um cenário único no mundo. Lá, é possível, por exemplo, saborear um genuíno jantar 'nipo-amazônico', com sashimi de peixes de água doce de entrada e caldeirada de pescados com tucupi e jambu, como prato principal. Um outro sabor bastante apreciado na região é o do mangustão, fruta do sudeste asiático cujo gosto raro lhe conferiu a fama de 'rainha de todas as frutas'. Não é difícil, também, o visitante recém-chegado deparar-se com pares de sapatos nas varandas das casas, já que, seguindo o costume japonês, os donos só entram descalços em seus lares. As bolinhas de golfe espalhadas pelo gramado em frente às casas são uma curiosidade à parte, como se o golfe fosse um esporte típico do interior do Pará.

A história dos japoneses no município começou nos idos de 1920, quando o político japonês Sanji Muto convenceu o governo de seu país de que o modelo de colônia agrícola mantido à força em Taiwan, na Coréia e na Manchúria não resistiria por muito tempo. A política imperial visava conseguir vantagens geopolíticas e comerciais com tais colônias, mas em um período dinâmico como o início do século 20, a estratégia mostrava-se desgastada. Muto resolveu montar uma equipe e percorrer a Amazônia brasileira, buscando o lugar ideal para o novo empreendimento.

As vastas extensões de terras vazias e o acesso pluvial relativamente fácil encontrado em Tomé-Açu mostraram-se perfeitos. Em 1928, foi criada a Companhia Nipônica de Plantação do Brasil, subsidiária da japonesa Nantaku, ambas idealizadas para organizar a imigração. Um ano depois, um navio com 43 famílias aportou em Belém. O governo do Pará havia doado um milhão de hectares para a companhia, que no princípio tinha como objetivo cultivar cacau.

Cerca de 600 famílias estabeleceram-se em Tomé-Açu, apenas nos seis primeiros anos de imigração. O cultivo extensivo de cacau, no entanto, não deu certo (os japoneses não sabiam que a árvore precisa de proteção contra o vento). Eles decidiram então dedicar-se ao arroz e às verduras, revendidos em Belém. Foram anos difíceis, que pioraram ainda mais com a chegada da malária, verdadeira tragédia para os imigrantes, mais vulneráveis à doença do que os nativos. Muitas famílias mudaram-se para Belém e São Paulo para fugir da morte.

Com o fracasso do projeto e a falência da Companhia Nipônica, apenas 40 famílias continuaram na região. Parecia o fim. Mas a sorte de Tomé-Açu começou a mudar pouco antes do início da Segunda Guerra, quando um navio carregado de novos imigrantes japoneses rumo ao Brasil fez uma parada de emergência em Cingapura. Um dos futuros colonos comprou ali 20 estacas de pimenta-do-reino, das quais somente duas sobreviveram à viagem. Foi o bastante: a planta espalhou-se pela colônia ao mesmo tempo em que as fazendas do sudeste asiático se transformaram em campos de batalha e toda a infra-estrutura para escoar a produção foi destruída.

No pós-guerra, a demanda por pimenta era tão grande que ela chegou a ser conhecida como 'diamante negro'. Os negócios em Tomé-Açu enfim prosperavam, mas a vida continuava difícil. Os novos colonos chegavam sem nenhuma reserva de dinheiro e tinham de submeter-se a um regime de trabalho árduo para seus empregadores por até quatro anos, tempo médio necessário para comprar um lote de terra e começar sua própria cultura. E eram necessárias doze horas de barco para ir e 18 horas para voltar de Belém.

No fim da década de 1960, as plantações de pimenta começaram a sofrer com a fusariose, uma moléstia causada por um fungo que faz a planta amarelar e morrer. Quando novo período sombrio parecia se anunciar no horizonte de Tomé-Açu, a praga acabou por germinar o modelo de agricultura sustentável praticado pelos japoneses desde então.

Hoje, muitos agricultores costumam dar palestras sobre o tema, até mesmo no exterior, explicando como é possível melhorar a produtividade e preservar o ambiente. A agrofloresta funciona em longos ciclos. Num primeiro momento, a pimenta-do-reino é plantada com culturas de alta rotatividade, como arroz e feijão. Após três anos começa-se a plantar cacau, açaí, acerola, cupuaçu e madeiras nobres, como o mogno.

Trabalho à parte, os imigrantes japoneses também sabem se divertir. No pequeno município, a rua principal da cidade abriga vários quiosques-bares. É ali que, no final da tarde, todos se reúnem para beber e conversar. Num dos quiosques, que pertence à associação de beisebol local, às sextas-feiras os associados preparam uma infinidade de sushis, sashimis e pratos à base de pescados.

A cada ano, cerca de 10 a 15 pessoas da cidade mudam-se para o Japão, na maioria jovens em busca de melhores oportunidades. São os chamados dekasseguis, que fazem o caminho inverso dos fundadores das colônias de Tomé-Açu. Muitos não voltam nunca mais, invertendo definitivamente o fluxo migratório de seus avós.

______________________________

Filha do “pai da imigração” chegou a Castanhal aos quatro anos

Emy Kataoka Oyama é filha de Hariyoshi Kataoka, o agrimensor trazido no navio Kasato Maru por Ryu Mizuno, considerado o pai da migração japonesa no Brasil, para fazer a demarcação do primeiro lote de terras que o governo brasileiro entregou aos japoneses no País, na cidade de Macaé, Rio de Janeiro.

Paulista de nascimento, hoje com 79 anos, filha caçula da família de Hariyoshi e Hideo, Emy pode ser considerada um símbolo da solidariedade com a qual os japoneses receberam seus compatriotas, quando estes chegaram ao Pará fugindo dos horrores da Segunda Guerra.

Ela chegou a Castanhal com apenas um ano de idade, quando seu pai veio do sudeste brasileiro para trabalhar na Companhia Nipônica de Plantações, contratado para dar apoio aos japoneses que iniciavam suas vidas na Amazônia. Por sinal, seu pai era primo em segundo grau de Sakamoto Ryoma, figura reverenciada no Japão como um dos líderes da revolução Meiji, que foi a base da mudança modernizadora desencadeada sob a liderança do imperador Meiji (1852-1912), que governou o País com características pró-ocidentais.

Emy Kataoka Oyama casou-se aos 20 anos com Kasuma Oyama e foi morar em Parintins, no Amazonas, onde permaneceu por mais de doze anos, depois regressando a Castanhal. Do casamento nasceram seis filhos, hoje todos destacados empresários. Junto com seu esposo, Emy prestou grandes serviços à colônia japonesa, conseguindo vagas em colégios de Castanhal, fazendo a vez de intérprete para os que queriam se comunicar e mostrar seus projetos e planos, 'resolvendo problemas burocráticos, que seja nas áreas de educação, saúde, problemas agrários, bancários, contatos com autoridades, entre outros aspectos', registra o engenheiro agrônomo e historiador Alfredo Homma, autor de um livro que conta a inserção do migrantes japoneses na Amazônia. E, principalmente, quebrando o gelo dos que viam os japoneses como inimigos em guerra recém-acabada.

Sempre muito simpática e comunicativa, Emy é uma brasileira descendente de japoneses completamente integrada à história de Castanhal, onde teve, junto com sua família, participação decisiva no progresso do município, na expansão das lavouras de pimenta-do-reino, mamão e melão. 'Cem anos é muita coisa. Tenho orgulho de ser brasileira. Viajei muito por vários lugares do mundo, pelos Estados Unidos, Europa e Ásia. Confesso que são lugares bonitos, organizados. Mas aqui no Pará, em Castanhal, é bom demais de se viver', confessa Emy.

________________________________

Yamada tornou-se referência na região

Ao longo desses 80 anos a serem comemorados em 2009, muita coisa mudou. A colônia japonesa no Pará já faz parte da história da Amazônia, dando sua colaboração em diversas áreas, principalmente na economia e na cultura.

Do primeiro navio que atracou em Santos, apenas duas famílias vieram para a Amazônia, onde permanecem até hoje: os Kataoka e os Kamada. Em 1929 chegaram outras levas de imigrantes, entre eles Hajime Yamada e Toshio Ohashi, que ainda estão vivos e residem em Tomé-Açú.

Naquele mesmo ano chegava a Ourém outro nome que viria se tornar referência na região, Yoshio Yamada, que nasceu há exatos 112 anos, no dia 22 de junho de 1896. Vindo de Numazu, província de Shizuoka, no Japão, em 1931 ele decidiu fixar residência definitiva no Pará, onde construiu sua família ao lado de Aki Yamada e deu início a uma trajetória que partiu da agricultura para se transformar referência na área do comércio, ao fundar, em 1950, a rede Y. Yamada.

O que pouca gente sabe é que Yoshio, além de empreendedor, era um homem de múltiplas facetas nas artes e no esporte. Foi instrutor de judô na academia militar japonesa e chegou a publicar o livro 'Trinta Anos de Vivência na Amazônia', mas sua paixão era mesmo a pintura. Com obras que expressavam toda a sua paixão pela região - entre os títulos estão 'Mangueiras de Nazaré', 'São José ao Nascer do Sol', 'Nascer do Sol na Amazônia' e 'Feira do Ver-o-Peso' - ele conquistou prêmios no Brasil e no exterior, entre eles a medalha de ouro na Mostra Internacional do Salão Mitsukoshi, deixando para trás outros dois mil artistas.

Hoje é possível ver Yamada e outros nomes japoneses nos quatro cantos da cidade. Os restaurantes de comidas orientais se proliferam a cada dia, o sushi virou mania entre os descolados e os animes e mangás são colecionados por crianças e jovens, fãs dos super-heróis japoneses. Seja na floresta ou na terra do sol nascente, o que não se pode negar é que há muitos cidadãos com um pé lá e outro cá, com o coração dividido entre a Amazônia e o Japão.

'O sonho de nossos pais era levar os filhos criados aqui para serem apresentados à família que ficou no Japão. Depois veio o movimento social dekassegui, daqueles que iam em busca de dinheiro lá para investir aqui. Muitos ganharam dinheiro, investiram e depois perderam tudo. Daí voltaram ao Japão para conseguir mais. Hoje vemos o processo inverso, e muita gente vai e decide ficar. Há muitos programas de intercâmbio, e muitos descendentes têm dupla nacionalidade. Nos dá orgulho ver que grande parte dos restaurantes japoneses de Belém está nas mãos de pessoas que não têm parentesco japonês, e que ninguém torce mais o nariz ao ouvir falar de peixe cru', diz o diretor da Associação Nipo-Brasileira.

Para ele, há uma integração verdadeira entre as duas culturas. 'O karaokê que o brasileiro gosta tanto é febre no Japão; no curso de taikó (percussão japonesa) realizado pela associação, 80% da turma são brasileiros', informa. Há outros exemplos ainda, como o sucesso das bandas de heavy metal brasileiro no Japão, além do fenômeno da bossa nova, considerada pelos japoneses como a música mais bem elaborada do mundo.

Fonte: Portal ORM
 

·
Eu Sou o Rei do Mundo!
Joined
·
6,350 Posts
Eu tenho um grande carinho pelo poso japones, respeito demais o Japão e toda a sua cultura, é legal ir em alguns restaurantes japones aqui e escutar aquelas conversas que não dá pra entender nadaaa iauhaa

:D
 

·
Carioca
Joined
·
16,321 Posts
O Pará sob os olhos do oriente

HOMENAGEM

O escritor, artista plástico, desportista, agricultor e empreendedor Yoshio Yamada completaria hoje 112 anos



Desportista, escritor, artista plástico, agricultor e empreendedor. Essas foram as atividades desenvolvidas pelo fundador do grupo Y. Yamada, Yoshio Yamada, que completaria hoje, dia 22, 112 anos.

“ Tive pouca convivência com o meu avô. Quando ele morreu, eu tinha sete anos, mas a imagem dele é muito viva. Lembro que ele era um homem muito sensível para a arte, para a cultura em geral”, disse a neta Márcia Yamada.

Como artista plástico, Yoshio recebeu prêmios nacionais e internacionais com as obras São José ao Nascer do Sol, Mangueiras de Nazaré, Nascer do Sol na Amazônia, Feira do Ver-o-Peso, que recebeu a medalha de ouro na mostra internacional no Salão Mitsukoshi, em Tóquio, concorrendo com mais de dois mil artistas.

Seus trabalhos ultrapassaram as fronteiras do Estado e ganharam não apenas o país, mas também o mundo. Alguns dos lugares em que suas obras estiveram expostas foram Manaus (Biblioteca Pública do Amazonas), Rio de Janeiro (Copacabana Palace e Clube Industrial) e Japão (mostra internacional no salão Mitsukoshi, em Tóquio).

“ Nas suas obras, ele usava muitas cores fortes, como o vermelho, o amarelo e o azul, e como ele era apaixonado pela terra que o acolheu, a maioria das obras retratava o pôr-do-sol, o Círio, os rios e os ribeirinho. Poucas mostravam a cultura dele”, disse Márcia Yamada.

Como desportista, Yoshio Yamada foi instrutor de judô na academia militar japonesa e como escritor publicou Trinta Anos de Vivência na Amazônia. Sua história não acaba aí. Pelo contrário. Yoshio começou no Pará como agricultor e tornou-se um grande empresário.

Natália Viggiano
 

·
Registered
Joined
·
9,362 Posts
aqui no Amazonas tem uma colônia em Maués e uma em Parintins.
Em Manaus tem muitos decendentes de japones e japoneses (por causa da Zona franca)
A maioria mora no Adrianópolis. Lá agente vê aos montes
 

·
Registered
Joined
·
4,657 Posts
Uma fato bem curioso...pelo menos em Belém, todos sempre tiveram pelo menos 1 descendente de japonês na sua sala de aula, no geral sempre uns 3 a 5...e sempre foi comum em nosso cotidiano os nipônicos...mas algo bem estranho aconteceu em Sobral, num grupo de estágio foi um "japonês" conosco, e quando estavamos em campo sempre vinha um ou outro e ficava olhando pra esse japonês como algo de outro mundo, uma novidade, o japonês fez sucesso. Acredito que em muito lugares do país isso deva ser normal tbm.
 

·
Registered
Joined
·
7,728 Posts
^ Em Pvh tbm tem uma população consideravel de decendentes de japoneses...

Alem de uma colonia japonesa em Porto Velho... existe uma forte migração de pessoas, vindas do norte do Parana, de São Paulo, Mato Grosso do Sul... que são estados onde a presença japonesa tbm eh forte!!
 

·
Life is simple!
Joined
·
945 Posts
Alguém aí estudou no colégio ideal?????


lá de cada 10 alunos 4 são descendentes nipponicos, é incrível mesmo.



Tombém gosto muito do povo japonês eles só troxeram contribuições positivas ao nosso país.
 

·
Registered
Joined
·
9,362 Posts
Alguém aí estudou no colégio ideal?????


lá de cada 10 alunos 4 são descendentes nipponicos, é incrível mesmo.



Tombém gosto muito do povo japonês eles só troxeram contribuições positivas ao nosso país.


Eu estudei 1 ano aqui no colégio ''Ida Nelson'' e é exatamente assim!
só na minha classe tinha um ''sakai'', um ''yukio'' e uma ''nakadaumori''
Era tão legal, eles são super inteligentes :)
 
1 - 11 of 11 Posts
Top