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MANAUS - O projeto do setor elétrico linhão Tucuruí-Manaus-Macapá, será leiloado no próximo dia 27 de junho. O empreendimento cortará 1.876 quilômetros de florestas. O objetivo é interligar Manaus (AM) ao Sistema Interligado Nacional. Especialistas consultados pela Agência CanalEnergia mostram que, após o licenciamento ambiental, a logística para levar equipamentos e pessoal para áreas inóspitas será o grande obstáculo para a execução da obra avaliada em R$ 3,7 bilhões.

O linhão foi repartido em três lotes para a licitação que atraiu grandes players do setor como as estatais Eletronorte e Chesf, a colombiano-brasileira Isa Cteep, e as espanholas Isolux e Abengoa. Por outro lado, a Terna Participações, uma das maiores transmissoras privadas do país, preferiu ficar de fora do leilão desses lotes.

- O retorno que essas linhas irão proporcionar não são compatíveis com os riscos oferecidos, avaliou Paulo Seidal, gerente Financeiro e de Relações com Investidores da companhia, em teleconferência com analista em maio passado.

Alto risco

A mesma avaliação tinha, em março, a Isa Cteep, segundo Sidnei Martini, presidente da companhia, em entrevista à Agência CanalEnergia na época. O executivo explicou que o linhão é uma obra de alto risco devido aos desafios técnicos, como torres com 280 metros de altura. “Elas estão fora dos padrões”, completou ele.

A Isa Cteep participa do consórcio Trans-Manaus, com 25% de participação, ao lado de Alupar Investimentos, Cymi e Elecnor para disputar o lote A. Para os lotes B e C, a empresa está no consórcio Solimões com Cobra Instalaciones y Servicios, Alupar e Elecnor.

Fonte: Portal Amazônia
 
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