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Em www.refer.pt

Março 2008

Electrificação e Modernização do Troço Barreiro - Pinhal Novo (excl.)

A REFER procedeu no dia 28 de Março à consignação dos trabalhos objecto da empreitada designada por “Linha do Alentejo - Troço Barreiro - Pinhal Novo (excl.) - Electrificação e Modernização de Estações e Apeadeiros”. A conclusão desta empreitada permitirá a redução dos tempos de percurso e a melhoria da qualidade do serviço prestado, nomeadamente com a aproximação entre as infra-estruturas ferroviária e fluvial, incremento das condições de conforto nas estações e respectivas acessibilidades.

A intervenção foi adjudicada ao consórcio constituído pelas empresas Construtora Abrantina, SA / LENA – Engenharia e Construções, SA, pelo valor de 18.945.000 euros e um prazo de execução de 270 dias de calendário.

A fiscalização do empreendimento será assegurada pelo consórcio constituído pelas empresas ECG – Engenharia, Coordenação de Gestão, Lda. e ENGECONSUL – Consultores de Engenharia Civil, Lda.

A empreitada consiste na realização das seguintes acções principais:

• Electrificação da Linha do Alentejo entre as Estações do Barreiro e de Pinhal Novo (exclusive);

• Implementação de um novo layout na Estação do Barreiro, materializado pela construção de um novo terminal ferroviário, a nascente das actuais infra-estruturas, mais próximo do terminal fluvial;

• Remodelação das Estações do Barreiro, Lavradio e Moita e dos Apeadeiros do Barreiro-A, Alhos Vedros, Baixa da Banheira e Penteado, com o alteamento e prolongamento dos cais de passageiros, instalação de mobiliário urbano, coberturas e passagens superiores de peões dotadas de escadas tradicionais e elevadores, para acesso às plataformas e atravessamento da via-férrea;

• Construção de uma passagem superior pedonal ao km 1,750, junto ao Bairro das Palmeiras, para substituição da existente.

Mai 2008

Consignação da
Empreitada de Remodelação da Estação de Setúbal


No dia 19 de Maio de 2008, a REFER procedeu à consignação dos trabalhos objecto da empreitada de remodelação da Estação de Setúbal. A obra foi adjudicada à Empresa Monte Adriano Engenharia & Construção, SA, pelo valor de 8.686.653,63 € e um prazo de execução de 510 dias.

A intervenção caracteriza-se, fundamentalmente, pela realização de trabalhos de remodelação do actual layout ferroviário, remodelação do edifício de passageiros, construção de um novo acesso à estação do lado oposto ao actual EP, alargamento da passagem inferior rodoviária ao km 28,416, da Linha do Sul, e construção de dois parques de estacionamento com capacidade para 342 lugares de estacionamento.
 

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Discussion Starter · #2 ·
O Barreiro A já foi abaixo... e agora querem mandar abaixo também o edifício da estação de Alhos Vedros... :bash:

Não sei se vão fazer o mesmo com o edifício do Lavradio, mas acho que vão também mandar abaixo a da Moita.

As velhas estações remodeladas ficavam muito bem :yes: agora assim... :eek:hno:

No Terminal já existe um estaleiro das obras para a construção da nova gare perto do terminal fluvial
 

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O Terrouriiiiiii...
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e ainda hão de chorar mais... agora vão descobrir o que é que os tipos em Lisboa entendem por "desenvolvimento e Modernizaçao"
 

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Discussion Starter · #4 ·
Não acho que os edifícios antigos tenham assim grande valor patrimonial, tirando o do Lavradio.

Todos têm contudo um valor histórico inequívoco.
 

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^^ Chorar ??? porquê ???


"Os de lisboa" .. .atendendo a que do lado de la´do muro demoliram 1/2 barreiro (ADP) ... o que é + ou - 1 edificio de piso terreo ??? :lol:


É o mesmo que vires dizer que o puto chora por a bola de gelado ter caido ao chão ... depois de terem destruido o mundo inteiro ... :lol:
 

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Discussion Starter · #6 ·
Câmara contra demolição de estações

A Câmara Municipal da Moita manifestou-se, ontem, contra a demolição das estações de comboio de Alhos Vedros e Moita na Linha do Sado e solicitou a suspensão imediata do processo.

A autarquia, presidida por João Lobo (PCP), reuniu-se com a Refer (que gere as infraestruturas ferroviárias) sexta-feira e voltou a defender a suspensão do processo que está previsto para os próximos dias.

A Câmara da Moita defende que dentro do processo de substituição dos edifícios e electrificação da toda a Linha do Sado, "é possível proceder à relocalização das novas estações e apeadeiros, quer do ponto de vista técnico, quer funcional".

"No encontro, o município da Moita manifestou a sua disponibilidade para assumir a responsabilidade pelo futuro destes edifícios, que fazem parte da memória colectiva da população do concelho", refere a autarquia em comunicado.

A maneira como a Câmara foi alertada para o processo, através de uma mensagem de correio electrónico, enviada às 20 horas do dia 16 de Maio, informado que a estação de Alhos Vedros seria demolida no dia 20 de Maio, foi também criticada.

Protesto chega ao Governo

A Câmara Municipal da Moita manifestou o seu descontentamento para com a situação junto do Ministério das Obras Públicas, Transportes e Comunicações e da administração da Refer.

"Não aceitamos que um assunto desta relevância não seja precedido de uma informação completa e antecipada à Câmara Municipal da Moita sobre as intenções da Refer", lê-se no documento.

Recorde-se que a autarquia moitense já havia transmitido, nos anos de 2004 e 2005, à Refer, a sua preocupação quanto ao processo de substituição dos edifícios históricos das estações, tendo também então se disponibilizado para colaborar na resolução destas e de outras questões.

Fonte: JN
 

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Discussion Starter · #7 ·
Câmara da Moita contesta demolição de duas antigas estações de comboios

25.05.2008

O presidente da Câmara Municipal da Moita reuniu-se anteontem com os responsáveis locais da Rede Ferroviária Nacional - Refer (empresa gestora das infra-estruturas ferroviárias) a quem solicitou "a suspensão imediata" da demolição das estações de caminho-de-ferro da Moita e Alhos Vedros, prevista para os próximos dias.

De acordo com um comunicado da autarquia, o presidente da Câmara, João Lobo (PCP), manifestou também a disponibilidade do município para "assumir a responsabilidade pelo futuro destes dois edifícios", que "fazem parte da memória colectiva da população do concelho".

Segundo a mesma fonte, a autarquia só foi informada sobre a demolição da estação de Alhos Vedros, inicialmente prevista para o passado dia 20, "através de uma mensagem remetida por correio electrónico por dois técnicos da Refer" no dia 16 às 20h00. Em resposta, a câmara manifestou de imediato "o seu descontentamento para com a situação" perante o Ministério das Obras Públicas, Transportes e Comunicações e a administração da Refer.

"Já nos anos de 2004 e 2005 havíamos mostrado preocupação quanto ao processo de substituição destes dois edifícios e nessa altura mostrámos disponibilidade para colaborar na resolução desta questões", adianta a informação camarária ontem divulgada.

Para viabilizar o projecto de electrificação da linha ferroviária do Sado, a autarquia entende que "é possível proceder à relocalização das novas estações e apeadeiros, quer do ponto de vista técnico, quer funcional", sem que haja necessidade de demolir as antigas instalações.

Câmara diz que pretende evitar a demolição dos edifícios que "fazem parte da memória colectiva" da população.

Fonte: Público

:eek:hno:
 

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Discussion Starter · #8 ·
Estação ”Barreiro A” já não existe

Durante a noite foi demolida e “evaporou-se”



Vai nascer uma nova Estação junto ao Barreiro Mar

Estação do Lavradio não será demolida

Numa operação que decorreu durante a noite, a antiga Estação do “Barreiro A”, na linha sul e sueste, foi demolida.
Foi com surpresa que, alguns trabalhadores na zona, de manhã, ao chegarem depararam com o cenário – “Olha, a Estação já não existe!”.

Ao “Rostos” a notícia chegou através de António Cabós Gonçalves que nos informou que a Estação tinha sido demolida, pelo que nos constou foi na madrugada do dia 21 ou 22 de Maio. Foi uma surpresa. O assunto não foi objecto de informação divulgada por nenhuma entidade.
Fomos ao local e verificámos que de facto a “Estação” tinha sido “evaporada!”.

E pronto…foi-se!


Segundo contacto que estabelecemos com o Vereador Joaquim Matias, a Câmara foi informada que iam realizar-se as obras na Estação do “Barreiro A”, mas não com a informação que a mesma seria completamente demolida.
Entretanto, o autarca informou-nos que a “Estação do Lavradio” não será demolida e que vai ser construída uma nova gare para os comboios na zona junto ao Terminal Rodo-Fluvial

Fonte: Rostos
 

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Foi com surpresa que, alguns trabalhadores na zona, de manhã, ao chegarem depararam com o cenário – “Olha, a Estação já não existe!”.

Fomos ao local e verificámos que de facto a “Estação” tinha sido “evaporada!”.

E pronto…foi-se!

:lol:
 

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E o resto barra?
Vá fotos do resto dos apeadeiros.
 

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caramba, levaram td de noite :uh:
De noite, quando é proibido fazer barulho. Vê-se logo o intuito.

Fizeram o mesmo à estação de Viseu há uns anos. É uma prática habitual, que é para não haver protestos. Se uma empresa do estado (Refer) procede assim...

Quando morava em Campolide, num belo domingo de manhã, abri a janela e já não havia nem Artilharia-1 nem árvores centenárias... e garanto que estava tudo lá no sábado à noite.
 
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