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Discussion Starter #1 (Edited)
Lisboa | Capital Verde Europeia 2020

https://lisboagreencapital2020.com/



Vencedores da Capital Verde Europeia

2010 - Estocolmo (Suécia)
2011 - Hamburgo (Alemanha)
2012 - Vitoria-Gasteiz (Espanha)
2013 - Nantes (França)
2014 - Copenhaga (Dinamarca)
2015 - Bristol (Reino Unido)
2016 - Liubliana (Eslovénia)
2017 - Essen (Alemanha)
2018 - Nimega (Países Baixos)
2019 - Oslo (Noruega)
2020 - Lisboa (Portugal)
2021 - Lahti (Finlândia)
 

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Discussion Starter #4
Lisboa vai ter uma piscina natural no rio Tejo em 2021


Em 2021, vai ser possível tomar banho numa piscina artificial no rio Tejo

Este é um dos "milhares" de projetos planeados para o ano em que a cidade é Capital Verde Europeia.

Em 2021, vai ser possível tomar banho numa piscina artificial no rio Tejo, ver mais 100 hectares de zonas verdes em Lisboa e assistir ao nascimento de novos parques urbanos na cidade. Estas são apenas algumas das "milhares de ações planeadas" pela Câmara de Lisboa até 2050, no ano em que a cidade é Capital Verde Europeia. "As iniciativas têm todas o objetivo de melhorar a nossa qualidade de vida", frisou o presidente da Câmara de Lisboa, Fernando Medina, antes do arranque das cerimónias oficiais que assinalaram, este sábado, Lisboa como Capital Verde Europeia.

A piscina natural terá 232 metros quadrados e vai funcionar com água do Tejo "previamente tratada, com um circuito interno" e água de furo, na zona da bacia norte da marina do Parque das Nações, em Lisboa, avançou Hugo Xambre Pereira, administrador da empresa Águas do Tejo Atlântico, ao JN. "Fruto do investimento que tem sido feito no saneamento, a água do rio já tem uma qualidade que nos permite pensar neste tipo de projetos. Ainda assim, a água tem de ser sempre tratada por questões de segurança", explicou o administrador da empresa responsável pelo projeto.

A piscina terá capacidade para cerca de "800 a 1100" pessoas, um número que poderá aumentar, "dependendo do projeto final". Além da piscina, haverá balneários, uma receção, solário, uma esplanada e "possivelmente restauração", que se estenderão por 2400 metros quadrados de área flutuante. O projeto ainda está numa fase muito embrionária e, por isso, ainda não há um orçamento fechado. Em maio deverá ser lançado o concurso da empreitada e as obras deverão estar concluídas em meados de 2021.

Mais de 70 empresas

As cerimónias oficiais que assinalam Lisboa como Capital Verde Europeia decorreram ontem e contaram com a presença de várias figuras importantes do Estado e do secretário-geral da Organização das Nações Unidas (ONU), António Guterres. Começaram com a inauguração da exposição O mar como nunca o sentiu, no Oceanário de Lisboa, que poderá ser vista a partir de hoje. A mostra, que conta a história da relação antiga entre homens e o mar, é uma das várias iniciativas previstas para este ano, no âmbito da Lisboa Capital Verde.

Hoje, serão distribuídas sementes para a plantação de 20 mil árvores e amanhã arrancam as obras que irão transformar a Praça de Espanha, hoje ocupada em grande parte por carros, num parque urbano. "Foram assinados compromissos com mais de 70 empresas da área da mobilidade, que representam mais de 20% de toda a força de trabalho no município. Comprometeram-se a implementar medidas concretas para combatermos as alterações climáticas", frisou Medina.

Fonte: https://www.jn.pt/local/noticias/lisboa/lisboa/lisboa-vai-ter-uma-piscina-natural-no-rio-tejo-em-2021-11696334.html?fbclid=IwAR3Rx-u40YlWulg-_3AtM2OoC0QCwLRtL6i5DdRnn8ROgc0-LX_O49X0Vi0
 

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Discussion Starter #5
Lisboa vai ter uma “praia” no Tejo​

A piscina natural flutuante terá 230 metros quadrados e será amiga do ambiente. Lisboa é a partir deste sábado Capital Verde Europeia.

https://www.publico.pt/2020/01/11/fugas/noticia/lisboa-vai-praia-tejo-1900001?fbclid=IwAR3MHTf15-MHSLh4maJ9Tw-wK0nu80euf5v9XgAxLpJ6w9ToIkur_OKPRhk

O TEJO VAI TER UMA PISCINA DESTAS. E VAI MESMO QUERER MERGULHAR AQUI…

Lisboa vai ter uma piscina sustentável flutuante com água tratada do Rio Tejo. Veja as imagens

https://visao.sapo.pt/ambiente/2020-01-11-o-tejo-vai-ter-uma-piscina-destas-vai-mesmo-querer-mergulhar-aqui/?fbclid=IwAR3pCYYn-zQWRorkhl75zeqvUv4wjS5b3BcGjvO6Ujcc6JKZlvFwMng0DpU
 

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Discussion Starter #6
Câmara de Lisboa limita circulação de carros na Av. Liberdade, Baixa e Chiado​

A cidade já é a Capital Verde Europeia 2020. A cerimónia de arranque teve muitos discursos e a festa foi contra-balançada por protestos de quem acha que tudo não passa de propaganda vestida de verde.

A pergunta era sobre se os políticos estão verdadeiramente empenhados em resolver os problemas ambientais ou se apenas querem ficar bem na fotografia. Na plateia, onde adolescentes e jovens contornavam o aborrecimento espreitando os smartphones, surgiram de repente umas folhas com dizeres: “Este Governo não é verde”, “Rio Tejo poluído não é verde”, “Gás natural nos autocarros não é verde”, “Dizer verde não é verde”.

A pergunta tinha sido feita a Fernando Medina, presidente da Câmara de Lisboa, que partilhava o palco com António Costa, António Guterres e Frans Timmermans, vice-presidente da recém-empossada Comissão Europeia. O autarca, que a princípio reagiu com estranheza àqueles cartazes, não se atrapalhou e decidiu responder antes ao que eles diziam do que a quem o questionara, um jovem do movimento Fridays for Future, também responsável por aquela mini-manifestação.

“Procurem no Google e no Youtube o que era o Tejo há 30 anos e há 15 anos”, disse Medina, arrancando um grande aplauso da assistência e animando uma cerimónia que já então estava longa e monótona, com discurso atrás de discurso.

Por essa altura, Lisboa ainda não era oficialmente Capital Verde Europeia 2020 mas viria a sê-lo daí a pouco, às 17h36, quando o autarca de Oslo passou a pasta à capital portuguesa e José Sá Fernandes, vereador do Ambiente, começou aos saltos no palco do Pavilhão Carlos Lopes. Foi então que Medina definiu prioridades para o ano – que correspondem às que o presidente dissera ao PÚBLICO há uns dias – e anunciou a criação de uma nova Zona de Emissões Reduzidas (ZER) na Baixa e no Chiado, abrangendo também a Av. da Liberdade.

O autarca não explicou ainda nem como nem quando esta medida vai entrar em vigor, mas disse que pretende “reduzir a circulação automóvel ao mínimo indispensável” naquela zona da cidade. “Temos a confiança de ter um sistema de transportes públicos que vai responder bem”, afirmou.

Exceptuando uma medida relativa à construção de casas para o Programa de Renda Acessível, o discurso de Medina focou-se muito na mobilidade. Mesmo quando falou do novo parque urbano da Praça de Espanha, cujas obras arrancam na segunda-feira, referiu-se ao estado actual daquele local como “o símbolo do domínio automóvel sobre tudo o resto”.

“Lisboa Verde ainda está longe”

O momento em que os jovens exibiram os cartazes não foi o primeiro do género durante a tarde. Mais de duas horas antes, quando a cerimónia se iniciou no alto do Parque Eduardo VII com o hastear de uma bandeira portuguesa feita com plástico marítimo reciclado e a primeira ronda de discursos, activistas do movimento Extinction Rebellion tentaram entregar pequenas árvores aos responsáveis políticos. Marcelo Rebelo de Sousa, que zarpou depois de cantado o hino, não recebeu nenhuma, assim como António Costa e António Guterres.

Fernando Medina, pelo contrário, acedeu a que um dos jovens furasse a barreira de seguranças e fotojornalistas e ficou com a árvore. Com ela vinha um recado: “A Lisboa Capital Verde ainda está longe! (…) Não iremos deixar que varram os problemas actuais para debaixo deste lindo tapete verde que estamos a criar.”

O Extinction Rebellion, explicou um dos seus membros ao PÚBLICO, “é contra o greenwashing”, que se pode traduzir por fazer exactamente o contrário do que se apregoa dando-lhe, no entanto, uma aparência amiga do ambiente. Estes activistas pensam que é isso que se está a passar, por exemplo, com a expansão do aeroporto da Portela e com a construção de um novo no Montijo.

António Costa, que não se tinha referido ao assunto no discurso, aproveitou a presença dos cartazes para dizer que acredita que “provavelmente os aviões em 2050 não vão ser tão poluentes como hoje são” e que, mesmo que tudo se mantenha igual, o Governo já previu a compensação carbónica necessária. A associação ambientalista Zero, cujo presidente Francisco Ferreira também esteve presente, desmentiu entretanto o primeiro-ministro no Facebook.

O chefe de Governo disse à plateia que Portugal está no bom caminho para a neutralidade carbónica em 2050 e que os anos que nos separam de 2030 são os mais difíceis. Anunciou que a residência oficial, em São Bento, vai ser neutra já este ano e que, a partir de Fevereiro, “todos os ministros só circularão na Área Metropolitana com viaturas eléctricas”.

Pouco depois, o vice-presidente da Comissão Europeia, Frans Timmermans, aconselhou Costa a pôr o Governo a andar antes de bicicleta. “Vocês deviam todos andar de bicicleta. Acreditem em mim, sou holandês”, riu-se.

Fonte: https://www.publico.pt/2020/01/11/local/reportagem/camara-lisboa-limita-circulacao-carros-av-liberdade-baixa-chiado-1900024?fbclid=IwAR3ZkEsJoETbytIU9WySgxzCSs7oAg_yaoGgcaRnjeNBDx-if185Vup8q2g
 

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Bem podes começar logo pela plantação de árvores, se for como as que meteram no parque urbano de Chelas, só vão sobrar umas 20-30% daqui a uns meses.
 

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Discussion Starter #15
LISBOA, CAPITAL VERDE EUROPEIA, PROMETE LIMITAR AUTOMÓVEIS NO CENTRO AO “MÍNIMO INDISPENSÁVEL”

Lisboa vai implementar uma nova Zona de Emissões Reduzidas (ZER) na zona da Baixa e Chiado, numa medida que promete reduzir a circulação automóvel ao “mínimo indispensável”. No primeiro dia de Lisboa enquanto Capital Verde Europeia e apesar de não terem ainda sido anunciadas a data de implementação e a forma que a medida tomará, Fernando Medina prometeu “novidades em breve”.

Depois de ter implementado a sua primeira Zona de Emissões Reduzidas em 2011, com o objectivo de limitar a entrada dos veículos mais poluentes no centro da cidade, Lisboa anunciou o nascimento de uma nova ZER, prometendo “limitar a circulação de carros no centro histórico ao mínimo indispensável”. As palavras são do próprio presidente da câmara municipal de Lisboa, Fernando Medina, que, na rede social Twitter, prometeu “novidades para breve”, já que, até ao momento, não foi tornada pública informação referente à data de lançamento e à forma que a medida tomará.

Apesar de contar já com uma ZER, implementada em três fases distintas (a última ocorreu em 2014), os efeitos práticos da medida terão sido reduzidos. Um artigo do jornal O Corvo, publicado em Maio de 2018, reportava que “ninguém” teria sido multado por incumprimento das restrições de circulação “nos últimos dois anos”.

As novas restrições ao tráfego deverão concentrar-se na zona do Chiado e baixa lisboeta. Fernando Medina justifica a medida por esta tratar-se da zona da cidade “com maior oferta de transportes”, acontecendo numa altura em que a utilização de transportes públicos em Lisboa tem vindo a aumentar, assim como a aposta na renovação da frota da Carris, que vai lançar um concurso para a aquisição de “30 novos autocarros eléctricos”.

Passagem de testemunho

Foi às 17 horas e 36 minutos do passado sábado que Oslo, até então Capital Verde Europeia, passou o título a Lisboa, pelas mãos do presidente da capital norueguesa, Raymond Johansen. Agora, é Lisboa a detentora do título europeu, tornando-se na primeira cidade do Sul da Europa a ostentá-lo. Na primeira grande acção no âmbito da Capital Verde Europeia, cinco mil pessoas plantaram 21 mil árvores. A ambição da autarquia é que, até 2021, sejam plantadas 100 mil novas árvores em Lisboa.

Para além destes eventos e anúncio de medidas que marcaram o arranque da acção da cidade portuguesa, nesta segunda-feira, 13 de Janeiro, é inaugurada, na Praça do Município, a Loja Capital Verde 2020, onde terá lugar o primeiro "Encontros com o Futuro". Esta iniciativa, organizada pela câmara municipal de Lisboa e pela Lisboa e-Nova -- Agência de Energia de Lisboa, incidirá sobre quatro candidaturas de projectos aprovadas (três ao abrigo do programa Horizonte 2020 e uma no âmbito do LIFE) que visam áreas de transformação sustentável dos centros históricos (HUB-IN), eficácia na utilização da água (B-WATER SMART), utilização de soluções de base natural (CONEXUS) e adaptação climática na estrutura verde.

Fonte: http://smart-cities.pt/ambiente/lisboa-capital-verde-medidas1301/?fbclid=IwAR30WmZ9RtFTxrPAkbxf0nOeFV_szIoRpqppQ5G_gnNHQkgzNmHjtpZPGmo
 

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Discussion Starter #16
CIRCULAÇÃO DE CARROS NA BAIXA-CHIADO SERÁ REDUZIDA E SERÃO CONSTRUÍDAS CASAS “EMISSÃO ZERO” NA CAPITAL​

A zona da Baixa-Chiado, em Lisboa, passará a ser “zona de emissões reduzidas” onde a circulação automóvel será reduzida ao “mínimo indispensável” , anunciou Fernando Medina.

“Vamos avançar em definitivo para combater a poluição nas zonas centrais da cidade de Lisboa, reduzindo a circulação automóvel na Avenida da Liberdade e na Baixa da cidade”, afirmou Fernando Medina, numa conversa com jovens no Pavilhão Carlos Lopes, inserida nas cerimónias que marcaram o arranque de Lisboa Capital Verde Europeia 2020.

A criação da “zona de emissões reduzidas da Baixa-Chiado”, acrescentou, terá como objetivo “reduzir a circulação automóvel ao mínimo indispensável”, combatendo um dos focos principais de risco ambiental para a cidade de Lisboa, a poluição na Avenida da Liberdade.

“Mas, não devíamos ter feito isto antes?”, questionou o autarca, para logo de seguida dar a resposta, explicando que o município só agora irá avançar com a medida, pois acredita que o atual sistema de transportes públicos vai assegurar que tudo irá “funcionar bem e que se irá viver melhor” naquela zona.

Casas “emissão zero”

Numa intervenção em que voltou a falar do “orgulho e responsabilidade” que representa a atribuição da distinção Lisboa Capital Verde Europeia 2020, Fernando Medina referiu-se ainda à dificuldade em arranjar casa na cidade, assegurando que o município está “a tentar fazer tudo aquilo” que pode. “Temos a consciência que precisamos de construir novas casas”, disse.

Contudo, além da responsabilidade de apoiar os jovens e a classe média no acesso à habitação, a autarquia deve fazê-lo de “forma inteligente”, integrando “a resolução do desafio da habitação no desafio ambiental de redução das alterações climáticas”. “Hoje com políticas inteligentes é possível ter casas e ter prédios que em si são neutros em emissão de carbono”, sustentou. Assim, já este ano vão começar a ser construídas casas “emissão zero”, estando a sua conclusão prevista para 2021.

“No investimento em habitação, queremos ao mesmo tempo contribuir para a nossa batalha ambiental. Este ano mesmo vão começar a ser construídas as primeiras 130 casas na Avenida das Forças Armadas, ali mesmo junto do ISCTE, junto da Cidade Universitária e depois vão ser ampliadas, vão chegar a 500, vão chegar a três mil casas emissão zero”, concretizou o presidente da Câmara Municipal de Lisboa.

Fonte: https://www.ambientemagazine.com/circulacao-de-carros-na-baixa-chiado-sera-reduzida-e-serao-construidas-casas-emissao-zero-na-capital/?fbclid=IwAR11t01ieO6aOAtfMXDKFLdAyLYhUFTCiRUr5rvEKRUwqMx7XTeqF5rmpbw
 

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Discussion Starter #17
Oceanário de Lisboa apresenta exposição imersiva​


"One - o mar como nunca o sentiu" é o nome da exposição imersiva da artista e bióloga Maya Almeida apresentada pelo Oceanário de Lisboa. Um espetáculo de imagem e som sobre a biodiversidade dos oceanos inteiramente filmado em Portugal.

"Foram dois anos de trabalho, dos quais oito meses a filmar, sobretudo nos Açores e sobretudo imagens subaquáticas, que é o menos comum e o que as pessoas acham mais interessante. Filmámos imagens com um drone que quase parecia um helicóptero, de tão grande. Fizemos também imagens em terra, em locais como Nazaré, Aveiro, Costa Vicentina e Algarve. Temos filmagens feitas por todo o país", conta a artista.

A exposição é apresentada no âmbito dos eventos Lisboa Capital Verde Europeia 2020 e não tem data de fecho prevista.

Fonte: https://pt.euronews.com/2020/01/13/oceanario-de-lisboa-apresenta-exposicao-imersiva
 

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Discussion Starter #19


“Encontros com o Futuro” inauguram Loja Capital Verde 2020

A Loja Capital Verde Europeia 2020, ponto de informação e eventos, abre oficialmente esta segunda-feira, 13 de Janeiro, às 18h00 na Praça do Município n.º 31, em Lisboa, com a primeira sessão de “Encontros com o Futuro”.

Este primeiro Encontro incidirá em quatro candidaturas que Lisboa viu aprovadas muito recentemente e cujos projectos serão apresentados e debatidos.

Todos estes projetos, que serão apresentados por técnicas especializadas do LNEC e da CML, realçam o papel do investimento e da inovação na transição ecológica sustentável.

A sessão é organizada pela autarquia e pela Agência de Energia e Ambiente de Lisboa - Lisboa e-Nova. A participação é gratuita.

Fonte: http://www.diarioimobiliario.pt/Actualidade/Sustentabilidade/Encontros-com-o-Futuro-inauguram-Loja-Capital-Verde-2020?fbclid=IwAR0c-7a0wGRNjsBb07P7Iw_KcjsPvQrjddPBvKRqREVBN_3oy8FFww0cxKs
 
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