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Discussion Starter #1
Círculo das Lojas de Carácter e Tradição de Lisboa



BREVE DESCRIÇÃO

Iniciativa do Fórum Cidadania Lx em prol do comércio de carácter e tradição de Lisboa.


ELEGIBILIDADE DA LOJA

1. Ser uma referência histórica e/ou artística e/ou vernacular e/ou espaço c/particularidades arquitetónicas e/ou decorativas relevantes.

2. Vender/produzir artigos e serviços de excelência, não obrigatoriamente de luxo.

3. Manter a mesma actividade desde há pelo menos 50 anos, c/ou s/ o mesmo proprietário/ gerência, mas mantendo a mesma marca ou firma.

4. Centrar a sua actividade na cidade de Lisboa.

5. Assumir um compromisso ético e/ou ambiental.

6. Ser uma “loja única".

6.1 Em cuja actividade é a única de porta aberta (ex. Velas Loreto, Luvaria Ulisses).

6.2 Conjunto de lojas indissociáveis do próprio local (ex. “antiquários de São Bento”, retrosarias da Rua da Conceição).

6.3 “Loja com memórias” (onde tenham ocorrido factos históricos, documentados/ vox populi).


PROCESSO DE ADESÃO DA LOJA

• Indicação por membro/solicitação da própria loja
• Aceitação por 2/3 dos elementos do Fórum Cidadania Lx do “Círculo”
• Mediante preenchimento de Termo de Aceitação
• Processo dinâmico, com saídas ou entradas mediante avaliação ANUAL
• Inclusão da mesma no site do “Círculo”

São já lojas-fundadoras:

Au Petit Peintre
Casa Achilles
Casa Alves
Casa Pereira da Conceição
Casa Xangai
Chapelaria Azevedo Rua
Estrela da Sé
Farmácia Morão
Joalharia Ferreira Marques
Luvaria Ulisses
Manteigaria Silva
Ourivesaria da Moda
Ourivesaria Sarmento
Ourivesaria Tous/Aliança
Pastelaria Versailles
Sapataria do Carmo


MISSÃO

1. Apoiar, encorajar, estimular, reunir esforços e sinergias de modo a garantir a preservação, salvaguarda, viabilização presente e futura das lojas de carácter e tradição da cidade de Lisboa, divulgando-as junto do público e promovendo a sua excelência e sustentabilidade.

2. Elaborar e pôr em prática uma estratégia colectiva das lojas de comércio e tradição, complementar à estratégia individual de cada um dos seus membros.

3. Antecipar aos seus membros, pela partilha de boas-práticas e da reflexão prospectiva, os instrumentos do seu desenvolvimento futuro.» (idem). Valorizar profissionalmente o pessoal e a gerência/donos das lojas, com uma missão distintiva e de valor de património e cultura.

4. Promover o comércio de carácter e tradição a nível local, nacional e internacional, designadamente pela via cultural e turística.

5. Recolher as memórias vivas dos actuais donos e colaboradores e das memórias passadas (fotos, documentos, ferramentas etc.) a fim de reconstituir a sua história.

6. Que os membros sejam um pólo de criação de emprego e um factor de preservação do património e da identidade da cidade de Lisboa.

 

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the mitty
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excelente iniciativa :applause:
 

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Discussion Starter #3
Sem dúvida. Já tinha pensado em abrir um thread semelhante, com o mesmo propósito, há já algum tempo.
 

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Discussion Starter #4 (Edited)

«Quem sobe ou desce a rua de S. Nicolau, mesmo no coração da Baixa de Lisboa, não pode ficar indiferente ao número 104, onde muito discretamente espreita uma das mais antigas papelarias e conceituadas casas do mundo das artes plásticas Au Petit Peintre.
Este curioso espaço, fundado em 1909 por António Franco, foi também uma tipografia onde se editava O Jornal da Mulher. Estava-se em 1928.
Distribuído numa carroça, por um galego, pelas ruas de lisboa, já era um importante meio de comunicação onde se falava da emancipação da mulher.
Aqui podemos encontrar muitas curiosidades como aguarelas, sinetes, lacres, cartas timbradas, tintas para carimbo, tintas de escrever, papéis químicos, antigas sebentas e cadernos diários de escola, gravuras e vários materiais para dar largas à imaginação nas artes plásticas.
Hoje, o Au Petit Peintre continua a ser frequentado por artistas e por muitos estrangeiros que já vêm referenciados para comprar aguarelas, gravuras ou mesmo para emoldurar trabalhos mais especializados.
Um museu vivo a não perder!»











Horário
2ªf a 6ªf: 09h00-14h00 / 16h00-19h00
sábado: 09h00-13h00


http://www.cm-lisboa.pt/equipamentos/equipamento/info/au-petit-peintre
http://artedominguez.blogspot.pt/
 

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Discussion Starter #6
Esta é uma iniciativa que visa divulgar e classificar vários estabelecimentos que já existem há vários anos. Não estamos a falar propriamente de novas lojas ou novos projectos.. Deixa estar aqui.
 

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Discussion Starter #7

«Fundada em Lisboa no ano de 1905, esta empresa especializou-se na fundição de metais em moldes de areia, destinados ao fabrico de ferragens para moveis e para portas.
Com um impressionante stock de moldes, finamente cinzelados à mão e dominando todas as técnicas de acabamento do metal, a Casa Achilles oferece um excelente trabalho final, sendo procurada por antiquários e restauradores de moveis antigos quer em Portugal quer no estrangeiro.
Pela técnica de fundição de areia que utiliza, esta empresa oferece aos seus cliente a possibilidade de um exelente serviço na area do restuaro , podendo por isso produzir qualquer modelo em qualquer quantidades.
As instalações situam-se no Príncipe Real, bem no centro de Lisboa, onde apresentam uma vastíssima variedade de modelos, e onde os clientes podem visitar as oficinas originais, ainda intactas como foram há 100 anos atrás.»


 

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www.lojascomhistoria.pt
lojascomhistoria
lojascomhistoria-lisboa
lojascomhistória

LOJAS COM HISTÓRIA

Projeto que surge no âmbito de um programa criado pela Câmara Municipal de Lisboa em Fevereiro de 2015 e que tem como prioridade trabalhar com o comércio tradicional e histórico da cidade de Lisboa no sentido de, por um lado, preservar e salvaguardar os estabelecimentos e o seu património material, histórico e cultural, e por outro lado, dinamizar e reativar a atividade comercial, essencial para a sua existência. É movido por um sentido de urgência na proteção deste património, sabendo que nele reside uma parte relevante da identidade e caráter da cidade e que é, ao mesmo tempo, um importante mecanismo social e económico para o desenvolvimento da cidade.

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O comércio de uma cidade pode, e deve, ser um dos elementos distintivos e diferenciadores entre cidades. O comércio teve, sempre, ao longo da História, um papel muito relevante na cidade de Lisboa. E o comércio continua a ter um lugar determinante na vida económica, social e cultural da cidade.

Posicionar o comércio como marca diferenciadora de cidade e, simultaneamente, atividade económica geradora de emprego, exige a articulação de diferentes e complementares medidas, no âmbito de uma estratégia que ligue três áreas de atividade municipal: planeamento urbano e elementos arquitetónicos, património cultural e atividades económicas.

A cidade de Lisboa tem como uma das suas prioridades trabalhar com o comércio tradicional e histórico da cidade no sentido de, por um lado, preservar e salvaguardar os estabelecimentos e o seu património material, histórico e cultural, e por outro lado, dinamizar e reactivar a actividade comercial, essencial para a sua existência. Foi com esse objectivo que a Câmara Municipal de Lisboa deu inicio a um programa pioneiro no país.

O projecto “Lojas com História” foi criado pela CML em Fevereiro de 2015 (aprovado através da Deliberação n.º 99/CM/2015 (Proposta n.º 99/2015) publicada no 4.º Suplemento ao Boletim Municipal n.º 1097, de 27 de fevereiro de 2015) movido por um sentido de urgência na preservação e dinamização deste património, sabendo que nele reside uma parte relevante da identidade e carácter da cidade e que é, ao mesmo tempo, um importante mecanismo social e económico para o seu desenvolvimento.
Após um intenso trabalho de pesquisa documental e de trabalho de campo em Fevereiro de 2016 a CMLl aprovou os critérios de atribuição da distinção “Lojas com História”, e as competências do grupo de trabalho e do conselho consultivo. pela Deliberação n.º 66/CM/2016 (Proposta n.º 66/2016) publicada no 4.º Suplemento ao Boletim Municipal n.º 1149, de 25 de fevereiro de 2016.

Em julho de 2016 e fevereiro de 2017, sob proposta do Grupo de Trabalho, e depois de ouvido o Conselho Consultivo, a Autarquia aprovou a atribuição da distinção “Lojas com História” a um conjunto de respectivamente 63 e 19 estabelecimentos comerciais, divulgado publicamente nos Boletins Municipais nº 1171-2º suplemento e 1204-4º suplemento .

De agora em diante, por iniciativa dos comerciantes, proprietários ou sociedade civil, os estabelecimentos poderão candidatar-se à atribuição desta distinção, nos termos do respectivo Regulamento, publicado em Diário da República.

Para apoiar a manutenção e fomento das características genuínas deste importante sector do comércio -“Lojas com História”, a Câmara Municipal de Lisboa criou o Fundo municipal “Lojas com História”, publicado em Diário da República.
Além dos apoios financeiros previstos neste regulamento, a Câmara Municipal de Lisboa promoveu a criação da identidade visual do programa no âmbito da qual foram desenvolvidos suportes promocionais variados como este website e ainda a constituição de uma equipa municipal dedicada aos lojistas.
 

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CONHEÇA AS LOJAS
Conheça as Lojas distinguidas pelo Programa Lojas com História

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LOJAS

A Brasileira
A Carioca
A Ginjinha
A Ginjinha Sem Rival
A Minhota
André Ópticas (Óptica do Chiado)
Aníbal Gravador
Arqui Chique
Au Petit Peintre
A Veneziana
Bar Americano
Barbearia Campos
British Bar
Café Nicola
Café Restaurante Martinho da Arcada
Camisaria Pitta
Casa Achilles
Casa Buttuller
Casa Forra
Casa Frazão
Casa Havaneza
Casa Macário
Casanostra
Casa Pereira
Casa Pereira da Conceição
Casa Xangai
Caza das Vellas Loreto
Chapelaria Azevedo Rua
Confeitaria Nacional
Conserveira de Lisboa
Drogaria de São Domingos
Espingardaria Central A. Montez
Farmácia Andrade
Farmácia Barreto
Farmácia Morão
Farmácia Normal
Ferragens Guedes
Florista Pequeno Jardim
Fotografia Triunfo
Francisco Soares da Silva
Franco Gravador
Galeto
Ginjinha Rubi
Hospital das Bonecas
Joalharia do Carmo
Joalharia Ferreira Marques
Leão d'Ouro
Leitão & Irmão
Leitaria "A Camponeza"
Livraria Aillaud & Lellos
Livraria Ferin
Londres Salão
Luvaria Ulisses
Manteigaria Silva
Manuel Tavares
Óptica Jomil
Ourivesaria Barreto & Gonçalves
Ourivesaria Sarmento
Panificação Mecânica
Paris em Lisboa
Pastéis de Belém
Pastelaria Benard
Pastelaria Mexicana
Pastelaria Versailles
Pavilhão Chinês
Pérola de São Mamede
Pérola do Chaimite
Pérola do Rossio
Primeira Casa das Bandeiras
Príncipe Real Enxovais
Quiosque Tivoli
Restaurante Estrela da Sé
Restaurante Faz Frio
Restaurante João do Grão
Restaurante Tavares
Retrosaria Bijou
Sapataria do Carmo
Sapataria Lord
Soares & Rebelo
Tabacaria Martins
Tabacaria Mónaco

LISBOA TEM MAIS LOJAS COM HISTÓRIA

A Provinciana
A. Molder
Arte Rústica
Auri Tecidos
Bahia Jóias
Baptista & Reis
Bota Alta
Campião
Casa da Sorte
Casa de Cafés Solposto
Casa Senna
Casa Testa
Companhia Nacional de Música
Domingos & Nogueira
Drogaria Central
E.E. Sousa & Silva
Ervanária Rosil
Espingardaria Belga
Folha d’Ouro
Galeria São Domingos
Gambrinus
Garrafeira Nacional
Glória Bar Lda - Bar Piri-piri
J. Júlio Pinto
Livraria Barata
Madeira Shop
Maguidal
Mariazinha
Marques & Sequeira
Numismática Diamantino
Oh! Lacerda
Ourivesaria Araújos
Ourivesaria Portugal
Palácio do Correio Velho
Papelaria Fernandes
Restaurante As Velhas
Restaurante Bonjardim
Restaurante Laurentina
Salão Musical
Senhor Vinho
Serranofil
Solar Antiques
Tricana
Vá-Vá Restaurante
 

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DOCUMENTÁRIOS
Uma série de filmes documentais de curta duração que apresentam as características excepcionais das lojas distinguidas. Uma viagem pela diversidade de cores, sons e histórias contadas por quem está do outro lado do balcão.

OFÍCIOS
DOC #1

213158045

TECIDOS
DOC #2

213224889

SABORES
DOC #3

213162160
 

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Podiam-se fundir os dois para não haver confusão ou pelo menos mostrar a evolução do projeto.
 

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142 Lojas com História em Lisboa

http://www.diarioimobiliario.pt/Actualidade/142-Lojas-com-Historia-em-Lisboa

Lisboa já tem 142 Lojas com História, mais 18 desde o final do ano passado, com a freguesia de Santa Maria Maior a concentrar o maior número de estabelecimentos históricos desde que a distinção começou a ser atribuída, em 2016.

No novo lote de Lojas com História, uma distinção instituída pela Câmara Municipal de Lisboa, o grupo mais representado é o das retrosarias, todas situadas na rua da Conceição, também - não por acaso - conhecida como ‘rua dos retroseiros’.

Há também duas livrarias, entre as quais a Livraria Bertrand do Chiado, que reclama o título de livraria mais antiga do mundo reconhecida pelo livro Guinness dos recordes, duas barbearias, dois antiquários, duas lojas de vestuário, dois restaurantes, uma loja de discos, uma loja de ferragens, um encadernador e um bar, o emblemático Xafarix, do músico Luís Represas.

O Xafarix abriu há 32 anos junto ao Monumental Chafariz da Esperança, na zona de Santos, freguesia da Estrela, como uma casa de música ao vivo, que “assistiu a muitas mudanças na cidade, mudanças de hábito, de público”.

Do auge da avenida 24 de Julho na década de 1990, em que enfrentou noites de casa vazia, até ao actual momento de “democratização da noite”, o Xafarix foi-se impondo, com “muito sacrifício e muita resiliência”, adaptando-se sem trair as características do espaço, que passou a contar recentemente com uma noite dedicada à ‘stand-up comedy’, conta Luís Represas.

“Essa democratização da noite tem de ser assumida para que possamos ter o impacto de entrarmos na nossa casa, não conhecermos ninguém, e dizermos: ainda bem que não conheço ninguém, porque quer dizer que as pessoas vão rodando, e que toda a gente tem acesso ao espaço”, reflectiu.

Do “palpitar da história nas paredes” passou para a actualidade o ambiente de convívio: “As pessoas mesmo quando vão sozinhas sabem que vão sempre encontrar alguém com quem podem entabular conversa. Por exemplo, muitas mulheres que gostam de sair à noite sozinhas gostam de ir para o Xafarix porque se sentem bem e seguras”.

Da distinção de Loja com História Luís Represas sublinha sobretudo o sentido que faz honrar o percurso do Xafarix, enquanto outros empresários têm a expectativa de que o título seja “consequente com apoios”.

“Estamos à espera que haja alguns benefícios, por exemplo, para melhorar as condições da loja”, explicou à Lusa Mário Rui Moreira, proprietário da loja Sinfonia, na avenida de Roma.

O Regime de Reconhecimento e Protecção de Estabelecimentos e Entidades de Interesse Histórico, aprovado em 2017, concentrou-se em proteger as lojas da liberalização das rendas e estabeleceu que os contratos não podem ser submetidos ao novo regime de arrendamento urbano (NRAU) pelo prazo de cinco anos e, nos que tenham transitado para o NRAU, os senhorios não podem opor-se à renovação de novo contrato por dez anos.

As Lojas com História estão ainda isentas de Imposto Municipal sobre Imóveis (IMI) e as despesas de conservação e manutenção são consideradas a 110% no apuramento do lucro tributável.

O dono da loja Sinfonia admite tem uma boa relação com a senhoria e reconhece que a luta para se manterem abertos tem sido bem-sucedida, “em parte, porque a renda é baixa”.

A Sinfonia chegou à avenida de Roma em 1968, inovando, primeiro, por levar o negócio dos discos para aquela zona da cidade, rompendo o monopólio da Baixa, e, depois, ao juntar os livros e a papelaria.

“Teve grande sucesso na altura”, recordou Mário Rui Moreira, que atribui o declínio à “alteração do tipo de consumos que as pessoas fazem”, preferindo “mais produtos electrónicos” e desprezando “as coisas físicas”.

Na mesma freguesia de Alvalade, a Loja Mariazinha, “casa especialista de cafés, chás e farinhas”, conseguiu adaptar-se às mudanças desde que há 61 anos está na avenida Rio de Janeiro, sobrevivendo à ‘febre’ das máquinas de café com cápsula, apostando noutros produtos, e beneficiando também de mudanças de hábitos.

“Os frutos secos vendiam-se só nas festas, agora vendem-se todo o ano, e há um novo segmento, o das sementes, que não fazia parte dos hábitos alimentares”, contou à Lusa Paulo Manso.

Sem falta de trabalho, o gerente da Mariazinha espera que a distinção de Loja com História que já recebeu em junho de 2018, num lote anterior de estabelecimentos distinguidos, ajude na divulgação da pequena loja com toldo e portas azuis, onde conhece os clientes pelo nome.

“Não precisamos que nos deem nada, só de cativar os clientes e mantê-los”, disse.

LUSA/DI
 
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