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Projecto para Parque Mayer volta a estar na estaca zero
chumbo Proposta para constituir Fundo de Investimento Imobiliário recusada pela maioria de Esquerda na Assembleia Municipal Carmona diz ter solução alternativa e mantém Gehry

Ao fim de três anos e meio de mandato, uma das principais promessas eleitorais do executivo da Câmara Municipal de Lisboa (CML) voltou ontem à estaca zero o modelo de recuperação do Parque Mayer, que previa a constituição de um Fundo de Investimento Imobiliário tripartido, foi chumbado pela maioria de Esquerda na Assembleia Municipal, que considerou que a proposta é lesiva dos interesses do município. Carmona Rodrigues, presidente da autarquia, recusou que se tenha tratado de uma "derrota" e garantiu que "muito em breve" irá apresentar ao executivo da CML outra proposta de solução do problema.

Com efeito, ainda os deputados municipais não se tinham pronunciado e já o presidente da CML anunciava que está a ser estudada uma alternativa, embora não tenha especificado pormenores. Mais tarde, explicou aos jornalistas que será uma proposta "necessariamente diferente" da que estava em cima da mesa, que previa a constituição de um Fundo de Investimento Imobiliário com a participação da EPUL, dos proprietários do Parque Mayer e da Espart, uma empresa do grupo Espírito Santo, que, no entender da Oposição, seriam os dois grandes beneficiados com os lucros desta operação.

O PS, pela voz de Miguel Coelho, acusou Santana Lopes de ser o "culpado" por uma "trapalhada" que, no seu entender, "configura uma situação de gestão danosa", "incompetência" e "irresponsabilidade". Para o líder da concelhia de Lisboa do PS, o erro do actual executivo foi não ter avançado com a expropriação do Parque Mayer, em 2002, e ter aprovado um pedido de informação prévia que aumentou as expectativas dos proprietários.

Rejeitando a proposta do FII e apontando vários argumentos para o chumbar - designadamente a questão da repartição de encargos e a incógnita quanto ao custo dos equipamentos culturais a imputar à autarquia -, Miguel Coelho garantiu que "o PS está aberto a procurar caminhos de consenso". Embora admita que possa provocar uma "longa querela judicial", propõs que se avance com a expropriação ou com a permuta dos terrenos do Parque Mayer pelos da Feira Popular, ambas soluções já equacionadas.

Também o PCP, pela voz de Silva Dias, considerou que o FII era um "desastre" e sugeriu que "a CML siga a prática saudável da venda em hasta pública e compra em concurso público". "Temos terrenos valiosos na Praça de Espanha e no Restelo. Pois que se urbanizem e vendam e que esse dinheiro seja utilizado para comprar o Parque Mayer", disse, sugerindo que "sejam afastados os intervenientes parasitários deste negócio".

Apesar do chumbo, Carmona mantém a garantia de que o projecto de Frank Gehry no Parque Mayer é para avançar.

Carmona Rodrigues
Presidente da CML
"É reconhecido que o projecto Gehry é uma mais-valia para a cidade. A partir de hoje, não vai ser possível continuar muito mais tempo sem arranjar uma solução para o Parque Mayer."

Dias Baptista
Deputado do PS
"Continuamos a não ver o contrato de Frank Gehry, nem sabemos quanto é que já lhe foi pago. Já os pedimos, mas estão a sonegar documentos à Assembleia Municipal!".
(JN)


Afinal parece aiinda haver esperança!!! :cucumber: :banana: :nocrook:
 

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Αλέξανδρ&#
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Reflex, parece haver 1 incoenrencia entre os varios orgãos de comunicação, garanto que na SIC noticias disseram que "sera apresentado novo PROJECTO até ao fim da legislatura da presidencia da camara", agora vem esta noticia, olha fica a chama da esperança :notacrook:
 

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Arpels said:
Reflex, parece haver 1 incoenrencia entre os varios orgãos de comunicação, garanto que na SIC noticias disseram que "sera apresentado novo PROJECTO até ao fim da legislatura da presidencia da camara", agora vem esta noticia, olha fica a chama da esperança :notacrook:
Bom, eu tambem ouvi falar em coisas similares. Só não percebi se se referiam mesmo a novos projoctos realmente ditos ou a novos projectos de financiamento para o Parque, mantendo-se a "proposta Gehry"... :? Tenho realmente pesquisado sobre este assunto e confesso que não cheguei a conclusao nenhuma, tendo-me esta noticia do JN parecido a mais esclarecida...talvez por ir de encontro aos meus interesses!!:D
 

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Reflex said:
Bom, eu tambem ouvi falar em coisas similares. Só não percebi se se referiam mesmo a novos projoctos realmente ditos ou a novos projectos de financiamento para o Parque, mantendo-se a "proposta Gehry"... :? Tenho realmente pesquisado sobre este assunto e confesso que não cheguei a conclusao nenhuma, tendo-me esta noticia do JN parecido a mais esclarecida...talvez por ir de encontro aos meus interesses!!:D
LOL :D, olha façamos 1 forçinha :lol:
 

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Vamos lá a ver se é desta...!!!

Novo Parque Mayer só daqui a sete anos...

Sete anos é o prazo previsto para a construção dos equipamentos culturais do futuro Parque Mayer, orçados em 117,5 milhões de euros, segundo a proposta que amanhã será discutida em sessão plenária do executivo camarário. A proposta, do presidente da autarquia, Carmona Rodrigues, prevê uma permuta dos terrenos da Bragaparques no Parque Mayer pelos terrenos municipais de Entrecampos.

Além dos terrenos do recinto, a Sociedade Parque Mayer, detida pela Bragaparques, terá ainda de compensar a autarquia em cerca de 50 milhões de euros, já que às parcelas que integram o Parque Mayer é atribuído o valor de 60 milhões de euros, enquanto o valor de Entrecampos ascende a 110,350 milhões de euros.

Dois modelos de financiamento desta operação são apresentados na proposta de Carmona Rodrigues: a primeira aponta para que o investimento seja feito à custa das receitas do jogo, isto é, as contrapartidas do Casino de Lisboa a pagar à câmara, que, diz o documento, ascendem a 120 milhões de euros, ao fim de sete anos; uma outra hipótese é a candidatura a financiamentos comunitários para projectos de relevância cultural.

Tal como antes, a câmara chama a Empresa Pública de Urbanização de Lisboa (EPUL) para concretizar estes propósitos, confiando-lhe a execução do projecto de arquitectura, o loteamento e a urbanização do Parque Mayer, bem como a construção dos equipamentos culturais que nele se integrarão, respeitando o projecto do arquitecto canadiano Frank Gehry. Para tal, serão celebrados entre o município e a EPUL contratos-programa cujas condições serão submetidas à aprovação da câmara.

Na zona da Feira Popular, que tem 44.625 metros quadrados, será possível à Bragaparques erguer 120 mil metros quadrados de construção bruta, o que dá um índice de 2.7. Já nos 18.388 metros quadrados do Parque Mayer será possível erguer 50 mil metros quadrados, o que representa um acréscimo em relação ao que antes fora estipulado e que resulta num índice idêntico, de 2.7.

Custos não podem disparar

Os equipamentos culturais representam 18 mil metros quadrados acima do solo e cinco mil metros quadrados no subsolo. A proposta da câmara ressalva que nos custos estimados para os equipamentos culturais, de 117,5 milhões de euros, não serão admitidas variações acima dos 10 por cento.

Na nova proposta, o preço estimado para cada metro quadrado de terreno no recinto do Parque Mayer ascende a 1200 euros, enquanto o valor estimado para Entrecampos ronda os 895 euros, para a parte resultante da permuta. Para a área restante, cada metro quadrado atinge os 950 euros, já incluindo a TRIU (Taxa para a Realização de Infra-estruturas Urbanas).

Os equipamentos culturais distribuem-se por três teatros, um com capacidade para 1100 lugares, outro com 500 e um teatro-estúdio, além do anfiteatro ao ar livre articulado com o teatro principal, e ainda um centro de exposições/mediateca, uma escola de jazz a afectar ao Hot Clube de Portugal e seis salas de ensaio. A criação de uma Academia de Artes do Espectáculo, com uma população residente, ficará para uma segunda fase do projecto, segundo a proposta.

O modelo de gestão destes espaços não está ainda definido mas, diz a câmara, "o objectivo é tornar a solução o mais partilhado e consensual possível". Nesse propósito, a autarquia propõe a constituição de um grupo de trabalho composto por representantes de todas as forças políticas que, até ao fim de 2005, apresente um modelo de gestão.
http://jornal.publico.pt/2005/01/25/LocalLisboa/LL01.html
 

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Carmona quer trocar Parque Mayer com Feira...

A Câmara Municipal de Lisboa (CML) discute, amanhã, a permuta entre os terrenos privados do Parque Mayer com os terrenos municipais da Feira Popular, retomando uma proposta aprovada em 2003 e mais tarde anulada.

De acordo com a proposta do presidente da autarquia, Carmona Rodrigues, a P. Mayer Investimentos Imobiliários (detida pela Bragaparques, proprietária dos terrenos da Avenida da Liberdade) transmite para o município lisboeta o "conjunto de edifícios que integram a área conhecida por Parque Mayer", com uma área de 18 mil metros quadrados, estimados em 60 milhões de euros. Em contrapartida, a Parque Mayer recebe os terrenos de Entrecampos, onde estava instalada a Feira Popular, com uma área de 44 mil metros quadrados, calculados em 110 milhões de euros.

Carmona Rodrigues propõe ainda ao executivo camarário que a Empresa Pública de Urbanização de Lisboa (EPUL) fique responsável pela reconversão do Parque Mayer, de acordo com o projecto do arquitecto norte-americano Frank Gehry.

A permuta dos terrenos, que permitirá a reconversão do Parque Mayer e dos terrenos de Entrecampos onde se situava o parque de diversões da cidade, regressa à câmara depois de a Assembleia Municipal de Lisboa ter chumbado a constituição de um fundo de investimento imobiliário.

A proposta da permuta foi aprovada em Julho de 2003 pelos deputados municipais mas acabaria por ser anulada em Abril do ano seguinte por ter falhado o acordo com os proprietários dos terrenos da Avenida da Liberdade.

No entanto, a proposta que o executivo camarário discute amanhã apresenta algumas alterações relativamente à primeira, afastando "contrapartidas marginais, como a constituição de direitos de superfície a favor da proprietária do Parque Mayer para a construção de parques de estacionamento e a instalação de um parque de municipal de diversões a expensas daquela sociedade".

De acordo com a proposta, não está em causa "o cumprimento dos compromissos assumidos pelo município" no âmbito do protocolo celebrado com a "Fundação O Século" em Julho de 2003, que previa que a autarquia assegurasse a continuidade da obra social depois do encerramento da Feira Popular (que funcionava como fonte de receita para aquela instituição).
http://jn.sapo.pt/2005/01/25/grande_lisboa/carmona_quer_trocar_parque_mayer_fei.html
 

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...sabendo-se já que...

PCP votará contra
Para o PCP, nesta proposta vai "o carro à frente dos bois": "Avança-se com uma permuta, com base num loteamento, mas sem o plano de pormenor", disse Carlos Chaparro, da Organização Regional de Lisboa dos comunistas. A proposta "valoriza excessivamente os terrenos do Parque Mayer e beneficia ainda os interesses privados, neste caso da Bragaparques. Não faz sentido estar-se a permutar o terreno de Entrecampos sem se saber ainda o que se poderá construir", acrescenta. Os comunistas defendem uma solução assente num plano de pormenor para os terrenos da Feira Popular, a vender em hasta pública, criando receitas para a requalificação do Parque Mayer.
http://jornal.publico.pt/2005/01/25/LocalLisboa/LL01CX01.html



...e será que estes gajos saberão que também podem votar a favor??? :weird:
 

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Reflex said:
PCP votará contra
e será que estes gajos saberão que também podem votar a favor??? :weird:
:rofl: :rofl: :rofl: Eu não creio.. devem ter algum tipo de deficiencia mental..! loolool
 

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Bom realmente tb gostaria de saber de antemao o que e que a Bragaparques sera autorizada a construir nos terrenos da feira popular!! Tb nao se pode deixar fazer la qualquer coisa para viabilizar o Parque Mayer. Agora, os comunas realmente ja chateam- votam contra tudo e mais alguma coisa!!
 

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Αλέξανδρ&#
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é o k se chama oposição por oposição, seja ou bom não importa por isso é k o pais não avança mais, na Russia e paises visinhos puseram-nos a andar por alguma coisa aqui continuam a votar neles :(
 

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Não querendo ser pessimista, mas será que vão ser todas inauguradas a tempo???:?
O TGV parece-me que sim...
O Parque Mayer penso que se for aprovado breve, talvez até antes de 2012 as coisas estejam prontas! O problema é mesmo o arranque! :bash:
Alcântara XXI... humm, talvez esteja pronta grande parte, mas dificilmente concluida no seu todo.
Ota...tenho neste projecto as minhas mais sérias dúvidas!!! Creio que nem em 2015, é de todos o projecto que mais divisões cria, é tremendamente complicado! É daqueles projectos que o pessoal todo até o quer e tal, mas que ninguém quer sujar as mãos nele... Vamos lá a ver se alguém tem, de uma vez por todas, coragem política para tomar 1 resolução... seja ela qual for!!! ;)
 

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Adiada votação de permuta com terrenos da Feira Popular

Após duas horas de discussão durante a sessão camarária de hoje, o presidente da autarquia, Carmona Rodrigues, aceitou adiar a proposta para uma reunião extraordinária a realizar terça-feira de manhã, no mesmo dia em que a medida será debatida pela Assembleia Municipal de Lisboa (AML).

No início do debate, o vereador socialista Vasco Franco solicitou o adiamento da proposta, alegando ter tido pouco tempo para a analisar e para concertar a votação com a bancada do PS na AML, pedido que acabou por ser aceite por Carmona Rodrigues.

Apesar de o financiamento se prolongar até 2012, a autarquia estima que os espaços culturais fiquem concluídos em quatro anos, adiantou hoje a vereadora do Urbanismo, Eduarda Napoleão.

[...]
"Esta fórmula é mais simples que a anterior. Quanto menos entidades envolvidas, aparentemente será melhor, com uma negociação directa entre o privado e a Câmara de Lisboa", sustentou o presidente.

Na opinião do autarca, "o tempo é bom conselheiro e permite aprimorar o que antes (em propostas anteriores) não foi tão bem conseguido".

Carmona Rodrigues sublinhou que a reabilitação do Parque Mayer permitirá criar "um espaço de qualidade, cultura, lazer e animação numa zona central da cidade", defendendo a necessidade de um "consenso alargado".

A proposta permite ainda, assegurou, "acautelar" o futuro dos comerciantes da Feira Popular, encerrada desde Outubro de 2003, a restauração do Parque Mayer e a obra social da Fundação "O Século", cuja fonte de financiamento era o parque de diversões da cidade.

Os vereadores comunistas criticaram a inexistência de planos de pormenor para a zona do Parque Mayer e de Entrecampos, considerando que só estes documentos permitirão definir a edificabilidade permitida e os usos a dar a estes terrenos.

A vereadora do Urbanismo explicou que a construção calculada para o Parque Mayer é a que está prevista no Plano de Urbanização da Avenida da Liberdade e Zona Envolente (PUALZE), do anterior executivo camarário, e que só após a aprovação da permuta será possível avançar com a elaboração do plano de pormenor, em que participará Frank Gehry.

Os comunistas opuseram-se ainda à diferença dos custos por metro quadrado estipulados para os dois terrenos, mas o vereador das Finanças, Fontão de Carvalho, explicou que os valores foram assim definidos por peritos.

A proposta volta a ser discutida na próxima terça-feira de manhã, mas o PCP já prometeu votar contra.

Se o PS também reprovar a permuta, esta poderá ser chumbada em Assembleia Municipal, onde a esquerda detém a maioria.

A proposta do presidente social-democrata prevê a permuta entre 50.000 metros quadrados de construção nos terrenos da Avenida da Liberdade, propriedade da Parque Mayer - Investimentos Imobiliários, detida pela Bragaparques, com 67.000 metros quadrados de construção nos terrenos camarários de Entrecampos antigamente ocupados pela Feira Popular.

O terreno de Entrecampos abrange ainda uma área com capacidade construtiva de 53.000 metros quadrados, pelos quais a Bragaparques vai pagar à autarquia 50,3 milhões de euros.
(www.rtp.pt)
:runaway:
 

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realmente parece-me muito irresponsavel estar a trocar terrenos sem saber o valor deles, e se estivesse la tb votava contra apesar de ser a favor do projecto. ja agora alguem aqui trocava a sua casa por outra sem conhecer o valor das duas? :) eu penso que não, mas parece que ha pessoas aqui e na camara que pensam que sim, so quando nos toca mais de perto é que pensamos a serio, e se ha coisa que não lhes toca por perto é a falta de gosto e paixão que estes politicos teem pelo pais e pela nossa cidade, fazendo tudo para ganhar votos.
 

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sim tens razão, pena é a oposição maioritaria de esquerda não ter viabilizado o projecto apresentado po parque mayer, se o tivesse feito evitava estas trocas e baldrocas, ja da materia para 1 filme com varios capitulos este parque :(
 

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Reabilitação do Parque Mayer viabilizada pelo PS

Reabilitação do Parque Mayer viabilizada pelo PS
04-02-2005 14:13



Projecto arquitectónico vai para a frente depois de múltiplos impasses





A maioria PSD-CDS/PP na Câmara de Lisboa e os vereadores do PS chegaram hoje a acordo sobre a permuta de terrenos da Feira Popular e do Parque Mayer que vai permitir reabilitar aqueles espaços da cidade.

A troca dos terrenos, hoje aprovada por maioria pelo executivo camarário, resulta de um compromisso entre a anterior proposta do presidente do município, Carmona Rodrigues, e as sugestões da vereação socialista, mas não conquistou a aprovação do PCP.

Em comunicado divulgado no final da reunião, a autarquia sublinhou que a decisão aprovada «acolheu diversos contributos apresentados durante o período de discussão, tendo em vista uma solução de consenso alargada».

O executivo municipal congratulou-se «com a solução encontrada para a reabilitação do Parque Mayer, garantindo o desenvolvimento de um projecto arquitectónico e cultural que vai melhorar a cidade».

A maioria aceitou a realização, defendida pelo PS, de uma hasta pública nos terrenos municipais de Entrecampos que não são afectos à permuta com os terrenos privados com o Parque Mayer.

Também os valores da área de construção permitida foram alterados.

A proposta inicial de Carmona Rodrigues, que foi discutida na semana passada e cuja votação foi adiada duas vezes, previa a permuta de 50.000 metros quadrados de construção nos terrenos privados do Parque Mayer com 67.000 metros quadrados dos terrenos municipais de Entrecampos onde funcionava a Feira Popular de Lisboa.

Segundo esta proposta, na zona da Feira Popular sobravam 53.000 metros quadrados de área de construção, pelos quais a BragaParques, proprietária do Parque Mayer, pagaria à autarquia 50,3 milhões de euros.

Em vez disso, serão trocados 61.000 metros quadrados de área de construção em Entrecampos pelos terrenos do Parque Mayer, sendo os restantes 59.000 metros quadrados colocados em hasta pública, com o valor base de 950 euros por metro quadrado.

Finalmente!!! :cheers: :cheers:
 

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acabei de ver na tv também mas o rpojecto do Frank Gery po parque mayer ja vai ser diferente!!
 

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Arpels said:
acabei de ver na tv também mas o rpojecto do Frank Gery po parque mayer ja vai ser diferente!!
O que e que eles mudaram??? Nao vao fazer caixotes com marquises agora ou vao?? Se calhar era essa a condicao para o PS viabilizar. Ah mas admirar-me-ia que os comunas que tanto adoram marquises nao o tivessem feito. Portanto nao podem ser marquises.
Sabes se existem algumas imagens Arpels?
 
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