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Αλέξανδρ&#
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ainda não há nada, cheira-me ao mesmo projecto com ligeiras alterações!!
 

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braaaap all day!
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Discussion Starter #62
Espero que sim! Se bem que o cinema do arquitecto Cristiano Sousa é uma pena ser destruído, é um belo exemplar de arquitectura modernista-arte decó! Mas é como o outro: caga nisso! Ou não...(?)
 

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Αλέξανδρ&#
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deu a cadinho nas noticias k e o mesmo projecto do Gary, mas ao almoço houvi dizer k ja n seria exactamente o mesmo, acredito no almoço ou no jantar? :)
 

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Lss911 said:
Num qualquer! Desde que avance qualquer uma das hipóteses
Isso depende das hipoteses. Nao queremos gastar milhoes em algo que seja apenas razoavel e normal. Queremos algo marcante e ultra-moderno que seja falado em todo o mundo!!
 

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Optimas notícias! :D
Até custa a acreditar que um partido na oposição aprovou algo do partido no poder!
 

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Novo Parque Mayer à vista

Novo Parque Mayer à vista


Em conferência de imprensa realizada nos Paços do Concelho, no dia 4 de Fevereiro, o presidente da Câmara Municipal de Lisboa, António Carmona Rodrigues, considerou ser esse “um dia histórico”: foi o dia em que, em reunião de Câmara, foi aprovada por larga maioria a proposta de permuta do Parque Mayer por terrenos municipais em Entrecampos.



A aprovação dessa proposta de permuta vem, assim, abrir caminho ao acto de escritura através do qual a Câmara ficará na posse do Parque Mayer. Nas palavras de Carmona Rodrigues, esta permuta vem por “fim a anos de indefinição e não solução”, tornando “imparável o processo do Parque Mayer”, cuja requalificação pelo arquitecto Frank Gehry é agora “uma aposta ganha” e “uma valia para a cidade”. Partindo de uma proposta anterior - que foi sendo discutida em sessão de Câmara, beneficiando de contributos vários, e que acabou agora por gerar um amplo consenso - a proposta agora aprovada autoriza uma permuta das referidas propriedades entre o Município de Lisboa e a P. Mayer - Investimentos Imobiliários, SA.

Nos termos da proposta, o Município de Lisboa transmite para a sociedade proprietária do Parque Mayer parte dos terrenos municipais de Entrecampos onde se localiza a actual Feira Popular, com uma superfície necessária a uma área de construção acima do solo de 61.000 m2 (ou seja, cerca de metade dos 120.000 m2 de área de construção acima do solo que se prevê venham viabilizados na área total dos actuais terrenos municipais de Entrecampos, donde se destacará a superfície a transmitir, por acordo entre as partes). Em contrapartida, a sociedade P. Mayer transmite ao Município de Lisboa a propriedade conhecida por Parque Mayer, com o seu conjunto de edifícios, na qual se prevê uma área de construção acima do solo de 50.000 m2 e onde se inclui a área de equipamentos culturais a integrar no projecto.

Assim, ambas as entidades passarão a ser proprietárias das parcelas recebidas pela permuta, livres de quaisquer ónus encargos, e cujo valor se estima igual (54.626.720,00 euros cada) com base em avaliação dos preços por metro quadrado de edificabilidade. A proposta prevê, ainda, a alienação, em hasta pública, da parte remanescente dos terrenos de Entrecampos, após a operação de loteamento.

Os direitos da Fundação O Século, que vem beneficiando de receitas da Feira Popular, serão salvaguardados, no âmbito do protocolo já assinado entre a Câmara e a Fundação. Sobre esta matéria, o autarca lisboeta anunciou que se pretende ter a funcionar a nova Feira Popular já no próximo Verão.





Parque Mayer

O Parque Mayer, quarteirão cultural da cidade de Lisboa, começou a desenvolver-se nos anos vinte do século passado. Em 1922 foi inaugurado o Teatro Maria Vitória, logo seguido em 1928 pelo Teatro Variedades e, em 1931, pelo Capitólio (Arq. Cristino da Silva).

O Parque Mayer foi o palco por excelência do Teatro de Revista, género que tem vindo a sofrer um longo processo de decadência desde os anos 70. No entanto, a comédia musical à portuguesa será sempre parte integrante da memória do Parque e pretende-se também que esteja presente no projecto em apreço, numa perspectiva da sua adaptação à contemporaneidade. A recente vaga de produções humorísticas a que assistimos é herdeira da tradição de sátira social e política de que a Revista foi expoente máximo.

Após oito décadas de história, o Parque Mayer é agora, no seu conjunto, um equipamento obsoleto e degradado, com poucas condições de atractividade e generalizadamente votado ao abandono. Ao longo dos últimos 30 anos, foram sendo elaborados diversos projectos para esta área, até ao compromisso de campanha assumido pelo actual executivo de Lisboa. Trata-se de um projecto de reabilitação com vista à sua requalificação enquanto centro cultural e de serviços, que dotará a cidade de um marco arquitectónico de referência.

O Parque Mayer é um elemento fundamental da malha urbana central da cidade de Lisboa, estando localizado no seu eixo mais nobre: o pólo cultural constituído pelo eixo Av. da Liberdade – Parque Mayer – Rua dos Condes – Rua das Portas de Santo Antão – Restauradores – Rossio, que integra equipamentos emblemáticos de Lisboa, como os cinemas São Jorge, Olympia e Odeon, os Teatros ABC, Maria Vitória, Capitólio, Variedades, Tivoli, Politeama e D. Maria II, e o Coliseu dos Recreios. Enquanto o São Jorge, o Tivoli, o Politeama o D. Maria II e o Coliseu têm actividade regular, em diferentes escalas, os restantes encontram-se quase inactivos e em decadência.

Uma área de cerca de 45.000 m2 (área aproximada para a intervenção que agora se planeia), no centro da cidade de Lisboa, não pode ser deixada ao abandono. A capacidade da CML de levar a cabo este projecto será um factor de afirmação de Lisboa no contexto internacional, através de uma parceria entre entidades públicas e privadas que beneficiarão grandemente a cidade, criando dinâmicas importantes numa zona relativamente desertificada de Lisboa.

Programa Cultural

Após diversas alterações decorrentes de consultas a personalidades da área cultural e de revisões motivadas por constrangimentos financeiros à execução do projecto, foram traçadas as seguintes linhas gerais para o programa funcional dos equipamentos culturais a edificar no Parque Mayer, que totalizarão uma área aproximada de 18.000 m2 à superfície e 5.000 m2 no subsolo.

Teatro 1
- área bruta: 8.030 m2.
- lotação: 1100 lugares.
- valências: grandes produções teatrais e de dança, música ligeira, música clássica/sinfónica.
- especificidades técnicas: teia e fosso de orquestra, palco reversível para o anfiteatro exterior, dimensão de palco adequada ao acolhimento de uma orquestra sinfónica completa (>100 músicos).
- conteúdos: programação diversificada: produções de teatro e dança internacionais, festivais, concertos de grandes orquestras, concertos de música ligeira.
- público-alvo: alargado, de todos os estratos económicos. Pretende-se, numa perspectiva de rentabilização do espaço, uma taxa de ocupação próxima dos 80%.
- observações: este teatro será um marco arquitectónico incontornável, ao nível das recentes criações de Frank Gehry.

Anfiteatro
- área bruta: 900 m2.
- lotação: a definir, de acordo com a solução arquitectónica.
- valências: espectáculos ao ar livre, de diversa índole.
- conteúdos: festivais de música clássica e jazz, folclore, bandas filarmónicas, teatro de rua, festas populares.
- público-alvo: alargado.
- observações: o anfiteatro partilha o palco reversível do Teatro 1, estando estruturado para funcionar com relativa independência deste.

Teatro 2
- área bruta: 4.942 m2.
- lotação: 500 lugares.
- valências: teatro, dança, musical, revista.
- especificidades técnicas: será um teatro com teia, mas com uma modularidade que permite diversas configurações cénicas e de público. Pretende-se que acompanhe o desenvolvimento das Artes do Espectáculo, com componentes cada vez mais tecnológicas e multimédia.
- conteúdos: teatro musical, teatro de revista, teatro comercial.
- público-alvo: popular.
- observações: o teatro terá condições para poder albergar produções mais experimentais de vários géneros artísticos, numa perspectiva de futuro. Isto permitirá a não obsolescência do equipamento.

Teatro 3 / Black Box
- área bruta: 1.200 m2.
- lotação: 80-100 lugares.
- valências: produções transversais e experimentais.
- especificidades técnicas: grid total, bancada modulável.
- conteúdos: teatro, performance, instalação.
- público-alvo: urbano, 18-40 anos.
- observações: tratar-se-á de um espaço privilegiado para a apresentação de companhias já com alguma notoriedade, mas que não dispõem de espaço próprio.
Centro de Exposições / Mediateca / Media Lab
- área bruta: 4.887 m2.
- lotação: n/a.
- valências: investigação, formação, produção e exibição de projectos transversais de artes plásticas, audiovisuais, instalações; serviço educativo para a arte contemporânea, etc..
- especificidades técnicas: white box, centro de recursos, laboratório informático e audiovisual.
- conteúdos: exposições temporárias de arte contemporânea, realização de conferências, workshops, cursos nas áreas do multimédia, vídeo-arte, animação, etc..
- público-alvo: população estudantil e demais públicos de arte contemporânea.
- observações: pretende-se, para além da criação de uma galeria de exposições temporárias, fomentar o conhecimento sobre as novas tendências das artes plásticas, performativas e audiovisuais. Forte componente tecnológica.

Clube / Escola de Jazz
- área bruta: 2.000 m2.
- lotação: n/a.
- valências: formação e concertos na área alargada do Jazz.
- especificidades técnicas: centro de formação dotado dos recursos necessários à sua actividade e café-concerto baseado no actual Hot Clube.
- conteúdos: Jazz e projectos de fusão com ele relacionados.
- público-alvo: o específico do género.
- observações: este componente do projecto vem dar forma a uma ambição já antiga do Hot Clube, que se encontra a desenvolver a sua actividade em condições muito precárias.

Salas de Ensaio
- área bruta: 1.747 m2.
- 6 salas de ensaio: 3 independentes (260m2 úteis) + áreas de apoio (120m2); 2 exclusivas do Teatro 1 e 2 (360m2) e 1 preferencialmente afecta ao Teatro 1 (360m2).
- Salas adaptadas às artes performativas, em que algumas replicam a área de palco dos teatros 1 e 2. Serão implementados os equipamentos necessários para o efeito, nomeadamente estruturas técnicas simplificadas, barras e espelhos para ensaios de dança, etc.
- Tendo em conta o défice de salas de ensaios sentido por grande parte dos agentes culturais da cidade de Lisboa, pretende-se com este conjunto de espaços obviar essa lacuna.

Considerações Finais
- O desenvolvimento deste programa funcional obedecerá a uma lógica de coerência entre os diversos equipamentos. Como exemplo, pretende-se que parte da ocupação das salas de espectáculos seja feita através da apresentação de eventos derivados do Media Lab e da Escola de Jazz, numa perspectiva de contaminação e interdisciplinariedade, tendência aliás actual no desenvolvimento da Arte Contemporânea. É, portanto, da criação de um pólo de excelência que este projecto trata, da construção de equipamentos voltados para o futuro.

- As dinâmicas que este projecto criará, através de apelos a diferentes tipos de público, serão um factor de revitalização desta área da cidade. A oferta de actividades ao longo do dia e da noite contrariará a desertificação a que tem estado sujeito o centro de Lisboa, muito em resultado de um processo de terciarização da ocupação imobiliária.

- Numa segunda fase do projecto está planeada a criação de uma Academia de Artes do Espectáculo, a qual irá fixar uma população residente, potenciar a procura ao nível de zona e de equipamentos por via da sua existência e notoriedade e, obviamente, apoiar a oferta através de uma nova geração produtiva. O seu modelo será inspirado na tradição anglo-saxónica de ensino integrado de teatro, cinema e vídeo, criando sinergias com as infra-estruturas previstas.

- Quanto ao modelo de gestão a adoptar, e com o objectivo de tornar a solução o mais partilhada e consensual possível, propõe-se que, no âmbito da Câmara Municipal e com este fim, seja constituída uma comissão composta por representantes de todas as forças políticas com assento neste órgão, cujos trabalhos deverão estar concluídos até ao final do corrente ano, contudo desde já se sugere que o Clube/Escola de Jazz seja concessionado ao Hot Clube de Portugal atendendo ao facto de o mesmo já se encontrar desde há muito localizado naquela zona.


Lisboa, 19 de Janeiro de 2005.


Parque Mayer ,Torre de Foster para 2012 ,a juntar ao TgV com ligação ao Porto e Madrid, 3 travessia do tejo mais que provavél.. Grandes mudanças se avizinham para a capital!! :cheers:

btw pessoal axam ku novo Parque mayer pode ter uma espécie de efeito Gugenheim de Bilbao? Eu axo ke deviamos ter tipo alguma coleção de pinturas modernas(picasso,dali etc) já que chama sempre muitas pessoas e turistas.. talvez a coleçção berardo? no fundo seguir por ex o modelo de Madrid com u eixo thyssen, reina sofia, prado. Acho que nos faltam "grandes" museus a nível cultural que possam ser reconheçidos internaciolalmente!!
 

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TeKnO_Lx said:
btw pessoal axam ku novo Parque mayer pode ter uma espécie de efeito Gugenheim de Bilbao? Eu axo ke deviamos ter tipo alguma coleção de pinturas modernas(picasso,dali etc) já que chama sempre muitas pessoas e turistas.. talvez a coleçção berardo? no fundo seguir por ex o modelo de Madrid com u eixo thyssen, reina sofia, prado. Acho que nos faltam "grandes" museus a nível cultural que possam ser reconheçidos internaciolalmente!!
Acho que essa do Berardo talvez seja uma boa ideia mas arranjar pinturas do Picasso, Dali, etc nao e simplesmente ir a loja compra-las!! E realmente seria bom que marcasse com o Gugenheim Bilbao mas nao queremos que seja igual porque senao perdia logo a originalidade e o interesse!!
 

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Les cites obscures
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TeKnO_Lx said:
Parque Mayer ,Torre de Foster para 2012 ,a juntar ao TgV com ligação ao Porto e Madrid, 3 travessia do tejo mais que provavel.. Grandes mudanças se avizinham para a capital!! :cheers:
podes crer, ultimamente só boas noticias. :cheers:
 

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Αλέξανδρ&#
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os renders estão ainda mto estranhos :sleepy:, mas to feliz a sinais de mudanças :banana:
 

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Uma dúzia de anos disto..
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Ena, ena, finalmente!!! :banana:
A 1ª foto da maquete faz lembrar o Gugenheim de Bilbao.
Quanto ao "efeito Gugenheim" eu creio que se devia apostar nisso, na inclusão de 1 museu de grande qualidade no projecto, visto não desvirtuar, a meu ver, os intentos do mesmo. 1 coisa desse género daria 1 dimensão mais global/internacional ao Parque Mayer! E é isso que Lisboa e o país precisam, cada vez mais!!! :eek:kay:
..."continuem o programa, humm, mas com juizinhuuu, humm!"
 

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braaaap all day!
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Discussion Starter #79
Bem só boas notícias!! Pelos vistos vai mesmo bombar!! Ghery pôs bilbau no mapa! Lisboa já está no mapa, mas pode vir a receber um importante fulgor com este projecto! Pode vir a projectar imenso a imagem de lisboa por este mundo fora...
Quanto ao Museu de Arte, não era nada má ideia: mts turistas estrangeiros utilizam a zona da baixa e poderiam ir facilmente ao museu! Mas reparem nisto: não acho que a opção melhor seria um museu de arte modrna com obras de picasso, malevich e por aí fora...o museu seria de arte contemporânea portuguesa (portanto actual) e com algumas obras de estrangeiros!! Rui Chafes, Sanchez, José pedro croft por exemplo...um pólo de desenvolvimento da arte portuguesa e de promoção da mesma para o mundo para que mais tarde, daqui a uns bons anos, a arte portuguesa esteja num nível de topo mundial!! Epah eu julgo que é uma grande ideia!! ;)
 

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Por acaso uma montra para os nossos artistas, e aproveitar um projecto tao emblematico para lhes dar mais relevo e uma boa ideia!!
 
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