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Discussion Starter #1
- Reabilitação do Palácio Sinel de Cordes -

Tópico para seguir este projeto.

:cheers:​
 

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Discussion Starter #2
Os sete projectos para o pólo criativo da sede da Trienal de Arquitetura​

E os vencedores são: Angular, Arqa, Caus, KWY, Linhabranca, Multidão e Warehouse​

Sete projectos foram seleccionados num concurso para entrar no polo criativo do Palácio Sinel de Cordes, em Lisboa, sede da Trienal de Arquitectura, anunciou esta entidade.

O projecto de reabilitação do palácio — cedido pela Câmara Municipal de Lisboa há dois anos, para sede da Trienal — e também do pólo criativo, tinha sido apresentado naquele espaço, pela organização, em Maio deste ano. O pólo intitula-se "FORA: Fórum de Observação e de Representação da Arquitetura", e foi criado este ano pela Trienal, com o objectivo de dinamizar e fomentar o debate, discussão e experimentação em torno da arquitectura.

No âmbito do concurso, foram selecionados os projectos Angular, composto por estudantes de Arquitectura que pretendem ligar o mundo académico à experiência profissional nesta área, e a "Arqa", uma revista fundada em 2000, que cruza os domínios do urbanismo, arquitectura, design e arte.

Ainda seleccionados foram a Caus, uma organização sem fins lucrativos criada em Macau em 2013 para promover a investigação, educação, produção e divulgação de conhecimento nas áreas da arquitectura, urbanismo, design e cultura urbana. A KWY, também seleccionada, é uma plataforma multidisciplinar que investiga a natureza da colaboração no contexto de projectos em arte, arquitetura, curadoria e escrita; e o projecto "Pont E9" vai dar inicio a novos projectos em colaboração com entidades portuguesas pelo que a integração no pólo potencia sinergias com a Trienal e restantes membros.

O colectivo Linhabranca faz a união entre o design industrial e a arquitectura em torno de objectos, espaços, e serviços ditos "sem marca"; e o projecto Multidão é da responsabilidade da Osso - Associação Cultural, constituída por um colectivo de artistas de várias áreas para desenvolver actividade sob o conceito de partilha artística interdisciplinar dentro de contextos regionais, nacionais e internacionais.

O coletivo Warehouse, também seleccionado, tem realizado projectos temporários e permanentes numa metodologia de processos de criação participativa onde o desenho e a construção são pensados e executados como um todo.

A Trienal de Arquitetura sublinha que o Fórum assenta no projecto de reabilitação do Palácio Sinel de Cordes, da autoria da arquitecta Margarida Grácio Nunes /FSSMGN arquitetos, "numa abordagem que respeita a identidade e o legado da construção setecentista, bem como a sua relação com a envolvente".

De acordo com a entidade, os projectos culturais seleccionados nesta primeira fase "representam transversalmente a arquitectura e que se cruzam com a disciplina de uma forma plural". Em Maio, o presidente da Trienal, José Mateus, disse à agência Lusa que tinha a expectativa de que o projecto de recuperação do palácio esteja concluído até 2016, ano em que se realiza a quarta edição da Trienal de Arquitetura de Lisboa.

Fonte: http://p3.publico.pt/cultura/arquitectura/13062/os-sete-projectos-para-o-polo-criativo-da-sede-da-trienal-de-arquitetura#.U9FWEwB4leM.facebook
 

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Discussion Starter #3
Vencedores do Concurso Pólo Criativo

Com o apoio da Câmara Municipal de Lisboa, que cedeu o Palácio à Trienal de Arquitectura de Lisboa para aí estabelecer a sua sede, este pólo tem a designação de FORA: Fórum de Observação e de Representação da Arquitectura.

Sete projectos culturais que representam transversalmente a arquitectura e que se cruzam com a disciplina de uma forma plural foram os seleccionados, nesta primeira fase, para ocupação dos espaços de trabalho do Pólo Criativo.

ANGULAR
É constituído por sete estudantes de arquitectura prestes a iniciar o terceiro ano do curso, que se juntam com dois objectivos: um primeiro de criar um atelier para uma experiência de trabalho em equipa, e um segundo, de iniciar um núcleo de estudantes, com o objectivo de unir intelectualmente as diversas escolas de arquitectura, fazendo uma ponte entre a Trienal de Arquitectura de Lisboa, a realidade profissional da disciplina e o mundo académico. Como atelier de arquitectura, o grupo focar-se-á no desenvolvimento de projectos para concursos e em intervenções de arquitectura efémera, com vista à divulgação desta área enquanto prática essencial à sociedade. Como núcleo dinamizador de eventos para estudantes de arquitectura (eventualmente outras áreas), o ANGULAR tem como objectivo último o contributo para uma comunidade de estudantes mais aberta à comunicação, ao debate, partilha de conhecimentos e opiniões.

ARQA
É uma revista fundada em 2000 que cruza os domínios do urbanismo, arquitectura, design e arte com o objectivo de investigar a relação entre as práticas criativas e as condições intelectuais, culturais e produtivas contemporâneas. Com uma equipa editorial multidisciplinar, desenvolve desde 2006 uma abordagem temática, integrando trabalhos teóricos e críticos, entrevistas e projectos nacionais e internacionais, representativos de práticas arquitectónicas emergentes e estabelecidas. Institucionalmente tem desenvolvido parcerias em conferências, prémios e eventos, com entidades como a Ordem dos Arquitectos, a Trienal de Arquitectura de Lisboa, a Guimarães 2012 Capital da Cultura, a ExperimentaDesign, o World Architecture Festival, etc

CAUS
É uma organização sem fins lucrativos criada em Macau em 2013 para promover a investigação, educação, produção e divulgação de conhecimento nas áreas da arquitectura, urbanismo, design e cultura urbana. Em Lisboa, o CAUS procura um espaço para a concretização de intercâmbios entre Macau e Lisboa e realização de projectos de investigação entre a China, Portugal e países lusófonos. O CAUS traz ao pólo criativo a mais valia de abrir às entidades aí sediadas uma plataforma de intercâmbio com Macau e a Ásia, onde está sediado e dispõe de espaço de investigação, exposição e conferência próprios -PONT E9 Numa primeira fase implementará os projectos em curso, numa segunda, dará inicio a novos projectos em colaboração com entidades portuguesas pelo que a integração no pólo potencia sinergias com a Trienal e restantes membros. Conta com participações na Bienal de Veneza e na Bienal de HK/SZ, tendo organizado conferências, exposições, publicado livros, organizado workshops e projectos de investigação.

KWY
É uma plataforma multidisciplinar que investiga a natureza da colaboração no contexto de projetos específicos: em arte, arquitectura, curadoria e escrita. KWY foi fundada em 2009 pelos arquitectos Ben Allen e Ricardo Gomes em Berlim e pelo curador e editor James Bae em Los Angeles. Na práctica os projetos KWY são colaborações entre os seus principais e um especialista convidado. Sem preconceitos iniciais cada projeto começa com diálogo e análise entre os colaboradores. Esta metodologia, orientada para o processo, leva a diversos resultados que seriam de outra forma inesperados. Colaboradores recentes incluem artistas, escritores, curadores, educadores, designers e outros arquitectos. O último projecto consiste numa significativa exposição em Copenhaga onde pela primeira vez reuniram um conjunto alargado de colaboradores que realizaram 7 projectos específicos entre arte e arquitectura.

LINHABRANCA
É um colectivo que surge como um casamento criativo entre o design industrial e a arquitectura em torno de objectos, espaços, serviços, ditos “sem marca”. Fundado por Barbara Fachada e Daniel Caramelo este colectivo nasce em Barcelona em 2004 e desde 2007 fixa-se em Lisboa. Partilha-se o gosto pela escala urbana e pelos objectos ditos domésticos, mas é entre as disciplinas de base, o design e a arquitectura, que a Linhabranca surge e é contactada, participando em vários projectos integrados, desde a criação de novos espaços, passando pelo mobiliário urbano, à concepção de novos produtos comerciais. Hoje, com maior experiência de campo, pretende-se dar um passo em frente, formalizando a equipa e agregando jovens talentos, para continuar a contribuir para a inovação de portfólio das industrias nacionais, mas também actuar na área do design de serviços e na inovação do sector social.

MULTIDÃO (OSSO/stress.fm)
MULTIDÃO é um projecto que guia a produção, partilha e difusão de narrativas. Oscila entre o individual e o colectivo, entre o local e o global, entre o verdadeiro e o fictício. Questiona as fronteiras entre o espaço público e o pessoal, interrogando as definições de comunidade nas suas concepções geográficas ou de interesse.
A actividade que a Osso e a stress.fm têm desenvolvido nos últimos anos, expresso nos seus ‘objectos’ artísticos e de media, revela uma vontade de experimentação de diferentes formatos e conteúdos. Multidão guia a produção de instrumentos teóricos e práticos que revelam, questionam e influenciam a construção do futuro centrando-se na ideia de playfulness - a exploração criativa de modelos organizativos e de infra-estrutura.

WAREHOUSE
Na procura de uma identidade artística, urbana e arquitectónica que possamos afirmar como nossa, o colectivo Warehouse tem vindo a desenhar as suas dinâmicas tendo como base a prática da construção colectiva. Tanto em projectos temporários como permanentes, a metodologia do Warehouse adopta assumidamente processos de criação participativa onde o desenho e a construção são pensados e executados como um todo. Formado em Março de 2013, o colectivo Warehouse conta com projectos na área de arquitectura onde se destaca a colaboração na Casa do Vapor na Cova do Vapor, a intervenção inserida no MEDS ReactionLx na Graça e o projecto da Cozinha Comunitária Terras da Costa, em Almada, em parceria com o Ateliermob, em fase de desenvolvimento.

Fonte: http://www.trienaldelisboa.com/pt/#/news/vencedores-concurso
 

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Discussion Starter #5 (Edited)
Polo Criativo da Trienal de Arquitectura de Lisboa no Palácio Sinel de Cordes


Visando reforçar a ligação da arquitectura com os diferentes sectores da sociedade através da multidisciplinaridade, principal objectivo da Trienal, a activação deste novo espaço é possível devido ao investimento da C. M. de Lisboa que, para além da cedência do Palácio Sinel de Cordes, financiou esta primeira fase de recuperação do mesmo.


140651074​

Fonte: CML
 
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