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Discussion Starter #1
- Livro de Reclamações -​



Bem pessoal, isto é simples. Se vocês tiverem alguma remarca/questão/reclamação sobre qualquer assunto do que consta os temas tratados aqui no SSC português (arquitectura, requalificações,etc.) eu tomo a iniciativa de enviar um email as câmaras dos projectos em questão. Mas para isso metam aqui fotos para comprovar as vossas diligências.

:cheers:​
 

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Discussion Starter #2 (Edited)
Entrada no Castelo de São Jorge aumenta 40 por cento e passa a custar sete euros

Longe vai o tempo em que não era preciso pagar para entrar no Castelo de São Jorge, em Lisboa. E anteontem entrou em vigor um novo tarifário que representa um aumento de 40 por cento. Em 2004, a entrada custava três euros. Dois anos depois, subiu para cinco euros. Desde a última terça-feira, o acesso a este monumento nacional passou a custar sete euros.
O Castelo de São Jorge está entre os monumentos mais visitados do país (PÚBLICO)

A nova tabela mantém as isenções para residentes no concelho de Lisboa e para menores de dez anos, dois grupos da população que continuarão a entrar gratuitamente. Também há descontos para grupos escolares organizados, estudantes, maiores de 65 anos, famílias e pessoas com deficiência. Quem não se enquadrar em nenhuma destas situações não escapará a este aumento de 40 por cento estipulado pela EGEAC, a empresa municipal responsável pela gestão deste monumento nacional.

Esta alteração de preços não foi publicitada. Segundo os últimos dados, cerca de um milhão de pessoas por ano visita o castelo (95% dos quais são estrangeiros). Paulo Braga, administrador da EGEAC, admite que o aumento "é muito", mas alega que "há muito tempo que [o preço] não era aumentado". E justifica a subida com "duas novas valências", os núcleos arqueológico e museológico, e com o novo tarifário dos monumentos nacionais: "Não fazia sentido o castelo ter um preço abaixo de outros monumentos."

A CDU de Lisboa critica "a falta de debate público democrático" e acusa a autarquia de querer financiar desta forma as suas actividades culturais. Diz a coligação que, tal como tinha acontecido em 2004 - quando na presidência de Santana Lopes se decidiu tarifar o acesso ao castelo -, esta matéria "não foi debatida nem aprovada nos órgãos municipais". A CDU defende que a isenção dada aos residentes em Lisboa deve ser alargada a todos os portugueses e considera que com o novo preço "são muitas as pessoas a quem ficará vedado o acesso" ao monumento.

Fonte: http://www.publico.pt/Local/entrada-no-castelo-de-sao-jorge-aumenta-40-por-cento-e-passa-a-custar-sete-euros_1440367
realmente 7 euros é demais
que se pague entrada ainda se aceita, mas 7€ é um exagero
A entrada é 7.5... mas é o monumento mais visitado
Um absurdo extorcionista, se tivermos em conta que a entrada no convento de Mafra custa 6 €, 7,5€ para ver um castelo com erros de reconstruçao é um roubo autêntico.:eek:hno::eek:hno:
É para aproveitar os camónes
Só se for mesmo. Nem a vista compensa o preço porque há muitos miradouros na cidade com vistas, na minha opinião, bem melhores. Eu se não tivesse a isenção por ser morador em Lisboa nunca lá teria posto um pé a pagar esse preço.
5 Euros era mais do que suficiente. Sempre gostei de ir lá, mas assim evito.
E qual a justificação para que os residentes no concelho estejam isentos? Os monumentos nacionais não são restaurados com verbas do IGESPAR, vindas do OE, para o qual todos os Portugueses contribuem? Esta é uma discriminação absurda, repetida em Sintra e em mais nenhum local nacional!
Eu não pretendia justificar nada. Para mim pagavam todos. Até acho que aquilo é mais visitado por não residentes do que por residentes. Só acho 7 euros muito exagerado.
O Castelo é propriedade do Município de Lisboa e não do Estado Central. Por isso a CM pode fazer os descontos que entende.

Como muitos monumentos, privados ou públicos, podem ser objeto de recuperação com fundos públicos, basta apresnetar candidaturas aos mesmos.
Não, não é, o castelo de São Jorge é património do estado, e cabe ao IGESPAR definir os preços das entradas tal como o faz para todos os monumentos do país. Os senhores de Lisboa e Sintra é que entregaram a gestão dos monumentos a entidades privadas ( PPPs) para assim esbulharem os visitantes e alimentarem mais uns trafulhas!

Aqui fica uma reclamação que quando tiver tempo vou ocupar-me. Quando receber (se receber) resposta da CML aqui postarei.
 

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Discussion Starter #4
O problema não está na requalificação, está no uso que lhe é dado. O espaço é mal frequentado e as autoridades não estão minimamente preocupadas.
Quanto tempo é que já tem depois da requalificação? Deve-se ter batido um recorde de tempo depois de um sitio requalificado (e que até ficou bem) ficar neste estado!
Antes já se sabia o uso portanto o gasto feito mais a obra favorável aos tags e ao lixo entre as pedras são condenáveis. Que retardadice politica...
:bash: péssimo
É isto que me deprime na minha cidade. Sei que é um problema de todo o mundo, mas a falta de cidadania e respeito pelo que pertence a todos é aquilo que mais me incomoda nos Lisboetas. Somos dos piores nisso.

:bash:

Mais vale não se fazerem obras nessas zonas, está visto. Se gostam de viver na imundice é mais produtivo estarmos todos quietos. Entre porcaria nova e velha, é tudo igualmente triste.
Nisso não é só os portugueses que fazem essa imundice (apesar de serem os que fazem mais). Basta ir lá, pra ver a carrada de estrangeiros a beberem litrosas, vinho de pacote, e a fumar ganzas e tal.

Pra eles Lisboa/Portugal é o pais perfeito. Veiem a Lisboa pra serem rebeldes e fazerem porcaria que nos países deles eram logo castigados.

O estado a que chegou esse miradouro tem 2 grandes culpados: O arquitecto que projectou a obra e a CML.

O Arquitecto, pois foi pago pra fazer uma obra onde deveria ter estudado toda a envolvente, e projectado mobiliário adequado a este tipo de vandalismo e de muito fácil limpeza. Parece que ao por aquelas pedras brancas estava mesmo a pedir para os vândalos começarem a grafitar tudo.

A CML, pois devia ter feito um concurso para aquela obra, e escolhido bem o que mais se adequava aquele local.
Daqui a uns anos, vao ter de gastar dinheiro outra vez, pra partir aquilo tudo e fazer uma obra que esteja completamente adequada ao local.

Se fosse eu a mandar, a primeira coisa que fazia era tirar aquela pedra toda. Depois metia um deck de madeira pro quiosque e aumentava a area pra cadeiras e espreguiçadeiras.
O resto deixava tudo em relva ou terra batida ( sempre molhada) e sem qualquer tipo de cadeiras. Quem se quisesse sentar que fosse pras cadeiras do quiosque.

Cria ver quem é que ia sentar o cú no meio da terra molhada a beber litrosas :lol:
Se fosse eu a mandar criava leis para punir fortemente todo o tipo de vandalismo, incluindo grafitis. E punir fortemente passa por multas que realmente doam (pelo menos 10x o total de custos de limpeza e substituição de materiais estragados), e na falta de pagamento seriam substituidas por penas de prisão efectivas, nada de penas suspesas. Por algum motivo em Singapura não há um único rabisco, pois lá dói... Obviamente tudo isto seria complementado com videovigilância para identificar os "jovens". "Ui ai e os direitos humanos, a privacidade da pessoa humana..." Parece que já estou a ouvir os protestos contra a videovigilância :picard:

Mudem o mobiliário urbano para o que quiserem, com leis permissivas e uma atitude de "país de brandos costumes" tudo continuará a ser destruido, grafitado e tornado numa lixeira onde os porcos chafurdam e se sentem confortáveis. Se até a estátua do Marquês de Pombal é grafitada, claramente o problema não está no mobiliário urbano.
Literalmente... dói!!!

É um dos meus modelos favoritos de legislação penal. :)

De resto concordo plenamente contigo. Não é o normal viver duma sociedade em todas as suas facetas, incluindo o desenho e organização do espaço público que tem que adaptar-se aos vândalos. São os vandalos que têm que deixar de o ser, a bem ou a mal.
Eu sei, o que eu disse tem dupla interpretação, uma figurativa e outra muito literal em termos de dor corporal :lol:
O estado da relva, sem falar do resto :puke:
Meus senhores, escrevam para a camara a RECLAMAR.
A camara tem um site "na minha rua", onde todos podem reclamar, pedir.:bash:
:lol: Já me tinha esquecido deste tópico. Mail enviado quando receber resposta (se receber) posto aqui :)

:cheers:
 

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Discussion Starter #5 (Edited)

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Discussion Starter #13
Partilho cópia do email que enviei à CML protestando contra as recentes alterações ao projecto da Av República. Se alguém estiver interessado em comunicar algo semelhante, sinta-se à vontade para usar as partes deste texto com que concordar.
Exmo. Senhor Presidente da Câmara Municipal de Lisboa Dr. Fernando Medina,
Exmo. Senhor Vereador do Planeamento, Urbanismo e Espaço Público Arq. Manuel Salgado,

Venho por este meio, como munícipe que se desloca na cidade tanto a pé como de automóvel, manifestar o meu mais veemente protesto pela falta de coragem demonstrada pela CML na solução por que optou para o projecto de requalificação da Av. República.

De facto, já tinha ficado bastante desagradado e desiludido quando a CML, apesar das inúmeras manifestações de apoio ao projecto ao longo de diversas sessões de debate público, anunciara a reposição do estacionamento em espinha de um dos lados da avenida em cedência a um pequeno grupo pouco representativo da vontade generalizada da população lisboeta. Ainda assim, na altura não achei que essa mudança comprometesse os princípios da intervenção.

Qual não é o meu espanto quando, ao consultar o projecto disponível no site da CML, constatei que está previsto acrescentar mais uma fila de estacionamento paralelo à faixa, junto aos passeios, que não estava contemplado no projecto inicial. Bem sei que estão destinados exclusivamente a cargas e descargas, mas não só a quantidade de lugares afectos é imensa, como vai prejudicar a fruição do passeio pelos peões, que era o objectivo inicial. Parece tratar-se quase unicamente de uma manobra subtil de aumentar o número de lugares para os residentes, uma vez que os lugares para cargas e descargas são normalmente cedidos à população geral durante a noite.

No final, aquilo que a CML prometia ser uma devolução da avenida aos peões, à semelhança do que acontecera na Av. Duque d'Ávila, acaba por revelar-se um fracasso, com os automóveis a ocuparem, entre faixa de rodagem e estacionamento, praticamente 40 metros dos 60 metros de largura que a avenida tem, relegando o espaço para peões para apenas 7 metros de cada lado. Isto significa um tíbio ganho de 4,5 metros para o espaço pedonal em cada lado da avenida, face à situação actual.

E, para cúmulo, soube hoje pelos jornais que estas cedências e recuos por parte da CML vão ser "agradecidas" pelos moradores que as reclamaram com protestos e buzinões.

Uma vez que a CML não foi capaz de impor a sua vontade inicial, a que estava mandatada pela maioria dos munícipes, então qual é a justificação para sequer executar a obra? Por outras palavras, porquê gastar tanto dinheiro nesta obra se ela não cumpre os objectivos inicialmente estabelecidos?

Requeiro, pois, tal como decerto é exigência de todos os munícipes responsáveis, que seja, no mínimo, significativamente reduzido o número de lugares de estacionamento paralelo junto aos passeios, e que esse espaço seja devolvido à circulação pedonal.

Caso contrário, estas obras não terão qualquer impacto útil na vida dos peões, resultarão num desperdício de dinheiros públicos e traduzir-se-ão num verdadeiro fiasco para este executivo.

Melhores cumprimentos,
Nuno Mendonça Raimundo
Apoio Nuno e assino.
Esse recuo deve ser a uma cambada de velhos que so pensam em si, no carro, em alheiras e em ir ao sabado às putas com os amigos depois de assobiar às miudas no campo grande. Povo de merda!

Devem ter ameaçado em levar a Tribunal! Nojentos!
:eek:kay:
 

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Discussion Starter #14


Fui demasiado complexo na pergunta?
Tens de chegar ao detalhe. O tuga chico-esperto gosta de complicar. Portanto dá-lhe o que ele pede, para perceber que também cai no ridículo.
Muito bom!:rofl:

De qualquer modo, em vez de tanto alarido com a resposta deveriam fazer um :bow: por haver algum às 7h da manhã a responder no fb da CML...:D
Provavelmente ainda estava acordado depois de uma party :banana: daí não ter percebido.
:eek:kay:
 

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Discussion Starter #15
Partilho cópia do email que enviei à CML protestando contra as recentes alterações ao projecto da Av República. Se alguém estiver interessado em comunicar algo semelhante, sinta-se à vontade para usar as partes deste texto com que concordar.
Exmo. Senhor Presidente da Câmara Municipal de Lisboa Dr. Fernando Medina,
Exmo. Senhor Vereador do Planeamento, Urbanismo e Espaço Público Arq. Manuel Salgado,

Venho por este meio, como munícipe que se desloca na cidade tanto a pé como de automóvel, manifestar o meu mais veemente protesto pela falta de coragem demonstrada pela CML na solução por que optou para o projecto de requalificação da Av. República.

De facto, já tinha ficado bastante desagradado e desiludido quando a CML, apesar das inúmeras manifestações de apoio ao projecto ao longo de diversas sessões de debate público, anunciara a reposição do estacionamento em espinha de um dos lados da avenida em cedência a um pequeno grupo pouco representativo da vontade generalizada da população lisboeta. Ainda assim, na altura não achei que essa mudança comprometesse os princípios da intervenção.

Qual não é o meu espanto quando, ao consultar o projecto disponível no site da CML, constatei que está previsto acrescentar mais uma fila de estacionamento paralelo à faixa, junto aos passeios, que não estava contemplado no projecto inicial. Bem sei que estão destinados exclusivamente a cargas e descargas, mas não só a quantidade de lugares afectos é imensa, como vai prejudicar a fruição do passeio pelos peões, que era o objectivo inicial. Parece tratar-se quase unicamente de uma manobra subtil de aumentar o número de lugares para os residentes, uma vez que os lugares para cargas e descargas são normalmente cedidos à população geral durante a noite.

No final, aquilo que a CML prometia ser uma devolução da avenida aos peões, à semelhança do que acontecera na Av. Duque d'Ávila, acaba por revelar-se um fracasso, com os automóveis a ocuparem, entre faixa de rodagem e estacionamento, praticamente 40 metros dos 60 metros de largura que a avenida tem, relegando o espaço para peões para apenas 7 metros de cada lado. Isto significa um tíbio ganho de 4,5 metros para o espaço pedonal em cada lado da avenida, face à situação actual.

E, para cúmulo, soube hoje pelos jornais que estas cedências e recuos por parte da CML vão ser "agradecidas" pelos moradores que as reclamaram com protestos e buzinões.

Uma vez que a CML não foi capaz de impor a sua vontade inicial, a que estava mandatada pela maioria dos munícipes, então qual é a justificação para sequer executar a obra? Por outras palavras, porquê gastar tanto dinheiro nesta obra se ela não cumpre os objectivos inicialmente estabelecidos?

Requeiro, pois, tal como decerto é exigência de todos os munícipes responsáveis, que seja, no mínimo, significativamente reduzido o número de lugares de estacionamento paralelo junto aos passeios, e que esse espaço seja devolvido à circulação pedonal.

Caso contrário, estas obras não terão qualquer impacto útil na vida dos peões, resultarão num desperdício de dinheiros públicos e traduzir-se-ão num verdadeiro fiasco para este executivo.

Melhores cumprimentos,
Nuno Mendonça Raimundo
Exmo. Senhor Diogo Baptista
Boa tarde

Na sequência do seu email que mereceu a nossa melhor atenção, informamos que o atual projeto está salvaguardado sendo a pedonalização da Avenida Praia da Vitória um exemplo claro disso.

Graças à requalificação do eixo central far-se-ão muitas mudanças no perfil da avenida garantindo a circulação em modos suaves de circulação, como o pedonal e ciclável, e a arborização de mais áreas.

As questões relacionadas com o estacionamento são da competência da Empresa Municipal de Mobilidade e Estacionamento de Lisboa (EMEL) pelo que informamos que remetemos o seu email para esta empresa municipal.

Pode consultar toda a informação relativa ao projeto e intervenção de requalificação das Praças do Saldanha, Picoas, Avenidas Fontes Pereira de Melo e República (Eixo Central), incluindo as alterações de trânsito no site da autarquia.

Com os melhores cumprimentos,

Paula Santos Martins
Chefe de Divisão
Câmara Municipal de Lisboa
Direção Municipal de Mobilidade e Transportes
Divisão de Apoio à Gestão para a Promoção da Mobilidade
Rua Alexandre Herculano, 46, 4º | 1269-054 LISBOA
Tel. 213 588 553 | 213 588 515
www.cm-lisboa.pt
:eek:kay:
 

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Discussion Starter #16
vem comer tripa enfarinhada e beber uns canecos, acordas com uma miúda gira da Foz ao lado.... se comes comida fina só te calha aí um camafeu da Sé"
que raio de pub
É de mau gosto... e uma coisa é humor (a cabeça de alce) mas temos que saber quem é o destinatário e o contexto do anúncio, o objecto deste, etc. Se fosse um vídeo de humor, sketch de alguma tv, projecto universitário, ya.... mas num anúncio oficial é reprovável. Não sei como é que a CMP o autorizou.

O Porto não é isto e o Porto está menos autêntico. E sinceramente eu utilizaria genuine...
Devo dizer que também não gosto nada do vídeo. Tipo, vem ao Porto para te embriagares e acordares com uma gaja da invicta. E depois aparece um asiático com uma foto da cidade :nuts:
 

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Discussion Starter #18
:drool::drool: Excelente! Muito obrigado pelas fotos!

PS: Os torreões do Terreiro do Paço e o Palácio Foz bem que também estão a precisar de uma intervenção assim..
Obrigado :eek:kay:

Nem me digas nada... Há uns tempos escrevi à CML, via portal "Na minha rua", a propósito da necessidade "urgente" do restauro e conservação das fachadas do Palácio Foz e responderam-me isto:

A Câmara Municipal de Lisboa agradece o seu contacto e informa que a Ocorrência Manutenção e/ou reparação foi encaminhada para a entidade Presidência do Conselho de Ministros externa à Câmara Municipal de Lisboa, para resolução desta matéria.

Obrigado pelo seu contacto.

Com os nossos melhores cumprimentos.


Isto foi em OUT 2015...
:eek:kay:
 

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Discussion Starter #19
Acabei de escrever outro email a solicitar o restauro e conservação das fachadas do Palácio Foz e "disparei-o"para todo o lado; todo o lado mesmo: Presidência do conselho de ministros, DGPC, toda a gente na CML, para a Junta de Freguesia de Santa Maria Maior...

Espero que faça efeito. Custa-me um pouco ver aquele palácio naquele estado...
:eek:kay:
 
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