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Prefeitura de São Luís apresenta projeto do VLT na Câmara Municipal

A Prefeitura de São Luís apresentou, na manhã de ontem (14), na Câmara Municipal, o projeto de implantação do Veículo Leve sobre Trilhos (VLT) na capital maranhense. O secretário-adjunto municipal de Trânsito e Transportes, José Arthur Cabral Marques, explanou os detalhes técnicos do projeto e da execução da obra do VLT.

Durante a exposição, o secretário-adjunto municipal de Trânsito e Transportes afirmou que já está em andamento o processo licitatório para a implantação do VLT e, nos próximos dias, deve ser iniciada a licitação para a compra do material rodante.

O requerimento para a realização da audiência foi de autoria do vereador Ivaldo Rodrigues (PDT). O painel contou ainda com a participação dos vereadores Gutemberg Araújo, Geraldo Castro, Josué Pinheiro e Armando Costa.

O secretário-adjunto da SMTT abriu a explanação ressaltando que o projeto para a implantação do VLT, em São Luís, foi iniciado há cerca de dois anos, quando, por determinação do prefeito João Castelo, começaram os estudos técnicos de viabilização.

“Estávamos buscando um transporte de massa de média e alta capacidade no intuito de melhorar o deslocamento da população da capital. Isso resultou, numa soma de esforços da equipe do prefeito João Castelo, em dois grandes projetos de mobilidade, o do Novo Corredor de Transporte Urbano de São Luís e o do Veículo Leve sobre Trilhos (VLT)”, destacou José Arthur.

Durante a apresentação, Arthur explicou que o primeiro trecho de execução da obra do VLT, chamada Linha 1 (Centro – São Cristóvão), sairá da altura da rotatória do aeroporto (Tirirical), passará pelas avenidas dos Franceses e Africanos e finalizará no Centro (Praia Grande), numa extensão de 13 Km. Ele informou que o processo licitatório para a construção desta etapa já foi iniciado e deve ser concluído até o final deste mês.

A primeira etapa, correspondente à Linha 1 (Centro – São Cristóvão), atenderá a um público estimado de 200.000 habitantes, em 13 km de vias, composta de 11 estações modernas (proximidades do Aeroporto, Rodoviária, Santo Antônio, Coheb/Sacavém, Coroadinho, Bairro de Fátima, Rio das Bicas, Ceprama, Portinho, Praia Grande, entre outras), duas pontes metálicas (Rio das Bicas e Portinho) e o Centro Administrativo Operacional. “Na área do São Cristóvão, há um crescimento demográfico forte, o que gera problemas na oferta de transporte”, justificou.

O secretário-adjunto da SMTT explicou que, para a implantação do Veículo Leve sobre Trilhos, será utilizado o canteiro central das avenidas. “O VLT tem três metros de largura e nós só precisamos de cinco metros de largura de via para ele passar. E São Luís tem essa excepcionalidade, pois possui avenidas de canteiros largos”, observou.

José Arthur frisou que, no trajeto da linha 1, não será necessário fazer desapropriações, o que não ocasionará maiores transtornos e perda de tempo. “É uma área de passagem de domínio público. O que vai haver é somente a remoção de árvores plantadas, onde o replantio será feito em outros locais. Nesse sentido, a nossa estimativa é de que seja feito 1 km de via por mês”, detalhou.

O diretor da Empresa Bom Sinal, Fabricante do VLT com sede na cidade de Barbalha no estado do Ceará, Francisco Sávio Araújo, disse que o VLT já é utilizado em outras capitais do Nordeste.

Sistema moderno – “Em Fortaleza já iniciou, Maceió já está aderindo, além de Recife e outras como Sobral, Juazeiro e Macaé. Portanto, o VLT vai melhorar a qualidade do transporte e ajudar a população a se deslocar. É um sistema do presente que tem como vantagens regularidade e pontualidade, menor tempo de espera, ambiente climatizado (ar-condicionado), GPS, sistema de informações audiovisual para os passageiros, informações de tempo, entre outras”, delineou Francisco Sávio.

O diretor da Empresa Bom Sinal frisou também que o VLT é um veículo moderno, eficiente, confortável, com bom desempenho e que reduz o tráfego das rodovias. “Não há atraso e oferece maior comodidade, segurança e baixa a emissão de gases”.

A Bom Sinal é líder no mercado de VLTs no Brasil. Sendo, até o momento, a única empresa a implantar esse sistema no país. A pouco menos que uma década oferecendo os VLTs, já possui sete contratos de fornecimento, totalizando quase cem carros (vagões) vendidos, conquistados com a qualidade e competitividade desenvolvida.

Estrutura do VLT – O Veículo Leve sobre Trilhos será constituído de equipamentos modernos. A capacidade estimada é para atender 20 mil passageiros por hora, em cada sentido, numa velocidade média de 40 km/h, podendo chegar de 80 km/h a 100 km/h. Hoje a velocidade média operacional do transporte coletivo em São Luís é de 12 km/h.

O VLT a ser desenvolvido deverá ser composto por um mínimo de dois e um máximo de quatro carros, constituídos de truques motores e duas cabines de comando. A motorização do VLT é à diesel. Ele tem movimentação bidirecional (duas direções). Em cada cabeceira, haverá um motor.

A conclusão de parte das obras da primeira linha, que terá capacidade de transportar 200 mil pessoas, é prevista para ocorrer até o final do ano.

Ao todo, o sistema do VLT em São Luís terá sete linhas, cada qual composta de sete veículos de 30 m de comprimento e capacidade para 400 pessoas, cada veículo. A segunda etapa (linha 2) será do Anjo da Guarda ao Centro.

Também auxiliou na apresentação a técnica do Instituto Municipal da Cidade, Pesquisa e Planejamento Urbano e Rural (Incid), Patrícia Trinta.

O VLT é um veículo articulado que funciona como trem ou bondes modernizados com tecnologia inovadora e altamente confortável ao usuário, que diminui o tempo de espera e de percurso dos passageiros. É muito mais que um meio de transporte. É um recurso que permite repensar as cidades com mobilidade sustentável, assegurando a qualidade do serviço, a revitalização do espaço urbano e a preservação do patrimônio arquitetônico. Além de transportar usuários com segurança e conforto, o sistema gera empregos e proporciona mais liberdade à população.

http://www.jornalpequeno.com.br/201...projeto-do-vlt-na-camara-municipal-200675.htm

Linhas: [NÃO OFICIAL]





Vantagens do sistema VLT

























Obras Iniciadas:





 

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Nossa, nem sabia que São Luís estava implantando transporte público sobre trilhos!

O sistema será em via singela, igual ao Trem do Cariri?
Algumas estações tipo ilha irão permitir o cruzamento entre as composições.
A diferença deste projeto em relação ao do Cariri é que se trata de um traçado totalmente novo, integrado à dinâmica urbana da cidade.
 

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Bem, sobre o VLT Bom Sinal eu já expressei minha opinião em outros threads. Resta uma dúvida: só a Bom Sinal fabrica este tipo de veículo no mundo? Por que as características do modal sempre se encaixam para que o fornecedor seja a Bom Sinal?
 

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Bem, sobre o VLT Bom Sinal eu já expressei minha opinião em outros threads. Resta uma dúvida: só a Bom Sinal fabrica este tipo de veículo no mundo? Por que as características do modal sempre se encaixam para que o fornecedor seja a Bom Sinal?
Com estas especificações, nenhum outro fabricante que tenha algum know-how no segmento expressou interesse em participar de outros certames licitatórios semelhantes... inclusive na licitação realizada pela Prefeitura de São Luís para a aquisição do material rodante.
 

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Bem, sobre o VLT Bom Sinal eu já expressei minha opinião em outros threads. Resta uma dúvida: só a Bom Sinal fabrica este tipo de veículo no mundo? Por que as características do modal sempre se encaixam para que o fornecedor seja a Bom Sinal?
Bom eh melhor comprar um VLT nacional, doq um de outro pais por exemplo da França q tb tem fabrica, olha o imposto, e o valor pra trazer pra ca
 

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Bom eh melhor comprar um VLT nacional, doq um de outro pais por exemplo da França q tb tem fabrica, olha o imposto, e o valor pra trazer pra ca
A qualquer custo?

Os veículos da Bom Sinal são um frankstrein esquisito. Partes de sua tecnologia são coisas que mais lembram a diabólica Mafersa. Partes são até componentes modernos comprados em pacotes de integração padronizados.

Trens leves sob a forma de DMUs existem aos montes. É um mercado que anda bastante aquecido, até, com players como a Stadler.
 

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Os foristas aqui falam de VLT como se fosse a décima maravilha do mundo. Parecem crianças deslumbradas com um brinquedo novo. O fato é que o VLT não é nem de longe uma solução excelente. Não adianta ver fotos de VLT na Europa com aqueles bondinhos bonitinhos, a experiência nacional e internacional já demonstrou ser uma má escolha, ou pelo menos controversa. Vejamos algumas experiências, começando com o Brasil (Campinas).

http://saopaulotremjeito.blogspot.com.br/2011/01/o-fim-dos-carros-do-vlt-de-campinas.html

alguns vão falar que a tecnologia era pior etc e etc, mas se observarem bem, o problema foi mais de falta de estudos de viabilidade, corrupção, busca por votos... Sem contar que o montante foi de $120 mi, ou seja 1/6 do VLT de cuiabá e praticamente de todos os projetados hoje no Brasil. Quem ler a reportagem (ou que se aprofunde um pouco no assunto) verá que o VLT sofre de restrições enormes. Uma delas, que tanto alardeiam como vantagem, é o custo. VLTs tem problemas com terrenos angulares, e isso não é nenhum segredo. O consumo aumenta absurdamente em poucos graus. Mas vamos continuar com os exemplos:

"Many medium-size cities are planning or building new light rail transit (LRT) systems, the modern equivalents of streetcars or trolleys. Proponents argue not only that light rail is far less expensive to build than heavy rail, or subway, systems but also that it costs no more to operate than conventional bus transit and offers much improved service. Although it is too early to draw definitive conclusions, the first several years of experience of the new light rail systems in San Diego, Calgary, and Edmonton suggests that proponents have oversold LRT. In all three cities the LRT costs more than the conventional bus service it replaced. Public transit ridership increased modestly in two of the three cities, but the costs per added rider were high."

fonte: http://www.tandfonline.com/doi/abs/10.1080/01944368508976421#preview

estamos falando nesse exemplo de países que investem pesadamente em subsídios para os transportes. Principalmente no Canadá, onde não se mede esforços para o bem coletivo. Mesmo nestes países a experiência mostrou que o VLT (light rails) foi supervalorizado.

Também aqui vi alguns absurdos. Para quem se atém a dados esse post, por exemplo, foi ridículo:

http://www.skyscrapercity.com/showpost.php?p=94104443&postcount=1220

Todos os dados referente ao melhor custo-benefício do BRT sobre o VLT foram expostos. Na hora de provar a questão "externalidade" apenas foi dito que em 30 anos o VLT é mais viável. É piada isso? nenhuma planilha de custo, depreciação, consumo, nada? apenas sai da cabeça do mensurador? Pois já digo que, mesmo que o consumo seja menor o VLT ainda assim é menos viável. Explico:

Um trem com 30 anos de vida útil atravessa pelo menos 4 evoluções tecnológicas significativas. Isso baseado em dados anteriores, mas pode haver mais. Um veículo de 7 anos de vida útil (mas podem ser 10) se encaixa exatamente nesse período. Nesse intervalo pode haver mudanças significativas nos projetos de motores, tornando-os mais econômicos, com soluções inéditas, com formas híbridas. Nesse caso a versatilidade do ônibus ou BRT é muito maior, bastando portanto trocar o veículo. Já o VLT estará preso ao tempo de vida de 30 anos onde a tecnologia inteira, talvez em metade desse tempo esteja ultrapassada. Claro que poderiam ser trocadas algumas partes, mas ai o custo benefício já seria pior, concordam?

Outra coisa que ouvi aqui foi em relação a utilização de espaço. Tanto o VLT quando o BRT precisam de faixa exclusiva, e provavelmente do mesmo tamanho. É só uma questão de espaço interno do veículo. Portanto essa teoria de utilização de menos espaço nas vias não se sustenta.

agora prestem bem atenção nessa notícia:


DERAILED: MICHIGAN SHOULD HEED GREECE'S EXPERIENCE WITH LIGHT RAIL

July 22, 2010

Michigan leaders who are enamored with building new light-rail passenger lines should look to Greece's experience with its railway system, says Russ Harding, director of the Mackinac Center's Property Rights Network.

The New York Times reports that Greece's Hellenic Railways is bleeding red ink at a rate of $3.8 million per day.
The total debt of the Greek railway system has increased to $13 billion, or roughly 5 percent of Greece's gross domestic product.
Greek government officials who are interested in selling a stake in the state railway system may have difficulty finding a buyer -- the Greek rail system pays three times as much for interest payments on its debt as it takes in on revenues.
Light-rail systems are a darling of urban planners and environmentalists who share a utopian dream of separating people from their cars. Nevermind that light rail systems lose money almost everywhere they are built, requiring taxpayer subsidies to keep them operating, says Harding. Michigan taxpayers are subsidizing Amtrak at a rate of $7.3 million dollars a year to provide daily service on lines linking Grand Rapids to Chicago and Port Huron to Chicago.

After a decade of budget deficits, elected officials in Michigan have yet to fix the state's structural budget problem. The first principle that elected officials in the state should adopt is: Do no more harm. The Greek experience with their passenger rail system serves as a good case study on how to harm an economy. Let's hope Michigan leaders are paying attention to the Greek tragedy, says Harding.

Source: Russ Harding, "Derailed: Michigan Should Heed Greece's Experience With Light Rail," Mackinac Center, July 21, 2010.


prestem atenção no negrito: QUEM PAGA A CONTA É SEMPRE O CONTRIBUINTE. Em quase todo lugar em que foi implantado aconteceu isso...


uma notícia nacional também pode dar o tom:

http://www.mobilize.org.br/noticias...ecisoes-sobre-projetos-de-infraestrutura.html

Em várias cidades do mundo, a exemplo de Campinas, o VLT virou sucata por não suportar o custo.

Enfim, não estou dizendo que o VLT é uma opção ruim de todo (ah vá), estou dizendo que para transporte de MASSA é uma opção inviável. Por exemplo, em Barcelona o VLT funciona muito bem... claro, barcelona tem um metro gigantesco.



a demanda da superfície fica para o turismo e pequenos deslocamentos, assim como Madri. O que querem fazer aqui é transformar o VLT em metrô ou BRT. Pior: por um custo proibitivo. VLT funcionaria aqui no BR em deslocamentos pequenos para faculdades a partir de bairros próximos e também dentro das mesmas, em centros históricos, enfim, em lugares em que a demanda de passageiros é baixa. Principalmente pq o VLT não aguenta superlotação. com o dobro de passageiros ele nem sai do lugar. alguém dúvida que veremos trens de VLT com gente no teto ou pendurada na porta pra chegar no serviço? eu tenho é certeza...

Aqui o transporte é caótico e temos um prefeito medíocre e ... (três pontinhos) que inventou de fazer a mesma coisa com fins eleitoreiros. aliás, como em todo o BR.
 

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Prefeitura de São Luís apresenta projeto do VLT na Câmara Municipal

A Prefeitura de São Luís apresentou, na manhã de ontem (14), na Câmara Municipal, o projeto de implantação do Veículo Leve sobre Trilhos (VLT) na capital maranhense. O secretário-adjunto municipal de Trânsito e Transportes, José Arthur Cabral Marques, explanou os detalhes técnicos do projeto e da execução da obra do VLT.

Durante a exposição, o secretário-adjunto municipal de Trânsito e Transportes afirmou que já está em andamento o processo licitatório para a implantação do VLT e, nos próximos dias, deve ser iniciada a licitação para a compra do material rodante.

O requerimento para a realização da audiência foi de autoria do vereador Ivaldo Rodrigues (PDT). O painel contou ainda com a participação dos vereadores Gutemberg Araújo, Geraldo Castro, Josué Pinheiro e Armando Costa.

O secretário-adjunto da SMTT abriu a explanação ressaltando que o projeto para a implantação do VLT, em São Luís, foi iniciado há cerca de dois anos, quando, por determinação do prefeito João Castelo, começaram os estudos técnicos de viabilização.

“Estávamos buscando um transporte de massa de média e alta capacidade no intuito de melhorar o deslocamento da população da capital. Isso resultou, numa soma de esforços da equipe do prefeito João Castelo, em dois grandes projetos de mobilidade, o do Novo Corredor de Transporte Urbano de São Luís e o do Veículo Leve sobre Trilhos (VLT)”, destacou José Arthur.

Durante a apresentação, Arthur explicou que o primeiro trecho de execução da obra do VLT, chamada Linha 1 (Centro – São Cristóvão), sairá da altura da rotatória do aeroporto (Tirirical), passará pelas avenidas dos Franceses e Africanos e finalizará no Centro (Praia Grande), numa extensão de 13 Km. Ele informou que o processo licitatório para a construção desta etapa já foi iniciado e deve ser concluído até o final deste mês.

A primeira etapa, correspondente à Linha 1 (Centro – São Cristóvão), atenderá a um público estimado de 200.000 habitantes, em 13 km de vias, composta de 11 estações modernas (proximidades do Aeroporto, Rodoviária, Santo Antônio, Coheb/Sacavém, Coroadinho, Bairro de Fátima, Rio das Bicas, Ceprama, Portinho, Praia Grande, entre outras), duas pontes metálicas (Rio das Bicas e Portinho) e o Centro Administrativo Operacional. “Na área do São Cristóvão, há um crescimento demográfico forte, o que gera problemas na oferta de transporte”, justificou.

O secretário-adjunto da SMTT explicou que, para a implantação do Veículo Leve sobre Trilhos, será utilizado o canteiro central das avenidas. “O VLT tem três metros de largura e nós só precisamos de cinco metros de largura de via para ele passar. E São Luís tem essa excepcionalidade, pois possui avenidas de canteiros largos”, observou.

José Arthur frisou que, no trajeto da linha 1, não será necessário fazer desapropriações, o que não ocasionará maiores transtornos e perda de tempo. “É uma área de passagem de domínio público. O que vai haver é somente a remoção de árvores plantadas, onde o replantio será feito em outros locais. Nesse sentido, a nossa estimativa é de que seja feito 1 km de via por mês”, detalhou.

O diretor da Empresa Bom Sinal, Fabricante do VLT com sede na cidade de Barbalha no estado do Ceará, Francisco Sávio Araújo, disse que o VLT já é utilizado em outras capitais do Nordeste.

Sistema moderno – “Em Fortaleza já iniciou, Maceió já está aderindo, além de Recife e outras como Sobral, Juazeiro e Macaé. Portanto, o VLT vai melhorar a qualidade do transporte e ajudar a população a se deslocar. É um sistema do presente que tem como vantagens regularidade e pontualidade, menor tempo de espera, ambiente climatizado (ar-condicionado), GPS, sistema de informações audiovisual para os passageiros, informações de tempo, entre outras”, delineou Francisco Sávio.

O diretor da Empresa Bom Sinal frisou também que o VLT é um veículo moderno, eficiente, confortável, com bom desempenho e que reduz o tráfego das rodovias. “Não há atraso e oferece maior comodidade, segurança e baixa a emissão de gases”.

A Bom Sinal é líder no mercado de VLTs no Brasil. Sendo, até o momento, a única empresa a implantar esse sistema no país. A pouco menos que uma década oferecendo os VLTs, já possui sete contratos de fornecimento, totalizando quase cem carros (vagões) vendidos, conquistados com a qualidade e competitividade desenvolvida.

Estrutura do VLT – O Veículo Leve sobre Trilhos será constituído de equipamentos modernos. A capacidade estimada é para atender 20 mil passageiros por hora, em cada sentido, numa velocidade média de 40 km/h, podendo chegar de 80 km/h a 100 km/h. Hoje a velocidade média operacional do transporte coletivo em São Luís é de 12 km/h.

O VLT a ser desenvolvido deverá ser composto por um mínimo de dois e um máximo de quatro carros, constituídos de truques motores e duas cabines de comando. A motorização do VLT é à diesel. Ele tem movimentação bidirecional (duas direções). Em cada cabeceira, haverá um motor.

A conclusão de parte das obras da primeira linha, que terá capacidade de transportar 200 mil pessoas, é prevista para ocorrer até o final do ano.

Ao todo, o sistema do VLT em São Luís terá sete linhas, cada qual composta de sete veículos de 30 m de comprimento e capacidade para 400 pessoas, cada veículo. A segunda etapa (linha 2) será do Anjo da Guarda ao Centro.

Também auxiliou na apresentação a técnica do Instituto Municipal da Cidade, Pesquisa e Planejamento Urbano e Rural (Incid), Patrícia Trinta.

O VLT é um veículo articulado que funciona como trem ou bondes modernizados com tecnologia inovadora e altamente confortável ao usuário, que diminui o tempo de espera e de percurso dos passageiros. É muito mais que um meio de transporte. É um recurso que permite repensar as cidades com mobilidade sustentável, assegurando a qualidade do serviço, a revitalização do espaço urbano e a preservação do patrimônio arquitetônico. Além de transportar usuários com segurança e conforto, o sistema gera empregos e proporciona mais liberdade à população.

http://www.jornalpequeno.com.br/201...projeto-do-vlt-na-camara-municipal-200675.htm

(...)
Bacana :)
 

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Realmente, eu tbm nunca tinha ouvido falar nesse VLT de São Luis... Será se a terrinha vai sair na frente? Conseguirá furar o bloqueio das empresas de ônibus?

Nos últimos anos varias cidades prometeram o VLT, mas nada de realmente expressivo saiu.
 

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Biomédico e Veterinário
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gostei aparentemente do "projeto". Mas os argumentos falados sobre o NÃO do VLT como tramsporte de massa está me fazendo mudar um pouco da opinião sobre o q seria melhor BRT x VLT.
 

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Cadê o projeto, afinal? Onde podemos vê-lo? Saber sobre a previsão de demanda, capacidade do eixo, dos veículos, headway, custo, intervenções viárias associadas, por onde vão passar os trilhos, relatório de impacto ambiental, parecer do IPHAN, coisas assim...
 

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trazendo pra cá


Pela filmagem as obras estao a todo vapor.

Até mesmo o Gilberto Leda, blogueiro sarneista admitiu que a obra vai sair.

Na verdade, pelo que foi divulgado a prefeito ja comprou o VLT. Independente de Castelo, a obra vai seguir. Ou será que Tadeu (invejoso) mandaria arrancar os trilhos??




Blog do Gilberto Leda


Mesmo depois de este blog – reconhecidamente crítico em relação à administração João Castelo (PSDB) – admitir a veracidade da foto que mostra as obras do Veículo Leve sobre Trilhos (VLT) que a Prefeitura “jura de pés juntos” entregar até o fim do ano (reveja), ainda há muitos leitores duvidando das obras.

Para quem ainda questiona se há mesmo obras em andamento, aí acima vai um vídeo mostrando em que estágio estão os serviços – a incredulidade dos ludovicenses, aliás, é até motivo de brincadeira na inserção.

Segundo a coordenação de campanha do tucano, que concorre á reeleição pela coligação “Pra fazer Muito Mais”, as imagens foram tomadas no sábado (25).

O titular do blog reitera não ter dúvidas de que se trata de obra na capital maranhense, até porque identifica exatamente onde fica o trecho apresentado.

Portanto, contra fatos, não há argumentos

http://gilbertoleda.com.br/
 
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