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Discussion Starter #102

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Discussion Starter #108 (Edited)
PARQUE AMAZONENSE





Foi construído em 1906, no governo do coronel Antônio Constantino Nery - o prefeito era o coronel Adolpho Lisboa; foi concedida a autorização para a construção de um Hipódromo, este foi instalado e funcionou normalmente até o ano de 1912, em decorrência da derrocada da borracha. Ficava numa vasta área do bairro da antiga Vila Municipal (Adrianópolis), com a entrada pela Rua Belém. Partes dessas terras foram invadidas pelos “soldados da borracha”, surgindo o Beco do Macedo (em homenagem ao Sr. Alfredo Macedo, uns dos primeiros moradores do local). O Dispensário Maçônico recebeu o antigo Hipódromo, por doação, fizeram um estádio, voltando a funcionar em 1918, as corridas ocorrem até 1930, onde a nata da sociedade manauara se aglomera na arquibancada, onde havia um local para dança, camarotes e pontos reservados para as apostas das corridas. Chique, não?



Em 1946, o Parque foi arrendado à Federação Amazonense de Desportos Atléticos (FADA), então sob a direção do Dr. Menandro Tapajós, presidente; Walter Rayol, vice; Mansueto Queirós, secretário; tenente Waldir Martins, tesoureiro e Antônio Dias dos Santos, adjunto. Na época era Interventor Federal, o Dr. Júlio da Silva Nery, que auxiliou financeiramente a entidade dos desportos, e esta, com a ajuda do comércio, mandou murar todo o estádio, construindo as gerais de concreto, tendo estas recebido o nome de Júlio Nery.


O América futebol Clube, dos irmãos Teixeira (Artur e Amadeu), tornou-se arrendatário do Parque a partir da década de 60 e assim ficou até pouco depois da inauguração do estádio Vivaldo Lima. Pagava mensalmente certa importância à Maçonaria pela locação do imóvel, mas, com a abertura do novo estádio, os jogos foram saindo do Parque e, sem poder cumprir seus compromissos por falta de recursos, o jeito foi entregá-lo ao legítimo proprietário.

Na administração do América, quando Flaviano Limongi estava à frente da FAF, fundada em 1966, o Parque recebeu vários melhoramentos, visando a dar maior comodidade ao torcedor. A entidade custeou a construção de duas pequenas gerais de madeira atrás das metas, aumentando um pouco mais o espaço para os torcedores. Renovou por completo a velha arquibancada, também aumentando a sua capacidade.

O Parque foi vendido em 1976, a uma firma da Zona Franca de Manaus, a Florida, do comerciante Francisco (Dinor) Castelo Branco que alguns anos depois a repassou uma empresa de construção; ocorreu que a idéia inicial era a de construir um conjunto habitacional no local, logo que o novo proprietário tomou posse do imóvel, de imediato foi demolida a arquibancada de estrutura de ferro, coberta com telhas de barro de fabricação portuguesa e a geral de cimento, cujo material foi todo amontoado no campo de jogo.


O último jogo disputado oficialmente no campo do Parque valeu pelo campeonato de profissionais, no dia 8 de julho de 1973. Nesse dia o torcedor jamais acreditaria que Rio Negro e Rodoviária estivessem fechando os portões de ferro do velho campo da então Rua Belém, também chamado de campo da linha circular, por ser aquela artéria um dos itinerários dos bondes de duas lanças que faziam a linha Circular-Cachoeirinha. O Rio Negro venceu por 3 a 1 -
RIO NEGRO : Clóvis, Pedro Hamiltom, Casemiro, Biluca e Nonato, Denilson e Jorge Cuíca; Rolinha (Orange), Osmar (Almir), Zé Cláudio e Sardo.
RODOVIÁRIA: Iane, Mesquita, Joaquim, Valter Costa e Téo; Tadeu (Jarlito) e Sudaco; Zezé (Laércio),Wiison Lopes, Roberto e Julião.


A renda foi de Cr$ 21.286,00, para um público pagante de 4.459. Zé Cláudio, do Rio Negro e Julião, da Rodoviária, foram os últimos jogadores profissionais expulsos no campo do Parque Amazonense.


Tenho saudades do Parque Amazonense, frequentei poucos anos antes do seu fechamento; gostava de assistir aos jogos do meu Fast Club, era fã de carteirinha dos irmãos Piola; costumava subir nas mangueiras para ter uma visão do campo, quando não tinha dinheiro para pagar a entrada (na maioria das vezes); quando o meu pai me dava alguma grana, fazia questão de pagar a minha entrada e saborear um famoso sanduíche vendido no local (disco voador); acabaram com o Parque Amazonense, a Colina (Esmael Benigno) será implodido e construído outro estádio, sem falar no Tartarugão (Vivaldo Lima), será também implodido para a construção de um mega estádio para a Copa de 2014. É isso aí.


http://jmartinsrocha.blogspot.com/2009/11/parque-amazonense.html


Parque Amazonense atualmente


por: Terra Nova



por: Terra Nova
 

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Discussion Starter #109
MONUMENTO COMEMORATIVO A ABERTURA DOS PORTOS ÀS NAÇÕES AMIGAS






Inaugurado em 1900, fica localizado na Praça de São Sebastião, em Manaus, foi concebido pelo artista italiano Domenico de Angelis (faleceu antes da inauguração), foi erguido para comemorar a abertura dos portos do Rio Amazonas ao comércio exterior.

O detalhe da fotografia mostra uma parte toda em bronze, onde aparece uma mulher com os seios nus e vestes flutuantes, segurando uma tocha, dizem que é a Deusa da Liberdade, ao seu lado, numa posição de inferioridade está o mitológico Mercúrio, o Deus do Comércio, além de dois querubins e parte do brasão do Amazonas, com destaque para a águia amazonenses, a simbolizar grandeza e força.

Alguns estudiosos criticam os elementos desse monumento, pois não representam a cultura do nosso Estado, porém, constitui um dos lugares mais fotografados pelos turistas, além de ser muito admirado pelos amazonenses.

Foto: J Martins Rocha


http://jmartinsrocha.blogspot.com/search?updated-min=2010-01-01T00:00:00-04:00&updated-max=2011-01-01T00:00:00-04:00&max-results=50
 

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Discussion Starter #110 (Edited)
Café do Pina


O prefeito de Manaus, Chaves Ribeiro, concedeu a José de Brito Pina, cidadão português, uma área de terra situada na então praça Gonçalves Dias (hoje integrante da praça Heliodoro Balbi), para a construção de um estabelecimento comercial. Nele, o Pina construiu o Pavilhão São Jorge, destinado a venda de café e outras guloseimas da época, inaugurado em maio de 1951.



Pavilhão São Jorge, cerca de 1970


Pavilhão São Jorge ou Café do Pina, 1976


Em lembrança ao sobrenome do proprietário, o local ficou mais conhecido por Café do Pina. Era bem frequentado, pois era localizado em frente ao Cine Guarany e fronteiriço ao Quartel da PMAM e ao Colégio Estadual do Amazonas.



Pavilhão São Jorge ou Café do Pina, em 1974


Quando prefeito de Manaus, Jorge Teixeira, em 1976 demoliu o Pavilhão para ampliar a artéria. Concedeu, em reparação, novo espaço ao final da praça Heliodoro Balbi (ou da Polícia), junto a rua Marcilio Dias.
Dez anos depois, novo prefeito, Manoel Ribeiro, devolveu o agora Café do Pina ao espaço original, apenas com uma arquitetura modernizada, um tanto ridícula. Foi esta edificação que foi ao chão no ano passado, antes da inauguração do Palacete Provincial.

Mas ainda não acabou o Café do Pina, ele agora integra a estrutura do Palacete.



Café do Pina sendo demolido, em 2009


http://catadordepapeis.blogspot.com/2010/11/memorial-amazonense-xxxix.html
 

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Discussion Starter #111
Notícias de época - 1957

Realizada concorrência para a construção de nova ponte ligando o bairro de Educandos ao de Cachoeirinha. A vencedora foi a firma Otavio Bittencourt Pires. A ponte leva o nome de Juscelino Kubitschek, então presidente da República. JK esteve em Manaus para inaugurar esta ponte, além da Refinaria de Petróleo, de I.B.Sabbá, e o conjunto residencial que também leva seu nome,na Cachoeirinha.





http://catadordepapeis.blogspot.com/2010_11_01_archive.html
 

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Discussion Starter #112
Aviação em Manaus


O Comando Aéreo inaugurou esta semana o I Grupo do IV Esquadrão, composto de aviões caça F5, com sede na Base Aérea de Manaus (BAM). A finalidade da nova unidade é patrulhar o espaço aéreo amazônico, a fim de repelir e combater algumas ameaças.
A BAM multiplica suas ações e consolida sua história na capital amazonense, desde que ocupou o primitivo aeroporto de "Ponta Pelada". Bom esclarecer que a denominação original do campo de pouso era Ajuricaba, mas o popular predominou.

Alguns fatos relacionados com a aviação em Manaus: tudo começou em 1932, quando a Panair do Brasil operava seus aviões na baía do Rio Negro. A inauguração ocorreu com um avião Sikorsky S38, com capacidade para sete passageiros.



Avião Sikorsky S-38. O Jornal, Manaus, 20 jan. 1954


Depois passaram pelos céus da Amazônia, os Catallinas e os Douglas. Até que, duas décadas depois, a mesma empresa passou a empregar nas viagens aviões mais modernos, os Constellations. Foi o modelo Constellation L49, para 57 passageiros, que inaugurou o Aeroporto Internacional de Manaus, em 1954.



O Jornal. Manaus, 20 jan. 1954. Inauguração do aeroporto internacional de Manaus


Antes dessa inauguração, em 1953, segundo a memória de Edwvaldo Leite, saudoso gerente de aeroporto da Cruzeiro do Sul, o nosso "Ponta Pelada" era uma lástima. Basta ver as acomodações existentes, expostas na coluna de Sinval Gonçalves, outro saudoso gerente.



Jornal do Commercio. Manaus, 20 jul. 1980



Jornal do Commercio. Manaus, 20 jul. 1980


Obtido o título de internacional, o aeroporto recebeu estação de passageiros condignas. A construção abaixo, com modificações impostas pelas necessidades e ampliação do número de viajantes, perdurou até a construção do aeroporto Eduardo Gomes (1976).



Cartão postal do aeroporto de Manaus, visto do pátio interno


http://catadordepapeis.blogspot.com/2010/12/aviacao-em-manaus.html
 

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Discussion Starter #113
Manáos versus Manaus


Duas expressiva fotos, separadas por exatos 40 anos, mostram com justeza o crescimento e o embelezamento de Manaus.
A primeira, de autoria do fotógrafo Correia Lima, foi realizada para mostrar que Manaus já não se media unicamente pela altura do Teatro Amazonas. As primeiras grandes construções já estavam habitadas, curando-nos do "complexo do Iapetc". De outro lado, o comércio da Zona Franca dominava o centro da cidade, espandindo-se com lojas em todas as artérias.
Para dimensionar esse avanço, em dezembro de 1970, Correia Lima subiu ao topo do edifício David Novoa, situado no entroncamento da avenida Joaquim Nabuco com rua Lauro Cavalcante.
Foi, pois, do 19º andar, utilizando uma camera dotada de lente "olho de peixe", que ele captou o momento de Manaus, que crescia.



Centro de Manaus, no Jornal do Commercio. Manaus, 20 dez. 1970


Na metade deste ano, uma revista de circulação regional lançou de capa a foto que reproduzo.
Ela mostra em cores o embelezamento de Manaus. Destaca o outro lado que a foto anterior não detalhou. A capa da revista ressalta a ponte padre Antonio Placido, que liga o bairro de Educandos ao centro; mostra a pista da Manaus Moderna; e, com destaque o Parque Jefferson Peres. Não é preciso buscar muito para se encontrar o edifício Novoa, da foto anterior, apenas o Teatro Amazonas não foi alcançado.



Detalhe da capa da revista Roteiro Amazônico. Manaus, ano 4, 2010


http://catadordepapeis.blogspot.com/2010/12/manaos-versus-manaus.html
 

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Discussion Starter #116
Cinemas de Educandos, em Manaus


Situado às margens do rio Negro, o bairro de Educandos liga-se ao centro de Manaus pela ponte Antonio Plácido de Souza e, ao bairro da Cachoeirinha, pela ponte Juscelino Kubitschek. Um dos mais antigos de Manaus, o bairro teve origem e denominação a partir da ativação do Estabelecimento dos Educandos Artífices, criado em 1856, pelo presidente da província, João Pedro Dias Vieira.
O estabelecimento objetivava ensinar a música, as primeiras letras e os ofícios de marcenaria, carpintaria e tornearia às crianças pobres da capital. Com o passar dos anos, em seu redor, diversas famílias fixaram residência; surgia assim o primeiro núcleo populacional denominado de Alto da Bela Vista.

Desativado em 1914, o prédio esteve abandonado por anos, até que na década de 1940 acolheu o Grupo Escolar Machado de Assis, que segue funcionando como Escola Estadual.
O bairro, todavia, ganhou o nome de Constantinópolis pela Lei nº 67/1907, com área de 130.693m2. No correr de 1928, surge na Vila Neuza (construída em 1891) a primeira sala de exibição cinematográfica do bairro. Trata-se do “cinema” do seu Austriclínio Duarte Ribeiro, funcionando no subsolo de sua residência, situada na rua Delcídio Amaral, nº 80.

Possuía 25 assentos do tipo “escolar”, para duas pessoas, e cobrava vinte réis por entrada. O pequeno “cinema” funcionava apenas à noite, exibindo filmes mudos, de cômicos como Max Linder (1883-1925); Buster Keaton (1895-1966), Harold Lloyd (1893-1971); Charles Chaplin (1889-1977), entre outros. Também exibiu filmes produzidos por Silvino Santos (1886-1970), entre os quais, o celebrado No País das Amazonas, mostrado anteriormente no cine Polytheama.
As informações aqui expostas pertencem ao Ed Lincon. É ele que segue rememorando o assunto.
No início dos anos 1930, outro “cinema” surgiu em Constantinópolis: na residência de Antonio do Carmo (prestamista, conhecido por Cartolinha), situada na rua São Pedro, nº 129, esquina com o Boulevard Sá Peixoto. Utilizando um projetor Pathé, Cartolinha exibia filmes tanto em sua residência, quanto pelas ruas do bairro, ainda de terra batida.

As duas salas tiveram duração efêmera, de alguns anos apenas. Em especial, porque seu Austriclínio, telegrafista dos Correios durante o dia, mudou-se para a rua Manoel Urbano, onde no começo dos anos 1920 abrigava aquela repartição. Compelido a se dedicar por completo ao seu ofício, Austriclínio deixou de lado a paixão pela Sétima Arte.
Quanto ao “cinema” de Cartolinha: a diversão desapareceu quando o proprietário vendeu sua casa e, pior, mudou-se do bairro, levando consigo o equipamento de projeção.



Cine Vitória, nos últimos dias, em 1973. A casa ao lado, na
entrada do beco São José, continua no mesmo lugar.


Dessa maneira, o subúrbio que já havia sido rebatizado de Educandos viu-se privado desse divertimento. Cerca de vinte anos depois o cinema voltaria, em salas como: Rio Negro, Constantinópolis (depois Rex) e Vitória. Esta, a maior de todas, abrigando quase um milhar de freqüentadores. Teve a mais longa duração, perdurou por duas décadas.


http://catadordepapeis.blogspot.com/2010_12_01_archive.html
 

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Representante do Amazonas
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PARQUE AMAZONENSE





Foi construído em 1906, no governo do coronel Antônio Constantino Nery - o prefeito era o coronel Adolpho Lisboa; foi concedida a autorização para a construção de um Hipódromo, este foi instalado e funcionou normalmente até o ano de 1912, em decorrência da derrocada da borracha. Ficava numa vasta área do bairro da antiga Vila Municipal (Adrianópolis), com a entrada pela Rua Belém. Partes dessas terras foram invadidas pelos “soldados da borracha”, surgindo o Beco do Macedo (em homenagem ao Sr. Alfredo Macedo, uns dos primeiros moradores do local). O Dispensário Maçônico recebeu o antigo Hipódromo, por doação, fizeram um estádio, voltando a funcionar em 1918, as corridas ocorrem até 1930, onde a nata da sociedade manauara se aglomera na arquibancada, onde havia um local para dança, camarotes e pontos reservados para as apostas das corridas. Chique, não?



Em 1946, o Parque foi arrendado à Federação Amazonense de Desportos Atléticos (FADA), então sob a direção do Dr. Menandro Tapajós, presidente; Walter Rayol, vice; Mansueto Queirós, secretário; tenente Waldir Martins, tesoureiro e Antônio Dias dos Santos, adjunto. Na época era Interventor Federal, o Dr. Júlio da Silva Nery, que auxiliou financeiramente a entidade dos desportos, e esta, com a ajuda do comércio, mandou murar todo o estádio, construindo as gerais de concreto, tendo estas recebido o nome de Júlio Nery.


O América futebol Clube, dos irmãos Teixeira (Artur e Amadeu), tornou-se arrendatário do Parque a partir da década de 60 e assim ficou até pouco depois da inauguração do estádio Vivaldo Lima. Pagava mensalmente certa importância à Maçonaria pela locação do imóvel, mas, com a abertura do novo estádio, os jogos foram saindo do Parque e, sem poder cumprir seus compromissos por falta de recursos, o jeito foi entregá-lo ao legítimo proprietário.

Na administração do América, quando Flaviano Limongi estava à frente da FAF, fundada em 1966, o Parque recebeu vários melhoramentos, visando a dar maior comodidade ao torcedor. A entidade custeou a construção de duas pequenas gerais de madeira atrás das metas, aumentando um pouco mais o espaço para os torcedores. Renovou por completo a velha arquibancada, também aumentando a sua capacidade.

O Parque foi vendido em 1976, a uma firma da Zona Franca de Manaus, a Florida, do comerciante Francisco (Dinor) Castelo Branco que alguns anos depois a repassou uma empresa de construção; ocorreu que a idéia inicial era a de construir um conjunto habitacional no local, logo que o novo proprietário tomou posse do imóvel, de imediato foi demolida a arquibancada de estrutura de ferro, coberta com telhas de barro de fabricação portuguesa e a geral de cimento, cujo material foi todo amontoado no campo de jogo.


O último jogo disputado oficialmente no campo do Parque valeu pelo campeonato de profissionais, no dia 8 de julho de 1973. Nesse dia o torcedor jamais acreditaria que Rio Negro e Rodoviária estivessem fechando os portões de ferro do velho campo da então Rua Belém, também chamado de campo da linha circular, por ser aquela artéria um dos itinerários dos bondes de duas lanças que faziam a linha Circular-Cachoeirinha. O Rio Negro venceu por 3 a 1 -
RIO NEGRO : Clóvis, Pedro Hamiltom, Casemiro, Biluca e Nonato, Denilson e Jorge Cuíca; Rolinha (Orange), Osmar (Almir), Zé Cláudio e Sardo.
RODOVIÁRIA: Iane, Mesquita, Joaquim, Valter Costa e Téo; Tadeu (Jarlito) e Sudaco; Zezé (Laércio),Wiison Lopes, Roberto e Julião.


A renda foi de Cr$ 21.286,00, para um público pagante de 4.459. Zé Cláudio, do Rio Negro e Julião, da Rodoviária, foram os últimos jogadores profissionais expulsos no campo do Parque Amazonense.


Tenho saudades do Parque Amazonense, frequentei poucos anos antes do seu fechamento; gostava de assistir aos jogos do meu Fast Club, era fã de carteirinha dos irmãos Piola; costumava subir nas mangueiras para ter uma visão do campo, quando não tinha dinheiro para pagar a entrada (na maioria das vezes); quando o meu pai me dava alguma grana, fazia questão de pagar a minha entrada e saborear um famoso sanduíche vendido no local (disco voador); acabaram com o Parque Amazonense, a Colina (Esmael Benigno) será implodido e construído outro estádio, sem falar no Tartarugão (Vivaldo Lima), será também implodido para a construção de um mega estádio para a Copa de 2014. É isso aí.


http://jmartinsrocha.blogspot.com/2009/11/parque-amazonense.html


Parque Amazonense atualmente


por: Terra Nova



por: Terra Nova
Gostei das fotos ,esse parque ficou també conhecido como Jaquerão ,ali chegou a ser realizado treinamentos de alguns times do futebol Amazonense na década de 80..
 
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