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Prefeitura realizará concurso para 1.437 vagas na educação

A Prefeitura de São Luís realizará concurso público para a Secretaria Municipal de Educação (Semed). Serão oferecidas 1.437 vagas para os níveis fundamental, médio, superior (técnico e magistério). O concurso é destinado a provimento de cargos efetivos e cadastro de reserva e será organizado pela Fundação Sousândrade. O edital foi publicado domingo.

As inscrições serão realizadas de 2 a 15 de janeiro de 2008, nos postos dos Correios, se estendendo até o dia 20 de janeiro para quem optar pela inscrição via internet (www.fsadu.org.br). O valor das inscrições será R$ 50,00 para nível superior, R$ 35,00 para o nível médio e R$ 25,00 paro o nível fundamental.

O edital do concurso está disponível no site da Prefeitura (www.saoluis.ma.gov.br), no site da Fundação Sousândrade (www. fsadu.org.br), nos murais das secretarias Municipais de Administração (travessa Marcelino de Almeida, 30, Praia Grande), e de Educação (rua 7 de setembro, 238, Centro) e na Fundação Sousândrade (rua daa Alegria, 258, no Centro), a partir de amanhã.

O concurso público será de prova objetiva, avaliação de títulos e psicológica e teste de aptidão física. A prova objetiva está prevista para ser realizada no dia 17 de fevereiro. O prazo de validade concurso será de dois anos, podendo ser prorrogado uma vez, por igual período, a critério da Secretaria Municipal de Educação.

Para o nível auxiliar (fundamental) estão sendo oferecidas vagas para auxiliar de serviços gerais (57 vagas), motorista (oito), vigia (203) e condutor de lancha (nove). Para o nível médio são para agente administrativo (254) e secretário escolar (250). Já para o nível superior são vagas para as áreas de Administração (duas), Agronomia (uma), Arquitetura (duas), Biblioteconomia (cinco), Contabilidade (duas), Economia (duas), Engenheiro Civil (duas), Filosofia (duas), Fonoaudiólogo (três), Psicopedagogo (duas), Serviço Social (cinco), Terapia Ocupacional (duas) e Medicina Veterinária (uma).
 

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Governo destinará R$ 300 mi para obras do PAC no Maranhão

Roseana Sarney anuncia a liberação de verbas federais confirmada por Lula

Mario Carvalho

Da Editoria de Política

O Governo Federal destinará cerca de R$ 300 milhões ao Maranhão, para a execução de obras do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) em 11 municípios maranhenses com mais de 50 mil habitantes. A decisão do presidente Luiz Inácio Lula da Silva foi informada ontem pelo ministro das Relações Institucionais, José Múcio (PTB/PE), à senadora Roseana Sarney (PMDB), líder do governo no Congresso Nacional.

Serão beneficiados os municípios de São Luís, Timon, Paço do Lumiar, Bacabal, Caxias, Codó, Itapecuru-Mirim, Pinheiro, Santa Luzia, São José de Ribamar e Açailândia. Segundo Roseana Sarney, em alguns casos o Governo Federal firmará convênios diretamente com as prefeituras, que detêm o controle do sistema de saneamento básico. Em outros municípios, a verba destinada será liberada via Governo do Estado, por meio da Companhia de Águas e Esgotos do Maranhão (Caema).

Para a senadora, a destinação desses recursos é uma medida positiva para os municípios maranhenses. “Isso mostra a consideração e o apoio do presidente Lula ao Maranhão. E, como líder do governo, tive a oportunidade de ajudar o nosso estado nesse sentido. Recebo com muita alegria esse anúncio importante sobre as obras de saneamento do PAC”, disse Roseana Sarney.

A senadora destacou que os municípios que farão convênio direto com o Governo Federal serão Timon (que será beneficiado com cerca de R$ 60 milhões), Caxias (R$ 42, 6 milhões), Codó (R$ 7 milhões), Bacabal (R$ 6,5 milhões) e Paço do Lumiar (R$ 1,3 milhões). Ela informou que as demais cidades - como São Luís (R$ 122,7 milhões), Açailândia (R$ 9 milhões), São José de Ribamar (R$ 8,8 milhões), Santa Luzia (R$ 5 milhões), Pinheiro (R$ 4,4 milhões) e Itapecuru-Mirim (R$ 4,4 milhões) - farão convênios por meio do Governo do Estado.

“Acho que esse volume de recursos é um avanço e que o povo do Maranhão tem de agradecer ao presidente Lula por ele estar ajudando o nosso estado a se desenvolver. Além disso, por meio da Fundação Nacional de Saúde (Funasa), municípios com menos de 50 mil habitantes também foram beneficiados pelas ações do PAC. Tivemos a oportunidade de anunciar a relação dos que serão agraciados com projetos de pavimentação. Enfim, que o presidente está fazendo um excelente governo e, por isso, tenho muito orgulho de ser a sua líder no Congresso Nacional”, ressaltou Roseana Sarney.

CPMF

A senadora – que veio passar o Natal com a família em São Luís - fez ontem uma análise sobre a votação da proposta de prorrogação da cobrança da Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira (CPMF) no Senado. “Precisamos entender que a CPMF é uma contribuição que as pessoas repassam para um determinado fundo cujos recursos são usados no combate à pobreza, na melhoria do sistema de saúde, da Previdência Social. O Maranhão vai perder mais de R$ 400 milhões com a supressão desse imposto, só na área da saúde, deixando de beneficiar os hospitais, a aquisição de medicamentos, o pagamento das equipes do Programa Saúde da Família (PSF). Mas o governo vai cobrir essa perda de uma maneira que ainda está sendo avaliada”, declarou Roseana Sarney.

Ela ressaltou que, em 2007, o Brasil continuou crescendo na faixa de 5%, com mais ofertas de emprego. “Vamos trabalhar ainda mais para que o país continue a se crescer num ritmo maior”, acrescentou Roseana Sarney.

Sobre o cenário político nacional, a senadora disse que este ano foi tranqüilo e o Congresso aprovou importantes projetos para o país, com destaque para as propostas do PAC nas áreas da segurança pública, da educação e da saúde.

“O Brasil é mais respeitado e, politicamente, o país vem consolidando sua estabilidade. O presidente Lula está muito bem avaliado, há uma definição de quem é oposição e de quem é governo e estamos na luta para que o governo se saia cada vez melhor e que Brasil continue a crescer e melhorar, a ter menos pobreza e, principalmente, lutar pelas questões mais emergenciais do nosso Maranhão”, concluiu ela.

Municípios beneficiados

São Luís R$ 122,5 milhões

Timon R$ 60 milhões

Codó R$ 46 milhões

Caxias R$ 42 milhões

Açailândia R$ 9 milhões

São José de Ribamar R$ 8,8 milhões

Santa Luzia R$ 5,7 milhões

Itapecuru-Mirim R$ 4,4 milhões

Pinheiro R$ 4,4 milhões

Bacabal R$ 6,5 milhões

Paço do Lumiar R$ 1,3 milhões
 

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Cleber Verde apresentou mais projetos

BRASÍLIA - O deputado Cleber Verde (PRB-MA) pode ser desconhecido do público e até mesmo de vários de seus colegas no Congresso mas, se depender do número de projetos apresentados, o parlamentar de primeiro mandato é símbolo de trabalho e de empenho no Legislativo. Foram 132 propostas no ano, mais que o triplo do segundo e terceiro colocados, Carlos Bezerra (PMDB-MT) e Sandes Júnior (PP-GO), com 42 e 41 projetos, respectivamente.

Entre as propostas de Verde destacam-se 108 projetos muito semelhantes, que criam aposentadoria especial para quem trabalha em situação de risco. As principais diferenças são as categorias de profissionais contemplados, como funcionários de fábricas de pilhas, motos e adubos. Se fossem unificados, certamente facilitariam a tramitação no Congresso, mas a produção do deputado cairia significativamente.

Outro projeto de Cleber Verde prevê a inclusão de legendas em filmes e peças de teatro nacionais. “Entendo que estou contribuindo, fazendo minha parte. Eu acho que algumas leis ainda precisam ser apresentadas e nisso estamos trabalhando”, promete ele, revelando que aproveitou no Congresso vários projetos de quando foi vereador em São Luís.

Para o diretor do Departamento Intersindical de Assessoria Parlamentar (Diap), Antônio Augusto Queiroz, a apresentação de projetos em excesso é natural para parlamentares estreantes. Queiroz observa, porém, que a maior parte desses projetos não dará em nada porque falta bagagem e peso político ao autor para negociá-los com os colegas.
 

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Indústria e Comércio define ações para 2008​

O lançamento do Programa de Biodiesel do Maranhão e a instalação do Pólo Logístico Distribuidor no Distrito Industrial de São Luís são algumas das ações da Secretaria de Estado da Indústria e Comércio (Sinc) para o primeiro trimestre de 2008. A pasta, chefiada pelo secretário Júlio Noronha, atraiu no primeiro ano do governo Jackson Lago, mais de 3 bilhões de reais em investimentos para o Estado, indústrias estas que estarão se instalando no Maranhão nos próximos quatro anos, dentre as quais estão, a Prio (usina de biodiesel), a Alujet (indústria de rodas de liga leve - http://www.binno.com.br/index_portugues.htm ) e a TermoMaranhão (termelétrica). Estão inclusos ainda neste montante, empreendimentos internacionais, como é o caso do grupo Comanche Clean Energy, que vai instalar duas usinas no estado, uma para produção de biodiesel e outra para etanol. Um investimento superior a 500 milhões de reais atraído a partir das freqüentes participações da equipe técnica da Indústria e Comércio em feiras internacionais de negócios.

O novo ambiente para negócios instalado no Maranhão a partir do governo Jackson Lago inicia uma mudança positiva na economia maranhense. A Companhia Energética do Maranhão (Cemar) anunciou na semana passada um aumento de 10% no consumo de energia destinada a novas indústrias no Maranhão em 2007. Em relação à abertura de novas empresas, dados da Junta Comercial do Maranhão (Jucema), órgão vinculado à Sinc, confirmam a chegada de 7.839 novas empresas ao Estado, 1.105 a mais que no ano passado.

A tendência é que os números continuem em ascendência, considerando a vinda de novos empreendimentos consumidores de bens e serviços e também as novas obras em plantas industriais já instaladas no Estado, como é o caso da expansão da Alumar e da Vale, assim como a construção da Usina Hidrelétrica de Estreito (UHE).

O secretário interino da Indústria e Comércio, Fernando Duailibe Mendonça, ressalta que todos esses resultados foram alcançados a partir do entendimento do secretário Júlio Noronha, de gerar novas oportunidades de trabalho e atrair investimentos também para outros municípios do Maranhão.

“A maioria das indústrias que estão vindo para o Maranhão fincarão suas raízes fora de São Luís, empregando pessoas e levando desenvolvimento para outras regiões de nosso estado. Esta interiorização é uma prioridade apontada pelo que nosso secretário desde que assumiu a indústria e comércio”, disse Duailibe.

As novas indústrias atuarão em diversos ramos da economia, como produção de fertilizantes, biocombustíveis, móveis, fabricação de colchões, produtos de higiene, fármacos, geração de energia, laticínios, açúcar, carnes e embutidos, beneficiamento de couro.

Agronegócios
– Naturalmente, um terço dos investimentos será feito no setor da agroindústria, visto que o Maranhão é um estado potencialmente agrícola, apto a receber indústrias agregadoras de valor a produtos in natura. Além das citadas acima, pelo menos mais oito empresas estão investindo em biodiesel, etanol, beneficiamento de couro, laticínios e fruticultura. E as oportunidades de negócios no ramo englobam outras atividades com grãos, como sua utilização para ração animal, óleo refinado, avicultura, suinocultura, piscicultura, além da cadeia da pecuária com espaço para a vinda de frigoríficos, curtumes, lacticínios, indústrias de calçados e artigos derivados do boi.

No boom dos biocombustíveis, o Maranhão é uma das últimas fronteiras energéticas do mundo. Todavia, além de atrair empreendimentos no setor, o tema será levado às discussões com a participação de toda a sociedade civil em 2008, no II Congresso de Agroenergia e Biocombustíveis, que acontecerá em São Luís.

Além do estudo de etanol, produzido para o Estado pela USP, com o lançamento do Programa de Biodiesel do Maranhão, no próximo ano, o Estado terá diretrizes definidas também para este tipo de investimento.

O documento deve seguir as diretrizes do Programa Nacional de Biodiesel, que busca para o país investimentos sustentáveis e viáveis economicamente, no entanto com enfoque na inclusão social e no desenvolvimento regional, via geração de emprego e renda. Mapas, quantidade de área disponível, solo, clima e ainda, incentivos fiscais, logística de distribuição e infra-estrutura são alguns fatores fundamentais que deverão constar no programa, que está sendo elaborado em parceria com diversos órgãos governamentais e não-governamentais.

Minerometalurgia - Outra cadeia produtiva incentivada dentro do Maranhão, por meio de ações da secretaria, é a minerometalúrgica. “Com a Alumar (alumínio) e a Vale (minério de ferro) temos a matéria-prima dentro do Estado, o que precisamos é atrair indústrias que transformem esse produto, agregando valor, tornando-o mais rentável para o Maranhão”, disse o superintendente de Minerometalurgia e Construção Civil da Sinc, Sérgio Guimarães.

Um dos exemplos desse adensamento da cadeia produtiva do alumínio, por exemplo, é o que vai fazer a Alujet, empresa fabricante de rodas de liga leve, que deve assinar nos primeiros meses do próximo ano protocolo de intenções com o governo do Estado para instalação de sua indústria. A previsão é gerar 400 empregos diretos na produção das rodas, a serem fabricadas a partir do alumínio em estado líquido adquirido da Alumar.

Importações
- Como sempre diz o secretário Júlio Noronha, o maior desafio do Estado é a substituição das importações por produção interna. Segundo Fernando Duailibe, o secretário da pasta acredita que um dos fatores decisivos para o alcance dessa meta é a criação de oportunidades para outras regiões do Maranhão, além do desenvolvimento das microempresas e empresas de pequeno porte (MP e EPP), que são a maioria (mais de 90%) em atividade no Estado.

“A Sinc tem uma série de ações para fomentar a competitividade e excelência em gestão das empresas maranhenses, dentre eles o Programa Desenvolvimento de Fornecedores (o PDF) e o Programa de Compras Governamentais, que está sendo reformulado nesse governo”, afirmou o superintendente de Desenvolvimento das Micro e Pequenas Empresas da Sinc, Carlos Sampaio.

Segundo ele, por meio do PDF, somente este ano, centenas de empresas locais foram mobilizadas nas Rodadas de Negócios promovidas pela secretaria, dando a elas oportunidades de vender bens e serviços a grandes obras já implantadas no estado e outras em implantação. O PDF teve a primeira atuação no Sul do Maranhão, com a participação de mais de 150 empresários em um encontro de negócios promovido em Imperatriz. “O processo de interiorização do programa foi iniciado nesse governo pela equipe da Sinc”, afirmou José Oscar de Mélo Pereira, coordenador do PDF.

Já o Compras Governamentais, programa que deverá começar a funcionar efetivamente em 2008, os micro e pequenos empresários poderão fornecer para o Estado com prioridade, de acordo com as normas da Lei Geral das MP e EPP.

Outro avanço este ano que impulsionará a produção local, foi a criação Núcleo Estadual de Arranjos Produtivos Locais do Maranhão, coordenado pela Sinc, porém com a participação efetiva de diversas outras secretarias de Estado, instituições financeiras, universidades, órgãos não governamentais, dentre outros. O Núcleo de APL está diretamente ligado ao Ministério de Desenvolvimento da Indústria e Comércio Exterior (MDIC), portanto apto a receber recursos tecnológicos e financeiros para os arranjos do Maranhão. O turismo em Barreirinhas e a apicultura na região do Alto Turi, são alguns exemplos de APL existentes no Estado, atividades que envolvem um grande número de pessoas nessas regiões.

Para os distribuidores atacadistas do Maranhão e grandes redes de supermercados, através de seus Centros de Distribuição, está sendo viabilizado para o início de 2008 o lançamento do projeto Pólo Logístico Distribuidor. A iniciativa, apoiada pelo Governo do Maranhão, reduzirá os custos dos empresários do setor no que diz respeito à logística. O projeto também traz desenvolvimento para a área do Distrito Industrial de São Luís, tendo em vista a conseqüente atração de serviços, como bancos, postos de abastecimento e empresas de transporte.

Mais de 15 distribuidores estão envolvidos no projeto. Alguns já implantados, como é o caso do grupo Mateus, Maciel, Café Viana, Morepan. Outros com projetos em andamento na Sinc. A maioria atua no setor de alimentos, fertilizantes e produtos de higiene no Maranhão e em outros estados.
Distrito Industrial – O Pólo Atacadista é um dos projetos de Revitalização dos Distritos Industriais do Maranhão, ação desenvolvida pela Sinc para adequar as áreas destinadas à implantação de indústrias no Estado. Dentre as metas, está a reativação do Distrito de São Luís (Disal), de Imperatriz (Dimp), e a criação de novos distritos no Estado, além de incentivar a política de atração de investidores. Segundo o superintendente de Política e Infra-estrutura da Sinc, César Ferreira, os primeiros passos para revitalização do Disal já foram dados como recadastramento das áreas, levantamento topográfico e reuniões com os empresários instalados nos módulos. “Nessa primeira fase vamos priorizar a segurança e a iluminação pública para que possamos dar andamento ao projeto. Quanto à iluminação, será feito um investimento de 500 mil reais e a previsão é que até o final do primeiro bimestre de 2008 a rede esteja recuperada”, disse o superintendente.

São Luís, 23/12/2007
Fonte: Secom

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Imperatriz é 2ª maior economia do Maranhão?

Imperatriz é 2ª maior economia do Maranhão.
Uma reviravolta nos números da economia maranhense. O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), órgão do Governo Federal que também pesquisa e calcula o valor da produção econômica, adotou novos critérios para medir o Produto Interno Bruto (PIB), que é a soma de todos os bens e serviços gerados no país e em cada estado e município.

Os novos critérios foram aplicados retroativamente, a partir do ano de 2002. Assim, os números da economia brasileira, maranhense e de cada município tiveram modificações para maior e para menor.

Em comunicado oficial no dia 19 último, o instituto anuncia que concluiu o “processo de revisão e aprimoramento”, em parceria, inclusive, com órgãos estaduais.

A metodologia utilizada, diz o IBGE, “está em consonância com as recomendações internacionais”, expressas por instituições como a Organização das Nações Unidas (ONU), o Banco Mundial, e, entre outras, o Fundo Monetário Internacional (FMI).

O IBGE alerta que os números são “estimativas”, mas não informa quando (e se) divulgará dados definitivos. Portanto, até novas informações do instituto, o exame dos números ainda não se apresenta de modo integral e conclusivo.

DADOS

Pelos novos dados, o município de Imperatriz, que apresentava R$ 683 milhões em sua economia em 2004, apresenta agora para aquele ano um número duas vezes maior: R$ 1,3 bilhão. Em 2005, o número elevou-se para R$ 1,7 bilhão.

Entretanto, no período com a nova metodologia, de 2002 a 2005, o crescimento da economia imperatrizense foi menor que o da capital, São Luís, e o de outros municípios da Região Tocantina, como Açailândia e Balsas. A renda per capita, hoje adequadamente redenominada PIB per capita, também apresenta o menor crescimento, considerados os quatro municípios.

O IBGE não detalhou os critérios de sua nova forma de calcular o PIB. Assim, não se sabe o que foi ou deixou de ser considerado na produção econômica. Também não se tem as razões do por que os números da economia de Açailândia foram reduzidos praticamente para a metade dos números que vigoravam até agora.

Por exemplo, em 2004, a economia açailandense estava próxima a R$ 1 bilhão e teve seu valor reduzido para menos de R$ 600 milhões. Em 2005, a economia oficial de Açailândia, segundo os novos critérios do instituto, é de R$ 677 milhões. Apesar da redução dos números, o município mantém-se como um dos de maior crescimento, tanto em produção quanto em renda (PIB per capita).

A economia de Balsas foi a mais beneficiada pelos novos critérios do IBGE: saiu de menos de R$ 400 milhões em 2003, pelos números antigos, para mais de R$ 1,3 bilhão em 2005, já na nova metodologia de cálculo.iMirante
26/12/2007 06:31h
 

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^^
Mas isso não é novidade.
O método é que não conseguia perceber que a circulação de riqueza em Imperatriz é bem maior que Açailândia onde se encontram apenas as instalações físicas de algumas indústrias.
O mesmo com São Luís, o PIB é grande mas a maior parte da renda não fica por lá.
 

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1.020 PMs atuarão no Reveillon em SL

Policiais e 150 bombeiros atuarão em praias e bairros para garantir a segurança das pessoas durante as festas

Mil e vinte policiais militares estarão trabalhando para garantir a segurança da população durante o Reveillon em São Luís. Segundo dados da Polícia Militar (PM) divulgados ontem, deste efetivo, 900 policiais farão policiamento a pé e a cavalo pela orla marítima e mais 120 estão trabalhando no policiamento motorizado. O contingente de policiais que atuarão nas festas de fim de ano é aproximadamente 30% superior ao do mesmo período do ano passado.

O esquema de segurança especial da Polícia Militar para o Reveillon entrará em vigor a partir das 18h de segunda-feira próxima, dia 31, e se estenderá até o início da manhã de terça-feira, dia 1° de janeiro. Além do policiamento intensivo nas praias, haverá barreiras policiais em vários pontos para tentar coibir a entrada de drogas, armas brancas e de fogo nas principais praias.

As barreiras funcionarão nas avenidas Ana Jansen, dos Holandeses e Litorânea, nas vias de acesso às praias do Olho d’Água, Calhau, entre outros pontos, assim como já ocorreu no Reveillon do ano passado e em outras festividades como no Carnaval. “A nossa intenção é de que o Reveillon transcorra na maior tranqüilidade , evitando a entrada de drogas e armas. Em outros anos, tivemos resultados excelentes com essa tática”, disse o comandante do policiamento metropolitano, coronel Francisco Melo.

bairros

Apesar do grande reforço nas praias, Melo afirmou que não haverá prejuízos ao patrulhamento nos bairros. Isso porque policiais com carros, motos e até mesmo vans farão rondas ostensivas em todos os bairros da cidade.

“Esse contingente empregado nas praias não sacrificará o policiamento nos bairros, onde ocorrem festas e eventos de pequeno porte e que também não podem ficar desprotegidos”, declarou Melo. A Polícia Militar recomenda que o cidadão evite ir para a festa de Reveillon com objetos que chamem a atenção, como cordões de ouro, pulseiras, celulares, entre outros.

BOMBEIROS

O Corpo de Bombeiros também preparou uma operação especial para o Reveillon. Ao todo, serão 150 homens que trabalharão na noite do dia 31 próximo e madrugada de 1° de janeiro.

Dos 150 homens, 80 trabalharão como guarda-vidas ao longo das praias de São Luís para prestar assistência às possíveis vítimas de afogamentos. Cada homem do Corpo de Bombeiros estará equipado com um kit de APH (Assistência Pré-Hospitalar), bóias, entre outros itens.

O restante dos homens será deslocado para dar assistência a possíveis incêndios, queimadas e acidentes de trânsito. Para agilizar os trabalhos em toda a São Luís, o Corpo de Bombeiros disponibilizará quatro viaturas de combate a incêndio e mais três para Atendimentos Pré-Hospitalares. Essas sete viaturas ficarão na avenida Litorânea, nas rotatórias do São Francisco, Forquilha e na Cohab.

“A nossa estratégia é que o Corpo de Bombeiros, no mínimo, consiga chegar aos locais das ocorrências o mais rápido possível. Agora, a população também precisa fazer a sua parte e ter cuidado no trânsito e na orla marítima”, alertou o coronel Robério dos Santos, comandante operacional do Corpo de Bombeiros.
 

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Bairros terão melhorias no abastecimento

O prefeito de São Luís, Tadeu Palácio, assinou ontem um convênio de R$ 33 milhões com representantes da Caixa Econômica para obras de abastecimento de água para bairros do entorno do Sá Viana, Vila Embratel e Coroadinho. Os recursos são provenientes do Programa de Aceleração do Crescimento do Governo Federal (PAC) e as obras serão executadas em parceria com o Governo do Estado. Serão construídos 105 km de rede de abastecimento de água, beneficiando 237 mil habitantes daquelas áreas.

Segundo o prefeito, os recursos beneficiarão áreas de São Luís que precisam de uma atenção especial no que diz respeito ao saneamento básico. “As obras serão feitas em parceria com o governo estadual e beneficiarão todos os moradores das áreas Itaqui-Bacanga e Coroadinho. Essas parcerias visam melhorar a qualidade de vida da população”, afirma o prefeito Tadeu Palácio.

De acordo com o secretário municipal de Obras e Serviços Públicos, Carlos Rogério Araújo, o edital de licitação para execução dos serviços será lançado ainda este ano. Tão logo a licitação seja concluída, as obras serão iniciadas com previsão para o início do primeiro semestre de 2008.

Os projetos de abastecimento de água e recuperação de Estação de Tratamento de Água do Sacavém (ETA), de autoria da Prefeitura de São Luís, para bairros do entorno do Sá Viana e Vila Embratel, foram aprovados pela Caixa Econômica Federal em novembro deste ano.
 

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Hotéis devem ficar lotados no Reveillon

Maioria da rede hoteleira da capital realizará festa de fim de ano, o que deve garantir taxa de 100% de ocupação

A taxa de ocupação dos hotéis de São Luís deve oscilar entre 95% e 100%, entre os dias 30 deste mês e 2 de janeiro do ano que vem, em decorrência das festas de Reveillon. A informação foi dada ontem pelo presidente do São Luís Convention & Visitors Bureau, Nan Sousa. A expectativa é que os turistas que vêm exclusivamente para o Réveillon cheguem a partir de hoje.

De acordo com Nan Sousa, os hotéis que deverão ter lotação máxima no Reveillon serão aqueles que programaram eventos para a passagem de ano, como o Pestana São Luís Resort Hotel, o Praia Mar Hotel e o Hotel Ponta d’Areia. Os demais e as pousadas devem ter taxas de ocupação de 95% na virada do ano. Os turistas vêm principalmente de São Paulo, Belém e Brasília. “Essa boa taxa de ocupação de hotéis na cidade é resultado, principalmente, dos pacotes oferecidos pelas agências de viagem como a CVC, por exemplo”, explicou o presidente do São Luís Convention & Visitors Bureau, Nan Sousa. Atualmente, a rede hoteleira ludovicense tem aproximadamente 6 mil leitos.

No Pestana São Luís Resort Hotel, aproximadamente 80% dos apartamentos já estão reservados e a expectativa é de que o empreendimento atinja lotação máxima neste fim de semana. No Rio Poty Hotel, a expectativa é de que 95% dos apartamentos fiquem ocupados até o próximo domingo. “Estamos prevendo um bom Reveillon, mesmo sem a realização de nenhum evento de grande porte no nosso hotel”, disse o gerente de hospedagem Pedro Lopes.

Muitos turistas já anteciparam a chegada à capital para a festa de virada de ano. O advogado Bruno Coscarelli, que mora em Parauapebas, no Pará, é um deles. Ele pretende ficar na cidade com a família até o dia 3 de janeiro. “Eu nunca tinha vindo a São Luís e fui atraído pelo patrimônio histórico e pelas praias. Confesso que estou adorando o que vi até o momento”, disse o advogado.

Apesar do bom momento do turismo local, o presidente do São Luís Convention & Visitors Bureau, Nan Sousa, fez um alerta: “Estamos sem uma propaganda compartilhada entre iniciativa privada e governo estadual desde 2006. A promoção do turismo local precisa ser incentivada e os empresários não podem, simplesmente, tomar o lugar do poder público”.
 

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Retirada de barrigudeira é solicitada

Derrubada da árvore depende de autorização do Patrimônio

O Instituto Municipal de Paisagem Urbana (Impur) deu entrada, ontem à tarde, no Departamento de Patrimônio Histórico Público do Maranhão (DPHP/MA), à solicitação de supressão (retirada completa) da barrigudeira (árvore da espécie Ceiba pentranda), existente ao lado da Unidade Integrada Barbosa de Godóis, no Monte Castelo.

Por ser uma árvore tombada oficialmente como patrimônio histórico, no dia 29 de março de 1988, por meio da Lei Estadual n° 061, de 28 de outubro de 1987, o órgão municipal necessita de uma autorização do DPHP para fazer a retirada completa da árvore. Essa autorização somente é concedida caso seja comprovado, tecnicamente, que um determinado bem histórico (no caso, a barrigudeira) oferece real risco à integridade física da população.

No laudo técnico encaminhado ontem ao DPHP, anexo ao documento de solicitação de supressão da barrigudeira, o Impur atesta que a árvore apresenta diversos problemas. Em vários locais, ela está oca e contaminada por cupins. Além disso, a própria produção de oxigênio da árvore, por causa de velhice acentuada, já está comprometida. Na semana passada, o coordenador de manutenção de Paisagem Urbana, Marconi Loiola, afirmou que “a árvore estaria na UTI, sem qualquer perspectiva de ser salva por tratamentos fitossanitários”.

Técnicos do Impur e pessoas ligadas ao DPHP acreditam que o órgão conceda a autorização de supressão da barrigudeira, principalmente pelo grande risco de queda atualmente apresentado pela árvore.

Enquanto o Impur não recebe a autorização para a derrubada completa da barrigudeira, o órgão continua fazendo a poda preventiva de galhos dela, com a intenção de reduzir a possibilidade de queda dos galhos ou mesmo da árvore inteira.

Já a polêmica em relação à derrubada ou não da barrigudeira continua. A maioria dos moradores quer que a árvore seja retirada, justamente por causa do risco iminente de queda. Já os que defendem que a árvore permaneça no local alegam justamente que ela é um patrimônio que precisa ser preservado. “Não faz muito sentido deixar essa árvore em pé, visto que pode ocorrer um acidente a qualquer momento e vidas de moradores do Monte Castelo estão em risco”, opinou a aposentada Francisca Gutmam, de 67 anos. “Todo patrimônio deve ser preservado e será uma pena se essa árvore tiver mesmo que ser retirada”, contrapôs-se a estudante Emanuele Matias, de 18 anos.
 

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Vale suspende fornecimento à Usipar

A Vale suspendeu ontem o fornecimento de minério de ferro para a Usina Siderúrgica do Pará (Usipar) “por descumprimento da legislação ambiental”. Segundo a nota da mineradora, a Secretaria Estadual de Meio Ambiente do Pará (Sema) interditou as operações de produção de ferro-gusa da Usipar por não respeitar os critérios ambientais previstos em sua Licença de Operação.

De acordo com a Vale, em outubro deste ano, com base em cláusula contratual comercial, oito guseiras do Pará, Maranhão e Minas Gerais - Cosipar, Fergumar, Simasa, Usimar, Ibérica, Itasider, Viena e Sinobras (ex-Simara) - foram acionadas na Justiça pelo Ibama por terem passivos ambientais e/ou autuadas pelo Ministério do Trabalho por exploração do trabalho em condições análogas à de escravo.

Das oito empresas questionadas, a Vale rescindiu o contrato de fornecimento de minério de ferro para quatro guseiras, que não conseguiram comprovar o cumprimento das legislações ambiental e trabalhista: Cosipar, Fergumar, Simasa e Usimar.

Por ordem judicial, a Vale foi obrigada a voltar a fornecer minério à Fergumar. A companhia, porém, recorreu da decisão judicial e aguarda julgamento.

A Vale solicitou, ainda em outubro, à Ibérica, Itasider, Viena e Sinobras, que enviassem documentos suplementares para a comprovação da conformidade com as legislações trabalhista e ambiental. No dia 5 deste mês, a Vale suspendeu o fornecimento de minério para a Usina Siderúrgica Itaminas (Itasider), de Minas Gerais, “suspensão esta que será mantida uma vez que esta empresa não conseguiu comprovar, com documentação complementar enviada dia 13 de dezembro, plena regularidade perante a legislação trabalhista”, diz a mineradora na nota.

Segundo a Vale, a Sinobras e a Viena apresentaram documentação que “comprovou sua conformidade legal e tiveram o fornecimento de minério mantido”. A Ibérica, apesar de ter tido o fornecimento suspenso por uma semana, “ao final também conseguiu comprovar sua regularidade e teve seu fornecimento de minério restabelecido”, acrescenta a nota da mineradora
 
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