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Imperatriz ganha 5ª loja do Grupo Mateus
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Na manhã desta sexta-feira, 29, o bairro da Babaçulândia, passou a ser endereço da nova unidade do Grupo Mateus na cidade de Imperatriz. Com mais de 4 mil m2 de área de venda, o Mix Atacarejo é a quinta loja do Grupo aberta no município.

Devidamente uniformizada e com EPI’s, Gisele estava entusiasmada no seu primeiro dia de trabalho como operadora de caixa. Ela estava desempregada há cinco anos. Com dois filhos pequenos, a notícia da seleção para fazer parte do time de quase 300 novos colaboradores foi comemorada por toda família. “Agradeço a Deus todos os dias. Eu chorei muito quando fui chamada. Fico emocionada só de falar. Hoje, com a loja aberta, o sentimento é de nervosismo e alegria ao mesmo tempo”, contou.

Quem também ficou satisfeita com a inauguração do Mix Atacarejo da Babaçulândia foi Dona Meire. Ela é vizinha da loja e aproveitou o dia para fazer uma compra “rapidinha para o almoço”, disse animada ainda na fila do açougue. “E o que gostei muito foi da organização. Já passaram várias vezes álcool em gel na minha mão. E estou aqui paradinha esperando minha vez na marcação do distanciamento”, disse.

A sinalização no piso da loja para demarcar a distância entre os clientes na fila do caixa foi uma das medidas preventivas adotadas para garantir a segurança de clientes e colaboradores. Além disso, na entrada, colaboradores higienizavam cada carrinho, disponibilizavam álcool em gel, aferiam temperatura e controlavam o fluxo de consumidores.

A inauguração do Mix Atacarejo em Imperatriz é a segunda realizada pelo Grupo Mateus em um intervalo de apenas uma semana. E seguindo um plano de expansão, muito em breve a cidade vai ganhar novos postos de trabalho com a implantação de outros braços da empresa. “Nós vamos construir um Centro de Distribuição refrigerado que vai abastecer nossas lojas da região e as que vamos abrir no sul do Pará. Serão muitas oportunidades de emprego. E eu fico muito feliz de poder contribuir com o crescimento da minha cidade natal”, revelou Ilson Mateus, presidente do

 

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São Luís ganha novo Mix Atacarejo
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Empregando 343 novos colaboradores, o Grupo Mateus abre nesta sexta-feira, 5, mais uma unidade do Mix Atacarejo. O endereço é o Olho D’Água. A loja tem cerca de 5 mil m2 de área de venda e chama atenção de quem passa pela MA-203, extensão da Avenida dos Holandeses que dá acesso ao
Araçagi.

A partir das 7 horas os clientes vão poder conferir os preços especiais de inauguração. “As ofertas vão valer para todos os setores. Queremos que nossos clientes aproveitem a oportunidade para economizar”, anunciou João Pinto, diretor comercial do Grupo Mateus.

A abertura da nova loja representa oportunidade de economia para os consumidores e de uma vida nova para Felipe Mesquita. O jovem de 20 anos conquistou o primeiro emprego no Grupo Mateus. Na carteira assinada ele começa a carreira profissional como repositor. “Normalmente, as empresas querem contratar apenas pessoas que já tiveram experiência e o Mateus abriu as portas pra mim”, conta entusiasmado e literalmente, vestindo a camisa da empresa.

O Mix Atacarejo Olho D’Água inaugura em uma época de adversidade por conta da pandemia do novo Coronavírus, o que demandou da empresa um planejamento estratégico ainda mais cuidadoso. Para garantir a segurança de todos, colaboradores e clientes, medidas preventivas serão tomadas, a exemplo de higienização intensa de carrinhos e cestas, sinalização de distanciamento nas filas dos caixas e controle de fluxo de entrada quando necessário.

“Redobramos os cuidados! As atuais situações de saúde e mercado exigiram de todos nós, ideias e ações diferentes, rápidas e eficientes. Buscamos novas soluções para atender nosso público com segurança e conforto. Inaugurar mais um Mix Atacarejo, para nós, significa oferecer mais um espaço para servir com o mesmo carinho de sempre e com adotando as medidas protetivas para o bem de todos”, garantiu Jesuino Martins, vice-presidente do Grupo Mateus.

 

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Discussion Starter #5,663 (Edited)
Novo ‘shiploader’ do terminal de grãos do Maranhão começa a operar em agosto
Por Reuters
05/06/2020


O aumento da capacidade do Tegram ocorrerá quase que simultaneamente ao momento do ano em que ganham força os embarques de milho do Brasil (Imagem: Pixabay)
O Terminal de Grãos do Maranhão, um dos maiores do Norte e Nordeste do Brasil, colocará em operação em agosto um novo “shiploader” que vai mais que dobrar a capacidade de carregamento de soja e milho do também chamado Tegram, para volumes máximos em torno de 15 milhões de toneladas/ano, disse um diretor da unidade à Reuters.
O aumento da capacidade do Tegram ocorrerá quase que simultaneamente ao momento do ano em que ganham força os embarques de milho do Brasil, segundo maior exportador do cereal no mundo, quando começa a haver maior disponibilidade da colheita da segunda safra brasileira, a maior do país.
O novo “shiploader”, cujo comissionamento começa no final de julho, terá capacidade para carregar 3 mil toneladas por hora, ante 2,5 mil do equipamento que já funciona em um dos berços de atracação do terminal, disse Marcos Pepe Bertoni, um dos diretores do terminal e chefe de operações da CGG, uma das empresas acionistas do Tegram, juntamente com Glencore, Amaggi e Louis Dreyfus, entre outras.

“Estamos falando de uma super safra de milho, e o novo ‘shiploader’ vai ajudar no escoamento”, afirmou.

A colheita total de milho 2019/20 do Brasil está prevista em um recorde de 102,3 milhões de toneladas, de acordo com a última estimativa do governo, que vê a possibilidade de o país registrar a sua segunda maior exportação da história, em 34,5 milhões de toneladas, atrás apenas de 2018/19 (41,2 milhões).
A expansão do Tegram –um terminal que se diferencia dos tradicionais portos do Sul/Sudeste pela maior proximidade dos mercados da Europa, América do Norte e Canal do Panamá, e também por receber produtos agrícolas das novas fronteiras agrícolas do Brasil– ocorre ainda após a unidade ter movimentado um volume recorde mensal recorde, de 936 mil toneladas, em maio.
“O Tegram carregou 14 navios, quase 1 milhão de toneladas. Um projeto que foi concebido originalmente para 5 milhões/ano, faz 1 milhão no mês, é uma marca bem expressiva”, destacou Bertoni.
Somente em março, abril e maio, meses de maior movimentação da soja, o Tegram já exportou cerca de 2,5 milhões de toneladas, crescimento de quase 40% ante o mesmo período do ano passado, acrescentou o executivo.

Em 2019, contando com um “shiploader”, o Tegram embarcou mais de 7 milhões de toneladas, sendo a maior parte composta por soja.
Do volume total, a CGG viabilizou pelo terminal, por meio de cargas próprias e de terceiros, embarques de 2 milhões de toneladas em 2019, um volume que deve subir para 2,5 milhões em 2020, segundo o executivo, que ressaltou que a empresa é a única que exporta farelo de soja pelo Tegram, com um volume superior a 200 mil toneladas/ano.
O Tegram, situado no porto maranhense de Itaqui, tem seguido o ritmo de exportações recordes do Brasil, maior exportador global de soja, e divide um protagonismo crescente com outros portos do Norte/Nordeste, como Barcarena (PA).
Enquanto o porto paraense recebe mais cargas pelo corredor hidroviário Miritituba-Barcarena, o Tegram conta com ferrovia, operada pela VLI, e rodovia, captando cargas principalmente do Tocantins, Piauí, Maranhão e Bahia.

 

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Arq Vinicius Metz
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"O Navio Mercante Stellar Banner deverá ser afundado a 150 quilômetros da costa maranhense, de acordo com a Marinha do Brasil. É o que apontou os relatórios preliminares da armadora Polaris Shipping, proprietária do graneleiro, após inspeções estruturais realizadas por representantes da sociedade classificadora da embarcação.
Para a fase do possível afundamento, ainda deverão ser retiradas as quantidades de óleos e de resíduos oleosos que permaneceram a bordo desde a reflutuação. A parte da carga que ficará no navio não oferece riscos à vida marinha nem humana, e deverá permanecer em concordância com as autoridades ambiental e marítima.
O AHTS (Anchor Handling Tug Supply) Bear, o OSRV (Oil Spill Response Vessel) Água Marinha, o OSV (Offshore Support Vessel) Normand Installer e o Navio-Patrulha “Guanabara” permanecerão na cena de ação para monitorar todo o processo de alijamento da embarcação, a fim de evitar eventuais impactos ambientais".
 

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Discussion Starter #5,668
MARANHÃO

Navio Stellar Banner será afundado na costa maranhense
Destino do navio Stellar Banner é o naufrágio em águas maranhenses
190817

Stellar Banner encalhou no dia 24 de fevereiro de 2020 após sofrer avaria na proa ao deixar o Terminal Marítimo de Ponta da Madeira

Por: Luciene Vieira
06 de Junho de 2020


Documentos oficiais sobre o Navio Mercante Stellar Banner confirmam que a embarcação da empresa sul-coreana Polaris será afundada em águas maranhenses. Depois de quase 100 dias encalhado, o navio, contratado pela Vale, está deteriorado e não tem condições estruturais para navegar, conforme um relatório de inspeção subaquática. O náufrago “forçado” deve ocorrer nos próximos dias e terá que atender as Normas de Autoridade Marítima. Precisamente o item 0203 da Normam 07, do Departamento de Portos e Costas (DPC) da Marinha.
O Stellar Banner encalhou no dia 24 de fevereiro de 2020 após sofrer avaria na proa ao deixar o Terminal Marítimo de Ponta da Madeira (porto privado da Vale), em São Luís. O problema ocorreu no canal de acesso ao porto, a 100 quilômetros do litoral. O destino da embarcação era a China. O navio é um mineraleiro do tipo Vale Max, chamado de super navio. Ele tinha capacidade para transportar até 300 mil toneladas de carga, segundo o site da Polaris.
Na última quarta-feira (3), a Marinha Brasil, por meio de nota à imprensa, informou o encerramento da fase de retirada da carga do Navio Mercante, com remoção de cerca de 145 mil toneladas de minério de ferro.
O Imparcial tomou conhecimento de que a embarcação flutua desde a noite de segunda-feira (1º). O Stellar Banner já teria percorrido alguns quilômetros do local onde ficou encalhado por mais de três meses, mas o navio coreano permanece no território do Maranhão.
RELATÓRIO ACUSA DETERIORAÇÃO DO NAVIO

Na quinta-feira (4), com o navio já flutuando, mergulhadores inspecionaram a parte do fundo do navio. Nesta sexta-feira (5), o relatório fotográfico subaquático da inspeção teria sido entregue ao Departamento de Portos e Costas. O documento comprovou que o casco, principalmente na proa do Stellar Banner, está deteriorado.
No relatório constaria que pelo menos três porões da embarcação estão com problemas que afetam diretamente as dimensões do navio. O que torna a embarcação instável, capaz de emborcar quando sujeita a agentes externos. A situação seria tão grave que o destino dado ao Stellar Banner, o afundamento, foi inevitável.
Atualmente é feita a retirada de equipamentos a bordo do navio. A Marinha do Brasil ainda não informou o dia em que o afundamento será realizado.

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A empresa Polaris necessita de autorização para executar o naufrágio

AFUNDAMENTO DELIBERADO DE
EMBARCAÇÃO AVARIADA

Para que o Navio Mercante Stellar Banner seja afundado, a empresa Polaris necessita de autorização para praticar tal ação, que deve seguir o item 0203 das Normas de Autoridade Marítima. Os itens são (na íntegra):

1- Encaminhar requerimento do responsável ao Capitão dos Portos solicitando autorização para afundamento, e declarando sua intenção de realizá-lo por livre e espontânea vontade, assumindo as responsabilidades decorrentes, em relação aos compromissos com a carga e quaisquer outras reclamações, declarando que as ações que estão sendo planejadas serão executadas por pessoal com conhecimento técnico, habilidade e capacidade necessárias para desenvolver as operações, aplicando as medidas de segurança exigidas, com os equipamentos e as embarcações necessárias para a execução da tarefa e que está preparado para desenvolver outras ações contra ocorrências fortuitas indesejáveis;

2 – Observar os procedimentos preconizados na Convenção de Alijamento (London Convention-72)

3 – Retirar de bordo todos os elementos poluentes e estruturais que possam se desprender do navio e ficar à deriva.

4 – Agendar a inspeção da embarcação para verificação dos itens acima descritos e outros preparativos para o afundamento.

5 – Obter aprovação da Diretoria de Hidrografia e Navegação (DHN), sobre o ponto de afundamento.

6 – Obter aprovação do Comando do Distrito Naval (ComDN), que consultará, conforme o caso as autoridades ambientais.

7 – Solicitar autorização à DPC para o afundamento, no ponto previamente aprovado e, após autorizado, informar à DPC a efetiva ocorrência do afundamento para possibilitar a comunicação formal à IMO a ser efetuada pela DPC.
190833


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Eu li vários comentários de pessoas que achavam uma boa ideia levá-lo para algum lugar mais perto da costa e afunda-lo ali pra virar uma espécie de recide artificial e criar um ponto turístico. Vocês achariam viável?
 

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Discussion Starter #5,672
Eu li vários comentários de pessoas que achavam uma boa ideia levá-lo para algum lugar mais perto da costa e afunda-lo ali pra virar uma espécie de recide artificial e criar um ponto turístico. Vocês achariam viável?
Exatamente, também pensei nisso, quando apareceram as primeiras notícias sobre o assunto, ontem à noite. Logo me lembrei dessa reportagem sobre afundamentos de rebocadores na costa de PE. Só que ontem, as notícias diziam que o navio Stellar Banner seria afundado a 150 quilômetros da costa do Maranhão a uma profundidade de 2800 metros. Só que pelo Google essa profundidade não existe na costa do Maranhão nessa distância. Também não mais encontrei tais reportagens, acho que foram editadas.

 

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Ministério da Infraestrutura autoriza exploração de área no Porto do Itaqui
10/06/2020

Em portaria publicada na terça-feira (9), o Ministério da Infraestrutura (Minfra) autoriza a Empresa Maranhense de Administração Portuária (EMAP) a explorar indiretamente áreas não afetas às operações portuárias do Porto do Itaqui (MA). Segundo o documento, essas áreas estão limitadas aos termos de proposta encaminhada pela EMAP, que consta no Plano de Desenvolvimento e Zoneamento (PDZ) do Porto Público do Maranhão, cuja atualização foi aprovada pelo Minfra no início deste mês.

Áreas não afetas, de acordo com a legislação (Portaria SEP/PR nº 409/2014), “são aquelas destinadas a atividades diversas da movimentação de passageiros e da movimentação ou armazenagem de mercadorias destinadas ou provenientes de transporte aquaviário, incluindo as de caráter cultural, social, recreativo, comercial e industrial”.

A área delimitada no PDZ do Itaqui é de 13.092,15 metros quadrados, destinada à industrialização de trigo. O Estudo de Viabilidade Técnica, Econômica e Ambiental (EVTEA) apresentado pela EMAP foi aprovado pela Secretaria Nacional de Portos e Transportes Aquaviários (SNPTA) e, a partir de agora, a empresa está autorizada a iniciar um processo licitatório para Cessão de Uso Onerosa, previsto para 2021.

“Esta é uma ação prevista no nosso novo PDZ, que mapeia todas as áreas que serão trabalhadas em curto, médio e longo prazos dentro do Porto do Itaqui e demonstra o respeito do Minfra pelo trabalho que vem sendo realizado por nossa equipe técnica”, afirma o presidente do Porto do Itaqui, Ted Lago.

Cabe à EMAP, na qualidade de Autoridade Portuária, analisar a situação de cada área e qual atividade é mais indicada para elas. No PDZ do Porto do Itaqui, dentre outras informações, está a relação de suas áreas afetas e não afetas à operação portuária e as diretrizes sobre a sua utilização. Como se trata de um documento dinâmico, em constante atualização, a Autoridade Portuária pode solicitar alteração do seu PDZ junto à SNPTA caso surja uma nova oportunidade não mapeada.

 

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São Luis - Ma
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Ministério da Infraestrutura autoriza exploração de área no Porto do Itaqui
10/06/2020

Em portaria publicada na terça-feira (9), o Ministério da Infraestrutura (Minfra) autoriza a Empresa Maranhense de Administração Portuária (EMAP) a explorar indiretamente áreas não afetas às operações portuárias do Porto do Itaqui (MA). Segundo o documento, essas áreas estão limitadas aos termos de proposta encaminhada pela EMAP, que consta no Plano de Desenvolvimento e Zoneamento (PDZ) do Porto Público do Maranhão, cuja atualização foi aprovada pelo Minfra no início deste mês.

Áreas não afetas, de acordo com a legislação (Portaria SEP/PR nº 409/2014), “são aquelas destinadas a atividades diversas da movimentação de passageiros e da movimentação ou armazenagem de mercadorias destinadas ou provenientes de transporte aquaviário, incluindo as de caráter cultural, social, recreativo, comercial e industrial”.

A área delimitada no PDZ do Itaqui é de 13.092,15 metros quadrados, destinada à industrialização de trigo. O Estudo de Viabilidade Técnica, Econômica e Ambiental (EVTEA) apresentado pela EMAP foi aprovado pela Secretaria Nacional de Portos e Transportes Aquaviários (SNPTA) e, a partir de agora, a empresa está autorizada a iniciar um processo licitatório para Cessão de Uso Onerosa, previsto para 2021.

“Esta é uma ação prevista no nosso novo PDZ, que mapeia todas as áreas que serão trabalhadas em curto, médio e longo prazos dentro do Porto do Itaqui e demonstra o respeito do Minfra pelo trabalho que vem sendo realizado por nossa equipe técnica”, afirma o presidente do Porto do Itaqui, Ted Lago.

Cabe à EMAP, na qualidade de Autoridade Portuária, analisar a situação de cada área e qual atividade é mais indicada para elas. No PDZ do Porto do Itaqui, dentre outras informações, está a relação de suas áreas afetas e não afetas à operação portuária e as diretrizes sobre a sua utilização. Como se trata de um documento dinâmico, em constante atualização, a Autoridade Portuária pode solicitar alteração do seu PDZ junto à SNPTA caso surja uma nova oportunidade não mapeada.

Itaqui não para..... a nivel estratégico estadual com certeza é o melhor custo beneficio em termo de investimento...
 

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Arq Vinicius Metz
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BRs 135 e 316 no Maranhão serão privatizadas em 2022, afirma Ministério da Infraestrutura
O trecho, de 438km é fundamental para o escoamento de grãos da região conhecida como Matopiba


Correio Braziliense
PPI qualifica projetos com estimativa de investimento de R$ 37 bilhões
Secretária especial do programa, Martha Seillier diz que governo está empenhado em tocar projetos de concessão e privatização que serão fundamentais para ajudar na retomada
 

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Jornal Pequeno
BRs 135 e 316 no Maranhão serão privatizadas em 2022, afirma Ministério da Infraestrutura
O trecho, de 438km é fundamental para o escoamento de grãos da região conhecida como Matopiba
Alguém sabe qual trecho? Pelo maps essa quilometragem equipara a quase toda 135 de São Luís a Paraibano e um trecho minúsculo da 316 de Alto Alegre a Peritoró
 

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Arq Vinicius Metz
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Do km 0 à Timon dá 423km pelo Google Maps. Somando a variante até Porto do Itaqui dá mais estes 15km. São os 438km de São Luís até divisa com Piauí.
Imagino uma praça de pedágio para cada 100km: no Campo de Perizes, entre Itapecuru Mirim e Santa Rita, entre São Mateus e Caxuxa, entre Caxias e Timon.
 
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