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Arq Vinicius Metz
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Legal que filmaram o evento. Melhor ainda se tivessem um drone.
Ainda preciso de confirmação mas acredito que as coordenadas finais dele serão as do site MarineTraffic.com

Position Received: 2020-06-10 03:19 UTC
Vessel is Out-of-Range

Area: ECSA - East Coast South America
Current Port: -
Latitude / Longitude: -1.288483° / -42.9209°
Status: Not Under Command
Speed/Course: 0.1 kn / 114 °
AIS Source: 4866 APEM - Maranhao Pilots Assoc.
 

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Arq Vinicius Metz
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Retiro o que disse antes sobre a profundidade em que o navio seria afundado. Baseados na latitude e longitude (1.288483° / -42.9209° ), é realmente muito profundo e fica cerca de 100 km dos Lençóis maranhenses e cerca de 150 km do ponto mais extremo da Ilha de São Luís.
View attachment 204132
O senador Roberto Rocha (em um comentário muito populista no meu entender) teve acesso ao Plano de Alijamento e postou no instragram oficial as coordenadas sugeridas. Dá entender que ele pretende criar a moda de afundar navios no litoral para fins turísticos.

http://instagr.am/p/CBWSFn1p5ek/
Este local fica há 12km das coordenadas do Marine Traffic.

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Discussion Starter #5,686 (Edited)
Perdemos uma ótima oportunidade de afundar esse enorme navio bem pertinho da costa do MA. Pena que nem todo material poluente foi retirado, isso acho que pesou na decisão de afunda-lo em um local distante e muito profundo. Por outro lado, fico pensando se não daria pra fazer algo lucrativo com o Berge Stahl, que em breve sará aposentado. A princípio o destino será um ferro velho
 

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Ilha do amor
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^^ Eu acho que foi isso: o medo de possível poluição ambiental.
Olha o tanto de pó de minério que sobe quando ele tá afundando...


Um Berge Stahl da vida poderia se tornar um museu, um áquario, algo do tipo. Mas aqui ninguém tem mentalidade pra isso.
 

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Discussion Starter #5,690
COMARA inicia preparativos para a obra de Alcântara - MA

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Entre os dias 7 e 9 de abril, o Vice-Presidente da COMARA, Coronel Aviador Steven Meier, foi recebido em Alcântara-MA, no Centro de Lançamento Aeroespacial - CLA, pelo novo Diretor da instituição, Coronel Aviador Marcello Corrêa de Souza, para tratar do início das obras de construção do novo pátio de estacionamento de aeronaves, taxiway de acesso e corpo de aterro para a ampliação da pista de pouso e decolagem, todas sob responsabilidade da COMARA.

Também participaram dessa missão precursora o Cap Maia, Chefe da Divisão de Logística, o Cap Kaulin, Chefe da Subdivisão de Obras, o Ten Sobrinho, responsável pelo licenciamento ambiental da obra, e o Asp Saulo Barbosa, gerente do futuro Destacamento de Engenharia de Alcântara – DECO-AK.

Após uma breve explanação ao Diretor e Vice-Diretor do CLA sobre o escopo das obras, onde estes puderam sanar todas as suas dúvidas a respeito das atividades que serão desenvolvidas, cronograma de execução e dificuldades envolvidas, a comitiva participou de uma produtiva reunião por videoconferência com integrantes da Secretaria de Estado de Meio Ambiente e Recursos Naturais (SEMA) para tratar do licenciamento ambiental da obra.

Adaptando-se às medidas de prevenção ao contágio e de combate à propagação do COVID-19, a SEMA disponibilizou uma ferramenta de suporte remoto, o Gerenciador Eletrônico de Documentos (GED), além de outras ferramentas de atendimento ao público que dispensam o contato com outras pessoas, como a plataforma SIGLA, exclusiva para a emissão de licenças ambientais.

Todos as peças técnicas e documentos exigidos para o licenciamento ambiental da obra já haviam sido previamente produzidos e, seguindo a orientação dos técnicos da SEMA, foram devidamente cadastrados na plataforma SIGLA durante a visita a Alcântara.

Além de vistoriar os locais de implantação do pátio de estacionamento de aeronaves, taxiway de acesso e da área de execução do corpo de aterro para a futura ampliação da pista, a comitiva também visitou as áreas de bota-fora e instalações que servirão para a montagem do canteiro e alojamento dos militares e servidores civis da COMARA.

"Numa simples visita como essa, é possível identificar não apenas os óbices a serem enfrentados, mas também inúmeras oportunidades para otimizar os trabalhos da COMARA. Por mais detalhado que seja o projeto, nada substitui uma visita técnica prévia ao local das obras", afirmou o Coronel Steven.

No último dia da inspeção, os militares da COMARA foram a São Luís visitar a empresa Megamix, vencedora do certame para a produção e fornecimento do concreto usinado que será empregado nas obras do pátio e taxiway.

O objetivo principal consistiu em verificar os equipamentos que serão empregados e a disponibilidade da empresa para iniciar a mobilização dentro do período planejado.

"Apesar dos volumes de terraplenagem envolvidos serem bastante elevados, superando os 500 mil metros cúbicos de corte apenas na área do pátio, estamos otimistas de que será possível iniciar a concretagem ainda neste segundo semestre de 2020", informou o Vice-Presidente da COMARA.

Texto: Cel Av Steven
Fotos: Asp Eng Saulo Barbosa
 

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Discussion Starter #5,691
Exportação de grãos cresce 12% no Porto do Itaqui
16 de junho de 2020
o maranhense
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O Porto do Itaqui deve embarcar, até o final deste mês, cerca de 5,5 milhões de toneladas de milho, soja e farelo de soja, e a previsão é fechar este primeiro semestre de 2020 com crescimento de 12% na movimentação de grãos. Desse total, 3,7 milhões de toneladas cabem às operações do Tegram e o restante representa o volume movimentado pelo terminal da VLI. A reboque da safra recorde de grãos, a importação de fertilizantes deve superar os 50% de crescimento em relação ao mesmo período do ano passado, com 1,2 milhões de toneladas importadas.
“Com base em nossos índices de produtividade e a entrada em operação da segunda fase do Tegram em agosto, estamos trabalhando com a expectativa de um novo recorde histórico neste ano, superando os 11,2 milhões movimentos em 2019. E a partir de agosto passamos a um novo patamar, com capacidade para movimentar 19 milhões de toneladas de grãos por ano”, informa o presidente do Porto do Itaqui, Ted Lago.

“O projeto original do Tegram previa 5 milhões de toneladas/ano em cada fase, mas em 2019 superamos a marca de 7 milhões, sendo a maioria composta de soja. Nos primeiros meses desse ano o nosso crescimento é de quase 40% e só em maio de 2020 embarcamos quase 1 milhão em 14 navios”, destaca Marcos Pepe Bertoni, chefe de operações da CGG Trading (uma das empresas que compõem o consórcio) e integrante da diretoria do Tegram.
O gerente-geral de Operações Terminais e Porto Norte da VLI, Denilson Marques, destaca o papel extremamente relevante do agronegócio para a economia nesse momento de crise sanitária que o mundo atravessa em função da pandemia de Covid-19. “O setor, assim como a infraestrutura logística voltada para ele, tem conseguido dar uma boa resposta diante da adversidade. Os fatores externos somados ao fato do Brasil ser um player importante no abastecimento de alimentos para o mundo, contribuíram para esse movimento”, afirma.
Safra recorde
De acordo com levantamento da Companhia Nacional de Abastecimento (CONAB), publicado no início do mês, a produção de grãos no país deve bater as 250 milhões de toneladas, um crescimento de 3,5% em relação a 2019. No Maranhão, os dados indicam que haverá aumento de 12,3% sobre a colheita do ano passado, com 5,5 milhões de toneladas (a produção da safra passada chegou a 4,9 milhões de toneladas de grãos).
Segundo a Conab, a área plantada e a produtividade também cresceram. Os cálculos levam em conta a média das últimas três safras e avaliam as incertezas geradas pela pandemia e seus impactos na comercialização e logística, além da alta no dólar frente ao real. De acordo com os especialistas do setor, esses fatores podem ter afetado as decisões das tradings na contratação de caminhões, ferrovias e navios, adiantando o volume de exportação.

 

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Discussion Starter #5,692
Banco do Nordeste amplia em 29% investimentos na economia maranhense em 2020
16 de junho de 2020 omaranhense

O Banco do Nordeste anunciou a aplicação de R$ 1,45 bilhão na economia maranhense ao longo dos cinco primeiros meses do ano de 2020. O volume de recursos, que é destinado a empreendimentos de todos os segmentos produtivos e portes, representa incremento de investimentos na ordem de 29%, quando comparado ao mesmo período de 2019.
O valor investido é oriundo do Fundo Constitucional de Financiamento do Nordeste (FNE), operacionalizado com exclusividade pelo Banco do Nordeste em sua área de atuação, e ainda de recursos internos da instituição financeira. Ao todo, foram realizadas mais de 170 mil operações de crédito junto a empreendimentos dos setores de comércio e serviços, indústria, agricultura, pecuária, turismo e agroindústria.

O destaque das aplicações em 2020 foi o crescimento de financiamentos por meio do Programa de Financiamento às Microempresas e Empresas de Pequeno Porte e ao Empreendedor Individual (FNE MPE). Foram emprestados R$ 147,6 milhões em apoio às micro e pequenas empresas (MPEs) e empreendedores individuais (MEIs), 20% a mais do que foi aplicado no mesmo período do ano passado. O incremento revela o apoio do Banco do Nordeste a este segmento econômico, especialmente no enfrentamento aos desafios da pandemia causada pela Covid-19.
“Nesse momento econômico tão desafiador, os recursos disponibilizados pelo Banco do Nordeste têm representado um sustentáculo para manutenção das atividades empresariais de diversos segmentos no Maranhão. Temos empenhado todos os esforços no sentido de atender os empreendimentos maranhenses com celeridade e sem burocracia, ampliando o acesso ao crédito”, destacou Hailton Fortes, superintendente estadual do BNB no Maranhão. Segundo o gestor, somente por meio do FNE Emergencial, crédito disponibilizado especialmente para o período de pandemia com condições diferenciadas, já foram investidos R$ 27,9 milhões no Maranhão.

Microcrédito
Os microempreendedores urbanos tiveram acesso a empréstimos na soma de R$ 431,5 milhões até o mês de maio deste ano, por meio do Crediamigo Banco do Nordeste, o maior programa de microcrédito urbano da América do Sul. O valor foi desembolsado em 145,3 mil operações de crédito realizadas junto a pequenos negócios formais e informais, contemplando empreendedores individuais ou em grupo, em financiamentos que variam de R$ 100 a R$ 21 mil. Já o programa de microcrédito rural do BNB, o Agroamigo, liberou R$ 97,6 milhões para agricultores familiares do Maranhão, registrando crescimento de 14% se comparado ao mesmo período de 2019.
Em toda a área de atuação do Banco do Nordeste – região Nordeste e nortes dos Estado de Minas Gerais e do Espírito Santo, os programas de microcrédito Crediamigo e Agroamigo já emprestaram mais de R$ 5 bilhões somente em 2020. O montante corresponde a mais de 1,8 milhão de operações contratadas nos setores urbano e rural.
Atendimento
Para acesso às oportunidades de crédito, considerando as medidas de segurança sanitária por ocasião da pandemia, o Banco do Nordeste dispõe de Plataforma de Crédito Especializado (PCE) no portal Internet www.bnb.gov.br. A ferramenta possibilita que o cliente faça sua solicitação de crédito sem sair de casa. Mais informações podem ser obtidas também pelo SAC 0800 728 3030.
 

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Discussion Starter #5,694 (Edited)
Trazendo pra cá
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Mais um investimento em SLZ que quase ninguém vai ver.
Fica na estrada do Quebra Pote, uns 4km da BR135.
É do lado da MegaMix, empresa do mesmo grupo, muito bem estruturada.
A megamix é especializada em soluções em construções.
Já a megalog vai fazer logística de produtos a granel, como cimento, cal e afins.


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Discussion Starter #5,695
Companhia Operadora Portuária do Itaqui
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Estamos chegando na etapa final da construção do Terminal Alfandegado de Fertilizantes da COPI, um dos mais modernos da América Latina aqui no Porto do Itaqui!
O novo terminal contará com uma capacidade estática de 70 mil t distribuídos em 10 baias que variam entre 5 mil t e 8 mil t para melhor segregação por cliente e produto. Estas baias serão independentes entre si e receberão os lotes por via aérea diretamente do berço 101 (numa capacidade que pode chegar a 1.250 t/hora!) e medidos em balanças de fluxo totalmente automatizadas.

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Discussion Starter #5,699
Sistema Fecomércio anuncia construção de um Centro de Educação Profissional do Senac em Açailândia
por
Aquiles Emir

O Presidente do Sistema Federação do Comércio (Fecomércio), José Arteiro da Silva, assinou terça-feira (16), contrato para construção de um Centro de Educação Profissional no município de Açailândia. A empresa vencedora do processo de licitação foi a JB Construções e Incorporações, com sede em São Luís.
A obra está prevista para iniciar dia 1º de julho e deve ser concluída em 18 meses, conforme prazo dado pela construtora. Ao todo, serão 2.937,30 m² de área construída, licitada pelo valor de R$ 7.305.036,00 (sete milhões trezentos e cinco mil mil e trinta e seis reais), e será realizada pelo Senac Maranhão em parceria com o Senac Nacional. O Centro contará com salas de aula, laboratórios de Hardwares/Softwares e Redes, Multiprocedimentos (saúde), Laboratório de Beleza, Operador de caixa e Telemarketing, Laboratório de Cozinha, Laboratório de Modelagem, Biblioteca e Auditório reversível.
Toda a estrutura em um ambiente agradável em dois pavimentos e voltado para a acessibilidade, proporcionada por rampas, banheiros adaptados e plataforma elevatória.
Presente na solenidade da assinatura do contrato, via webconferência, o diretor da Fecomércio e membro do Conselho Regional do Senac, Djalma Sousa Chaves, que também é presidente do Sindicato do Comércio Varejista de Açailândia, destacou a importância da construção para a cidade.
“Existe uma grande expectativa, pode-se dizer até que será um marco para o município, pois temos um comércio ativo, temos grandes empresas chegando na cidade, essa construção gera mais expectativas de que vamos ter um comércio mais forte”, ressaltou.
“Avalio como uma grande conquista este momento, principalmente diante desse cenário de pandemia, pois sinto que, aos poucos, a cidade vai crescendo, se fortalecendo, gerando novas expectativas, os empresários vêem isso com bons olhos, pois eles estão investindo em melhorias, qualidade dos produtos, tipos de produtos que mais se adequam à cidade de Açailândia, então é um momento de felicidade, de expectativa, e assim nós vamos conduzindo e acredito que esse marco será muito significativo dentro de Açailândia”, concluiu.
A preocupação ambiental também é um dos destaques da construção. O Centro de Educação Profissional do Senac em Açailândia, vai possuir um sistema de aproveitamento de águas como forma de minimizar o uso dos recursos naturais, Estação de Tratamento de Esgoto de 30 m³, e captação das águas pluviais para manutenção dos jardins, áreas verdes, limpeza de pisos e áreas comuns, bem como reutilização nos aparelhos sanitários, além de infraestrutura para energia solar. A edificação se ajustou ao terreno, buscando o conforto térmico e captação da iluminação natural para as áreas comuns e circulações internas.
De acordo com um dos sócio-proprietários da JB Construções e Incorporações, Jamil Maluf, nesse momento a empresa inicia o planejamento das atividades. “Primeiro, nós solicitamos o alvará de construção, em seguida já vamos iniciar o processo de contratações, a conta contratação de funcionários deve ser de, em média, 90% de pessoas de Açailândia, da região”, pontuou.
“Vamos iniciar também a preparação do canteiro de obras, seguindo as medidas adequadas que o momento exige, com toda segurança sanitária para os funcionários e terceirizados durante a obra”, completou.

 

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Discussion Starter #5,700
Tecnologia barata para produzir alimentos é adotada no Maranhão e mais 11 estados
por
Aquiles Emir

Uma das tecnologias sociais mais potentes desenvolvidas pela pesquisa brasileira se espalha pelo País e já beneficia mais de 4,5 mil famílias de 12 estados, além de estar operando com sucesso em sete países africanos. Conhecido como “Sisteminha”, o Sistema Integrado de Produção de Alimentos é um pacote tecnológico de baixo custo capaz de gerar alimentos para o consumo próprio de pequenos produtores rurais a ainda um excedente para incrementar a renda. Seus impactos para a sociedade o colocaram entre os destaques do mais recente Balanço Social da Embrapa.
Lançado em 2011 (veja quadro “A origem do Sisteminha”) e fruto de parceria entre a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), Universidade Federal de Uberlândia (UFU) com apoio da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Minas Gerais (Fapemig), o Sisteminha é adaptado para pequenos espaços, até um hectare, e consiste em um tanque para a criação de peixes que pode ser associado a outros 14 módulos produtivos como, por exemplo, minhocas, hortaliças e ruminantes, de acordo as condições locais (veja quadro “Como funciona”). Ele foi dimensionado para atender as necessidades nutricionais de uma família de quatro pessoas, de acordo com as recomendações da Organização Mundial de Saúde (OMS).
Hoje, a tecnologia opera com sucesso nos estados do Piauí, Maranhão, Pernambuco, Bahia, Rio Grande do Norte, Ceará, Pará, Acre, Goiás, Minas Gerais, São Paulo e Paraná. No continente africano, é empregada em Gana, Uganda, Etiópia, Camarões, Tanzânia, Angola e Moçambique.
Transformando vidas – Nos locais onde foi adotado, famílias que antes não tinham renda fixa passaram a ter mais comida na mesa e a ganhar, em média, um salário mínimo por mês com a venda dos produtos em feiras livres. Dois exemplos em comunidades pobres que adotaram o Sisteminha estão no sertão nordestino.
No município de Inajá, a 396 quilômetros a sudoeste do Recife, 20 famílias carentes de cinco comunidades trabalham em 13 unidades do Sistema, melhorando a alimentação e com uma renda diária que vem da comercialização do excedente da produção e pelo que deixaram de gastar. O assentamento indígena Kambiwá Caraibeirinhas é o destaque. Dez mulheres, de duas famílias, operam cinco módulos e ganham em média 1,5 salário mínimo, cada uma.
Além da produção de peixes, elas cultivam alface, coentro, berinjela, couve, rúcula, salsa, abóbora, feijão, milho, melancia, acerola, coco, limão, laranja, banana, tomate, mamão, maracujá, abacaxi, cebolinha, maxixe, morango e caju. A coordenadora da Associação ProVida, que incentivou a adoção do Sisteminha em Inajá, Cláudia Leal, projeta a implantação de unidades da tecnologia nos municípios de Floresta, Salgueiro e Manarí, todos no sertão pernambucano. Manarí, no início dos anos 2000, foi considerado o município mais pobre do Brasil por ter um baixíssimo Índice de Desenvolvimento Humano (IDH).
Do assentamento “Maria Otília”, no povoado Juazeiro dos Cândidos, também em Inajá, vem um exemplo da força do associativismo nas comunidades rurais. Doze famílias se revezam, por meio de uma tabela de divisão de tarefas, no trabalho diário de duas unidades do sistema e têm obtido sucesso. Francisco Jonaci dos Santos Lima coordena o trabalho, distribui as tarefas e divide os resultados. Toda a produção ainda é para o consumo das famílias. “Vamos avançar para vender o excedente e ter renda”, projeta Lima.

 
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