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ANTT atesta viabilidade de trajeto dos cinco primeiros pedidos de novas ferrovias pelo regime de autorização
Da Redação PORTOS E LOGÍSTICA 18 Novembro 2021



Projetos cortam nove unidades da Federação. Após análise da agência, passo seguinte é avaliação pelo MInfra de compatibilidade com políticas públicas do setor

Cinco projetos de novas ferrovias tiveram seus trajetos considerados viáveis nesta quinta-feira (18) pela diretoria-colegiada da Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT). Elas serão implantadas no país por meio do instrumento de outorga por autorização a entes privados conforme previsto no Marco Legal das Ferrovias. Isso significa que os projetos – os primeiros do programa federal Pro Trilhos a serem apreciados pela ANTT – são compatíveis com a malha ferroviária já implantada no país.
Os empreendimentos propostos têm conexão com sete estradas de ferro em operação regular e cortam nove unidades da Federação – Espírito Santo, Minas Gerais, Paraná, Santa Catarina, Distrito Federal, Goiás, Maranhão, Piauí e Pernambuco.
Tiveram a viabilidade locacional aprovada pela ANTT os seguintes projetos:


Macro Desenvolvimento Ltda - Presidente Kennedy/ES a Sete Lagoas/MG, com 610 km de extensão e conexão com as ferrovias Vitória Minas e Centro-Atlântica (FCA)
Ferroeste – Cascavel/PR a Chapecó/SC, com 286 km de extensão e conectado com a malha da Ferroeste em Cascavel
Petrocity - Barra de São Francisco/ES a Brasília/DF, com 1.108 km de extensão e interligado à FCA
Grão Pará - Alcântara a Açailândia/MA, com 520 km de extensão e ligação com a Ferrovia Norte Sul (FNS) Tramo Norte e cruzamento com a Estrada de Ferro Carajás (EFC)
Planalto Piauí Participações: Suape/PE – Curral Novo/PI, com 717 km de extensão e conexão com a Transnordestina
Agora, os processos dos cinco empreendimentos retornam ao Ministério da Infraestrutura (MInfra) para avaliação se as propostas estão em conformidade com as políticas públicas do setor ferroviário. A análise será realizada pela equipe da Secretaria Nacional de Transportes Terrestres (SNTT). Se a avaliação for positiva, a etapa seguinte será a outorga das autorizações para esses empreendimentos, seguida de assinatura de contrato e publicação no Diário Oficial da União.
MARCO LEGAL – Ao todo, o Ministério da Infraestrutura já recebeu 24 propostas de novas ferrovias a serem implantadas por 13 entes privados pelo regime de autorizações. Elas somam R$ 100,92 bilhões em investimentos previstos e 7.590,69 quilômetros de extensão em novos trilhos, cruzando 14 unidades da Federação. Outros três projetos estão em fase inicial, de conferência de documentação pela equipe da SNTT: quando devidamente formalizadas, eles podem elevar a projeção de investimentos para R$ 117 bilhões.
O Marco Legal das Ferrovias, criado pela Medida Provisória 1.065/2021, abriu a possibilidade de a malha ferroviária do país ser ampliada por meio do capital privado, graças ao instrumento da outorga por autorização. Ele também avança no Congresso Nacional, após a aprovação pelo Senado Federal do PLS 261/18. O texto agora será analisado pela Câmara dos Deputados.

Começo achar que o porto de alcantara não será a lenda urbana que se tornou o porto do mearim....
 

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Eneva anuncia estudos para Terminal de GNL no Maranhão
porepbr
20 de novembro de 2021 -
Em Mercado de gás, Petróleo e gás


A Eneva anunciou neste sábado (20/11) que assinou acordo de cooperação com a Servtec Investimentos e Participações para avaliar o desenvolvimento de um terminal de GNL no Porto do Itaqui ou imediações, em São Luís, no Maranhão. As duas empresas podem montar uma joint venture, na qual a Eneva deterá 51% do total de ações e a Servtec deterá os 49% remanescentes.
O acordo prevê direito de exclusividade até 30 de dezembro de 2022, e, após tal data, de primeira recusa até 30 de dezembro de 2023, para desenvolver, gerenciar e explorar o terminal de GNL em conjunto com a Servtec.
A Servtec já manifestou interesse para a Empresa Maranhense de Administração Portuária (EMAP) para a instalação do Terminal de GNL no Porto de Itaqui ou nas imediações de São Luís.
“A decisão final de investimento no terminal está condicionada à conclusão das avaliações e à obtenção das devidas licenças e autorizações para a implantação do projeto”, comentou a Eneva em nota.

A Eneva possui agora 10 campos declarados comerciais na Bacia do Parnaíba, no Maranhão, sendo cinco em produção – Gavião Real, Gavião Vermelho, Gavião Branco, Gavião Caboclo e Gavião Azul -, e outros cinco em desenvolvimento – Gavião Preto, Gavião Branco Norte, Gavião Tesoura, Gavião Carijó e Gavião Belo.
A capacidade atual total de produção de gás da Eneva na Bacia do Parnaíba é de até 8,4 milhões m³/dia. Todo gás é usado para geração de energia elétrica dentro do próprio complexo, que tem 2,8 GW de capacidade instalada.
Novos negócios com gás
A substituição do consumo de diesel e óleo combustível representa um potencial para o gás natural da ordem de 18 milhões de m³ por dia nas áreas de operação da Eneva.
“Quer dizer que a gente consegue converter esses 18 milhões? Não, mas é um potencial enorme”, afirmou a gerente geral de Comercialização da Eneva, Camila Schoti, durante a epbr gas week, realizada em maio.

 

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Eneva fecha parceria com Servtec para investir em terminal de GNL no Maranhão
21 Novembro 2021



A Eneva pretende construir um terminal de importação de gás natural liquefeito (GNL) em São Luís (MA). A companhia fechou um acordo com a Servtec, para aprofundar os estudos e desenvolver em conjunto o projeto. O empreendimento permitirá reforçar o suprimento ao Complexo Parnaíba, abrindo espaço para a renovação dos contratos de longo prazo das termelétricas existentes.
Além disso, o plano da empresa é viabilizar novas usinas e o fornecimento de gás a clientes industriais na região.
Ao todo, a Eneva estima que São Luís tem uma demanda potencial, no segmento não termelétrico, de 1,5 milhão de metros cúbicos diários (m3/dia). A capital maranhense abriga indústrias como o complexo de produção de alumínio do Consórcio Alumar, controlado pela Alcoa, e uma usina de pelotização da Vale, por exemplo.
O diretor de marketing, comercialização e novos negócios da Eneva, Marcelo Lopes, conta que a empresa já tem “conversas avançadas” com potenciais consumidores. Segundo ele, o terminal de GNL contribuirá também, no futuro, para reforçar o abastecimento ao Complexo Parnaíba. A empresa opera, hoje, quatro termelétricas no local, com capacidade instalada total de 1,9 gigawatts (GW), e está construindo mais duas usinas que somam 500 megawatts (MW).
O parque de geração da companhia consome, atualmente, o gás produzido pela empresa, mas a ideia é diversificar a fonte de suprimento. A Eneva tem reservas certificadas da ordem de 25 bilhões de metros cúbicos (m3) na Bacia do Parnaíba. Lopes afirma que o volume é suficiente para atender os compromissos com as termelétricas existentes. A empresa, no entanto, tem a intenção de renovar os contratos das usinas que vencem a partir de 2027 e, para isso, precisará buscar gás adicional.
“Esse projeto [do terminal de GNL] está muito alinhado com uma estratégia de garantir uma continuidade do ativo do Parnaíba”, afirma. “O terminal também abre opções para leilões [de energia] futuros”, completou o executivo, em referência à possibilidade de a empresa não só renovar os contratos das usinas do complexo no Maranhão, como também construir novos projetos térmicos no Estado.
Ele afirma que, pelas regras dos leilões de energia, a companhia precisa sempre demonstrar, na hora do cadastro, que possui volumes de gás suficientes para abastecer as usinas, a despacho pleno, por oito anos. “Nem sempre é simples casar as descobertas [de novas reservas de gás] com as datas de leilão”, comenta Lopes.
A ideia, portanto, é mesclar a importação de GNL com futuras descobertas e, assim, aumentar a flexibilidade na gestão do portfólio. Segundo o executivo, a companhia pretende manter ativos os investimentos em exploração, em busca de mais gás. No futuro, a ideia é construir um gasoduto interligando o terminal ao complexo Parnaíba – distante cerca de 300 quilômetros de São Luís.
Questionado se o projeto do terminal de GNL está associado à perspectiva de aceleração do consumo das reservas de gás do Parnaíba durante a crise hídrica, Lopes disse que o complexo deve registrar recorde de despacho em 2021, mas que os planos da companhia olham para a tendência de mais longo prazo.
“Cada vez mais precisaremos de termelétricas para estabilizar o sistema [elétrico]. Isso, sem dúvida, pesou [na estruturação do projeto do novo terminal], mas o despacho mais alto este ano, de forma conjuntural, não”, comentou o executivo.
A ideia da companhia é que o terminal do Maranhão funcione como uma espécie de hub de gás natural no Estado, a exemplo do que a empresa pretende fazer também na planta de regaseificação em desenvolvimento em Macaé (RJ).
Pelo acordo assinado entre as partes, a Eneva terá 51% de participação na futura joint venture do terminal de São Luís, enquanto a Servtec terá 49%. Lopes conta que as empresas estão, nesse momento, definindo os detalhes do projeto.
A decisão final de investimento pode acontecer ainda em dezembro, a depender dos resultados do leilão de energia. Isso porque a Servtec já vinha trabalhando num projeto termelétrico em São Luís e tem planos de participar da licitação.
Segundo o diretor da Eneva, caso a parceira não tenha sucesso no leilão, a ideia é buscar, ao longo de 2022, viabilizar o terminal com base na captura de clientes industriais e na demanda do Complexo do Parnaíba - que consome 8 milhões de m3/dia e serviria como um cliente âncora para a planta de regaseificação.
O terminal está sendo concebido para ter capacidade para 14 milhões de m3/dia, mas o escopo final ainda não foi definido. Ainda não há, também, um prazo para início da construção do empreendimento.
Lopes comentou, ainda, que a empresa tem mantido conversas com potenciais supridores do GNL a ser importado. O momento de alta dos preços internacionais, segundo ele, é “extremamente desafiador, mas conjuntural”. “Quando falamos do leilão de energia de dezembro, que contratará térmicas para 2026, o preço do GNL já não é tão impactado pelo atual preço conjuntural”, disse.

 

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Cachaças e tiquira fazem sucesso em estande na Feirinha São Luís

Data: 22 de novembro de 2021
Crédito: Coordenação de Comunicação e Eventos do Sistema FIEMA
Fotos: COCEV FIEMA
Fonte da notícia:FIEMA

SÃO LUÍS
– Os produtores maranhenses de cachaça e tiquira das cidades de Passagem Franca, Santo Amaro e Vargem Grande comemoram o resultado positivo do Projeto Cachaça Artesanal e Tiquira do Maranhão (Cartima) que voltou a fazer parte da programação da Feirinha São Luís, no centro da cidade.

Em um estande, localizado na Rua de Nazaré, próximo ao palco principal estão expostas e sendo comercializadas todos os domingos, as marcas registradas de cachaça “made in Maranhão”, Capotira, Baronesa e Reserva do Zito, além da Tiquira Guaaja.



A meta da ação é apoiar as marcas maranhenses registradas de cachaças e tiquira, que estão expostas numa tenda estruturada para atender os consumidores que queiram conhecer, comprar e apreciar as bebidas e os drinks preparados com elas. Os produtos são comercializados, gerando oportunidade de negócios e visibilidade para as marcas, além de estimular vários outros negócios como a produção de drinks elaborados com as cachaças e tiquira maranhense.

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ANUNCIADO NOVO INVESTIMENTO PARA O PORTO DO ITAQUI
23 DE NOVEMBRO DE 2021


O plano de expansão do Porto do Itaqui obteve mais um avanço na última semana, com a qualificação de uma área brownfield (terminal já existente e em operação) para arrendamento por meio do Programa de Parcerias de Investimentos (PPI). Trata-se do IQI14, que abrange a área de 43,404 mil metros quadrados dedicado à movimentação e armazenagem de granéis líquidos combustíveis, atualmente arrendado para a Petrobras.
“A exemplo do sucesso que tivemos no início do ano, com o leilão dos terminais IQIs 03, 12 e 13, este é mais um passo importante para a consolidação do Porto do Itaqui como um grande hub regional de combustíveis. É um projeto brownfield que terá seu contrato renovado com previsão de investimentos em ampliação”, afirmou o presidente da Empresa Maranhense de Administração Portuária (EMAP), Ted Lago. “É mais desenvolvimento, mais arrecadação e mais geração de empregos para o Maranhão”, completou.
A informação foi publicada no Diário Oficial da União na quinta-feira (18). Além do Itaqui, foram qualificados outros sete terminais nos portos de Porto Alegre, Santos, Rio de Janeiro, Salvador, Ilhéus e Mucuripe.
Na prática, o anúncio significa que esses empreendimentos são prioritários para a realização de leilões, com investimentos da iniciativa privada. A expectativa é de que esses leilões ocorram no segundo semestre de 2022.
Os estudos necessários para definição dos valores de investimento para instalação desse novo terminal no porto público do Maranhão estão sendo desenvolvidos pela EPL. Atualmente a área está ocupada pela Transpetro e BR Distribuidora (VIBRA).

 

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BRASIL
Decreto abre caminho para leilão de mais oito terminais portuários
Os decretos buscam qualificar empreendimentos que possam ser outorgados à iniciativa privada para a exploração econômica
Por
Agência Arko Advice
25 de novembro de 2021

Decreto assinado na quarta-feira pelo vice-presidente em exercício, Hamilton Mourão, qualificou para transferência ao setor privado mais oito áreas portuárias em seis estados, conforme recomendação do Conselho do PPI: em Porto Alegre ( POA01); Santos (STS53 ); duas no Rio de Janeiro (RDJ06 e RDJ06A); Salvador (SSD04); Ilhéus, na Bahia (ILH01); Mucuripe, no Ceará (MUC03); e Itaqui, no Maranhão (IQI14).
Os decretos buscam qualificar empreendimentos que possam ser outorgados à iniciativa privada para a exploração econômica, com a consequente contrapartida de expansão da capacidade logística por meio de investimentos provenientes de agentes de mercado. O terminal de Porto Alegre destina-se à movimentação e armazenagem de granéis sólidos vegetais. São 21,5 mil metros quadrados, correspondendo a 24% da área portuária.

No porto de Itaqui, o terminal será destinado a combustíveis. A área é usada atualmente pela BR Distribuidora e pela Transpetro. A previsão de investimentos é de R$ 120 milhões.

 

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Estudo mostra principais ameaças climáticas em 21 portos públicos brasileiros
Elaborado pela ANTAQ e a GIZ, o relatório “Impactos e Riscos da Mudança do Clima nos Portos Públicos Costeiros Brasileiros” será utilizado para elaboração de políticas públicas


Acesse o estudo
 

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Estudo mostra principais ameaças climáticas em 21 portos públicos brasileiros
Elaborado pela ANTAQ e a GIZ, o relatório “Impactos e Riscos da Mudança do Clima nos Portos Públicos Costeiros Brasileiros” será utilizado para elaboração de políticas públicas


Acesse o estudo
Resultados meio que no contrapelo das minhas expectativas.

Naqueles mapas interativos de simulação dos impactos da elevação do nível do mar, o MA sempre aparece como um dos estados mais prejudicados, independente do cenário.

Mas por esse estudo, o Itaqui seria um dos portos menos ameaçados pelo aumento do nível do mar, vendavais e tempestades decorrentes das mudanças climáticas.
 
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