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O Prof Godin
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…muito bem…mais um parque de estacionamento e um apoio de praia…
 

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I Love You... Soraia
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boa boa :) :yes:

ja agora era porreiro que tambem o concelho de matosinhos pusesse todas as suas praias bandeira azul.

gaia ja conseguiu essa proeza, o porto está a conseguir. se matosinhos tambem o fizesse era excelente, e a componente de turismo balnear seria um excelente complemento ao turismo cultural urbano da amp.
 

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Nobre. Leal. Invicto.
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O bar já existe... desde o Verão passado. Ainda há menos de uma semana estive lá. Por dentro é demasiado "frio". Do lado envidraçado, é um restaurante. É o Fuzelhas. :)
 

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Demolições em Matosinhos marcam início de nova fase de requalificação de 16 praias:)


A orla costeira está a passar por uma "revolução", diz o presidente da câmara. A ministra do Ambiente assistiu ao arranque da segunda fase do plano Matosinhos Mar


A demolição de duas "construções agressivas", como lhes chamou a ministra Dulce Pássaro, deu ontem início à segunda fase do plano de requalificação Matosinhos Mar. Os bares Pedras da Agudela e Blue eram, como acrescentou o presidente da câmara local, "um cancro que há muito queríamos ver demolido". Aquelas duas construções eram obstáculos à expansão do projecto de requalificação da frente marítima de Matosinhos, uma área que se prolonga por 12 quilómetros, e que prevê intervenções em 16 praias, entre as quais as de Agudela, Angeiras, Marreco, Cabo do Mundo, Boa Nova e Leça da Palmeira.


O simbolismo e importância das demolições reflecte-se na presença dos presidentes de junta de freguesia, de Carlos Lage, da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional Norte (CCDR-N), e da ministra do Ambiente, Dulce Pássaro. Porque, além das demolições, Guilherme Pinto tinha para apresentar os trabalhos de renaturalização das ribeiras e para anunciar o início das obras do segundo troço da Marginal Atlântica (entre Marreco e Corgo). Numa visita guiada, Dulce Pássaro teve ainda oportunidade de ver as intervenções já concluídas que, segundo a ministra, só foram possíveis devido à "co-responsabilização" e à "articulação" entre as autoridades locais, a câmara e o Governo. "Tudo isto, além de muito planeamento, requer também meios financeiros", anuiu a ministra.


"Revolução" a acontecer


Para Guilherme Pinto, o conjunto de investimentos já realizados e a realizar no litoral da autarquia, no valor de 32,5 milhões de euros, foi imprescindível para que Matosinhos se torne "o ponto de Portugal onde está a acontecer a maior revolução da orla costeira". Parte deste montante ainda vai ser utilizado nas obras em execução, nomeadamente no estacionamento na praia do Cabo do Mundo, no passadiço entre a praia Azul e a do Aterro, na recuperação das linhas de água da orla e no reordenamento urbanístico das praias do Marreco e do Cabo do Mundo.


Apesar de o autarca definir esta requalificação com a palavra "transparência", ainda há problemas por resolver. Ao PÚBLICO, Guilherme Pinto referiu que "algumas pessoas faziam uso indevido desta zona", como alguns concessionários e, por isso, estes "têm de ser persuadidos". Este projecto estará concluído em dois anos e para a sua execução a câmara contou com o apoio do Ministério do Ambiente, da CCDR-N, da Petrogal e da Escola Superior de Artes e Design, que criou a sinalética da orla costeira.
 

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Matosinhos 12km de praias
Gaia 15km de praias
Porto 5km de praias

:D Tudo reconvertido e com bandeira azule! :D Ainda nos vamos tornar numa estância balnear da Europa :D

If you want beaches, go to the Mediterranean, if you want culture, go to Paris. If you want both, go to Porto :lol:
 

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Embargado arranjo na marginal de Leça


A construção do bar da praia da Senhora, em Leça da Palmeira, Matosinhos, foi embargada pela Câmara, devido ao processo de classificação da Casa de Chá, desenhada por Siza Vieira. Quase toda a marginal está transformada em estaleiro, com obras sem fim à vista.


Alguns metros à frente do Farol de Leça, onde prosseguem os trabalhos de beneficiação da marginal, a construção do bar da Praia da Senhora, detentora de bandeira azul desde o ano passado, foi interrompida. O concessionário confirmou, ao JN, que "a obra que arrancou um Dezembro deveria estar pronta em Abril para começar a funcionar no início da época balnear". Só que em Março, a Câmara reuniu com o dono e com o empreiteiro, decidindo "parar a intervenção", disse o mesmo responsável.


Desde essa altura, o concessionário da praia da Senhora - que fica paredes meias com a Casa de Chá da Boa Nova, da autoria de Siza Vieira -, "desconhece qual a razão da obra estar parada". "Já corri todos os serviços na Autarquia e ninguém diz nada", acrescentou.


O presidente da Câmara de Matosinhos, Guilherme Pinto, explicou, ao JN, que a "Câmara constatou que a obra não tinha um parecer do Instituto de Gestão do Património Arquitectónico e Arqueológico (IGESPAR)" e, por isso, "foi embargada pelo facto da sua localização interferir com a Casa de Chá, edifício em vias de classificação como monumento nacional.


Mas o cenário agrava-se quando o concessionário sabe que, sem o bar, não conseguirá no Verão "assumir os compromissos de alugueres de barracas que já tinham sido acordados com vários infantários". Pior, "sem quartos-de-banho, a praia da Senhora, com o galardão de bandeira azul, também não será aprovada".


No entanto, o presidente de Câmara de Matosinhos afirmou que "haverá uma reunião com os técnicos do IGESPAR e responsáveis da obra", sublinhando que "haverá soluções alternativas para a Praia da Senhora", com recurso a "equipamentos provisórios".


A mesma incerteza é vivida pelos proprietários do restaurante Bar Azul. O edifício com 34 anos que está na arriba da Praia da Conchinha (que este ano também ganhou bandeira azul), está para ter novas instalações há mais de 15 anos. Porém, o projecto que criará de raiz um novo imóvel, alguns metros atrás do actual, ainda está por licenciar.


Também o passadiço entre a praia Azul e a praia do Aterro está por concluir. Logo ao lado, uma retroescavadora apressa-se a remexer terras. Intervenção, essa, que pretende requalificar a Ribeira da Guarda. E, no Cabo do Mundo, a construção do parque de estacionamento de Perafita parece longe do fim.


Guilherme Pinto assegura que "tudo está a decorrer dentro da normalidade". Ainda assim, o autarca reconhece que "em oito quilómetros de marginal haverá que compatibilizar obras com época balnear".
 

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:D Tudo reconvertido e com bandeira azule! :D Ainda nos vamos tornar numa estância balnear da Europa :D

If you want beaches, go to the Mediterranean, if you want culture, go to Paris. If you want both, go to Porto :lol:
Paris tb têm praia (no rio)! e o mediterraneo tb tem cultura :)
 

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Têm praias têm :lol:

Se as praias de rio (ainda para mais em cidades) fossem iguais às do mar, não veríamos uma discrepância do 8 para o 80 do número de pessoas que se estão a banhar no rio Douro ou no Atlântico, ao longo do Porto. E o rio de Paris é quase um canal.

Quanto à cultura do Mediterrâneo... tem, nas grandes cidades. Mas não há muitas grandes cidades à beira mar na Europa.

E o meu "slogan" era uma pequena brincadeira, não era nenhuma tese científica. E a realidade é que a diversidade encontrada no Porto a todos os níveis é raríssima. O grosso das cidades que têm imenso de alguma coisa, têm pouco de outra. É o caso de Paris. Praias, marginais de passeio, vibe marítima (diurna e nocturna), desportos marítimos, nunca na vida hão de ter. Aqui há de tudo em quantidade considerável.
 

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in "Público"


Bar da Boa Nova tem de adaptar projecto


Guilherme Pinto, presidente da Câmara de Matosinhos, vai reunir-se com o Igespar (Instituto de Gestão do Património Arquitectónico) para analisar o embargo do bar da praia da Senhora, junto à Casa de Chá da Boa Nova. Ontem, ao ser interpelado pela deputada Ana Fernandes, da Associação Narciso Miranda Matosinhos Sempre, Guilherme Pinto garantiu que vai agendar um encontro com o Igespar, "para que o concessionário [do bar] possa adaptar o projecto às exigências" do instituto.


A reunião pública do executivo prosseguiu, depois, com a aprovação de vários projectos, como o da ligação da marginal A28 à margem atlântica e o plano de intervenção na zona piscatória de Angeiras.:) O autarca não adiantou datas para a abertura do concurso público das empreitadas, mas salientou que, no primeiro caso, "a candidatura tem de ser aprovada até dia 30 de Maio", para que não se percam fundos europeus.


O Sistema de Salvamento Balnear de Matosinhos foi lembrado pela vereadora do Ambiente, Joana Ferreira, por ser "preponderante para que se evitar a perda de muitas vidas". Segundo a vereadora, só no fim-de-semana passado foram feitos mais de 50 salvamentos nas praias de Matosinhos. Para Guilherme Pinto, o sistema vai continuar a "defender os banhistas 365 dias por ano".
 

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Orla marítima renovada em Matosinhos de lés-a-lés:)


Ainda há obras em curso, mas já é possível caminhar no passadiço ou pedalar nas marginais ao longo de cerca de 12 quilómetros de costa.


O casaco branco fechado até ao pescoço vem insuflado pela ventania. A “nortada” levantou-se cedo, mas Maria José Leão não se intimidou:já deu duas voltas no novo passadiço, uma para lá, outra para cá. Só a chuva pára esta brasileira, do Rio de Janeiro, que cruzou o Atlântico há 40 anos e ancorou em Leça da Palmeira. “Nossa senhora!Esse vento não pára nunca?”, graceja.


Desde que os passadiços foram colocados ao longo de 12 quilómetros da costa de Matosinhos, Maria José mudou de rota “para melhor”. Antes caminhava na marginal de Leça, sobre o alcatrão. Agora, ruma a Norte, mais próxima do mar, sobre as tábuas de madeira alinhadas no areal. “Foi uma ideia maravilhosa, estas praias são lindas e o passadiço está muito bem inserido na Natureza”, elogia.


Há obras ainda em curso, mas a costa de Matosinhos já parece outra. Para quem se lembra como era, a diferença é brutal. Onde antes havia buracos e vias mal amanhadas, há agora marginais com ciclovias e passeios largos e parques de estacionamento, com bom aspecto e acessíveis a todos.


Onde antes estavam bares de praia abarracados, nascem agora estruturas em aço, madeira e vidro, capazes de fazerem capas de revista. Onde antes havia entulho, lixo, ribeiras entubadas, surgem agora zonas dunares protegidas e ribeiras com águas límpidas.
Onde antes não havia nada, há agora um passadiço de lés-a-lés, iluminado à noite, e cheio de gente ansiosa por esticar as pernas e perder a barriga.


Na última década, a Câmara de Matosinhos investiu cerca de 42 milhões de euros na requalificação da orla marítima. O grosso foi aplicado nos últimos anos, aproveitando a onda dos fundos comunitários. ?É a grande aposta destes dois mandatos de Guilherme Pinto?, refere a vereadora doAmbiente.
Joana Felício lidera uma equipa que apostou nos programas comunitários.


“Tentámos encaixar cada uma das intervenções nas candidaturas”, atenta a autarca, elogiando o esforço dos concessionários que arcaram com a remodelação dos bares de praia. Alguns recorreram também aos apoios de Bruxelas.


Como na maioria das grandes obras, há dezenas de imbróglios para tratar: um bar de praia embargado, um empreiteiro que abandonou a construção de um parque de estacionamento, um casal de namorados que se zangou e desistiu da concessão, moradores que resistem a sair das casas construídas ilegalmente, concessionários com dificuldades de acesso ao crédito...


Resolvendo aqui e ali, a empreitada continua. Falta terminar o parque de estacionamento do Cabo do Mundo, dar um “lifting” nas instalações do grupo desportivo Aldeia Nova, requalificar a marginal até Angeiras (Via Atlântica) e avançar com a renovação da zona de trabalho da comunidade piscatória de Angeiras.


"Muita gente vem de fora para passear”


Ex-marinheiro, Alberto Gonçalves, 63 anos, terminou o percurso profissional em Leixões. E foi em Matosinhos que ficou para estar sempre perto do mar. Todos os dias percorre quilómetros no passadiço, do Obelisco da Memória até à praia do Funtão.


“Quando não havia fazia o mesmo percurso pelo meio do trânsito, mas não tem nada a ver”, conta o reformado, que enfrenta o vendaval de tronco nu e calções. Nem a chuva pára Alberto Gonçalves. “Ando todos os dias, se chover ponho um vestuário diferente”, diz, sorridente.


Satisfeito com “as melhorias na costa nos últimos anos”, sente-se cada vez mais incentivado a praticar exercício fisico. De dia e até de noite, se estiver calor. “Fica tudo iluminado, é muito bonito”, nota o morador que, aos fins-de-semana, encontra “muita gente de fora” do concelho.


“Vêm de carro, estacionam nos parques e vão passear”, relata. Antes de prosseguir a caminhada, Alberto Gonçalves pede para deixar uma sugestão: “Deviam ser criadas mais casas de banho”.


Também a passear, mas de bicicleta, junto à Praia do Aterro, andam Luís Jacob e Inês Ramos. Sempre que podem, optam pela ciclovia porque “os passadiços são apertados para as bicicletas”. Antes iam para o Parque da Cidade e para a Ribeira, no Porto, mas agora pedalam até ao Mindelo (Vila do Conde). Os dois amigos elogiam o percurso, mas lamentam os carros estacionados nas ciclovias e a falta de bebedouros.


Cruzam a “fronteira” para abater a barriga:)


Margarida e Humberto Ribeiro cruzam todos os dias, a pé, a “fronteira” entre Vila do Conde e Matosinhos. Vivem “do lado de lá”, mas quando decidem passear atravessam a ponte sobre o rio Onda, que separa os dois concelhos, e seguem para Sul, até à praia do Funtão.


“São quatro quilómetros para cada lado. Hoje já é a segunda vez que faço este percurso”, apressa-se a dizer Margarida, sorridente, encostando à direita para deixar passar outra bicicleta. Está pronta para mais uma caminhada na “passarele”, como costuma chamar ao passadiço. Não é modelo, nem quer ser, mas está apostada em abater uns quilos a mais que se concentraram na barriga.


A ponte de madeira que se ergue sobre o rio Onda e o passadiço que a liga às praias já somam quase uma década. Foram das primeiras intervenções do género na orla costeira de Matosinhos.
“Foi uma grande coisa que fizeram, mas é bom que não deixem estragar. Nas zonas mais antigas do passadiço já se vêm umas tábuas partidas”, aponta Humberto Ribeiro.


Transmontano, criado em Luanda, é ao sol que se sente bem. “Adoro o calor, as pessoas saem para a rua com outra cara”, diz. Ao fim-de-semana, também caminham ao longo da costa, mas há que ter cuidado com os obstáculos. “Ui, aos sábados e domingos isto mais parece uma romaria. Vêm correr, andar, passear de bicicletas, com carrinhos de bebé, olhe dá para tudo”.
 

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Pavilhão comprado para demolir


A Câmara de Matosinhos vai comprar por 982 mil euros o pavilhão da Agudela, Lavra, para depois proceder à sua demolição. A aquisição do equipamento, de génese ilegal, mereceu apoio comunitário e a destruição impõe-se para requalificar a orla costeira. A proposta de aquisição do pavilhão, que pertence ao Centro de Recreio


Popular da Freguesia de Lavra, vai ser discutida na reunião de Câmara de amanhã.


"A demolição do pavilhão impõe-se como uma medida necessária, não só para a reposição da legalidade urbanística, mas também para implementação do Plano de Ordenamento da Orla Costeira entre Caminha e Espinho", lê-se no documento a apreciar pelo Executivo. No mesmo texto, informa-se que o equipamento é de "génese ilegal e está implantado, em parte, fora dos limites do terreno propriedade do Centro [de Recreio Popular da Freguesia de Lavra]".
A compra do pavilhão foi objecto de uma candidatura ao Quadro de Referência Estratégico Nacional (QREN), que acabou por ser aprovada: os fundos europeus vão comparticipar a operação em 80%. E foi precisamente a candidatura ao QREN que determinou a avaliação do imóvel por parte de um perito oficial. Chegou-se a um valor de 982.663 euros. A verba pela qual é proposta a compra do pavilhão ao Centro de Recreio Popular de Lavra. O investimento ainda terá de passar pela Assembleia Municipal.
Na proposta que será analisada pelo Executivo, o vereador do Desporto da Câmara de Matosinhos, Guilherme Aguiar, deixa o alerta: "Há que acautelar a continuidade das actividades desportivas e de lazer prosseguidas pelo Centro, disponibilizando-lhe os meios e condições alternativos".
Apoios a colectividades


Na reunião de Câmara a realizar amanhã, o Executivo vai apreciar, também, a atribuição de apoios às colectividades desportivas do concelho, que atingem uma soma global de 509,7 mil euros. São mais de 70 as agremiações contempladas na proposta.


Na agenda do dia integra-se ainda uma informação dos serviços municipais, dando conta do cancelamento da construção de um pólo da Fundação de Serralves num terreno cedido pela Câmara. Conforme o JN já noticiou, a falta de verbas levou à anulação do projecto, que iria receber apoio de fundos do QREN.
 
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