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um resumo da info que temos sobre estes projectos..Linha Algés-Falagueira e Linha Falagueira-Santa Apolonia
era importantissimos serem feitos..traria uma grande mobilidade.
parece que andam em "agua da bacalhau" há uns anos..ninguem fala nelas.. eskeçeram-se.. mas entretanto projectos como o MP ou Metro Coimbra vão adiantadisssimo.. Lisboa está a ser prejudicada? ou falta de interesse politico?
mas não deixa de ser interessante ver..
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resumo projecto
(pagina 6 e 7)

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resumo do projecto 1

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Camara de Loures

Metropolitano Ligeiro de Superfície
Troço Loures - Odivelas com máxima prioridade

É indiscutível a importância da execução do projecto do metropolitano de superfície no corredor de Loures, único grande acesso a Lisboa que não dispõe de qualquer meio de transporte pesado. Então, a pergunta fica no ar: por que continuamos à espera?

Com o desenrolar dos trabalhos de concepção da ligação entre Algés e Loures, através de Metropolitano Ligeiro de Superfície, todos os estudos técnicos foram evidenciando o seu interesse público e a viabilidade técnico-económica do projecto não era posta em causa.

Após alguns meses de estudos, o consórcio responsável pelo projecto (Carris/Metropolitano de Lisboa) apontou para o arranque integral das obras em 2005.
No entanto, deu-se uma inexplicável inversão na calendarização e priorização dos trabalhos. De acordo com Artur Bívar, um dos responsáveis pelo consórcio, “não há prazos definidos para o troço Amadora – Loures nem sei se é prioritário face a uma outra circular interna entre a Amadora e Santa Apolónia”. Segundo a mesma fonte, “Loures vai ter de esperar por uma decisão do Governo”.

Ora é contra este estado de coisas que a Câmara de Loures se tem vindo a bater. A Autarquia defende, entre outras ideias, que o corredor Loures – Odivelas deveria ter prioridade máxima, pois é o único que não tem qualquer meio de transporte pesado (metropolitano, comboio ou eléctrico) na Área Metropolitana de Lisboa (AML).

Estudos

Dos estudos até agora realizados, regista-se que são efectuadas 4,9 milhões de viagens diárias na AML, das quais 18 por cento têm origem no corredor de Loures. Dessas, 49 por cento são feitas em transporte individual, o que demonstra bem o peso que o automóvel tem nos acessos à capital. Para além dos graves prejuízos económicos e ambientais inerentes, a verdade é que os munícipes de Loures têm sido sucessivamente prejudicados nas decisões políticas que são tomadas na área dos transportes colectivos.



A responsabilidade desta “marcha-atrás” é, em última instância, do Poder Central. Contudo, também a recém-criada Autoridade Metropolitana de Transportes deverá ter uma palavra a dizer numa matéria que faz parte das suas atribuições.

O estudo de procura elaborado pelo consórcio Carris/Metro aponta para um número que ronda os 46 mil utentes diários no troço Falagueira - Loures. Tendo em atenção que o metropolitano clássico chegará a Odivelas ainda no primeiro trimestre de 2004, percebe-se a urgência da criação da linha Odivelas - Loures no mais curto espaço de tempo possível. Segundo foi apurado, subsistem alguns problemas na definição do traçado entre a Falagueira e Odivelas, pelo que a Câmara de Loures defende o arranque da obra em duas frentes: uma em Algés e outra em Loures, o que aliás foi apoiado tecnicamente pelos responsáveis do projecto. Sabendo-se também que a prioridade do traçado entre Loures e Odivelas foi assumida publicamente pelos dois municípios, nada impede que os trabalhos se iniciem, a não ser falta de vontade política.

Impactes

Com a entrada em funcionamento deste meio de transporte, o percurso de Loures – Odivelas durará entre 10 a 15 minutos, mesmo em hora de ponta, e daí demorar mais alguns minutos até Lisboa. Tudo isto utilizando transportes colectivos, garantindo rapidez e qualidade para utentes e moradores nas áreas de intenso tráfego rodoviário que, consequentemente, iria gradualmente diminuir de intensidade. Se juntarmos o facto de se proceder à natural requalificação urbana dos canais e das zonas envol-ventes onde circulará o metropolitano, é evidente a importância do projecto para o concelho de Loures.

O presidente da Câmara solicitou já, com carácter de urgência, uma audiência ao ministro das Obras Públicas para análise da situação.


Topo

Troço Odivelas/Loures


Definidas Paragens

Para os cerca de nove quilómetros que separam as duas sedes de concelho, os dois municípios já encontraram solução para a localização de interfaces, terminais e paragens que vão servir os utentes do metropolitano de superfície. Deste modo será construído um interface com o metropolitano na estação de metro de Odivelas (junto ao antigo mercado), seguindo o traçado para a Póvoa de Santo Adrião (sempre acompanhando o traçado da EN 8). Em território concelhio a primeira paragem situar-se-á na Flamenga - na zona onde hoje se encontram ambas as paragens para transporte rodoviário; seguida da de Santo António dos Cavaleiros - junto à rotunda sul de acesso à localidade; Ponte de Frielas - na área do restaurante Adega do Almirante; Quinta do Conventinho - junto à LouresFord; e finalmente Loures, com três paragens: Parque da Cidade, Pavilhão Paz e Amizade e Jardim Municipal.

Ramais
Hospital, Infantado, MARL e Sacavém em perspectiva

Aquando da realização dos primeiros planos do projecto, logo ficou prevista a futura ligação a alguns locais estratégicos: o futuro Hospital de Loures, a urbanização do Infantado, o MARL e a cidade de Sacavém. No primeiro caso a ligação far-se-ia directamente de Odivelas para Santo António dos Cavaleiros, passando pela urbanização do Jardim da Radial, com paragens na Cidade Nova, Torres da Bela Vista e Hospital de Loures.

Estão também já estudados os trajectos para complementar a linha até ao Jardim Municipal Major Rosa Bastos, com paragens nas Sapateiras e Biblioteca Municipal José Saramago. No segundo caso, e porque a antecipação é uma palavra-chave em planeamento, os técnicos estudaram também o trajecto de ligação da cidade de Loures à urbanização do Infantado.

Este pólo populacional, em plena expansão, terá num futuro próximo um papel relevante no redimensionamento da sede do concelho, pelo que faz todo o sentido criar plataformas de transportes colectivos que sirvam, da melhor forma, os milhares de munícipes que ali já habitam ou os que se irão instalar nos próximos anos.

Quanto ao MARL e a Sacavém as ligações ocorreriam numa terceira fase. No que toca ao Mercado Abastecedor, a importância do trajecto prende-se com a necessidade de criar uma linha que facilite o acesso por transportes públicos a uma área que será um dos centros estratégicos do concelho a nível económico.

Em relação a Sacavém, o troço em estudo passaria por Frielas, Apelação, Camarate, e diminuiria drasticamente o tempo de ligação entre as duas cidades do concelho, para além de permitir um novo interface com a futura linha de metro que chegará primeiro a Moscavide, já em 2007, e posteriormente a Sacavém.



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Metro Ligeiro de Superfície (Surface-Running Light Metro)

A new Metro Ligeiro de Superfície (Surface-Running Light Metro) is being planned to run around Lisbon at a cost of €949.7 million, of which 227.2 are for associated works. There will be an outer ring route of 24.7km. This will comprise an Algés to Falagueira section (12.6km), costing 232 million euros and a Falagueira to Loures link of 12.1km, costing 222.7 million euros. Loures is near Lisbon airport.
The inner ring will link Metro and railway routes by connecting Falagueira, shortly to be added to the Metro network, to the Lisbon railway terminal of Santa Apolónia, a distance of 11.5km, costing 211.6 million euros. There will also be a connection between Alcântara, to the west of Lisbon, with Gare do Oriente, the station opened for the Expo 98 event, to the north east of the city. This comprises 15.4km which will cost 283.4 million euros.

No firm timescales have been announced for the above projects by the Ministry of Public Works, which is hoping for a public-private partnership to achieve these goals. However, it is hoped to start work in 2004.:hilarious: The Metropolitano de Lisboa and Carris companies will be involved as will be the respective local councils in the areas concerned.

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Camara de Lisboa
2003-02-25
Metro Ligeiro de Superfície


O estudo da primeira linha do Metro Ligeiro de Superfície (MLS), projectado para a Área Metropolitana de Lisboa, e que prevê a circulação entre a Falagueira, na Amadora, e Santa Apolónia, foi apresentado no dia 24 de Fevereiro, na Cordoaria Nacional. Assente numa parceria entre a Carris e o Metropolitano de Lisboa, o MLS reúne também o apoio das autarquias de Lisboa e da Amadora. O primeiro troço, entre a Falagueira e Algés, estará a funcionar em 2006. :rofl:

O estudo apresentado justifica um investimento global de 211,6 milhões de euros (inclui 50 milhões de euros para reconversão urbana) num transporte que, em 2010, terá um nível de procura diária de 86000 passageiros.


Estudos de mobilidade, taxas de motorização, distribuição da densidade populacional, do emprego e da habitação sugerem a construção de uma circular externa que, numa primeira fase, ligará a Falagueira a Algés mas já prevê extensões a Odivelas e, depois, a Loures. No interior da cidade de Lisboa, está já projectada a circular entre Algés e Santa Apolónia e sugere-se uma nova ligação Alcântara – Aeroporto – Gare do Oriente.

Os pressupostos do conceito geral de implantação contemplam a construção de uma via dupla na maioria dos troços, a ausência quase total de troços partilhados com o tráfego rodoviário e a opção por intersecção ao eixo da via, sempre que possível, de forma a diminuir pontos de conflito. Em suma, trata-se de um tipo de transporte que circulará em corredores próprios e, nos pontos em que se cruza com o restante tráfego rodoviário, terá prioridade no sistema de semáforos.

Com uma extensão de 11,5 quilómetros, o MLS tem início junto à estação do Metro da Falagueira, entra em Lisboa pelas Portas de Benfica e segue pela Estrada de Benfica até Sete Rios, onde haverá uma central intermodal coordenada com outros transportes públicos. Esta linha continua até à Praça de Espanha de onde segue, em túnel, para o Rego e atravessa a Av. de Berna em direcção à Duque de Ávila. Aqui atravessa a Av. da República, passa pela estação intermodal do Arco do Cego e, novamente em túnel, chega ao Largo do Leão e Praça do Chile, prosseguindo pela Rua Morais Soares, Praça Paiva Couceiro, Av. Mouzinho de Albuquerque e Rua da Bica do Sapato até à estação de Santa Apolónia. As ligações com o Metro far-se-ão na Falagueira, Sete Rios, Praça de Espanha, São Sebastião, Saldanha e Arroios.

Presente na apresentação do estudo, o Vice Presidente da CML, Prof. Carmona Rodrigues, salientou a importância do MLS na medida em que se trata de “um meio de transporte com virtualidades ao nível da mobilidade, facilidade de circulação e do conforto, para além de ser uma alternativa interessante do ponto de vista dos recursos energéticos”.

Da parte da CML ficou ainda a garantia de que o projecto será contemplado na revisão do Plano director Municipal e a aposta naquele que é o primeiro esforço conjunto dos dois grandes operadores de transportes da cidade – o Metropolitano e a Carris – com o apoio da várias autarquias da Área Metropolitana de Lisboa.

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Metro ligeiro entre Algés e Falagueira arranca no próximo ano

Carmona Rodrigues vai avançar já em 2004 com o lançamento do concurso para a primeira fase do Metro Ligeiro de Superfície (MLS).

De acordo com a proposta de Orçamento do Estado para 2004, a empreitada para construção do metro de superfície da capital entre Algés e a Falagueira vai arrancar já no próximo ano.

Este empreendimento envolve um investimento estimado em cerca de 86 milhões de euros e será desenvolvido no âmbito do programa de parcerias público-privados delineado pelo Ministério das Obras Públicas para o sector dos transportes.

Este troço constitui a primeira fase de uma circular externa entre Algés, Falagueira, Odivelas e Loures, “permitindo fechar a malha das redes ferroviárias pesadas, uma maior coesão territorial entre as aglomerações do território da Área Metropolitana de Lisboa e aumentando as potencialidades de transferência modal do transporte individual para o transporte colectivo”.

No âmbito do Programa Especial de Obras Públicas, em Julho de 2002, o Governo incumbiu o Metropolitano de Lisboa e a Carris para apresentar este projecto, que será implementado “recorrendo à prestação, por concurso, de contribuições de entidades privadas”.

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correio da manha
2004-02-02

O metro ligeiro de superfície entre Algés e Falagueira vai ter oito quilómetros de extensão e não os 14 que inicialmente estavam estabelecidos no projecto da Carris e Metropolitano de Lisboa. Segundo o anteprojecto entregue à secretaria de Estado dos Transportes, as antenas que serviriam as localidades de Linda-a-Velha, Carnaxide, Amadora e Queluz foram adiadas para uma fase posterior do metro ligeiro.



A data de entrada em funcionamento desta infra-estrutura ferroviária foi igualmente revista devendo agora segundo as previsões do Governo entrar em circulação em 2006, um ano mais tarde do que o inicialmente previsto.

VINTE MINUTOS DE VIAGEM

A linha Algés/Falagueira contempla agora 15 paragens: Algés (interface com a estação da CP), Algés-Centro, Algés -Norte, Algés-Miraflores, Miraflores, Outurela, Quinta do Paizinho, Bairro do Zambujal, Alfragide, Alfragide /IC19, Damaia, Damaia (interface com a estação da CP), Venda Nova, Venda Nova-Norte, Falagueira (interface com a Linha Azul do Metro). A distância média entre cada paragem é de 530 metros e o tempo de viagem será de cerca de vinte minutos.

O investimento global no metro ligeiro de superfície que irá ligar os concelhos de Oeiras e Amadora estava inicialmente orçado em 232 milhões de euros (preços de 2001, sem IVA). Os custos implicam um investimento na frota de 41,4 milhões de euros. O orçamentado para a instalação da rede, que deverá incluir quatro frentes de obra, é de 135 milhões de euros.

O metro Algés/Falagueira irá contar com corredores próprios o que irá obrigar a uma reconversão urbana para a qual estão destinados os restantes 25 por cento do total do investimento, o que representa 55,6 milhões de euros.

OBRAS DURAM 16 MESES

Sem uma data definida para o início dos trabalhos, “a duração da execução deste projecto demorará 16 meses, caso a adjudicação do material circulante se concretize 11 meses antes da adjudicação/contrato” para a instalação das quatro frentes de obra, disse fonte da Carris.

Concluídos os estudos relativos à ligação Algés/Falagueira, nos próximos meses será elaborada a análise de investimento do projecto. Nomeadamente a definição da estrutura societária do caderno de encargos do metro ligeiro de superfície, a criação de uma parceria pública/privada e definição dos requisitos para a construção e operação deste transporte. Paralelamente, o projecto de engenharia que permitirá concretizar a obra deverá estar concluído este ano.

Com o objectivo de ser criada uma circular periférica de metro ligeiro de superfície em torno de Lisboa, concluída esta etapa do projecto, a segunda fase compreende a ligação entre Falagueira, Odivelas e Loures. Posteriormente, o metro ligeiro deverá partir desta cidade em direcção a Sacavém.

MEIO DE LIGAÇÃO

CP E METRO

O metro ligeiro de superfície Algés/Falagueira é um meio de transporte mais rápido e com um orçamento menos elevado na sua construção do que o metro subterrâneo actualmente explorado na capital. A nova infra-estrutura visa reforçar a mobilidade na área ocidental da Grande Lisboa pelo que contempla ligações com as linhas ferroviárias de Cascais e de Sintra. A ligação ao Metropolitano será igualmente possível, na Falagueira, localidade que ainda este ano verá chegar a Linha Azul.

SEIS MINUTOS

O intervalo de espera entre cada composição será de seis minutos nas horas de ponta e de cerca de dez minutos nas restantes horas dos dias úteis e aos fins-de-semana. As estimativas apontam para um fluxo mínimo na ordem dos 2500 passageiros por hora em cada sentido. Retirar automóveis nos acessos a Lisboa é um dos objectivos da instalação deste tipo de transporte colectivo não poluente.

SATU QUER LIGAR PAÇOS DE ARCOS AO CACÉM E METRO SUL TEJO AVANÇA ATÉ CORROIOS

SATU ESTE MÊS

O SATU (Sistema Automático de Transportes Urbanos de Oeiras) “entra em funcionamento este mês, o mais tardar em Março”, disse fonte da autarquia. O preço do bilhete (Paço de Arcos/Oeiras Parque) é de um euro. A Câmara de Oeiras pretende que o SATU ligue os concelhos de Oeiras e de Sintra, através de uma conexão com as estações de Queluz ou Cacém. Em 2006, o SATU deverá de avançar até ao Lagoas Parque. Em 2008, será a vez do Tagus Parque.

MST PARA O ANO

Os primeiros 200 metros de carris do Metro Sul do Tejo estão já instalados entre a Praça do Talaminho e Corroios. Com a forma de uma estrela de três pontas (Universidade, Cacilhas e Corroios), a primeira fase do MST deverá ficar concluída em Dezembro do próximo ano. O preço do bilhete será, no mínimo, de 70 cêntimos e o passe de 30 dias custará 15 euros. As estações de Corroios e Pragal terão ligação directa ao comboio (Fertagus) e Cacilhas aos barcos (Transtejo).
 

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Uma dúzia de anos disto..
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Parafraseando o grande Jorge Palma: "Deixa-me rir..." :|

A minha opinião: a linha Algés-Loures é importante, sim! Pelo menos os troços Algés-Falagueira (que faria com que o pessoal de Alges, Miraflores, Alfragide tivessem finalmente transporte deste tipo com ligação à estação do ML da Falagueira AKA Amadora-Este) e Loures-Odivelas (li algures que Loures é o unico concelho da area metropolitana de Lisboa que não tem metro nem comboio). Agora a ligação Falagueira-Santa Apolonia parece-me desnecessaria, quando existe o Metro. Para não dizer que Lisboa já é 1 caos suficientemente grande sem ter MLS a circular pelas principais avenidas...
Poder-se-ia defender igualmente a extensão do ML de Odivelas a Loures (eventualmente com algumas 3/4 estações intermedias) e da Falagueira a Alges (com outras 3 ou 4 intermedias, com Reboleira, Alfragide, Miraflores contempladas), mas isso iria comportar custos muitissimos superiores (mesmo que tivessem troços à superficie) do que no caso de um MLS.
A questão é que, mesmo que inconscientemente, o alargamento da linha amarela do ML até Loures está na calha, sendo o principal indicio o facto da Hercesa publicitar que as suas "Villas" terao ligação à futura estação do metro... Como tal há que escolher a melhor solução e articulá-la às já existentes...
 

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nao vou ler o texto porque eh demasiadamente grande.. mas pelo titulo sei no minimo do que se trata, creio eu. e acho uma excelente noticia para lisboa. a expansao da sua rede de metro eh importante. o metro eh muito mais funcional que o comboio. arriscaria ate a dizer que uma malha urbana so eh uma malha urbana se tiver metro a ligar tudo. com metro em todo o lado e pra todo o lado, respira-se efectivamente o ambiente de uma grande metropole. e lisboa sendo uma metropole ja estava a precisar disto ;) que façam esse metro, e muitos mais na zona de lisboa, assim como se esta a fazer no porto (e que jeito tem dado ;) ehehehe) mais uma vez parabens a lisboa e a portugal que de ano pra ano, da uma lição a muitos paises no que toca a infraestruturas de transporte, quer sejam elas os proprios transportes, ou os meios por onde estes se movimentam.
 

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Desculpem-me o meu cepticismo mas só acredito quando vir isto tudo feito.
 
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Discussion Starter · #7 · (Edited)
Reflex said:
Agora a ligação Falagueira-Santa Apolonia parece-me desnecessaria, quando existe o Metro. Para não dizer que Lisboa já é 1 caos suficientemente grande sem ter MLS a circular pelas principais avenidas...
não concordo.. tem-se que ser vanguardista.. e defender espaço publico renovado e de qualidade!
esta linha seria transversal, e útil porque abrangeria zonas sem transportes publicos.
trata-se de uma opção clara, dar primazia ao transporte público em vez do automovel.
ja é feito em paises mais evoluidos que o nosso e daqui a 100 anos será prática normal.

Hoje podera parecer estranho, sendo que o "automovel" é o unico transporte e visto como aquele de maior status. mas esta visão é profundamente terceiro mundista, de novo rico mesmo (tal como o boom dos telemoveis e excesso de construção nova em PT)
em paises como a Holanda por ex eles utilizam a bicicleta como transporte primário mas isso não faz deles pobres ou bimbos..!


defender o trânsito automovel ( e mesmo ampliar vias) nunca deverá ser solução para os nosso problemas ambientais e de mobilidade ( todos falam mas ninguém faz nada para melhorar este "chavão") a longo prazo.
por isso obras como o túnel do Marques apesar de "bonitas", são gastos rios de dinheiro que em nada vai ajudar a mobilidade colectiva da capital, objectivamente apenas aumentar as emissões de dióxido de carbono :bash:

talvez por ninguém ainda ter entendido isto (talvez devessem ir aprender com os nordicos), existe tanto atraso na adopção destes sistemas de metro ligeiro e ciclovias como transportes alternativos e competitivos em relação ao automovel
 

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bom eu não concordo com nenhum metro ligeiro, ou seja, não concordo com uma linha de metro independente do actual sistema de metro da cidade, podem muito bem fazer a linha entre Odivelas e Loures á superficie parece k existe medo em por parte do metro á superficie :duuno: isto qualquer dia temos milhares de empresas de transportes na area da grande Lisboa e o pior é k os preços não baixam mesmo com concorrencia a dar com um pau!!
 

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TeKnO_Lx said:
mas entretanto projectos como o MP ou Metro Coimbra vão adiantadisssimo.. Lisboa está a ser prejudicada? ou falta de interesse politico?
E' o costume.. Lisboa e' sempre prejudicada em relacao a outras regioes como o Porto ou Tras-os-Montes... :eek:hno: :D
 

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Uma dúzia de anos disto..
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Arpels said:
bom eu não concordo com nenhum metro ligeiro, ou seja, não concordo com uma linha de metro independente do actual sistema de metro da cidade, podem muito bem fazer a linha entre Odivelas e Loures á superficie parece k existe medo em por parte do metro á superficie :duuno: isto qualquer dia temos milhares de empresas de transportes na area da grande Lisboa e o pior é k os preços não baixam mesmo com concorrencia a dar com um pau!!
É obvio que existe cepticismo e muito bem! Existe 1 claro diferença entre o metro dito pesado (como o de Lisboa) e o metro ligeiro (caso do Metro Sul do Tejo, deste, do do Porto...); os primeiros foram feitos essencialmente para andarem no subsolo, se bem que todos nós conhecemos dezenas e dezenas de exemplos de metros pesados com grandes troços à superficie por esse mundo fora. A questão é que o metro ligeiro permite uma maior mobilidade, ou seja, pode andar dentro das zonas urbanas à superficie, sendo mais "maneirinho", como por exemplo vemos no Porto; era impossivel um metro como o de Lisboa andar à superficie onde/como o do Porto anda. Como tal julgo defendo o metro ligeiro na linha Loures-Odivelas, com articulação, claro está, ao ML...:eek:kay:
 

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TeKnO_Lx said:
não concordo.. tem-se que ser vanguardista.. e defender espaço publico renovado e de qualidade!
esta linha seria transversal, e útil porque abrangeria zonas sem transportes publicos.
Concordo parcialmente contigo: uma possivel ligação Falagueira-Praça de Espanha (com passagem por exemplo por Benfica) era benéfica. Iria servir populações esquecidas pelo ML; agora, então que à entrada do centro de Lisboa a linha terminasse e se juntasse ao ML num qualquer interface (falei Praça de Espanha, porque estava previsto por lá passar, mas Sete-Rios ou Colégio Militar/Luz também eram opções!).
Porque essencialmente e para facilitar a mobilidade e praticabilidade dos transportes publicos, não podemos encher a cidade de linhas e linhas e linhas de diferentes transportes, até porque economicamente isso deixaria de ser viavel. O essencial é juntar linhas, criar interfaces... Portanto fazer este projecto independente dos actuais serviços de transportes publicos (em especial do ML) não era 1 boa solução a nenhum nível!
 

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Uma dúzia de anos disto..
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Outra questão: hoje perdi 1 minuto ou 2, enquanto esperava pelo metro, a olhar para o mapa da linha e vi que não é assim tao complicado levar o metro até Algés: a linha azul termina actualmente na Amadora-Este (Falagueira). Fala-se que um dos proximos projectos é leva-lo até à Reboleira e criar lá 1 interface com comboios. Depois a partir daí poder-se-ia estender o Metro mais alguns kilometros (assim deixaria de ser metro!!:D), do tipo: Amadora-Este, Reboleira, Alfragide, Carnaxide, Miraflores, Algés.
(julgo que foi assim que delineei as coisas, mas agora sem o mapa não sei se seria esta a ordem. mas fica a ideia!;))
 

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2300/2400 Maniac
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Outra questão: hoje perdi 1 minuto ou 2, enquanto esperava pelo metro, a olhar para o mapa da linha e vi que não é assim tao complicado levar o metro até Algés: a linha azul termina actualmente na Amadora-Este (Falagueira). Fala-se que um dos proximos projectos é leva-lo até à Reboleira e criar lá 1 interface com comboios. Depois a partir daí poder-se-ia estender o Metro mais alguns kilometros (assim deixaria de ser metro!!:D), do tipo: Amadora-Este, Reboleira, Alfragide, Carnaxide, Miraflores, Algés.
(julgo que foi assim que delineei as coisas, mas agora sem o mapa não sei se seria esta a ordem. mas fica a ideia!;))
Não sonhes muito alto....o ML serve para assegurar a mobilidade dentro da cidade, coisa que não existe em várias zonas...já viram o Rato e a Estrela em hora de Ponta?ou a zona da Morais Soares que é caótica q.b., os autocarros sempre empatados no trânsito e não conseguem assegurar os horários?Poupem-me, primeiro melhorem a porcaria da rede DENTRO da cidade, depois para os arredores pensa-se num metro ligeiro, é mais barato, prático e rápido, levar o metro para Algés levaria anos e praticamente inviável.... :bash:
 

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Discussion Starter · #20 ·
site interessante sobre o MST e nas ultimas páginas sobre as várias possivies ligacoes de metro ligeiro e não só na MArgem Norte

inclino-me para no medio prazo (1o anos), apenas duas terem possibilidades de concretização SATOU Paço Arcos-TagusPark-Cacéme metro ligeiro Algés-Pontinha/Falagueira/reboleira

http://www.dgtt.pt/mt2000/textob3-5p.pdf
 
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