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Pena que não digam que foi por segundos, mas pronto, não se pode perder uma de por uma foto no Facebook
e mesmo que tenha sido por breves momentos? a situação não deixa de ser ridícula.

É como a malta que sem ter metido o rabo nos novos bancos já está a rogar pragas ao ML por andar a gastar dinheiro numa coisa desconfortável :nuts:

já os usaste?
 

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E entao, que tal eram os bancos?

São um pouco duros e com pouco atrito, o que torna fácil “escorregar” ligeiramente para a frente e para os lados com o movimento do comboio.

Em termos de conforto prefiro os bancos de tecido, mas ainda assim esses novos são bem melhores que os dos protótipos M-201 a 206. E também percebo o motivo da mudança, realmente parecem ser bem mais higiênicos. Acho que vale a pena a ligeira perda de conforto.
 

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esses bancos são nojentos, duros e desconfortáveis num nivel máximo! Quem os escolheu não anda certamente neles! incompetentes!
a alternativa la fora era serem todos do mesmo material da parte vermelha ... ai si m e que era bom ... e com bancos longitudinais SEM corrimaos/apoios entao era um fartote :)


O "idiota" que acho que tirar os encostos dos bancos que estavam ao pé das portas em tudo o que era projecto de "aumento de capacidade" devia ser fuzilado ... é aonde se conseguem concentrar mais utentes! :bash:
 

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Acciona/Casais com preço mais baixo para linha circular do metro de Lisboa​

O concurso para a expansão da rede do metro recebeu quatro propostas para o lote entre o Rato e Santos. Já para a construção entre Santos e o Cais do Sodré, as duas ofertas foram acima do preço base, tendo de ser lançado novo concurso.


O concurso para a empreitada do Metropolitano de Lisboa de prolongamento das linhas amarela e verde para ligar as estações do Rato e Cais do Sodré, criando uma linha circular, recebeu propostas de quatro concorrentes.

Para o lote 1, destinado à construção entre as estações do Rato e Santos, foram apresentadas propostas dos agrupamentos Mota-Engil/ Spie Batignolles, Casais/Acciona, Teixeira Duarte/Alves Ribeiro/HCI/Tecnovia e Zagope, que se "encontram em análise e avaliação pelo júri do procedimento".

De acordo com o Metropolitano, o consórcio Casais/Acciona apresentou o preço mais baixo, de 47,69 milhões de euros, seguindo-se a Zagope (48,624 milhões de euros) e o agrupamento da Mota-Engil (49,631 milhões). Já o da Teixeira Duarte propôs-se fazer a obra por 77 milhões de euros.

Para o lote 2, a construção entre a estação de Santos e a do Cais do Sodré, foram apresentadas duas propostas, ambas com valores superiores ao preço base definido no concurso.

A Mota Engil / Spie Batignolles apresentou um preço de 87,5 milhões de euros, e a Teixeira Duarte /Alves Ribeiro/HCI/Tecnovia de 110 milhões de euros.

O Metro de Lisboa afirma, por isso, que "nos termos da legislação aplicável do Código dos Contratos Públicos, esta circunstância determina, obrigatoriamente, a exclusão de ambas as propostas".

"Após a elaboração do relatório final, e caso se confirme a exclusão das duas propostas apresentadas para o lote 2, o Metropolitano de Lisboa lançará, oportunamente, novo concurso para adjudicação da empreitada de execução dos toscos entre a estação Santos e o término da estação Cais do Sodré", diz ainda a empresa.

O concurso, que tinha um valor base de 120 milhões de euros, foi lançado em janeiro do ano passado, tendo a data de entrega das propostas sofrido vários adiamentos.

O plano de expansão do Metro da capital prevê o prolongamento do Rato (da linha amarela) ao Cais do Sodré (da linha verde), a construção de um túnel com 1.956 metros e duas novas estações, na Estrela e em Santos.

"O plano de expansão do Metropolitano de Lisboa tem como objetivo contribuir para a melhoria da mobilidade na cidade de Lisboa, fomentando a acessibilidade e a conectividade em transporte público, promovendo a redução dos tempos de deslocação e a descarbonização", diz ainda a empresa.

Fonte: https://www.jornaldenegocios.pt/empresas/transportes/detalhe/accionacasais-com-preco-mais-baixo-para-linha-circular-do-metro-de-lisboa?fbclid=IwAR2neX8u8JjUbPNzFOu1YHXVoT0tJxvCqTENBPE4dgaxQTKsPmHTEeTQGfU
 

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Metro de Lisboa adjudica concurso para 42 carruagens e sistema de sinalização

A adjudicação foi aprovada esta sexta-feira na sequência do concurso público internacional lançado em setembro de 2018, ganha pelo Agrupamento Stadler Rail Valencia/Siemens Mobility.

O Metropolitano de Lisboa adjudicou a modernização do sistema de sinalização, que inclui a aquisição de 14 novas unidades triplas, num investimento de 114 milhões de euros, cerca de um ano e meio depois de lançado o concurso.

De acordo com o Metropolitano de Lisboa, a adjudicação foi aprovada hoje na sequência do concurso público internacional lançado em setembro de 2018, ganha pelo Agrupamento Stadler Rail Valencia/Siemens Mobility Unipessoal.

Em comunicado, a empresa refere que o prazo global do contrato é de 77 meses, contados após o visto prévio do Tribunal de Contas.

As novas unidades triplas e a modernização do sistema de sinalização ferroviária já estavam previstas no Orçamento do Estado (OE) para 2019, mas não se concretizou a adjudicação, tendo acabado por entrar novamente no OE para 2020.

A adjudicação hoje aprovada prevê 14 novas unidades triplas (42 carruagens) com sistema de controlo automático e contínuo de comboios Communications-Based Train Control (CBTC), além da instalação do sistema CBTC em 70 comboios já existentes.

De acordo com o comunicado, será ainda feita a implementação de funcionalidades de proteção Automatic Train Protection (ATP), de operação Automatic Train Operation (ATO) e de supervisão Automatic Train Supervision (ATS) em toda a extensão das linhas Azul, Amarela e Verde.

A adjudicação prevê também, de acordo com a empresa, a manutenção de todos os equipamentos durante três anos, incluindo toda a mão-de-obra, peças sobressalentes e consumíveis.

No âmbito da adjudicação está ainda prevista a formação técnica para operação e manutenção, parametrização, configuração ou regulação dos sistemas e equipamentos por parte do Metropolitano de Lisboa e também o fornecimento das peças rotáveis, ferramentas e equipamentos de teste.

De acordo com o Metropolitano de Lisboa, a aquisição de 14 novas unidades triplas “vai melhorar a oferta de comboios e serviços, permitindo mais conforto e acessibilidade para os clientes”, bem como um sistema de comunicação com os clientes que vai permitir informação variável e flexível e sistemas de segurança e videovigilância mais modernos.

Ainda segundo a empresa, a aposta nos novos sistemas CBTC, “substituindo um sistema da década de 70 e já obsoleto, vai permitir um controlo contínuo do movimento dos comboios e um aumento da frequência e da regularidade do serviço público de transporte”.

Esta adjudicação faz parte de um conjunto de investimentos do Metropolitano de Lisboa, nomeadamente do projeto de modernização e expansão do metro que envolve também as obras entre as estações do Rato e do Cais do Sodré e a empreitada de construção de dois viadutos junto à atual estação do Campo Grande, atualmente em fase de qualificação de concorrentes.

Fonte: eco.sapo.pt
 

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José Lucena
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Metro de Lisboa adjudica concurso para 42 carruagens e sistema de sinalização

O Metropolitano de Lisboa adjudicou a modernização do sistema de sinalização, que inclui a aquisição de 14 novas unidades triplas, num investimento de 114 milhões de euros, cerca de um ano e meio depois de lançado o concurso.

Fonte: eco.sapo.pt​


Não seria melhor ter comprado 7 unidades de 6 carruagens?

Operacionalmente seria a mesma coisa, porém acredito que seriam mais baratas (pois haveriam duas cabines e dois engates a menos) e o open gangway seria entre todas as seis carruagens e não de apenas três.​
 
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