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Retirado do wikipedia:

Também importantes ferrovias cruzam o estado de Minas Gerais, como a Estrada de Ferro Vitória-Minas, operada pela CVRD, e as antigas Estrada de Ferro Central do Brasil, Estrada de Ferro Leopoldina e a Ferrovia do Aço, atualmente administradas pelas concessionárias MRS Logística e Ferrovia Centro Atlântica
http://pt.wikipedia.org/wiki/Minas_Gerais#Transportes
 

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Aproveitando o thread:

Seria possível a introdução de um serviço regional-suburbano na histórica ferrovia entre São João Del Rei e Tiradentes, mantendo a bitolinha de 762 mm? No Japão, há uma pequena ferrovia da mesma bitola que opera serviços ferroviários de passageiros normalmente, inclusive com eletrificação: a Kintetsu Utsube Line, em Mie (perto de Nagoya).


http://en.wikipedia.org/wiki/Kintetsu_Utsube_Line
 

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O estado de Minas Gerais conta com 5.322 km de ferrovias - 14% da malha ferroviária nacional - distribuídos por quatro empresas:



Ferrovia Centro-Atlântica S.A.;

MRS Logística S.A.;

Estrada de Ferro Vitória a Minas - EFVM, e

Ferrovias Bandeirantes S.A. - FERROBAN.

As linhas da Ferrovia Centro-Atlântica estendem-se transversalmente pela região central do estado, em bitola métrica, bifurcando-se, em Belo Horizonte, para o norte, até atingir a Bahia.
A Ferrovia Centro-Atlântica S.A. é a empresa que opera a Malha Centro-Leste da RFFSA, constituída pelas antigas SR-2 (Belo Horizonte), SR-7 (Salvador) e SR-8 (Campos), com 7.080 km de extensão e bitolas de 1,0 m e mista.
Em 1999 a FCA transportou 5,9 bilhões de TKU, sendo as principais cargas: calcário, soja, derivados claros, farelo de soja, clínquer, cimento acondicionado, cal, produtos siderúrgicos, álcool, trigo, etc.
A concessionária investiu R$ 53,9 milhões, em 1999, e pretende investir R$ 100 milhões, no biênio 2000/2001.
As linhas da MRS Logística, de bitola larga, despontam como as mais rentáveis do sistema ferroviário nacional e tem no minério de ferro da MBR a sua carga mais importante.
A MRS Logística é a empresa hoje responsável pela operação das antigas SR-3 (Juiz de Fora) e SR-4 (São Paulo) da RFFSA.
Em 1999 a MRS Logística movimentou 21,7 bilhões de TKU, sendo principais mercadorias: minério de ferro, produtos siderúrgicos, cimento a granel, carvão e bauxita.
No biênio 2000/2001, a empresa prevê investir na ferrovia, R$ 109,8 milhões.
A partir de Belo Horizonte, na direção leste, estende-se o trecho ferroviário de 898 km, em bitola métrica, da EFVM.
Em 1998 a ferrovia transportou 104,8 mlhões de toneladas de carga constituída principalmente por minério de ferro, aço, coque, farelo de soja, escória e celulose.
Em 1999, foram investidos na EFVM, R$ 44,67 e prevê-se para o biênio 2000/2001, investimentos da ordem de R$ 121 milhões.
O transporte ferroviário metropolitano de passageiros em Belo Horizonte é gerenciado pela Companhia Brasileira de Trens Urbanos - CBTU e chega a transportar até 86.860 passageiros por dia.
A Superintendência de Trens Urbanos de Belo Horizonte - STU/BH é responsável por 21 km de via em bitola larga, totalmente eletrificada, por onde trafegam 15 TUEs, além de 14 estações e 1 oficina de manutenção da frota.
No âmbito do programa de descentralização da prestação de serviços de transporte ferroviário de passageiros em Belo Horizonte está em andamento a construção do trecho São Gabriel - Via Norte, com 7 km e 6 estações, 2 terminais de integração ônibus-trem e outras 4 estações no trecho Eldorado - São Gabriel.
O projeto de descentralização dos trens metropolitanos de Belo Horizonte, envolve recursos da ordem de US$ 197,3 milhões, sendo US$ 99,0 milhões financiados pelo Banco Mundial e US$ 98,3 milhões de contrapartida da União.
A implantação do projeto permitirá o aumento do número de passageiros transportados diariamente para 400 mil passag/dia, em 2002.
Em julho/97 foi autorizada a criação, da empresa Trem Metropolitano de Belo Horizonte S.A., visando a operação do sistema após sua estadualização.
As ações para reassentamento/ desapropriação, considerados caminho crítico para o desenvolvimento físico das obras, foram concluídOs.
Foram assinados os contratos e iniciados os serviços das obras civis de todos os 4 lotes de construções que englobam estações, viadutos, passarelas, túneis e a expansão da infra e superestrutura ferroviária, estando com 90% das obras concluídas.
Assinados os contratos para aquisição de parte dos equipamentos de manutenção de via, de rede aérea e de equipamentos de oficina. O contrato referente à aquisição dos trolleys foi concluído, com a entrega dos 4 veículos, que já estão operando na STU/BH.
Concluídos os estudos relativos a impactos sobre o meio ambiente para extensão até Via Norte e serviços de engenharia na área de cadastro técnico e laudos para o projeto de desapropriação.
O estado de Minas Gerais recebeu investimentos da União no valor de R$ 55,6 milhões, em 1999, para o Sistema de Belo Horizonte.

Fonte:http://www.geipot.gov.br/cadernos/2000/mg-2000.htm#sub8
 

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Aproveitando o thread:

Seria possível a introdução de um serviço regional-suburbano na histórica ferrovia entre São João Del Rei e Tiradentes, mantendo a bitolinha de 762 mm? No Japão, há uma pequena ferrovia da mesma bitola que opera serviços ferroviários de passageiros normalmente, inclusive com eletrificação: a Kintetsu Utsube Line, em Mie (perto de Nagoya).


http://en.wikipedia.org/wiki/Kintetsu_Utsube_Line
A função lá (entre SJDR e Tiradentes) é turística, não existe demanda para transporte regular de passageiros.
 

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Rodrigo Cunha
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PPP de trens de passageiros atenderá 21 municípios

Veículo: Hoje em Dia - Belo Horizonte - MG - Caderno: 1º Caderno
Página: 7
Publicada: Sábado, 16 de junho de 2012
Área - 681cm²

http://www.ideiafixa.com.br/

Ainda estranho esses trens metropolitanos. É óbvio que a FCA/Vale não iria duplicar um trecho sabendo que poderia ter seu fluxo reduzido em determinados horários, ela provavelmente proporia um ferroanel!
 

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Rodrigo Cunha
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Eu tinha feito um projetinho com trens na RMBH, fiz uma atualizada nele pensando nesse projeto do governo.
creio que não seja necessário os trens irem até o centro de BH, é só fazer transbordo com o metrô, mas podem existir alguns horarios, principalmente os de pico.
Acho que um intervalo de 15 minutos no pico já seria ótimo, mas só para regiões mais perifericas. Trens poderiam sair de Santa Luzia, Vespasiano, Betim, Ibirité, pois teriam mais demanda que Sete Lagoas, Divinópolis...
 

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Rodrigo Cunha
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Trens de passageiros de volta

Os moradores das regiões metropolitana de Belo Horizonte e Central de Minas Gerais devem voltar a usar os trens como transporte público. A novidade se deve a um Procedimento de Manifestação de Interesse (PMI) para reativação de linhas férreas no transporte de passageiros, publicado pelo governo do Estado ontem, no "Diário Oficial Minas Gerais". O intuito é fazer a obra por meio de uma Parceria Público-Privada (PPP).

As empresas têm prazo de até um mês, a partir da publicação da PMI, para manifestar interesse no projeto e fazer um estudo da viabilidade e custos. O edital para as obras está dividido em três lotes: o primeiro corresponde à reativação da linha ferroviária entre Sete Lagoas e Divinópolis, o segundo, entre a capital e Brumadinho, e o terceiro, entre Belo Horizonte e Conselheiro Lafaiete, com um ramal até Ouro Preto. "As ferrovias do Estado têm vários trechos abandonados há anos, que serão ótimas alternativas para a mobilidade urbana da cidade, já que nós sabemos que é grande a demanda de passageiros das regiões metropolitana e Central de Minas para a capital", disse o secretário de Estado de Gestão Metropolitana, Alexandre Silveira.

A malha ferroviária pertence ao governo federal, que segundo Silveira, já autorizou o uso dos trilhos para o transporte de passageiros de 21 cidades. A intenção do Estado é reaproveitar as linhas já existentes e criar novas, onde for necessário. Nas linhas por onde passa transporte de carga, o intuito é conciliar com o de passageiros. Segundo Silveira, o número e os locais das estações ainda não estão definidos e vão depender do estudo das empresas, que devem ficar prontos até 2013.

A previsão é que a licitação para as obras seja aberta até 2014. O investimento ainda não está definido, mas deve ficar na casa dos bilhões. "Nós queremos que seja um transporte de qualidade, que traga conforto aos usuários", disse Silveira.

A intenção é que os trens se integrem a estações de metrô, como as do Eldorado, Calafate, Gameleira, Carlos Prates, Horto e Barreiro. "Com isso, fica mais fácil os usuários chegarem também à região central de Belo Horizonte", acredita Silveira.

Especialista. Para o professor da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) e especialista em tráfego urbano Davi Magalhães, a alternativa pode contribuir para solucionar os problemas no tráfego do Estado. "A região metropolitana já está muito sobrecarregada, e o transporte sobre trilhos pode ser mesmo uma ótima solução", disse Magalhães.

Demanda

Desconhecida. O Estado ainda vai iniciar, nos próximos dias, um estudo da demanda de passageiros das regiões metropolitana e Central de Minas para a capital. O resultado vai ficar pronto dentro de quatro meses.

http://www.otempo.com.br/noticias/ultimas/?IdNoticia=205511,OTE&busca=rodoanel+bh&pagina=1
 

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Rodrigo Cunha
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Prodecimento de Manifestação de Interesse (PMI) SEDE Nº 02/2012

TRANSPORTE SOBRE TRILHOS


A Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico do Estado de Minas Gerais, por meio da Unidade Central de PPP, e a Secretaria de Estado Extraordinária de Gestão Metropolitana (SEGEM), por meio da Agência de Desenvolvimento da Região Metropolitana (Agência RMBH), tornam público, com base no Decreto Estadual nº 44.565, de 03 de julho de 2007; do art. 21 da Lei nº 8.987, de 13 de fevereiro de 1995; do art. 31 da Lei nº 9.074, de 07 de julho de 1995; da Lei Federal nº 11.079, de 30 de dezembro de 2004; e da Lei Estadual nº 14.868, de 16 de dezembro de 2003, o Aviso de Procedimento de Manifestação de Interesse (PMI) SEDE nº 02/2012, visando à obtenção de estudos, levantamentos e propostas para implantação e operação dos serviços relativos ao Projeto de Transporte de Passageiros sobre Trilhos nos segmentos Divinópolis -Betim – Belo Horizonte - Sete Lagoas (Lote 01), Belo Horizonte – Brumadinho – Águas Claras – Eldorado (Lote 02) e Belo Horizonte – Nova Lima – Conselheiro Lafaiete – Ouro Preto (Lote 03); e Propostas para implantação e operação de um serviço estruturador do transporte coletivo sobre trilhos, para atendimento da região metropolitana do Vale do Aço (Lote 04).

Fonte: http://www.ppp.mg.gov.br/projetos-p...estacao-de-interesse-pmi-sede-no-02-2012/view
 

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Discussion Starter · #12 ·
Trens de passageiros de volta

Os moradores das regiões metropolitana de Belo Horizonte e Central de Minas Gerais devem voltar a usar os trens como transporte público. A novidade se deve a um Procedimento de Manifestação de Interesse (PMI) para reativação de linhas férreas no transporte de passageiros, publicado pelo governo do Estado ontem, no "Diário Oficial Minas Gerais". O intuito é fazer a obra por meio de uma Parceria Público-Privada (PPP).

As empresas têm prazo de até um mês, a partir da publicação da PMI, para manifestar interesse no projeto e fazer um estudo da viabilidade e custos. O edital para as obras está dividido em três lotes: o primeiro corresponde à reativação da linha ferroviária entre Sete Lagoas e Divinópolis, o segundo, entre a capital e Brumadinho, e o terceiro, entre Belo Horizonte e Conselheiro Lafaiete, com um ramal até Ouro Preto. "As ferrovias do Estado têm vários trechos abandonados há anos, que serão ótimas alternativas para a mobilidade urbana da cidade, já que nós sabemos que é grande a demanda de passageiros das regiões metropolitana e Central de Minas para a capital", disse o secretário de Estado de Gestão Metropolitana, Alexandre Silveira.

A malha ferroviária pertence ao governo federal, que segundo Silveira, já autorizou o uso dos trilhos para o transporte de passageiros de 21 cidades. A intenção do Estado é reaproveitar as linhas já existentes e criar novas, onde for necessário. Nas linhas por onde passa transporte de carga, o intuito é conciliar com o de passageiros. Segundo Silveira, o número e os locais das estações ainda não estão definidos e vão depender do estudo das empresas, que devem ficar prontos até 2013.

A previsão é que a licitação para as obras seja aberta até 2014. O investimento ainda não está definido, mas deve ficar na casa dos bilhões. "Nós queremos que seja um transporte de qualidade, que traga conforto aos usuários", disse Silveira.

A intenção é que os trens se integrem a estações de metrô, como as do Eldorado, Calafate, Gameleira, Carlos Prates, Horto e Barreiro. "Com isso, fica mais fácil os usuários chegarem também à região central de Belo Horizonte", acredita Silveira.

Especialista. Para o professor da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) e especialista em tráfego urbano Davi Magalhães, a alternativa pode contribuir para solucionar os problemas no tráfego do Estado. "A região metropolitana já está muito sobrecarregada, e o transporte sobre trilhos pode ser mesmo uma ótima solução", disse Magalhães.

Demanda

Desconhecida. O Estado ainda vai iniciar, nos próximos dias, um estudo da demanda de passageiros das regiões metropolitana e Central de Minas para a capital. O resultado vai ficar pronto dentro de quatro meses.

http://www.otempo.com.br/noticias/ultimas/?IdNoticia=205511,OTE&busca=rodoanel+bh&pagina=1
Não tem lógica ir para Ouro Preto passando por Miguel Burnier, é uma volta muito grande, apesar de Burnier ser um distrito de Ouro Preto Burnier está mais próximo de Congonhas do que de Ouro Preto, outra loucura é seguir para C. Lafaiete em bitola métrica, a bitola métrica termina em FDM(Joaquim Murtinho) seria melhor seguir pela larga passando por Brumadinho, Moeda e chegando a C. Lafaiete.
 

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Discussion Starter · #13 ·
Eu tinha feito um projetinho com trens na RMBH, fiz uma atualizada nele pensando nesse projeto do governo.
creio que não seja necessário os trens irem até o centro de BH, é só fazer transbordo com o metrô, mas podem existir alguns horarios, principalmente os de pico.
Acho que um intervalo de 15 minutos no pico já seria ótimo, mas só para regiões mais perifericas. Trens poderiam sair de Santa Luzia, Vespasiano, Betim, Ibirité, pois teriam mais demanda que Sete Lagoas, Divinópolis...
Isaac, muito bom o seu mapa.
 

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Pô, o projeto é bem interessante... No caso de Brumadinho, seria viável o uso compartilhado dos trilhos do metrô para alcançar a Estação Central? No Japão, algumas linhas da Tokyo Metro (Metrô de Tóquio) é compartilhado entre as composições metroviárias e trens Limited-Express (intermunicipais) de algumas empresas privadas locais.

Vou participar bastante deste thread. Já estive em BH.
 

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Espero que o projeto fracasse.

Chega do espírito ferrorama. As linhas férreas existentes não se prestam a transporte de média distância por sua baixa velocidade. As que se prestam são fortemente usadas pelo tráfego de cargas, ainda bem.

Apresentaram umas propostas com traçados absurdos...

Como costumo dizer, CHEGA de achar que só porque existe uns trilhos abandonados aqui e ali um trem mequterefre lento deva circular.
 

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^^

Eu, pelo contrário, espero que o projeto avance, embora não da forma atual.

Concordo com o Suburbanist
O traçado dessas linhas devem ser absurdos para a operação atual. O projeto tem que ser bem feito ou o trem sempre vai ser visto como transporte de 3º categoria no país...

No mais, espero que Minas consiga o que São Paulo tem adiado tanto :)
 

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O Suburbanist tem razão, em partes: a ferrovia entre Betim e Divinópolis possui um traçado muito sinuoso, onde velocidades acima de 70 Km/h são impossíveis. Com isso, os ônibus da Santa Maria venceriam fácil os trens na linha até BH, ainda mais que a MG-050 está boa para se rodar hoje em dia.
 

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Rodrigo Cunha
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Espero que o projeto fracasse.

Chega do espírito ferrorama. As linhas férreas existentes não se prestam a transporte de média distância por sua baixa velocidade. As que se prestam são fortemente usadas pelo tráfego de cargas, ainda bem.

Apresentaram umas propostas com traçados absurdos...

Como costumo dizer, CHEGA de achar que só porque existe uns trilhos abandonados aqui e ali um trem mequterefre lento deva circular.
^^

Eu, pelo contrário, espero que o projeto avance, embora não da forma atual.

Concordo com o Suburbanist
O traçado dessas linhas devem ser absurdos para a operação atual. O projeto tem que ser bem feito ou o trem sempre vai ser visto como transporte de 3º categoria no país...

No mais, espero que Minas consiga o que São Paulo tem adiado tanto :)
Creio que devamos operar pelas linhas que temos sim e ao longo do tempo ir fazendo retificações no trajeto. O Terminal Santa Luzia poderia ganhar um ramal até a FCA, integrando na Estação Central.
 

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Deveriam fazer algo como em SP, com linhas regionais de verdade, a média velocidade, com tempos de viagem muito menores que os rodoviários e tarifa competitiva.

É mais caro, mas não é nada impossível.


abraços]
 

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Discussion Starter · #20 ·
O Suburbanist tem razão, em partes: a ferrovia entre Betim e Divinópolis possui um traçado muito sinuoso, onde velocidades acima de 70 Km/h são impossíveis. Com isso, os ônibus da Santa Maria venceriam fácil os trens na linha até BH, ainda mais que a MG-050 está boa para se rodar hoje em dia.
O problema são os congestionamentos, que eleva o tempo de viagem.

Eu como técnico duvidada da viabilidade, mas agora ví que é possível circular trens de passageiros a no máximo 150 km de distância( no caso das linhas propostas) e 300 km (no caso da EFVM) o tempo é praticamente o mesmo e o preço do ferroviário é bem menor e mais atrativo, conheço gente que é de Divinopolis e vem estudar em BH, gente que mora em Bh e trabalha em Sete Lagoas ou Itabirito, o que chama a atenção é quantidade de ônibus fretados pela VALE circulando na BR-040, na média, encheria fácil um trem com 10 carros por hora.
 
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