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Está disposto a adquirir um veículo eléctrico para as suas deslocações diárias?

  • Sim

    Votes: 12 46.2%
  • Não

    Votes: 4 15.4%
  • Não estou suficientemente informado

    Votes: 2 7.7%
  • Vou esperar por mais desenvolvimentos na área

    Votes: 8 30.8%
1 - 20 of 57 Posts

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Discussion Starter · #1 · (Edited)
Para o inicio do próximo ano começam a ser vendidos os primeiros veículos eléctricos em Portugal, dadas as características interessantes dos veículos, do ponto de vista do conforto, poupança, ambiente, benefícios fiscais e potencial de desenvolvimento, acho que teremos uma revolução a curto prazo nas estradas portuguesas e mundiais.

Alguns exemplos, mas quase todas as marcas, já têm o seu modelo eléctrico, incluindo as de alta-gama.
http://www.renault-ze.com/home-1224.html
http://www.nissan-zeroemission.com/EN/index.html
http://www.electric.citroen.com/
http://www.peugeot.pt/minisite/ion/5-portas/
http://www.teslamotors.com/goelectric

Rede de abastecimento e mais informações
http://www.mobi-e.pt/Pages/default.aspx

Sejam quais forem as opiniões acerca da mobilidade eléctrica, Portugal já lucrou com a sua iniciativa e pro-actividade neste aspecto, uma fábrica de baterias e isto é só o inicio.
 

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Discussion Starter · #2 · (Edited)
Mobi-e garante rede para carros eléctricos pronta no início de 2011
Sara Piteira Mota
22/10/10 00:05

Portugal já tem actualmente 40 pontos de abastecimento para carros eléctricos a funcionar.

O Mobi-e, consórcio de empresas para a mobilidade eléctrica, garante que a rede-piloto de abastecimento ao carro eléctrico estará pronta no final do primeiro semestre de 2011. "Portugal será dos primeiros países a ter uma rede de abastecimento para carros eléctricos que abrange o País quase todo", confirmou Renato Pereira, administrador da Inteli, uma das empresas envolvidas no Mobi-e, na apresentação internacional do Nissan Leaf em Lisboa.

Até agora, "já estão implementados 40 pontos de abastecimento em várias cidades. Estes pontos já estão a funcionar em testes, mas ainda não se encontram abertos ao público", acrescentou Rui Marques, da EDP Inovação, à parte do III Seminário Ibérico de Estacionamento subordinado ao tema "A Cidade Possível". A rede-piloto de pontos de carregamento terá 1.300 postos de abastecimento lento, em 25 capitais de distrito, que deverão custar mais de 3,9 milhões de euros, contabilizando apenas o valor da coluna central. Já o custo de um posto de abastecimento rápido - que permite carregar 80% da bateria em meia hora - deverá rondar os 30 mil euros por unidade. O Governo irá implementar 50 colunas em todo o país.

O Mobi-e irá incluir estações de carregamento acessíveis a todas as marcas de carros eléctricos. "Os utilizadores destes veículos apenas necessitarão de um cartão de identificação (idêntico a um Multibanco) para aceder a esta rede, independentemente do local da estação de carregamento", explica Renato Pereira.
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"Portugal tem a oportunidade de contribuir para um ponto de viragem"
Eudora Ribeiro
08/12/09 13:40
O ministro da Economia afirmou hoje que Portugal tem agora a oportunidade de ter um papel num "'turning point' da história da humanidade", no que respeita o carro eléctrico.

"O conjunto de actos, decisões e vontade que se cruza neste projecto de cooperação [nova fábrica de baterias para carros eléctricos], tem hoje um momento decisivo", disse Viera da Silva, acrescentando que este "poderá ser um desses 'turning point' da História da humanidade".

O ministro da Economia frisou ainda que "felizmente para nós Portugal, que temos chegado sempre atrasados a esses 'turning point', temos agora a oportunidade de ter um papel modesto neste momento", disse o responsável numa cerimónia que decorre no Centro Cultural de Belém, em Lisboa.

Vieira da Silva acrescentou ainda que a nova fábrica de baterias de lítio se insere "de forma quase perfeita na estratégia energética que Portugal tem vindo a seguir", nomeadamente ao nível do aprofundamento do investimento nas energias renováveis e melhoria da eficiência energética".

Tal como o Diário Económico noticiou, Aveiro foi a cidade escolhida para a localização da fábrica de baterias de iões de lítio, devido à proximidade de outra fábrica do grupo Renault-Nissan e às sinergias daí decorrentes, além da rede de acessos rodo-ferroviários.

A construção da nova fábrica de baterias para carros eléctricos arranca em Outubro de 2010 e representa um investimento de 250 milhões de euros que vai criar 200 postos de trabalho.
 

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Para o inicio do próximo ano começam a ser vendidos os primeiros veículos eléctricos em Portugal, dadas as características interessantes dos veículos, do ponto de vista do conforto, poupança, ambiente, benefícios fiscais e potencial de desenvolvimento, acho que teremos uma revolução a curto prazo nas estradas portuguesas e mundiais.

Alguns exemplos, mas quase todas as marcas, já têm o seu modelo eléctrico, incluindo as de alta-gama.
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Rede de abastecimento e mais informações
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Sejam quais forem as opiniões acerca da mobilidade eléctrica, Portugal já lucrou com a sua iniciativa e pro-actividade neste aspecto, uma fábrica de baterias e isto é só o inicio.
Atenção que nada de loucuras ainda e creio que esse vai ser um entrave...os carros electricos, pelo menos ao longo de 2009, a medida que foram sendo testados, chegou se a conclusão que em estrada, no dia a dia, não rendem tanto como se esperava....logo, embora sejam sempre uma mais valia, para quem faça mais que uma deslocação de 50km por dia (ir e vir), não é propriamente recomendado, porque se sujeita a ficar a pé...

Depois...ambientalmente são correctos?não...só do ponto de vista enquanto carro...no seu ciclo de vida, alguns são piores que Land Rovers e afins...para esta ideia, basta pegar no Toyota Prius, um Hibrido não um electrico, mas é uma situação parecida, quando se compara o ciclo de vida dele, com o de um Land Rover, só após 10 anos de uso salvo erro, diário (uma média de 40 ou 50km por dia util) é que o Prius se torna realmente mais ecológico que o Land Rover...
 

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Para o inicio do próximo ano começam a ser vendidos os primeiros veículos eléctricos em Portugal, dadas as características interessantes dos veículos, do ponto de vista do conforto, poupança, ambiente, benefícios fiscais e potencial de desenvolvimento, acho que teremos uma revolução a curto prazo nas estradas portuguesas e mundiais.

Alguns exemplos, mas quase todas as marcas, já têm o seu modelo eléctrico, incluindo as de alta-gama.
http://www.renault-ze.com/home-1224.html
http://www.nissan-zeroemission.com/EN/index.html
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Rede de abastecimento e mais informações
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Sejam quais forem as opiniões acerca da mobilidade eléctrica, Portugal já lucrou com a sua iniciativa e pro-actividade neste aspecto, uma fábrica de baterias e isto é só o inicio.
Como eu esperava, os carros estão a evoluir.
 

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Como eu esperava, os carros estão a evoluir.
Não como o ideal...o Tesla por exemplo, foi testado pelo Top Gear, e digamos que os resultados estão muito longe do esperado...e tirando o palavreado das marcas e o dizer que faz...ainda não viste nenhum resultado/balanço fiável...
 

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Discussion Starter · #6 ·
Não como o ideal...o Tesla por exemplo, foi testado pelo Top Gear, e digamos que os resultados estão muito longe do esperado...e tirando o palavreado das marcas e o dizer que faz...ainda não viste nenhum resultado/balanço fiável...
Se fosse só uma marca ou outra que apostasse neste segmento, eu até desconfiava, mas é generalizado, todas as marcas, umas mais que outras têm investido imenso neste segmento. Neste momento, como ainda não há experiência generalizada com os carros, só temos praticamente as informações que as marcas nos dão e não tenho razões para desconfiar.
O modelo que me agrada mais, é o "Nissan Leaf", é confortável, tem 150km de autonomia e velocidade máxima de 150km/h, eu normalmente faço 60km por dia, portanto...
Li ontem um artigo de uns jornalistas que deram umas voltas por Lisboa(auto-estrada e estradas citadinas) com ele e só puderam dizer bem. Vou ver se encontro e ponho aqui.
Ou então o Renault Fluence ZE.
 

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Se fosse só uma marca ou outra que apostasse neste segmento, eu até desconfiava, mas é generalizado, todas as marcas, umas mais que outras têm investido imenso neste segmento. Neste momento, como ainda não há experiência generalizada com os carros, só temos praticamente as informações que as marcas nos dão e não tenho razões para desconfiar.
O modelo que me agrada mais, é o "Nissan Leaf", é confortável, tem 150km de autonomia e velocidade máxima de 150km/h, eu normalmente faço 60km por dia, portanto...
Li ontem um artigo de uns jornalistas que deram umas voltas por Lisboa(auto-estrada e estradas citadinas) com ele e só puderam dizer bem. Vou ver se encontro e ponho aqui.
Ou então o Renault Fluence ZE.
A questão é que esta duração das baterias...é ai que está o problema...está a aparecer em todos...o caso do tesla é o mais grave porque é do género...dizem que dá 100km, e nem 10km a abrir fez...num carro desportivo que quer competir na gama dos lotus elise e afins...ou seja tem que estar pronto para ser conduzido a abrir..isto é notóriamente pouco, fazer um circuito de 2 ou 3km, a 120 ou 130, com picos de aceleração é certo...que aumentam muito o consumo mas longe...e repara é precisamente das marcas que deves desconfiar...basta ires hoje as bancas e comprares a turbo por exemplo...vais aquela tabelinha que está no fundo, com os dados anunciados pelas marcas...marcas um test drive de um dos carros que apareça na lista, de preferencia um que tenha um indicador de consumo aos 100km...e vais reparar que estás sempre longe...no papel vem 5L, ele faz 6/6,5, no papel, e no que as companhias dizem...dá para teres uma estimativa...não a verdadeira noção do que é o carro...daí que eu não apostaria muito ainda nesta primeira fornada de eléctricos....

só melhorarão realmente quando começarem a sentir pressões de mercado e afins...porque marca x, é mais rapida, porque marca y aguenta mais...só ai é que esse problema vai ser começado a resolver...e ai teras um verdadeiro carro...até lá...é complicado...

Relativamente ao nissan...realmente eu se tivesse que comprar já...compraria o nissan ou o citroen...porque são os que me parecem mais estáveis...e onde posso confiar mais...nem tanto o citroen, porque não gosto..mas no nissan...mas de qualquer das maneiras ainda não compraria...esperava mais 2 ou 3 anos..até começarem a sair novos modelos...

Quanto as voltas..é o problema de sempre...fazer 5km ou 6km com um carro..mesmo 30 ou 40...não é propriamente o mesmo que agarrar nele todos os dias..é completamente diferente...
 

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Estou mais que interessado...só os preços é que são um grande entrave. Mesmo com o incentivo de 5 mil Euros para os primeiros, os valores são bastante elevados.
 

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Discussion Starter · #9 ·
A questão é que esta duração das baterias...é ai que está o problema...está a aparecer em todos...o caso do tesla é o mais grave porque é do género...dizem que dá 100km, e nem 10km a abrir fez...num carro desportivo que quer competir na gama dos lotus elise e afins...ou seja tem que estar pronto para ser conduzido a abrir..isto é notóriamente pouco, fazer um circuito de 2 ou 3km, a 120 ou 130, com picos de aceleração é certo...que aumentam muito o consumo mas longe...e repara é precisamente das marcas que deves desconfiar...basta ires hoje as bancas e comprares a turbo por exemplo...vais aquela tabelinha que está no fundo, com os dados anunciados pelas marcas...marcas um test drive de um dos carros que apareça na lista, de preferencia um que tenha um indicador de consumo aos 100km...e vais reparar que estás sempre longe...no papel vem 5L, ele faz 6/6,5, no papel, e no que as companhias dizem...dá para teres uma estimativa...não a verdadeira noção do que é o carro...daí que eu não apostaria muito ainda nesta primeira fornada de eléctricos....

só melhorarão realmente quando começarem a sentir pressões de mercado e afins...porque marca x, é mais rapida, porque marca y aguenta mais...só ai é que esse problema vai ser começado a resolver...e ai teras um verdadeiro carro...até lá...é complicado...

Relativamente ao nissan...realmente eu se tivesse que comprar já...compraria o nissan ou o citroen...porque são os que me parecem mais estáveis...e onde posso confiar mais...nem tanto o citroen, porque não gosto..mas no nissan...mas de qualquer das maneiras ainda não compraria...esperava mais 2 ou 3 anos..até começarem a sair novos modelos...

Quanto as voltas..é o problema de sempre...fazer 5km ou 6km com um carro..mesmo 30 ou 40...não é propriamente o mesmo que agarrar nele todos os dias..é completamente diferente...
Ok, mas já estão uns quantos pré-reservados em quase todas as marcas, quando essas pessoas os usarem por 1 ou 2 meses, já vão poder dizer se é assim ou não é. E acho que as marcas não iam mentir ao ponto de as diferenças entre o que anunciam e o que realmente é fosse muito grande, senão se o feedback dos primeiros compradores fosse muito mau, mais ninguém compraria e isto daria um prejuízo gigantesco e o projecto perderia muita credibilidade.
 

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O único veiculo deste tipo que me poderá interessar e servir para as deslocações diárias, pelo que li é o Chevrolet Volt ou Opel Ampera na Europa.
O problema será infelizmente o mesmo que já aqui tem referido, pois é estimado um preço acima dos 40 mil euros para a sua comercialização na Europa, dá para imaginar o que acontecerá em Portugal.
 

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Ok, mas já estão uns quantos pré-reservados em quase todas as marcas, quando essas pessoas os usarem por 1 ou 2 meses, já vão poder dizer se é assim ou não é. E acho que as marcas não iam mentir ao ponto de as diferenças entre o que anunciam e o que realmente é fosse muito grande, senão se o feedback dos primeiros compradores fosse muito mau, mais ninguém compraria e isto daria um prejuízo gigantesco e o projecto perderia muita credibilidade.
O problema do tesla penso eu, foi ter sido mal direcionado...como city car...num comportamento de city car, possivelmente sair se ia muito melhor...mas foram no meter logo como concorrente ao Lotus Elise..

Quanto aos pré reservados..eu tinha cuidado nisso...porque é preciso ter atenção ao vicio das baterias, e não é num mês ou 2 que irás perceber isso..no entanto sim...relativamente a consumos instantaneos...já vai dar para ter uma ideia...mt em breve...

A questão está...as marcas não mentem...aquilo que elas dizem é verdade...a questão é que eles não dizem como tais testes são feitos...não dizem por exemplo que os testes de consumo médio são feitos em tapetes rolantes, em condições ideiais (aka impossiveis de algum dia encontrar na estrada muito menos ao longo de 100km) sempre em linha recta...e a velocidade tipo cruise control...sempre por exemplo a 100km, em quinta...isso em 10km, não notas grande diferença...mas ao fim de 100km...representa por exemplo menos 1 ou 2L de combustivel e muito menos desgate de peças....é assim que a longevidade das baterias está testada...o que significa que não conta com subidas, descidas, pára arrancas, condução amadora, condução agressiva, curvas, etc...e alguns destes pormenores muita gente nem se vai aperceber deles já...porque estou mesmo a ver o que vai acontecer...ao fim do dia...o pessoal vai agarrar e vai ligar o carro logo a ficha tenha ou não chegado sequer a meio da bateria...

Quanto ao feedback...sim...alias...o futuro dos carros electricos, e da mobilidade electrica está dependente do sucesso destes carros...
 

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O único veiculo deste tipo que me poderá interessar e servir para as deslocações diárias, pelo que li é o Chevrolet Volt ou Opel Ampera na Europa.
O problema será infelizmente o mesmo que já aqui tem referido, pois é estimado um preço acima dos 40 mil euros para a sua comercialização na Europa, dá para imaginar o que acontecerá em Portugal.
Podias, sei lá, abrir os links e ver o preço dos carros...

O Renault Fluence:
Preço do veículo
21.620 € ( 22.000 € + IVA a 21% - 5.000 € de incentivo do Estado *)
Para um PVP de 26.620 €.
Acrescem despesas administrativas, de transporte e aluguer da bateria. Preço poderá variar de acordo com as alterações da taxa de IVA em vigor.

Plano de Aluguer da Bateria
79 € mensais
A bateria do Fluence ZE é proposta em regime de aluguer mensal, por 79€ mensais (IVA incluído) para 10.000 km/ano. Preço poderá variar de acordo com alterações da taxa de IVA em vigor


Os carros de propulsão exclusivamente eléctrica têm isenção de ISV, daí que "o que poderá acontecer em Portugal" é o mesmo que nos outros sítios. Não sei se isto da bateria alugada é generalizado ou particularidade da Renault (eu não estou assim tão interessado seja em qual deles for, e o Fluence era o primeiro da lista), mas 80€ por mês parece-me bastante puxado. Quantos km é que é preciso fazer para gastar mais que isso em combustível?

* - O incentivo do estado parece que é só para os primeiros 5 000 veículos. (?)
 

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Podias, sei lá, abrir os links e ver o preço dos carros...

O Renault Fluence:
Preço do veículo
21.620 € ( 22.000 € + IVA a 21% - 5.000 € de incentivo do Estado *)
Para um PVP de 26.620 €.
Acrescem despesas administrativas, de transporte e aluguer da bateria. Preço poderá variar de acordo com as alterações da taxa de IVA em vigor.

Plano de Aluguer da Bateria
79 € mensais
A bateria do Fluence ZE é proposta em regime de aluguer mensal, por 79€ mensais (IVA incluído) para 10.000 km/ano. Preço poderá variar de acordo com alterações da taxa de IVA em vigor


Os carros de propulsão exclusivamente eléctrica têm isenção de ISV, daí que "o que poderá acontecer em Portugal" é o mesmo que nos outros sítios. Não sei se isto da bateria alugada é generalizado ou particularidade da Renault (eu não estou assim tão interessado seja em qual deles for, e o Fluence era o primeiro da lista), mas 80€ por mês parece-me bastante puxado. Quantos km é que é preciso fazer para gastar mais que isso em combustível?

* - O incentivo do estado parece que é só para os primeiros 5 000 veículos. (?)

Nehum desses veiculos que estão nos links, nem esse que referes, me servirá para o dia-a-dia, a autonomia não é suficiente.
O único que me poderá interessar é o Opel Ampera pois pode ter uma autonomia de 500 km, e apesar de a propulsão ser exclusivamente eléctrica, possui tambem um motor gerador de combustão interna. Por causa disso, a sua homologação como veiculo eléctrico ainda está pendente na europa, e sem a mesma não poderá receber os incentivos anunciados.

http://aeiou.expresso.pt/opel-ampera-aguarda-homologacao-como-veiculo-electrico=f585957

http://en.wikipedia.org/wiki/Chevrolet_Volt
 

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Acho que não há como falhar.

Já são demasiadas marcas a desenvolver, tipo comboio a grande velocidade que já não vai parar. A partir de agora vão estar as diferentes marcas todas a "puxar" umas pelas outras e a tecnologia vai começar a evoluir com uma rapidez muito maior do que até aqui.

Se os primeiros carrros ainda têm muitas limitações, acredito bem que daqui a uns 5 anos já apareçam modelos verdadeiramente competitivos. Mas mesmo o que há hoje, já chega para grande parte da população. Então quem tiver garagem...
 

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Acho que não há como falhar.

Já são demasiadas marcas a desenvolver, tipo comboio a grande velocidade que já não vai parar. A partir de agora vão estar as diferentes marcas todas a "puxar" umas pelas outras e a tecnologia vai começar a evoluir com uma rapidez muito maior do que até aqui.

Se os primeiros carrros ainda têm muitas limitações, acredito bem que daqui a uns 5 anos já apareçam modelos verdadeiramente competitivos. Mas mesmo o que há hoje, já chega para grande parte da população. Então quem tiver garagem...
sem duvida...no entanto esse desenvolvimento esta depende não do numero de marcas, mas do número de veiculos que essas marcas vão conseguir vender...
 

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O Renault Fluence:
Preço do veículo
21.620 € ( 22.000 € + IVA a 21% - 5.000 € de incentivo do Estado *)
Para um PVP de 26.620 €.
Acrescem despesas administrativas, de transporte e aluguer da bateria. Preço poderá variar de acordo com as alterações da taxa de IVA em vigor.

Plano de Aluguer da Bateria
79 € mensais
A bateria do Fluence ZE é proposta em regime de aluguer mensal, por 79€ mensais (IVA incluído) para 10.000 km/ano. Preço poderá variar de acordo com alterações da taxa de IVA em vigor


Os carros de propulsão exclusivamente eléctrica têm isenção de ISV, daí que "o que poderá acontecer em Portugal" é o mesmo que nos outros sítios. Não sei se isto da bateria alugada é generalizado ou particularidade da Renault (eu não estou assim tão interessado seja em qual deles for, e o Fluence era o primeiro da lista), mas 80€ por mês parece-me bastante puxado. Quantos km é que é preciso fazer para gastar mais que isso em combustível?

* - O incentivo do estado parece que é só para os primeiros 5 000 veículos. (?)
Então é melhor fazeres a conta a 22% ou 23%.
 

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O Renault Fluence:
Preço do veículo
21.620 € ( 22.000 € + IVA a 21% - 5.000 € de incentivo do Estado *)
Para um PVP de 26.620 €.
Acrescem despesas administrativas, de transporte e aluguer da bateria. Preço poderá variar de acordo com as alterações da taxa de IVA em vigor.

Plano de Aluguer da Bateria
79 € mensais
A bateria do Fluence ZE é proposta em regime de aluguer mensal, por 79€ mensais (IVA incluído) para 10.000 km/ano. Preço poderá variar de acordo com alterações da taxa de IVA em vigor


Os carros de propulsão exclusivamente eléctrica têm isenção de ISV, daí que "o que poderá acontecer em Portugal" é o mesmo que nos outros sítios. Não sei se isto da bateria alugada é generalizado ou particularidade da Renault (eu não estou assim tão interessado seja em qual deles for, e o Fluence era o primeiro da lista), mas 80€ por mês parece-me bastante puxado. Quantos km é que é preciso fazer para gastar mais que isso em combustível?

* - O incentivo do estado parece que é só para os primeiros 5 000 veículos. (?)
Sim, o incentivo é apenas para os primeiros 5 mil. E como o primeiro a sair será o Kangoo, deve levar logo a fatia toda...:eek:hno:
 

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Discussion Starter · #19 ·
http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?id_news=474789

Apresentação Internacional: Nissan Leaf

Texto: Francisco Cruz; Fotos: Nissan
É o automóvel que tudo despoletou. O automóvel que levou o Governo português a investir numa rede de abastecimento de energia eléctrica a nível nacional e que, inclusivamente, fez muitos portugueses acreditarem que mobilidade com zero de emissões de CO2 é possível. E, embora com chegada ao mercado português agendada apenas para o início de 2011, o Nissan Leaf está já a ser apresentado aos media europeus nas estradas portuguesas. Diário Digital foi um dos convidados… e gostou do que viu. E sentiu.
A verdade, no entanto, é que não foi esta a primeira vez que tivemos oportunidade de ver in loco o primeiro veículo zero emissões da marca nipónica. Contactámos com o Leaf logo aquando da primeira aparição em Portugal, em Maio deste ano, numa apresentação em que foi-nos dado a experienciar algo parecido (uma versão eléctrica do Tiida), num circuito com pouco mais de um quilómetro. Sendo que logo aí ficámos a gostar!

Entretanto, cinco meses depois, o momento chegou: o Leaf, o verdadeiro Nissan Leaf, a versão que deverá chegar ao mercado japonês e norte-americano ainda este final de ano (Portugal, só em Janeiro de 2011), está finalmente no nosso país, para apresentação aos media portugueses e europeus, e as primeiras (verdadeiras) experiências de condução!

Quanto à base de trabalho, é a já conhecida: trata-se do primeiro produto da Aliança Reanult-Nissan no domínio dos eléctricos, o carro que esteve na base da assinatura de um acordo entre o grupo automóvel francês e o Governo português, com o objectivo de tornar Portugal o primeiro país do Mundo a apresentar uma rede de abastecimento eléctrico de âmbito nacional – 1300 pontos de carregamento normal (40 já estão instalados), 50 pontos de carregamento rápido, 25 cidades envolvidas (pelo menos, para já), sem esquecer postos de abastecimento em aeroportos (no da Portela já existe), estações de serviço e parques de estacionamento públicos. Tudo para estar pronto no final do primeiro semestre de 2011, acessível a qualquer utilizador de um veículo eléctrico, seja qual for o fornecedor de electricidade com que o condutor tenha contrato.

Com um custo de utilização estimado de 2,07 Euros para cada 100 quilómetros e anual de 306 Euros (valor apurado para um total de 15 mil quilómetros/ano), o Nissan Leaf assume-se como um familiar compacto do segmento C (o mesmo do Volkswagen Golf, do Renault Megane ou do Peugeot 307), concebido para transportar cinco adultos (são 4,4 metros de comprimento, 1,7 m de largura, 1,5 m de altura, com uma distância entre eixos de 2,7 m… tudo concebido a partir de uma plataforma totalmente nova, 40% mais rígida que a de um automóvel convencional e específica para um veículo eléctrico), com uma bagageira capaz de albergar até 330 litros (demasiado funda para aproveitar o rebatimento 60/40 das costas dos bancos… mas com uma mochila própria para colocar os cabos de abastecimento), mas também uma qualidade de vida a bordo de bom nível, a par de uma posição de condução correcta, confortável e facilitadora da missão do condutor.

Dono de um tablier futurista, onde se destaca a consola central de dimensões generosas (mas também muito atraente), sobressai igualmente um painel de instrumentos totalmente digital (a azul), do qual fazem parte um indicador de temperatura, o nível de carga das baterias, assim como uma linha de círculos que vai indicando a potência de saída e a electricidade regenerada (nomeadamente, com a travagem). Isto sem esquecer um segundo (mais pequeno) mostrador digital, em que é possível encontrar o velocímetro, hora, temperatura exterior… e o indicador da condução Eco. Onde, em resultado de uma condução mais ecológica (nomeadamente, com a “caixa automática” também no tal modo Eco), é possível divertirmo-nos «plantando» pinheiros!

No entanto, se a questão é elementos futuristas, parece-nos que nada ultrapassará a «caixa automática» (algo de que, na realidade, os veículos eléctricos não necessitam!), através da qual podemos seleccionar uma de quatro opções: P (Parking), D (andar em frente), Eco (condução ecológica) e R (marcha-atrás). Qualquer uma delas, accionável através de um pequeno joystick entre os bancos dianteiros, tão atraente quanto fácil de utilizar!

De resto, também no equipamento oferecido de série (disponível para venda vai estar apenas uma única versão) o primeiro Nissan eléctrico de produção em série procura surpreender, oferecendo elementos como a câmara de visualização traseira, a navegação por satélite, todo o tipo de sistemas informáticos, de conforto (sistema de som, ar condicionado, etc…) e telemática (o Nissan CARWINGS, que, entre outras faculdades, informa onde se localizam as estações de carregamento mais próximas), sem esquecer toda uma série de soluções de segurança, como airbags, ABS, Assistência à Travagem, Controlo Dinâmico do Veículo (ESP). E isto já para não falar na atenção dada à segurança durante o processo de carregamento das baterias ou até mesmo de protecção das mesmas em caso de acidente!

Opcionais, no Nissan Leaf, só mesmo um: o spoiler de tejadilho com painel solar incorporado, destinado a apoiar o carregamento da bateria de 12V utilizada para a alimentação de acessórios.

Accionável através da presença da chave… e de um pequeno botão Start/Stop (que, ao ser pressionado, faz aparecer… silêncio), é, no entanto, no sistema de propulsão que está grande parte do interesse deste Nissan Leaf.

Composta por um conjunto de 48 módulos de baterias de iões de lítio colocados sob o piso do automóvel (que, com a sua disposição, garantem, segundo a marca, uma distribuição de peso de quase 50/50, a par de um centro de gravidade baixo) e capazes de garantirem energia a um motor eléctrico de 80 kw (108 cv), com um binário máximo de 280 Nm (o equivalente a um convencional motor V6 2.5 a gasolina), logo desde o arranque, esta solução acaba permitindo, entre outros atractivos, uma velocidade máxima de mais de 150 km/h, uma aceleração dos 0 aos 100 km/h em 11,9 segundos, com uma autonomia a rondar os 160 km (ainda que este aspecto dependa muito do tipo de condução realizado)… e zero emissões de CO2!

De resto, durante a meia centena de quilómetros em tivemos oportunidade de conduzir o eléctrico da Nissan, ficamos assumidamente agradados não apenas com a surpreendente capacidade de disponibilização (suave) da potência logo desde o primeiro instante, o bom pisar (firme, informativo… em bom piso), ou até mesmo o silêncio em redor (aliás, por questões de segurança, os engenheiros optaram por dotar o Leaf de um barulho específico, mais agudo e intermitente quando em marcha-atrás, contínuo e presente até aos 30 km/h, para que os peões se apercebam da sua presença!), mas também com o facto de ter sido possível fazer mais de 30 quilómetros (de Lisboa a Cascais) pela Marginal, regressar a Lisboa pela auto-estrada A5 (onde pudemos circular à velocidade máxima permitida por lei… tranquilamente e sem qualquer reacção inesperada no comportamento do Leaf) e andar por algumas das muitas ruas antigas e estreitas da capital… ficando ainda com mais de meio depósito para gastar!

Chegados ao local de partida, houve apenas que colocar o Leaf em posição face a um ponto de carregamento, passar um cartão de identificação (que vai ser vendido pelos distribuidores de electricidade, podendo ser pré-pago, pós-pago ou com pagamento no final do mês), digitar o código-pin, abrir a portinhola localizada sob o logótipo no capot, encaixar o cabo de abastecimento… et voilá! Basta esperar cerca de 30 minutos para ficar com 80% da capacidade das baterias disponível, caso se trate de um carregamento rápido; ou então, se estivermos já em casa, deixar o Nissan a carregar durante sete a oito horas, ligado a uma tomada de 220V (a instalar por técnicos especializados, a indicar pela marca nipónica), para no final ter disponível a capacidade total das baterias! E, neste último caso, com uma aliciante: se o carregamento for efectuado fora das horas de maior fluxo, como acontece durante a noite, tudo sairá ainda mais barato!

Destaque ainda para o facto de, mercê da telemática avançada que possui (o já referido CARWINGS, oferecido com o veículo por um período de cinco anos), o Nissan Leaf poder ser «analisado» pelo seu proprietário através de um simples smarthphone ou computador, com o qual é possível, uma vez conectado com o automóvel, definir funções de carregamento, monitorizar o estado de carga do veículo ou até mesmo a capacidade da bateria. Sendo que é possível igualmente regular o ar condicionado para começar a funcionar ainda antes do condutor ocupar o seu lugar, ajudando assim a criar um ambiente mais confortável, ou até mesmo definir a hora a partir da qual se deseja que o carregamento nocturno comece, para tirar partido de uma tarifa mais reduzida.

Com um preço de venda ao público de 30 mil euros (já com o incentivo à aquisição oferecido pelo Governo), a Nissan, que defende ser este um «verdadeiro automóvel», mas para o «cliente certo» (ou seja, não para o condutor que procura uma experiência de condução desportiva ou que faz longas viagens e percursos muitos díspares no seu dia-a-dia), anuncia uma outra importante vantagem: além das formas tradicionais de compra, o Leaf poderá ser adquirido segundo um esquema PCP (Personal Contract Purchase - Plano de Contrato Pessoal, ao abrigo do qual o proprietário pagará uma mensalidade (a definir mais próximo do lançamento, embora as perspectivas apontem para valores entre os 400 e 500€) ao longo dos três anos de contrato, sendo que, no final desse período, podem simplesmente devolver o automóvel ao concessionário (porque chegaram à conclusão que não é o carro que esperavam ou aquele de que necessitam), ficar com o mesmo pagando o Valor Futuro Garantido (GFV – valor residual fixado no início do contrato) ou então trocar o Leaf por um novo veículo eléctrico (caso o valor da troca, que depende da quilometragem e das condições do veículo, for superior ao GFV, a diferença poderá ser aplicada no novo veículo).

Com o PCP, a Nissan promete oferecer ainda serviços adicionais, como é o caso da isenção de pagamento de todos os custos de funcionamento do veículo durante os primeiros três anos, incluindo o seguro, a assistência em viagem, a ligação à telemática a bordo do Leaf e até o livre acesso a um veículo de aluguer, com motor de combustão, sempre que o condutor necessitar de percorrer grandes distâncias!

Em análise estão ainda outras facilidades para os veículos eléctricos, entre as quais, a possibilidade de circularem nos corredores BUS e locais de estacionamento próprios na cidade.

E se a isto juntarmos o facto do primeiro veículo eléctrico (numa família prevista de quatro elementos Nissan e Infiniti) da marca nipónica ser quase 100% reciclável (além de ter na sua construção também muitos materiais recicláveis), a questão é: será que ainda tem dúvidas?...
 

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Bahhh, carros electricos nao da jeito nao tem forca e' para velhos que gostam de andar muito de vagar!!
 
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