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Os concursos públicos para a adjudicação de projectos, obras e fornecimentos necessários para dar corpo ao parque temático da Fundação Alentejo - Terra Mãe deverão ser lançados até final do primeiro trimestre de 2007, avançou ao JN José Flamínio Roza, presidente da instituição. A empreitada, com um investimento estimado em cerca de 10 milhões de euros, vai avançar faseadamente até 2010.

O parque temático, que prestará homenagem ao Alentejo, ocupará uma área de 256 hectares, na Herdade de Adua, no concelho de Montemor-o-Novo. "Estivemos à procura de um local mais de um ano. Foi muito difícil, dada a dimensão do projecto. Mas conseguimos que esta Câmara nos cedesse os terrenos em direito de superfície", explicou José Flamínio Roza. A cedência tem um prazo de 70 anos, renovável por 35 anos.

Segundo o responsável, o parque vai ter núcleos museológicos que traduzem a história e a sociedade alentejana. Para tal, será reconstituído um monte alentejano e uma aldeia "com a sua praça, casario, tabernas, mercearias e fontes". Não será, porém, uma vila deserta de gente, já que a ideia é que tenha alguns habitantes, porque um espaço tão grande vai precisar de caseiros para a manutenção do parque.

Na Herdade da Adua, e além destes "museus vivos", vão surgir infra-estruturas como um anfiteatro ao ar livre, núcleos arqueológicos da presença humana desde a pré-história, hortas, um espaço religioso, um monumento ao trabalhador alentejano, espaços abertos de montado e de criação de gado, estacionamento, parque de campismo e um grande espaço para feiras temáticas, para mostrar, por exemplo, o artesanato e a gastronomia da região. A água vai surgir sob a forma de lagos e de fontes, algumas já baptizadas como fontes do amor, do prazer e da fortuna.

José Flamínio Roza explica que o parque, que prevê a criação de 150 postos de trabalho directos, contará ainda com uma pequena unidade hoteleira e residências para a terceira idade, além de instalações de apoio para crianças e jovens, com especial incidência para os carenciados. A Fundação nasceu da paixão do seu fundador, José Flamínio Roza, natural de S. Cristóvão, Montemor-o-Novo, pelo Alentejo e pelo povo alentejano, e tem como principal missão preservar, divulgar e promover os principais traços da identidade cultural da região. Possui também como objectivo estatutário a promoção de acções de solidariedade social.

Sedeada no centro histórico de Évora, a Fundação foi instituída a 30 de Dezembro de 2003, inicialmente sob a denominação de "Fundação Lusitana", e iniciou a sua actividade em Abril de 2005.

O Conselho Geral da Fundação é presidido por Diogo Pires de Aurélio, director da Biblioteca Nacional, e conta com nomes como João Cutileiro, Rui Nabeiro, Francisco Murteira Nabo, Filipe La Féria, Henrique Granadeiro, Paco Bandeira, Carlos Monjardino, Galopim de Carvalho, António Nunes Mexia e Vitorino Salomé.

Biblioteca para cegos

Um dos projectos que consta do Plano de Actividades da Fundação Terra Mãe para 2007 é a criação da Biblioteca Digital do Alentejo (BDA), que poderá ser utilizada por invisuais. "Trata-se de um programa informático que faz com que os cegos possam ouvir os textos através do computador. Tivemos esse cuidado e penso que é uma iniciativa pioneira ao nível das bibliotecas digitais", avança José Roza. Duas pessoas estão já a trabalhar diariamente no projecto, designadamente na penosa tarefa da digitalização de textos. A meta da Fundação é disponibilizar na BDA até 100 mil páginas, sem contar com jornais e outras publicações periódicas sobre a região. A biblioteca começa a dar os primeiros passos dentro de meses, mas o projecto só deverá estar completamente concluído dentro de cinco anos, uma vez que se pretende disponibilizar tudo o que é literatura sobre o Alentejo. Ainda assim, nunca estará finalizado, devido à necessidade de actualização constante da base de dados. A primeira fase do projecto - que é assegurado pelo Centro de Divulgação da História e da Sociedade do Alentejo - está orçada em cerca de 400 mil euros e será, se a candidatura for aceite, subsidiada por fundos comunitários, revela o presidente da Fundação, José Roza.

Fonte: JN

Boa iniciativa :applause:
 

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não seria melhor pura e simplesmente recuperar uma qq aldeia alentejana? seria mais fácil e já para não falar que seria DE FACTO um verdadeiro museu-vivo...

candidatas não faltariam de certeza...é a vontade de gastar dinheiro e a incapacidade de gestão no seu melhor.
 

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Sousa Cunhal Turismo e Grupo Lágrimas investe 44 milhões em Montemor-o-Novo
O Grupo Sousa Cunhal Turismo, em parceria com o Grupo Lágrimas, vai investir 44 milhões de euros, em Montemor-o-Novo, num aldeamento turístico de cinco estrelas,. O L’And Vineyards, que terá como ancora o vinho.

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Ana Torres Pereira
[email protected]


O Grupo Sousa Cunhal Turismo, em parceria com o Grupo Lágrimas, vai investir 44 milhões de euros, em Montemor-o-Novo, num aldeamento turístico de cinco estrelas,. O L’And Vineyards, que terá como ancora o vinho.

O empreendimento, com 66 hectares, vai “possibilitar aos proprietários das casas ter a sua própria vinha e produzir o seu próprio vinho personalizado”, adiantou José Sendim, administrador da Sousa Cunhal Turismo.


Com 145 unidades, entre villas com 5 mil metros quadrados e apartamentos com 110 metros quadrados, o L’And Vineyards arranca hoje com a sua comercialização dirigida ao mercado nacional e internacional. Os preços estão compreendidos entre os 135 mil euros e os 759 mil euros.

O projecto irá arrancar com a construção das infra-estruturas em 2009, devendo estar concluído no ano seguinte.

O grupo Lágrimas será responsável, em 50% pela exploração deste empreendimento e em 10% da sua promoção.


“Queremos voltar a oferecer uma vivência rural num ambiente sofisticado”, disse Miguel Júdice, administrador do Grupo Lágrimas.

O Grupo Sousa Cunhal é também o promotor do empreendimento Herdade do Mercador, no Alqueva, um projecto que foi classificado como Projecto de Potencial Interesse Nacional.
 

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Discussion Starter · #10 ·
Gruta do Escoural vai ser requalificada

Direcção de Cultura do Alentejo quer preservar o património e propiciar boas condições aos visitantes

A gruta do Escoural, no concelho de Montemor-o-Novo, e a respectiva envolvente vão ser submetidas a um conjunto de intervenções materiais com vista à melhoria das condições de conservação ambiental e patrimonial, mas também a benfeitoria das estruturas de visita pública, actualmente muito degradadas.

É nesse sentido que a Direcção Regional de Cultura do Alentejo anuncia agora a necessidade de suspensão de visitas turísticas enquanto estiverem a decorrer os trabalhos de requalificação.

De acordo com o director regional daquele organismo estatal, José Nascimento, as obras de melhoramento deverão prolongar-se até final do ano, envolvendo a construção de um pequeno parque de estacionamento junto à Estrada Nacional Évora-Escoural, a melhoria do acesso pedonal até à gruta e a renovação integral dos passadiços de visita e do sistema de iluminação no interior da cavidade.

"Irá igualmente ser construída uma antecâmara junto da actual entrada na gruta, cuja necessidade decorreu das recomendações do estudo de conservação, oportunamente realizado pos técnicos da Universidade francesa de Bordéus e cujas conclusões suportam o presente programa global elaborado para a intervenção", explica o mesmo responsável.

Conservar e valorizar

José Nascimento salienta também que, apesar de descoberta quase há meio século (1963) e desde logo classificada como Monumento Nacional, a gruta do Escoural, a única cavidade do país em que se conhecem vestígios gráficos paleolíticos (gravura e pintura), "vê pela primeira vez reunidas condições para um plano global de conservação e valorização".

Numa segunda fase, o director regional de Cultura do Alentejo vaticina a possibilidade de uma outra intervenção. Neste caso o que está em causa é a perspectiva de valorização no povoado calcolítico existente sobre a própria gruta, alargando o circuito de visita pública, e que, como se sabe, e no que respeita à cavidade rupestre propriamente dita, apresenta as limitações decorrentes da fragilidade deste tipo de monumentos geológicos.

Os investimentos a realizar e a salvaguarda patrimonial do monumento nacional implicam também, na opinião de José Nascimento, uma maior responsabilização na futura gestão deste recurso natural, através de um maior envolvimento das entidades locais, assim previsto em protocolo a estabelecer entre a direcção regional de Cultura que tutela, a Junta de Freguesia do Escoural e a Câmara Municipal de Montemor-o-Novo.

Este projecto resulta de uma candidatura ao Quadro Estratégico de Referência Nacional (QREN).

Público
 

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A Herdade do Barrocal de Baixo, situada no concelho de Montemor-o-Novo, vai receber o Zoopark, um ecoparque zoológico único no país, que deverá abrir ao público em 2013.

Com 230 hectares, o Zoopark será o maior parque zoológico em Portugal. A dimensão do parque é um dos factores que o diferencia da oferta até agora existente, bem como o facto de os animais poderem ser observados em espaços amplos, similares aos seus habitats naturais. Outros aspectos a destacar são o enquadramento paisagístico, as acessibilidades, a centralidade, e outros serviços paralelos que irão ser oferecidos aos visitantes

O Zoopark permitirá aos visitantes contactar com diferentes espécies de animais selvagens, que estarão inseridos em vários ecossistemas (Florestas Temperadas, Florestas Tropicais, Floresta Mediterrânica e Savana), sendo que existem áreas que serão visitáveis a pé ou de bicicleta e outras por transporte especializado.Este parque, ir

á oferecer ainda diversas estruturas de apoio destacando-se um hotel temático, restaurantes, cafetarias, parques infantis e uma quinta pedagógica. Para o desenvolvimento deste projecto, a Naturamb, empresa proprietária do Zoopark, irá investir um valor superior a 7 milhões de euros, e espera criar 80 postos de trabalho directos, e até 200 postos de trabalho indirectos.

O Zoopark ficará localizado na Herdade do Barrocal de Baixo, concelho de Montemor-o-Novo, a 9km do principal eixo viário que une Lisboa a Madrid (A6) e a cerca de 38 km do principal nó rodoviário de Portugal (cruzamento A2, A6 e A13, no nó da Marateca).

"A dimensão e características do projecto de investimento do Zoopark mereceram o acolhimento e acompanhamento da Câmara Municipal desde o primeiro momento. Salientamos o potencial que este investimento único terá no concelho e na região, nomeadamente pelo investimento de mais de sete milhões de euros e pela criação de 80 postos de trabalho, havendo ainda a sublinhar o efeito multiplicador na base económica do concelho e a atractividade que fomenta. Esperamos sinceramente que a concretização deste projecto tenha ainda a capacidade de se articular e cooperar com outros existentes no concelho e na região. É um projecto que pelas suas características de qualidade e diferenciação se insere na política de turismo sustentável que aplicamos em Montemor e defendemos para o Alentejo. Podendo funcionar como um projecto âncora, estamos certos que contribuirá para a criação de emprego, para a dinamização da base económica e para o desenvolvimento local e regional ". Afirma Carlos Pinto de Sá, presidente da Câmara Municipal de Montemor-o-Novo.

Para o Presidente do Turismo do Alentejo ERT, António Ceia da Silvia, "este projecto merece todo o nosso apoio e acreditamos que a sua importância se estenderá muito para além do concelho de Montemor-o-Novo. A nossa Região precisa de iniciativas como esta, e é com muito orgulho que vemos o Zoopark fixar-se no Alentejo, contribuindo activamente para o desenvolvimento da Região e para a criação de novos postos de trabalho ".

O Zoopark é um Zoológico moderno, que tem como função a conservação das espécies ameaçadas, a promoção de oportunidades educativas diversificadas, num espaço atractivo e seguro, e a participação em projectos científicos de investigação. A maioria das espécies será proveniente de outros parques zoológicos, no âmbito de programas de conservação supervisionados pela EAZA (Associação Europeia de Zoos e Aquários).
 

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Terra de 5 estrelas e ‘algo’ mais

Quem acaba de deixar Montemor-o-Novo, em direcção a Vendas Novas, já se deparou, certamente, com uma grande paliçada de madeira que evolui do lado esquerdo da estrada, ao longo de largas centenas de metros. O que poucos sabem é que para lá da vedação está a crescer, desde 2008, um aldeamento turístico de 5 estrelas, cujo projecto já alcançou um dos mais invejados prémios internacionais de turismo.

Trata-se do L’AND Vineyards, um empreendimento residencial e turístico pensado à medida de clientes que sonham em fruir o mundo rural, cuidando a vinha e produzindo o seu próprio néctar, tudo com o máximo de sofisticação. José Cunhal, da Sousa Cunhal SA, falou ao Diário do Sul (DS) sobre o conceito do ‘resort’, durante a primeira vindima realizada por convidados da empresa.



“Este é o primeiro aldeamento turístico em Portugal que não é baseado nas ‘âncoras’ tradicionais, que são o golf e a praia. Nós procurámos encontrar um conceito de desenvolvimento turístico associado à identidade regional que passa pela valorização do vinho – também dos pomares e do azeite – como elemento marcante do projecto. Temos uma vinha central em que os proprietários podem ter uma parte dessa vinha e, noutros casos, as pessoas podem comprar a uva numa vinha comum. Todos os anos, todas as pessoas podem ter a experiência de produção personalizada do seu próprio vinho”, revelou José Cunhal durante o evento.



O L’AND Vineyards desenvolve-se em torno de um vale central de vinha, comunicante com os vários núcleos de moradias residenciais de um só piso que, através de uma forte aposta arquitectónica, recuperam a tipologia tradicional das implantações dos montes alentejanos. A vertente de serviços turísticos fica situada num edifício central que alberga a recepção, um restaurante, um wineclub, um spa, um fitness center, piscinas e uma adega.

Todas as edificações implantadas no seio dos 66 hectares que compõem o L’AND, têm a assinatura de reconhecidos arquitectos.








“Além da vinha temos outro factor de diferenciação que passa pela arquitectura. Nós valorizamos a arquitectura contemporânea e, por isso, apostámos em cinco arquitectos nacionais e internacionais bastante conceituados. Estou a falar do Promontório Arquitectos, Luís Carrilho da Graça, José Paulo dos Santos, Sergison Bates e Peter Markli”, precisou o promotor.



A par dos conceitos vinho e arquitectura, o L’AND diferencia-se também pelo elevado nível de qualificação e preocupação ambiental. O empreendimento foi o primeiro do género em Portugal a ser contemplado com a certificação BREEAM. Esta norma internacional avalia, o comportamento ambiental dos edifícios no que respeita ao consumo energético, poluição, materiais utilizados, consumo de água, ecologia, uso da terra e bem-estar. De acordo com o promotor, projecto terá elevada eficiência energética recorrendo, entre outros aspectos, à energia solar térmica integrada para climatização, aquecimento de águas balneares e micro-geração de energia eléctrica.







Para além dos sete hectares de vinha que dão o mote ao aldeamento, os jardins das unidades integram ainda zonas próprias de laranjal, amendoal, pinhal manso e olival que, como anuncia o promotor, permite aos proprietários viver a experiência rural, num ambiente confortável e contemporâneo.



A par da produção vitivinícola, que deve rondar as 50 a 60 mil garrafas anuais, a Sousa Cunhal apostou no alargamento da marca L’AND a outra gama de produtos da terra, a. Para isso, criou o ‘rótulo’ L’AND MADE que vai estar presente nas embalagens de produtos biológicos produzidos no empreendimento.







Natureza, ruralidade, estética, ecologia e sofisticação são alguns dos factores que levaram o júri do International Property Award a premiar o projecto de Montemor com o galardão de melhor conceito de ‘resort’ a nível europeu.



Promovido pela Sousa Cunhal SA, em parceria com o grupo Lágrimas Hotel & Emotions, o L’AND Vineyards, é anunciado também como “oportunidade única para investir num projecto pensado para ser memorável”. Segundo os promotores do projecto, das mais de cem moradias previstas, já estão vendidas cerca de 50 por cento. Com as primeiras casas e o hotel a serem concluídos em 2011, os responsáveis asseguram que o L’AND é já um projecto consolidado.





Faça você mesmo


A vinha e o vinho são mais do que elementos da paisagem do L’AND VINEYARDS que, de uma forma única e inovadora em Portugal, se transformam numa verdadeira experiência pessoal.


O L’AND oferece a possibilidade de se ter vinha própria no ‘quintal’ de casa e de se produzir o próprio vinho na adega do empreendimento, controlando todo o processo, desde a selecção de bagos e à vinificação numa micro-cuba própria.

Os muitos produtores podem ainda seleccionar as suas barricas para estágio, escolher a garrafa e o rótulo, de forma a obter o seu vinho em cada ano.



A vinha deste projecto tem cerca de sete hectares e foi plantada, em 2007, com castas tintas Touriga Nacional, Touriga Franca e Alicante Bouschet e brancas Verdelho e Arinto. Das cerca de 60 mil garrafas que a Sousa Cunhal se propões a produzir anualmente, prevê-se que 400 sejam fruto do trabalho dos proprietários.







O L’ANDS é “exemplo na Europa”



“Este projecto ganhou o primeiro prémio de projectos imobiliários turísticos da Europa. Portanto não estamos perante um projecto de turismo qualquer, mas sim de um empreendimento de excelência e de um exemplo a nível europeu. O tipo de mercado que procura o Alentejo é exigente e, por isso, é deste tipo de oferta que precisamos, uma oferta com qualidade e de excelência.



Pelo que me foi dito por representantes do grupo Lágrimas – que está à frente da comercialização – já estão vendidas nesta fase da construção cerca de 50 por cento das moradias. Com o hotel a ser construído para o ano, vislumbra-se aqui um projecto turístico fantástico”, diz o presidente da Turismo do Alentejo, António Ceia da Silva.









Este projecto vende-se lá fora?



“Sim é um projecto que se vende fora do País. É preciso notar que o mercado externo é extremamente concorrencial. No mercado interno temos visibilidade, mas no estrangeiro o Alentejo ainda é uma marca em construção. Já há mercados onde o Alentejo é conhecido, mas noutros é ainda desconhecido e, portanto, mais dificuldade temos em concorrer. E para concorrer e consolidar a marca Alentejo, só temos uma maneira de o fazer que é pela diferenciação, mas uma diferenciação pela qualidade.



No Alentejo não podemos apostar no turismo de massas, mas sim em produtos mais temáticos e de segmentos diferenciados, que não o sol e mar, embora tenhamos uma longa costa em que estamos a promover. É precisamente com produtos diferenciados como este, ligados ao vinho”, garante Vítor Silva, presidente da APRTA.












O L’AND explicado pelo enólogo na primeira vindima



O vinho é algo que é impossível desligar daquilo que o circunda. Ligar o vinho ao turismo, à cultura, à gastronomia é algo muito fácil. Agora, este projecto é mais aliciante porque significa dar oportunidade às pessoas para produzirem o seu próprio vinho, a partir do jardim que é composto por uma vinha de duas castas diferentes. Isso permite aos proprietários, por exemplo, decidir quais os vinhos que vão fazer em cada ano.



O que nós queremos é que as pessoas tirem o máximo de prazer do vinho. O vinho é isso mesmo – são prazeres. O nosso objectivo é que as pessoas vivam o vinho de uma forma extremamente interessante, que possam produzir os seus próprios rótulos, fazer vinhos para os amigos e, acima de tudo, que tirem prazer da vinha.



A vinha e o vinho vão estar sempre muito presentes na vida das pessoas, quer na poda, quer na vindima, quer depois na vinificação dos vinhos e, mais tarde, nas provas. Queremos que haja uma participação muito forte por parte dos proprietários que optarem por comprar casa aqui no L’AND.
 

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Litoral Alentejano
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Valorização do Castelo, do Centro Histórico e da Cidade de Montemor-o-Novo


-área de intervenção

OBJECTIVOS
# melhoria da qualidade de vida
# reabilitação do edificado
# fixação de formas de ocupação de actividades comerciais e de serviços de proximidade
#melhoria significativa da mobilidade e acessibilidade ao Castelo


PROJECTOS

1. Instalação do Centro Nacional de Artes Transdisciplinares e Recuperação/Renovação do Convento da Saudação-Castelo - 884.829,15 €

2. Iluminação de Valorização da Muralha Norte, Terreiro de S. Tiago e Palácio Alcaides - Castelo -124.126,28 €

3. Remodelação dos Acessos e Terreiros de Nª Srª da Saudação e de S. Tiago -267.920, 00 €

4. Conservação e Restauro da Igreja Nª Srª da Luz -28.915,00 €

5. Plano de Sinalética Cultural "O Manuelino e a "A Pintura Mural" - 33.957,04 €

6. Requalificação Urbana da Área do "Rossio" - 1.496.115,20 €

7. Remodelação da Rua da Janelinha e infra-estruturas urbanas -768.548,71 €

8. Remodelação Acesso Pedonal ao Castelo de Montemor-o-Novo pela Rua do Quebra Costas - 204.599,41 €

9. Remodelação de Arruamentos e Infra-estruturas urbanas no Largo Banha de Andrade e envolvente - 443.438,13 €

10. Remodelação do acesso ao Castelo de Montermor-o-Novo pela Rua Condessa de Valenças - 614.900,22 €

11. Plano de Melhoria das Condições Acessibilidade a Edifícios Públicos e Constituição de Percursos Livres de Obstáculos -68.065, 49 €

12. Plano Sinalética Informativa Comercial - 16.995, 00 €

13. Promoção da Imagem do Comércio Tradicional de Qualidade - 35.000,00 €

14. Requalificação das Instalações da Associação Protectora do Abrigo dos Velhos Trabalhadores - 240.000,00 €

15. Reabilitação, Remodelação e Ampliação do Quartel dos Bombeiros Voluntários de Montemor-o-Novo - 275.000,00 €

16. Programa Integrado de Apoio Social – Mor Solidário (Eixos 4 e 5) 300.000,00 €

17. Plano de Dinamização e Divulgação 87.550, 00 €

TOTAL: 5.889.979, 60 €


 

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Litoral Alentejano
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Não me levem a mal mas sines e Montemor deviam ter thread's.
pois é... mas é que se vou fazer thread's com os projectos que tenho é uma grande confusão. Ainda tenho para inserir, o castelo de Montemor, Cartaxo, Estremoz, Moura, Rio Maior, Santarém e Vendas Novas.

Então pensei em fazer um sigle thread com o indice para cada projecto. Quando houver obra no terreno aí sim, podia-se criar os respectivos Thread's.
 

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Lobito for friends
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pois é... mas é que se vou fazer thread's com os projectos que tenho é uma grande confusão. Ainda tenho para inserir, o castelo de Montemor, Cartaxo, Estremoz, Moura, Rio Maior, Santarém e Vendas Novas.

Então pensei em fazer um sigle thread com o indice para cada projecto. Quando houver obra no terreno aí sim, podia-se criar os respectivos Thread's.
Tipo podias criar um thread com as hiperligações dos restantes thread's e assim ficava menos confuso:
exemplo:
http://www.skyscrapercity.com/showpost.php?p=17943201&postcount=1
 

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Litoral Alentejano
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