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Mato Grosso vai bancar toda a obra do VLT, diz Éder Moraes​


Apostando na modernidade, agilidade e nova cara que o sistema de transporte VLT (Veículo Leve sobre Trilhos) vai conferir a Cuiabá e Várzea Grande é que a Agecopa confirmou o modelo R$ 600 milhões mais caro que o sistema inicial escolhido, o BRT.

Para o presidente da Agecopa, Eder Moraes, este foi um momento crucial para o Estado. “Se nós não tivermos a coragem de ousar nesse momento, corremos o risco de passar pela história como homens medíocres”, argumenta.

A escolha do sistema, depois de quase dois anos da criação da Agecopa, tem algumas consequências, como a revisão de projetos das avenidas Miguel Sutil e FEB, que já foram licitados pelo Dnit (Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes). Como os projetos básicos serão alterados, o presidente já prevê questionamentos do Tribunal de Contas da União (TCU).

Eder Moraes afirma que os obstáculos burocráticos são muitos, mas a Agecopa tem conseguido vencê-los, apesar das dificuldades. Nem por isso o presidente concorda com o projeto que está sendo votado no Congresso prevendo o sigilo dos valores dos contratos das obras da Copa. Ele afirma que a Agecopa vai continuar divulgando os dados.

Na projeção política, por conta da exposição e do cargo importante que está ocupando, o presidente afirma que não tem pretensão nenhuma de ser candidato ao governo em 2014.

Diário de Cuiabá – O VLT foi escolhido como novo sistema de transporte a ser adotado em Cuiabá e Várzea Grande. Como a Agecopa chegou a essa escolha e por quê?

Eder Moraes – A sociedade toda observou que nós andamos o mundo procurando conhecer como funciona esse modal em regiões similares ao relevo aqui da Baixada Cuiabana. Percebemos o conforto, a flexibilidade, a durabilidade e a questão de um novo visual da cidade, do paisagismo que tudo isso causa em seu entorno, da modernidade. Acima de tudo, por se tratar também de uma questão futurista. Todos nós sabemos como funciona o BRT, nós não podemos andar para trás. Para você criar um BRT de hoje para amanhã em Cuiabá, basta pegar as laterais das avenidas no sentido das duas mãos e tingir de uma cor diferente - de vermelha, amarela, qualquer que seja. E coloca ali como um corredor exclusivo de ônibus. E está estabelecido um BRT. Não é isso que queremos. Nós desejamos um legado de modernidade, geração de emprego, geração de renda, um transporte que seja atrativo e acessível ao trabalhador e a todas as classes sociais. Que haja uma migração dos veículos do dia-a-dia para a utilização desse meio de transporte pelo conforto que ele traz e rapidez com que ele chega a seu destino. Enfim, foi avaliada a questão custo-benefício. Na questão da substituição de um pelo outro, temos uma redução de quase 90% nas desapropriações. E isso, por si só, já justifica o investimento no VLT.



Diário – Quanto ficará mais caro o VLT com relação ao BRT?

Moraes – O BRT ficaria em torno de R$ 500 milhões, o VLT vai ficar em torno de R$ 1,1 bilhão. O Estado pretende bancar sozinho toda essa operação através da majoração da operação de crédito junto ao BNDES, dentro da capacidade de investimento do Estado. Daí futuramente o Estado faz a concessão da exploração, dentro da tarifa que ele melhor se adequar em relação ao bolso do trabalhador. O resultado dessa concessão mensal, já que ela vai estar exonerada do retorno do investimento, será revertida na amortização do empréstimo que foi feito, e se houver a necessidade o Estado complementa.


Diário – Foi levantada uma possibilidade de os vagões do VLT não ficarem prontos até a obra por causa da demanda?

Moraes – Isso não verdade! Algumas empresas estão com sua capacidade de industrialização e de fabricação tomada, mas outras têm espaço, desde que se faça planejamento até 2012 para aquisição disso. Será feita uma licitação para o processo dos vagões e a empresa que oferecer - de acordo com um termo de referência elaborado por especialista da área - melhor qualidade, menor preço, a que melhor atender em questão de durabilidade, manutenção, de retorno do capital investido, é a que será a vencedora.

Diário - Durante o processo de escolha, falou-se numa parceria público-privada, a PPP. Agora, ficou definido que o Estado bancará.

Moraes - Isso, a tendência hoje é que o governo assuma 100% da operação, até para que se dê celeridade a esse processo. E depois, futuramente, faremos a concessão para exploração disso, dentro dos parâmetros que o governo vai criar. Mas também haverá integração entre o governo, prefeitura e entre os entes envolvidos. Mas quero despreocupar as prefeituras municipais do ponto de vista de operacionalizar o sistema, isso ficará a cargo do governo do Estado. Já estamos com técnicos reunidos e trabalhando na questão da integração, da bilhetagem única, da alimentação desses ramais, da integração efetiva dos bairros. Evidente que se terá muito questionamento, bairros onde o VLT passa por perto, onde a distância entre o VLT e a integração não é tão longa. Vamos fazer toda a adequação necessária. Até porque o VLT não é o primeiro sistema implantado em Cuiabá.

Diário – E na questão financeira, como as prefeituras vão ajudar?

Moraes – Com o Estado assumindo toda a implantação do VLT, às prefeituras caberão o que já é de responsabilidade delas, especialmente na restauração e recuperação das vias de acesso. Também é preciso que se faça a execução daquilo que está no PAC, no sentido de esgotamento sanitário da cidade.

Diário – Com a escolha do VLT, o senhor afirma que as desapropriações serão infinitamente menores. Como vai se conduzido esse processo e quanto está reservado para as desapropriações?

Moraes – Nós estamos fazendo um levantamento com a empresa que já venceu a licitação, que já está a campo, apurando valores, notificando as pessoas que inevitavelmente terão que ser deslocadas nesses pontos, especialmente nas obras de desbloqueio. Estamos fazendo isso com justiça social e acima de tudo com respeito ao cidadão. Por isso vemos que não há reclamação. A gente não pode ficar num momento tendo que dar uma satisfação, e principalmente em cima de argumentação sem fundamentação nenhuma.

Diário – Por conta da escolha do VLT, projetos do Dnit terão que ser revistos nas avenidas Miguel Sutil e na FEB. Como fica essa questão?

Moraes – São cinco lotes que o Dnit licitou em cima de projetos que foram encaminhados pelo governo do estado de Mato Grosso. Eu ainda não era presidente da Agecopa. Esses projetos foram feitos na gestão anterior e eles não previram nem o BRT e nem o VLT em sua concepção. Haja vista que o pavimento rígido, a pavimentação necessária para receber os trilhos e toda a carga do VLT não está contemplado em nenhum projeto. É natural que esses projetos, com alterações tão substanciais, sofram questionamento junto ao TCU.

Por isso, vamos refazer cerca de três lotes e validar dois onde não está passando o VLT. Por exemplo, na Miguel Sutil não há necessidade de cancelar o projeto. Em um bom trecho da Fernando Correa também não haverá necessidade, como na Rubens de Mendonça, a Avenida do CPA, não haverá necessidade de a gente alterar o projeto. Mas onde houver a necessidade, terá que ser feito. Já estão sendo realizados estudos, estamos conversando com o Dnit. Os recursos já estão garantidos pela presidente Dilma [Rousseff], então não sofrerá nenhum tipo de solução de continuidade. Nós estamos programando as obras para o início de 2012, e em 2011 cuidando dos projetos, da legalidade e da parte processual.

Diário – O senhor disse que o VLT é um projeto para Cuiabá e não para a Copa. Corre o risco de o VLT não ficar pronto a tempo para o Mundial?

Moraes – No nosso planejamento, não - ele será entregue no início de 2014. A Copa é em julho, então ele estará sendo operacionalizado antes da Copa. O que eu tenho colocado é que muitos colocam como uma angústia o VLT não estar pronto até a Copa. Isso não é uma condição ‘sine qua non’ do processo. VLT é legado, é aquilo que fica de herança do projeto Copa do Mundo e a oportunidade de financiamento. Se nós não tivermos a coragem de ousar nesse momento, nós corremos risco de passar pela história como homens medíocres, que não tiveram a coragem de decidir.

Diário – E quando nós vamos parar de falar de projetos e vamos ver obras nas ruas?

Moraes - A partir de 2012! Mas sobre essas duas obras que estão sofrendo retoques do Dnit, em dois lotes poderão ser dado início ainda este ano, mas será considerada antecipação de cronograma, nossa programação é para 2012. Mas está sendo feita a duplicação da ponte Mário Andreaza, a licitação da duplicação já está na praça. A duplicação da [rodovia] Cuiabá–Chapada está a pleno vapor. A duplicação do Coxipó até a Imigrantes pelo Parque Cuiabá já está toda em obras. Temos travessas que estão em obras aqui próximo da Estrada da Guia. Então estamos tocando, as coisas estão acontecendo. O estádio está com mais de 25% das obras executados. Estamos fazendo nossa obrigação, sim. É que, às vezes, as pessoas querem ver a obra aqui no Centrão. São 58 projetos que estão sendo colocados em licitação nesse momento. Nós só podemos iniciar uma obra com o projeto conceitual, projeto básico, projeto executivo e a licença ambiental efetivamente prontos. Aí, sim, você pode dar a ordem de serviço par se iniciar a obra.

Diário – Sobre a liberação do dinheiro pelo BNDES, como está?

Moraes – Nós fizemos a solicitação, o BNDES está analisando toda a documentação, tem algumas declarações em que eles pediram ajustes e eles estão sendo feitos. A questão de liberação de recursos para a Copa do Mundo é extremamente burocrática, extremamente cheia de regras, e nós estamos vencendo um a um esses obstáculos, não tem sido fácil.

Diário – Com relação a um Centro de Treinamento que seria construído em Várzea Grande e não será mais. Já havia projeto pronto. Por que a desistência?

Moraes – Nós fizemos uma reconsideração sobre esse caso em Várzea Grande pelo apelo que houve de vários empresários que já estavam destinando investimento para aquela região. Fomos ‘in loco’ verificar e há a possibilidade, sim, do Centro de Treinamento ser instalado lá. Nós demos continuidade ao processo, não houve prejuízo nenhum. Em 15 dias, o projeto básico e executivo ficará pronto e nós vamos licitar a construção desse Centro de Treinamento. Da mesma forma estão sendo adiantadas as tratativas junto à Universidade Federal, onde vai ser instalado um Centro de Treinamento. O Dutrinha também será um Centro de Treinamento, mas será a última obra que nós vamos fazer e mexer porque a cidade não pode ficar sem um local para a prática de esporte e de campeonatos estaduais. E na região do Grande CPA, nesses 10 dias, eu defino um local para se colocar um Centro de Treinamento ali.

Diário – Esse Centro de Treinamento da UFMT é novidade e foi uma proposta defendida pelo diretor Carlos Brito.

Moraes – Não, o Centro de Treinamento na UFMT é um consenso em face à melhoria da infraestrutura já existente, também em decorrência da nova avenida Córrego do Barbado que dá um novo acesso à Universidade. E também levando em consideração os investimentos que vamos fazer no zoológico, no teatro municipal, enfim, é um local público que evidentemente será destinado à comunidade. Então esse conceito vai bem dentro daquilo que nós queremos. Em nenhum momento ventilamos tirar o Centro de Treinamento dali.

Diário – Num projeto enviado à Assembleia Legislativa sobre a alteração da Lei que criou a Agecopa, foi incluído um item que acaba com a proibição de os diretores serem filiados a um partido político.

Moraes - Não, isso não foi alterado. Manteve-se o status de não filiação partidária e se alguém tem pretensão de voltar à vida pública isso tem que ser feito dentro dos prazos legais. Primeiro, tem que sair um ano antes das eleições para poder fazer a filiação partidária e, uma vez feita a filiação, tem que se desligar do cargo na Agecopa.

Diário – Com essa sua grande exposição na mídia, comandando todas essas obras que prometem mudar a cara de Cuiabá e tendo vista que o PR e o PMDB ainda não têm nomes fortes ou bem colocados para substituir o governador Silval Barbosa, se o grupo político o convidasse para ser candidato a governador de Mato Grosso o senhor aceitaria?

Moraes – Eu não tenho esse projeto, está totalmente descartado se depender da minha vontade. É uma possibilidade nula se depender do Eder Moraes. Como eu sempre disse na vida pública por onde passei, quero concluir os trabalhos que iniciei e o que estou fazendo. E no atual cargo, os trabalhos só vão terminar em 2014, portanto não há espaço para disputa política.

Diário – O que o senhor considera da Medida Provisória que será votada no Senado flexibilizando as regras das licitações para as obras da Copa e ainda sobre o item específico que coloca sob sigilo o valor de cada serviço pago com dinheiro público?

Moraes – Nós, da Agecopa, vamos continuar com os procedimentos de transparência, abrindo tudo que sociedade quer e precisa saber. Não achamos conveniente, sob nenhuma hipótese, manter sob sigilo questões que são de interesse público. E nós comungamos do mesmo pensamento do presidente do Tribunal de Contas, Valter Albano: as coisas têm que estar muito transparentes e claras. E eu vou manter esse princípio até o final da minha gestão!

Fonte: Diário de Cuiabá / Copa no Pantanal
 

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Governo define trajeto do VLT em Cuiabá​


Já com a decisão tomada a respeito do novo modal do transporte de Cuiabá para a Copa do Mundo de 2014, o Governo do Estado optou por manter o mesmo trajeto do BRT (Bus Rapid Transit) que teve seu projeto suspenso, para o VLT (Veículo Leve sobre Trilhos) que ainda terá projeto elaborado.
O Veículo Leve sobre Trilhos (VLT), escolhido pelo governador Silval Barbosa (PMDB) como o meio de transporte rápido para Cuiabá, deve ter capacidade para atender 6 mil pessoas nos horários de pico. O trajeto do VLT, que deve ficar pronto até a Copa do Mundo de 2014, já foi definido.
Confira como será a rota CPA-Aeroporto do VLT:


O metrô de superfície vai sair do bairro Novo Paraíso, nas proximidades do Comando Geral da Polícia Militar e seguir pela avenida do CPA, passando pela Prainha, Avenida 15 de Novembro e pela ponte Julio Muller, sobre o Rio Cuiabá. Em Várzea Grande, cidade vizinha da capital, o VLT seguirá pela Avenida da FEB rumo ao terminal rodoviário André Maggi e Aeroporto Internacional Marechal Rondon.
Os passageiros da região do Coxipó terão acesso ao VLT numa estação do Trevo do Tijucal, passando pelas Avenidas Fernando Corrêa da Costa, coronel Escolástico e pela conexão na Prainha, centro da cidade.
O projeto do VLT prevê 30 estações para embarque e desembarque. Nos horários de pico, ao menos 36 vagões poderão funcionar. Isso seria suficiente para atender a demanda de Cuiabá e Várzea Grande que chega a 6 mil passageiros.
Confira como será a rota Coxipó-Centro:


Desbloqueio​

Em um prazo de até um ano, serão realizadas 28 obras para desbloquear o trânsito em Cuiabá e Várzea Grande, região metropolitana da capital, conforme informou o presidente da Agecopa, Éder Moraes. Essas obras são necessárias para permitir que o trânsito possa fluir quando as obras maiores, incluindo a implantação do VLT estiverem em andamento.

Estão previstas intervenções urbanas como pavimentação, construção de pontes, duplicação e alargamento de pistas. Estima-se que só as intervenções vão custar R$ 151 milhões oriundos do governo estadual. Neste valor, ainda não está incorporado o valor das desapropriações das famílias e comerciantes donos de imóveis nas ruas e avenidas que serão modificadas.

As desapropriações vão ficar a cargo da Secretaria Estadual de Apoio às Ações da Agecopa e Programa de Aceleração do Crescimento (PAC).

http://www.copanopantanal.com.br/?p=noticia&id_noticia=8662
 

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Eng. Tráfego e Designer
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^^

Na verdade aproveitaram apenas o vídeo do BRT... o VLT tem por costume ter estações entre os 500 a 700 m de distância uma das outras...

Agora é aguardar o projeto básico para essas duas linhas em Cuiabá, e ver tbém como ficará a questão da integração dos sistemas!!!

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Foi uma boa decisão no fator modernidade, agora tem que começar logo o tempo já esta curto ainda mais para a linha CPA - Aeroporto que é mais longa que a Coxipó - Centro.

Como será que vai ficar o lance de integração com os onibus e micro onibus?
Poderim fazer como aqui em Dublin cartão de transposte valido por 1 semana ou 1 mês tanto nos onibus qt nos VLTs, mas aqui o uso diario é ilimitado.
 

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Qual é o valor desse cartão aí??? (em reais)
O valor de um cartão mensal que dá acesso as 22 linhas de VLT e mais todos ônibus em Wroclaw na Polônia custa 55 reais. R$65 se incluir os ônibus noturnos e expressos.
 

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Correta a opção pelo VLT. Agora, é colocar as obras para correr.

O lado positivo de vários projetos de VLT pelo Brasil de uma só vez é que, como a reportagem menciona, uma só empresa não tem capacidade de assumir todos os projetos, e assim teremos alguma diversidade de fornecedores, impedindo, por exemplo, que Alstom ou (!) Bom Sinal dominem o mercado.

Espero que fixem uma tarifa capaz de remunerar o custo da operação do sistema, ao invés de fazer populismo e usar grana de impostos para bancar o mesmo, uma vez pronto, como fizeram em Juazeiro do Norte.
 

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^^

Qual é o valor desse cartão aí??? (em reais)

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Roberto aqui existe o "LUAS" que é o VLT são somente 2 linhas como estão querendo fazer em Cuiabá, Bus e Trem metropolitano para os suburbios

Preço para adulto

VLT + onibus por 1 dia ticket ilimitado R$17,00
VLT + onibus por 1 semana ticket ilimitado R$ 68,00
VLT + onibus por 1 mês ticket ilimitado R$ 268,00
VLT + onibus por 1 ano ticket ilimitado R$ 2,676,00

Onibus + Trem metropolitano por 1 dia ticket ilimitado R$ 25,00
Onibus + Trem metropolitano por 3 dias ticket ilimitado R$ 49,00
Onibus + Trem metropolitano por 7 dias ticket ilimitado R$ 84,00
Onibus + Trem metropolitano por 1 mês ticket ilimitado R$ 279,00
Onibus + Trem metropolitano por 1 ano ticket ilimitado R$ 2,790,00

Para estudantes tarifa com desconto

VLT + onibus por 1 semana ticket ilimitado R$ 56,00
VLT + onibus por 1 mês ticket ilimitado R$199,00
Onibus + Trem metropolitano por 1 mês ticket ilimitado R$ 217,00
 

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Discussion Starter · #15 ·
O valor de um cartão mensal que dá acesso as 22 linhas de VLT e mais todos ônibus em Wroclaw na Polônia custa 55 reais. R$65 se incluir os ônibus noturnos e expressos.
Roberto aqui existe o "LUAS" que é o VLT são somente 2 linhas como estão querendo fazer em Cuiabá, Bus e Trem metropolitano para os suburbios

Preço para adulto

VLT + onibus por 1 dia ticket ilimitado R$17,00
VLT + onibus por 1 semana ticket ilimitado R$ 68,00
VLT + onibus por 1 mês ticket ilimitado R$ 268,00
VLT + onibus por 1 ano ticket ilimitado R$ 2,676,00

Onibus + Trem metropolitano por 1 dia ticket ilimitado R$ 25,00
Onibus + Trem metropolitano por 3 dias ticket ilimitado R$ 49,00
Onibus + Trem metropolitano por 7 dias ticket ilimitado R$ 84,00
Onibus + Trem metropolitano por 1 mês ticket ilimitado R$ 279,00
Onibus + Trem metropolitano por 1 ano ticket ilimitado R$ 2,790,00

Para estudantes tarifa com desconto

VLT + onibus por 1 semana ticket ilimitado R$ 56,00
VLT + onibus por 1 mês ticket ilimitado R$199,00
Onibus + Trem metropolitano por 1 mês ticket ilimitado R$ 217,00
São valores dignos para se sustentar um sistema como esse... mas a questão é: a população q mais utiliza (e os empregadores/empresários) teriam como sustentar esse valor???

Pois, hoje, um trabalhador paga, por semana, R$ 27,60 (6 dias) e estudantes não pagam nada!!!

O que vai ter de xiadeira qdo o sistema (e sua tarifação) entrar em vigência, num tá escrito...

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São valores dignos para se sustentar um sistema como esse... mas a questão é: a população q mais utiliza (e os empregadores/empresários) teriam como sustentar esse valor???

Pois, hoje, um trabalhador paga, por semana, R$ 27,60 (6 dias) e estudantes não pagam nada!!!

O que vai ter de xiadeira qdo o sistema (e sua tarifação) entrar em vigência, num tá escrito...

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Mas os custos em Cuiabá são menores, bem menores, do que em Dublin, sejam os custos de capital (desapropriação, construção civil) como os de operação (funcionários, energia elétrica).

No parâmetro brasileiro, onde o uso de transporte coletivo no caso de como Cuiabá é majoritamente feito pela população mais pobre, qualquer tarifa diferente de zero gera instatisfações hehe.

Embora vá reclamar, o povo pagará uma tarifa mais cara por um serviço melhorado.
 

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Para mim o transporte publica aqui em Dublin é uma das coisas mais caras do custo de vida, tanto que preferi mudar de apartamento para não precisar usar bus, hoje vou caminhando para o Hotel em menos de 10 minutos chego no trabalho, com certeza em Cuiabá serão valores mais acessiveis, pois aqui muitos andam de transporte publico, no Brasil quem usa os transporte publico geralmente é a classe media baixa e baixa + estudantes.
 

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Mato Grosso vai bancar toda a obra do VLT, diz Éder Moraes​


Diário – O senhor disse que o VLT é um projeto para Cuiabá e não para a Copa. Corre o risco de o VLT não ficar pronto a tempo para o Mundial?

Moraes – No nosso planejamento, não - ele será entregue no início de 2014. A Copa é em julho, então ele estará sendo operacionalizado antes da Copa. O que eu tenho colocado é que muitos colocam como uma angústia o VLT não estar pronto até a Copa. Isso não é uma condição ‘sine qua non’ do processo. VLT é legado, é aquilo que fica de herança do projeto Copa do Mundo e a oportunidade de financiamento. Se nós não tivermos a coragem de ousar nesse momento, nós corremos risco de passar pela história como homens medíocres, que não tiveram a coragem de decidir.




Gostei desse trecho! Se saiu melhor que a maioria dos políticos que só querem fazer obras rápidas, em cima da hora, e que se dane o futuro da cidade.
 

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VLT em Cuiabá ajuda a deixar a Copa no Brasil a mais cara da história​
Jonas Jozino
Da Redação 24 Horas News


A Copa do Mundo no Brasil corre o sério risco de virar mais um escândalo financeiro com um superfaturamento das obras de dar inveja a qualquer mandatário de países árabes, onde o petróleo faz a graça dos mandatários. A realização do maior evento da bola no mundo já está, segundo pesquisas atualizados por instituições financeiras mundiais orçada em US$ 40 milhões, valor bem maior do que foi gasto nas últimas três Copas do Mundo (Japão e Coréia do Sul em 2002; Alemanha, em 2006 e África do Sul, em 2010), que juntas consumiram US$ 30 milhões. E o que é pior, pelo andar da carruagem até 2014, este valor, em virtude do superfaturamento poderá chegar a impressionante cifra de US$ 75 milhões, valor algumas vezes superior ao que foi gasto em todas as Copas do Mundo, desde 1930, no Uruguai, até hoje.

A conclusão de tamanho e exagerado gasto no Brasil vem de um estudo da Consultoria Legislativa do Senado Federal. A análise compara as cifras investidas pelos países-sedes em todas as intervenções que levaram a rubrica de "obra da Copa" dada pelos comitês organizadores. Segundo o consultor do Senado Alexandre Guimarães, os gastos atuais, segundo as autoridades de governo e empreiteiras envolvidas nas obras somam US$ 40 bilhões.

O estudo aponta ainda Cuiabá, uma das sedes da Copa como exemplo de gastança desenfreada, desmedida e sem necessidade, num momento onde o importante seria gastar pouco, mas dando uma melhor qualidade de vida aos moradores. Neste estudo, Guimarães cita que os projetos de infraestrutura de transporte em Cuiabá estavam orçados pelo Ministério dos Esporte em R$ 488 milhões. Este seria o custo para construir apenas três corredores de ônibus, o que viria a melhorar o sistema de transporte na cidade e desafogar o trânsito. Seria, se o governador Silval Barbosa, pressionado pela classe política do Estado não achasse por bem alterar os planos aprovados pelo governo federal, construindo, ao invés dos corredores, uma linha de VLT (Veículo Leve sobre Trilhos), orçada inicialmente em R$ 1,1 bilhão, em uma cidade de 500 mil habitantes e trânsito pouco carregado. O valor quase triplicou e não existe a garantia que vai atender os usuários cuiabanos e com preço compatível. O VLT, por exigir construção de estações, terão menos paradas que os ônibus, o que pode provocar um deslocamento maior a pé dos usuários, em uma cidade onde o calor de 40º ou mais é uma constante durante todo o ano.

O problema maior ainda é que a previsão de R$ 1,1 bilhão é conservadora, assim como os gastos com a Copa em todo o Brasil, baseada no que se espera consumir de recursos em obras que, em muitos casos, ainda nem começaram. Tais projetos costumam ser concluídos com gastos finais muito superiores aos previstos no início da empreitada. Nos Jogos Pan-Americanos do Rio de Janeiro de 2007, por exemplo, o custo final foi dez vezes superior ao calculado no início das obras.

"O problema é que o governo brasileiro resolveu reorganizar o país todo às custas da Copa. Nossa malha aeroviária e de aeroportos carece de reformas e ampliações há anos. Agora, porém, tudo será feito às pressas e com prazo definido para estar pronto, o que naturalmente vai encarecer todas as obras", explica Guimarães. Com exceção da Copa do Japão e Coreia, "quando foram construídos 20 estádios e estruturas para abrigar duas copas, uma em cada país", o evento mais caro foi na África do Sul (US$ 8 bilhões), onde, além de praças esportivas, foram construídos trens rápidos, rodovias e aeroportos. "No Brasil, estamos fazendo a mesma coisa, que é a fórmula ideal para se gastar mais do que se deve em obras públicas que são necessárias", conclui o consultor.

http://www.24horasnews.com.br/index.php?mat=374867
 

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VLT em Cuiabá ajuda a deixar a Copa no Brasil a mais cara da história​
Jonas Jozino
Da Redação 24 Horas News


A Copa do Mundo no Brasil corre o sério risco de virar mais um escândalo financeiro com um superfaturamento das obras de dar inveja a qualquer mandatário de países árabes, onde o petróleo faz a graça dos mandatários. A realização do maior evento da bola no mundo já está, segundo pesquisas atualizados por instituições financeiras mundiais orçada em US$ 40 milhões, valor bem maior do que foi gasto nas últimas três Copas do Mundo (Japão e Coréia do Sul em 2002; Alemanha, em 2006 e África do Sul, em 2010), que juntas consumiram US$ 30 milhões. E o que é pior, pelo andar da carruagem até 2014, este valor, em virtude do superfaturamento poderá chegar a impressionante cifra de US$ 75 milhões, valor algumas vezes superior ao que foi gasto em todas as Copas do Mundo, desde 1930, no Uruguai, até hoje.

A conclusão de tamanho e exagerado gasto no Brasil vem de um estudo da Consultoria Legislativa do Senado Federal. A análise compara as cifras investidas pelos países-sedes em todas as intervenções que levaram a rubrica de "obra da Copa" dada pelos comitês organizadores. Segundo o consultor do Senado Alexandre Guimarães, os gastos atuais, segundo as autoridades de governo e empreiteiras envolvidas nas obras somam US$ 40 bilhões.

O estudo aponta ainda Cuiabá, uma das sedes da Copa como exemplo de gastança desenfreada, desmedida e sem necessidade, num momento onde o importante seria gastar pouco, mas dando uma melhor qualidade de vida aos moradores. Neste estudo, Guimarães cita que os projetos de infraestrutura de transporte em Cuiabá estavam orçados pelo Ministério dos Esporte em R$ 488 milhões. Este seria o custo para construir apenas três corredores de ônibus, o que viria a melhorar o sistema de transporte na cidade e desafogar o trânsito. Seria, se o governador Silval Barbosa, pressionado pela classe política do Estado não achasse por bem alterar os planos aprovados pelo governo federal, construindo, ao invés dos corredores, uma linha de VLT (Veículo Leve sobre Trilhos), orçada inicialmente em R$ 1,1 bilhão, em uma cidade de 500 mil habitantes e trânsito pouco carregado. O valor quase triplicou e não existe a garantia que vai atender os usuários cuiabanos e com preço compatível. O VLT, por exigir construção de estações, terão menos paradas que os ônibus, o que pode provocar um deslocamento maior a pé dos usuários, em uma cidade onde o calor de 40º ou mais é uma constante durante todo o ano.

O problema maior ainda é que a previsão de R$ 1,1 bilhão é conservadora, assim como os gastos com a Copa em todo o Brasil, baseada no que se espera consumir de recursos em obras que, em muitos casos, ainda nem começaram. Tais projetos costumam ser concluídos com gastos finais muito superiores aos previstos no início da empreitada. Nos Jogos Pan-Americanos do Rio de Janeiro de 2007, por exemplo, o custo final foi dez vezes superior ao calculado no início das obras.

"O problema é que o governo brasileiro resolveu reorganizar o país todo às custas da Copa. Nossa malha aeroviária e de aeroportos carece de reformas e ampliações há anos. Agora, porém, tudo será feito às pressas e com prazo definido para estar pronto, o que naturalmente vai encarecer todas as obras", explica Guimarães. Com exceção da Copa do Japão e Coreia, "quando foram construídos 20 estádios e estruturas para abrigar duas copas, uma em cada país", o evento mais caro foi na África do Sul (US$ 8 bilhões), onde, além de praças esportivas, foram construídos trens rápidos, rodovias e aeroportos. "No Brasil, estamos fazendo a mesma coisa, que é a fórmula ideal para se gastar mais do que se deve em obras públicas que são necessárias", conclui o consultor.

http://www.24horasnews.com.br/index.php?mat=374867
Esses idiotas sempre destacam a parte mais negativa de uma notícia aparentemente positiva... Um autêntico jornalismo marrom sensacionalista só para se aparecer.
 
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