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Crítico de arte suína.
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O Brasil tem que se interiorizar!!
Isso é urgente, desinchar as grandes cidades.
Todo mundo quer ficar perto do 'puder'.. entao vamos levar o 'puder' para regioes pouco habitadas!!

Eu estava pensando nisso estes dias, pelas minhas andanças pelo brasil e mundo, uma coisa simples (mas trabalhosa) e faria o Brasil ser uma nação mais forte. OUSAR!!!

Imagine a capital paulista se transferindo para o pontal, a capital gaucha para o centro sul do RS, A mineira no Norte, A baiana na parte noroeste, a pernambucana no extremo oeste (uma las vegas?). Esses são apenas exemplos ilustrativos, não sugestões!!

Neste meu exemplo vou utilizar o Paraná, estado que mais conheço!!

Uma capital encravada no centro do estado, no meio do nada, do ZERO. Quem quer ir pra la? Basta um aeroporto muito bom e pouca kilometragem de rodovias duplicadas (120 km pra apucarana, 120 pra PG, 120 pra Guarapuava e mais 120 pra Cascavel-campo Mourao).

Mapa proposto:



Isso viabilizaria a instalaçao de multinacionais de tecnologia (por exemplo), que nao querem saber do lugar, apenas se tem um bom aeroporto e bons escritorios (por isso 70% destas estao em SP capital neste momento - e geram receitas absurdas, acreditem - pois em 4 horas vc pode estar em qualquer biboca deste pais e da AL em 6 horas).
E empresas mais pesadas teriam ao seu dispor as ligacoes rodoviarias citadas (480 km duplicados... nada demais, o estado de SP controi isso a cada mandato).Pode ser privado mesmo. Porto ja tem e metropoles tb. Nao precisa inchar mais as existentes, nem suas RMs.


Gasta muito?

Gasta!

Mas revoluciona!!!


Quem paga a conta? Todos nós!! Projetos com gastos proporcionais às populacoes estaduais, fornecidas 50-50% Uniao e Estado (modelo fictício para exemplificar). neste exemplo, a Uniao oferece 40 bi para SP e o estado investe no minimo mais 40 bi. 10 bi para o PR e o palacio iguacu investe mais 10 bi no minimo.
O estado que quiser mais, extrapole seu proprio orcamento, mas nao no projeto original (no caso, 20 bi para o PR). Podera apenas fazer seus puxadinhos anexos ao projeto padrao.


Modelo PR

Exemplo PR > 20 bi (10 uniao, 10 PR)

Aeroporto e estrutura = 5 bi (é um bom aeroporto inicial e a peça chave)

Escritorios governamentais (inclui equipamentos)= 2 bi (é muita coisa tb)

Infra-estrutura do cidade (infra estrutura e urbanização COMPLETA, sem excessão nem choro - escolas, hospitais, policia (todos ja equipados), plantas de energia etc...) = 3 bi

CASAS dos servidores públicos totais (toda a maquina estadual) e dos primeiros empresarios = 3 bi (10 mil casas na MÉDIA de 300 mil cada - 12 por quarteirao - pop inicial estimada 25 mil habs)

Infra-estrutura empresarial - 4 bi (70% de torres low-rises-industriais e fabris, além da area de comercio com 2-3 pavs; 30% variando de 50 a 70 andares - com 200 milhoes se constrói uma torre de 70 pisos hj em dia)

2 bi em PPPs para os 480 km de rodovias com concessão após o término e pequena ligação com o ramal ferreo já existente.

O Retorno viria aos poucos, uma vez que teríamos os alugueis de toda a parte industrial e empresarial para o estado. Toda ocupação extra seria padronizada, gerida esclusivamente pela iniciativa privada, mas de acordo com o plano diretor e padrao construtivo do MUNICIPIO.

O que acham?
 

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leptokurtic
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^^ Acho mais interessante dividir vários estados. Com exceção de PB, RN, AL, SE e DF (esse deveria ser alargado para abarcar o entorno), todos os outros estados deveriam ser divididos em pelo menos mais 1.
 

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Isso já foi discutido lá no SC Notícias, não faz nem uma semana. Para nós não vale a pena por uma série de fatores que lá foram debatidos. Além de ser extremamente oneroso e significar o suicídio econômico da atual capital, há outros meios de se desenvolver o interior sem precisar arrastar a capital junto - já que no final vai ser uma troca de seis por meia dúzia, concentrando tudo na nova cidade depois de algumas décadas. Investir nas regiões mais carentes, seja através do turismo, benefícios fiscais, ampliação da rede de ensino superior etc, já é um começo. Podem parecer apenas medidas pontuais, mas no conjunto podem (e fazem) uma diferença enorme.
 

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Crítico de arte suína.
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Discussion Starter · #5 ·
Isso já foi discutido lá no SC Notícias, não faz nem uma semana. Para nós não vale a pena por uma série de fatores que lá foram debatidos. Além de ser extremamente oneroso e significar o suicídio econômico da atual capital, há outros meios de se desenvolver o interior sem precisar arrastar a capital junto - já que no final vai ser uma troca de seis por meia dúzia, concentrando tudo na nova cidade depois de algumas décadas. Investir nas regiões mais carentes, seja através do turismo, benefícios fiscais, ampliação da rede de ensino superior etc, já é um começo. Podem parecer apenas medidas pontuais, mas no conjunto podem (e fazem) uma diferença enorme.
É claro que é oneroso, mas não seria para agora, ainda temos uma base de PIB muito baixo para gerar impostos suficientes para bancar o risco.

Mas para 2030, seria totalmente viável, até para os estados mais novos (alguns seriam dividos além disso, fato inevitável).

A população brasileira está 80% concentrada no litoral ou à 100km dele. Não dá para continuar assim.

É claro que muita cidade iria chiar muito, mas faz parte do processo. É um choque de planejamento e deve ser pensado para o futuro, para um Brasil de 2050, 2060, para nossos netos.

No nordeste, TODAS as capitais devem ser interiorizadas. No sul e sudeste vejo muito benefício também. No norte e centro-oeste, alguns estados inevitavelmente serão divididos e os outros devem ter mais uma metrópole.

A população pode nem chegar a 230 milhoes, então não teremos tempo de povoar nosso interior. Essa seria uma alternativa para realocar a população de uma forma mais homogenea, algo caro e ousado, mas necessário.
 

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Tirar do Rio o posto de capital do RJ? Nem ferrando.

Acho o Brasil ja interiorizado o bastante, nossa densidade demografica nem é tão absurda assim, de metropoles MESMO só RJ-SP-BH-DF-SA são realmente cidades muuiiito grandes.
 

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^^ Acho mais interessante dividir vários estados.


Correto. Mas ainda é pouco. Se você conhecesse a gestão média dos Municípios brasileiros....


Preferiria acabar com a figura do Município como unidade federada, rediscutir a forma de sua administração (talvez só cuidar de urbanismo), passar as principais competências para os Estados (educação básica, saúde, assistência) e dividir cada estado brasileiro em 5 ou 7 dependendo da área e população.


De qualquer forma, É MITO que o Brasil seria melhor com menos municípios, MITO ridículo. Só haveria mais concentração em grandes cidades.


Prova cabal disto é o outro FATO que retirar a capital de uma sede à faz decair economicamente. Se funciona com capitais, funciona com sedes municipais e vice-versa (trazer uma sede administrativa à um lugar, o desenvolve).
 

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É claro que é oneroso, mas não seria para agora, ainda temos uma base de PIB muito baixo para gerar impostos suficientes para bancar o risco.

Mas para 2030, seria totalmente viável, até para os estados mais novos (alguns seriam dividos além disso, fato inevitável).

A população brasileira está 80% concentrada no litoral ou à 100km dele. Não dá para continuar assim.

É claro que muita cidade iria chiar muito, mas faz parte do processo. É um choque de planejamento e deve ser pensado para o futuro, para um Brasil de 2050, 2060, para nossos netos.

No nordeste, TODAS as capitais devem ser interiorizadas. No sul e sudeste vejo muito benefício também. No norte e centro-oeste, alguns estados inevitavelmente serão divididos e os outros devem ter mais uma metrópole.

A população pode nem chegar a 230 milhoes, então não teremos tempo de povoar nosso interior. Essa seria uma alternativa para realocar a população de uma forma mais homogenea, algo caro e ousado, mas necessário.
A população nem deve chegar em 210 milhões! Provavelmente teremos retração populacional antes disso. O que vai ocorrer nessas novas cidades, é que elas atraírão população de outras áreas do interior que estão decadentes, já que dificilmente teremos um fluxo significativo litoral > interior. Eu vejo pelo Oeste de SC: grosso modo, há uma cidade central principal rica e bem estruturada (Chapecó), que registra taxas de crescimento galopantes; no entanto, isso não trouxe benefícios para as demais cidades da região, que crescem muito pouco ou mesmo estão retraindo populacionalmente, já que enviam contingentes enormes para alimentar o crescimento da cidade pólo. A questão toda é que como não cresceremos mais muito, ter novas cidades grandes e médias, ou novas regiões de desenvolvimento significará uma atração massiva de áreas que já estão decadentes (apesar de que com certeza estabilizaria as metrópoles). É preciso ação em várias frentes, e analisar a dinâmica sócio-econômica de cada região específica...
 

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Dividir estados. O RS por exemplo dividiria em 3.

1. Rio Grande do Sul [ RM de POA, Serra e Litoral norte] = Capital POA
2. Pampa [ Metade Sul ] = Capital Santa Maria ou Pelotas
3. Missões [ Noroeste / Campanha norte] = Capital Santo Ângelo
 

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Crítico de arte suína.
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Discussion Starter · #10 · (Edited)
A população nem deve chegar em 210 milhões! Provavelmente teremos retração populacional antes disso. O que vai ocorrer nessas novas cidades, é que elas atraírão população de outras áreas do interior que estão decadentes, já que dificilmente teremos um fluxo significativo litoral > interior. Eu vejo pelo Oeste de SC: grosso modo, há uma cidade central principal rica e bem estruturada (Chapecó), que registra taxas de crescimento galopantes; no entanto, isso não trouxe benefícios para as demais cidades da região, que crescem muito pouco ou mesmo estão retraindo populacionalmente, já que enviam contingentes enormes para alimentar o crescimento da cidade pólo. A questão toda é que como não cresceremos mais muito, ter novas cidades grandes e médias, ou novas regiões de desenvolvimento significará uma atração massiva de áreas que já estão decadentes (apesar de que com certeza estabilizaria as metrópoles). É preciso ação em várias frentes, e analisar a dinâmica sócio-econômica de cada região específica...
Mas imagine só que, a população ao invés de ir para centros de atração populacional de hoje, iria para essa nova capital. O interessante é que muitas dessas cidades de atração são, além de Chapecó e Caruaru, por exemplo, SÃO PAULO e RIO DE JANEIRO.

Hoje temos boa parte da população do interior paulista migrando para SÃO PAULO. isso é fato, e é péssimo. Reinvestir nas cidades pequenas novamente? Não tem infra-estrutura para atração populacional!! O povo está indo pra São Paulo porque as empresas se instalam em São Paulo pela infra-estrutura já existente.

Não adianta dar infra-estrutura para 5 mil cidades pequenas, a idéia é localizar um vazio demográfico no estado e puxar a população para lá.

O forista do RIO que comentou acima traduziu bem o pensamento da maioria das pessoas não ficarão mais ao lado do poder estatal. Mas, como eu disse, a idéia é algo mais abrangente, pensa o país como um todo e para o FUTURO e não de interesses atuais. Essa idéia deverá ser abraçada exatamente por essas pessoas, pois elas são os 80% concentrados.

Algo grandioso, mas possível!!
 

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Crítico de arte suína.
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Discussion Starter · #11 ·
Dividir estados. O RS por exemplo dividiria em 3.

1. Rio Grande do Sul [ RM de POA, Serra e Litoral norte] = Capital POA
2. Pampa [ Metade Sul ] = Capital Santa Maria ou Pelotas
3. Missões [ Noroeste / Campanha norte] = Capital Santo Ângelo
Essa seria a segunda opção e eu acho que a mais provável de acontecer.

Eu desenharia a interiorização em três planos já colocados aqui:

1. Investimentos puxados para vazios demográficos
Custo: baixo
Eficácia: baixa
Probabilidade: média

2. Divisão de muitos outros estados (panorama 30 anos)
Custo: médio-alto
Eficácia: média
Probabilidade: alta

3. Novas capitais em vazios demográficos estratégicos:
Custo: muito alto
Eficácia: alta
Probabilidade: muito baixa
 

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Este assunto já veio a tona em Santa Catarina pelo menos 2 vezes nos últimos 100 anos, talvez tenha sido debatido mais vezes. No ínicio da década de 20 quando se estudava a transferência da capital para Lages, alegava-se inviável deixar a capital no extremo leste do estado, longe da maior parte do território catarinense. Na época Florianópolis não tinha nenhuma ligação com o continente, então durante o governo de Hercílio Luz foi feita a Ponte Hercílio Luz para Floripa ter ligação com o continente e não precisar trocar a capital (vale lembrar que a ponte foi inaugurada após a morte de HL). Durante a década de 50 (ou 60, não me recordo) o assunto foi debatido novamente sob alegação de que seria mais interessante ter a capital no centro do estado, com isso a nova capital passaria a ser Curitibanos.
Não consigo imaginar como estaria o estado de Santa Catarina se a capital na década de 20 tivesse sido transferida para Lages.
 

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Muito legal o thread! Eu sempre pensei na cidade de mudança de algumas capitais visando a desconcentração econômica e demográfica do país. Os americanos ocuparam de forma mais ou menos uniforme, todo o seu território. Os brasileiros no entanto, depois de 500 anos, continuam grudados no litoral.

Como aqui tudo depende do Estado, a descentralização deve ser feita mudando as capitais.
 

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Interessante o tema. Estou muito longe de ser especialista no assunto, mas se me permitem uma ou duas considerações....

Penso que mudar a capital para o interior tem lá suas vantagens, mas como dito acima, "esvazia" politica e economicamente a antiga capital, e portanto um planejamento especial tem que ser feito para essas capitais antigas, para que as mesmas não se tornem novas áreas decadentes/estagnadas/deprimidas.

Outro ponto é a futura divisão dos atuais estados brasileiros. De novo concordo com o dito acima, de que isso parece ser um caminho inexorável no futuro.

Contudo, o ponto que me chama a atenção é a questão da população brasileira passar ou não dos 210 milhões, que também foi mencionado. As vezes lendo sobre este assunto, me parece que essas previsões de "parada" ou "estagnação" da população brasileira daqui a algumas poucas décadas desconsidera um possível/provável crescimento da imigração.

Admitindo-se que nosso querido país aos poucos vá atingindo o tão decantado e esperado potencial, será que não se tornará num pólo de atração para novos imigrantes, vindos de outros países em desenvolvimento, e quem sabe até de uma Europa "estacionada"? ´

Não seria essa "oxigenação" de talentos interessante para um outro estirão de crescimeno do país?

Não é isso que vive revitalizando os Estados Unidos da América do Norte?
 

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leptokurtic
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Não é isso que vive revitalizando os Estados Unidos da América do Norte?
Por incrível que pareça, não apenas. Em 2020 é muito provável que a taxa de natalidade brasileira caia ABAIXO da americana. Uma mistura de fatores religiosos, econômicos e culturais faz com que o EUA continue ali entre o 2,1 / 2,2 filho por mulher em idade reprodutiva.
 

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Este assunto já veio a tona em Santa Catarina pelo menos 2 vezes nos últimos 100 anos, talvez tenha sido debatido mais vezes. No ínicio da década de 20 quando se estudava a transferência da capital para Lages, alegava-se inviável deixar a capital no extremo leste do estado, longe da maior parte do território catarinense. Na época Florianópolis não tinha nenhuma ligação com o continente, então durante o governo de Hercílio Luz foi feita a Ponte Hercílio Luz para Floripa ter ligação com o continente e não precisar trocar a capital (vale lembrar que a ponte foi inaugurada após a morte de HL). Durante a década de 50 (ou 60, não me recordo) o assunto foi debatido novamente sob alegação de que seria mais interessante ter a capital no centro do estado, com isso a nova capital passaria a ser Curitibanos.
Não consigo imaginar como estaria o estado de Santa Catarina se a capital na década de 20 tivesse sido transferida para Lages.
Não sendo a capital, Lages ocupou o posto de maior cidade do estado (até a década de 70, quando foi ultrapassada por Joinville) e um centro econômico forte e dinâmico. Se desde cedo tivesse ocupado esse posto, acredito que hoje continuaria sendo a maior cidade do estado, mas não acredito que a Serra de uma forma geral estaria muito melhor. É triste ver como decaiu de lá para cá: hoje é apenas a oitava maior, e nem figura entre as dez maiores economias. No entanto, temos um importante pólo interiorano que mantém taxas semelhantes a de cidades litorâneas, que é Chapecó. Claro, cresce às custas de uma região toda, mas tem tudo para no futuro ficar lado-a-lado com as três maiores de hoje...
 

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R.I.P. Niki
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Viva JK! :D

Eu acho que no caso do PR, seria uma idéia interessante mesmo, até porque a economia de Curitiba já não depende quase nada do fato de ser capital. Isso se aplica a outros estados também.

Mas na maior parte dos estados do N, NE e até do CO, a economia das capitais ainda depende muito do fato de ser capital. Nesses estados, mudar a capital seria apenas deslocar toda a população de uma cidade já estruturada pra uma cidade sem estrutura pronta. Enfim, acho essa idéia positiva apenas para os estados mais fortes economicamente, onde a administração pública tem pouco peso.
 

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Crítico de arte suína.
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Discussion Starter · #19 ·
Também acredito que o Brasil voltará a ser um polo de atração de estrangeiros. Por isso citei 230 milhoes de habitantes (ou até mais), o que não seria problema para essas novas cidades.

Além disso, as cidades já inchadas não necessariamente serão degradadas. ma realidade, elas já são, pois metade da população de boa parte dessas cidades nem sequer vivem num lugar que possa ser chamado de 'cidade'. Essa população precisa viver bem, e bairros interios deverão ser refeitos, reconstruídos do ZERO. Sobra muito espaço pra crescer economicamente, mesmo com população em decréscimo!!



Eu não conheço muito bem a dinamica do RS, mas apenas como simulação, por ser um estado com a população muito concentrada, fiz um esboço, uma exemplificação:




neste caso, a infra-estrutura logística acredito que seja até mais barata do que o exemplo paranaense, considerando que as ligações que fiz encontrariam rodovias já duplicadas daqui uns 30 anos.

um aeroporto aqui seria um dos mais estratégicos, um HUB para o cone sul. A ocupação desta região seria um prato cheio para empresas que queiram não apenas abranger o mercado brasileiro, mas sim TODO o cone sul!!
 

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Não sendo a capital, Lages ocupou o posto de maior cidade do estado (até a década de 70, quando foi ultrapassada por Joinville) e um centro econômico forte e dinâmico. Se desde cedo tivesse ocupado esse posto, acredito que hoje continuaria sendo a maior cidade do estado, mas não acredito que a Serra de uma forma geral estaria muito melhor. É triste ver como decaiu de lá para cá: hoje é apenas a oitava maior, e nem figura entre as dez maiores economias. No entanto, temos um importante pólo interiorano que mantém taxas semelhantes a de cidades litorâneas, que é Chapecó. Claro, cresce às custas de uma região toda, mas tem tudo para no futuro ficar lado-a-lado com as três maiores de hoje...
Quanto a Lages eu concordo, mas eu quis dizer sobre a ocupação demográfica no estado. Acredito que mesmo dessa forma, Blumenau e Joinville se destacariam porque na década de 20 já eram cidades importantes, mais Blu do que Joi obviamente, mas não da maneira como é hoje. Como o próprio Manezinho falou lá no thread, Florianópolis seria uma Laguna. Talvez o Sul do estado fosse inclusive mais desenvolvido do que o Vale e Norte, pois receberia incentivos do governo como rodovias e portos para escoar os produtos da capital que seria Lages. Provavelmente Joinville não seria nem a segunda maior cidade do estado, deveria ser alguma cidade portuária do litoral Sul. O que quero dizer é que, possivelmente, o litoral não estaria tão saturado quanto está hoje. Chapecó crescerá bastante porque além da dinâmica da região tem incentivo do governo pra isso. Esses dias colocaram um link aqui no SSC sobre um estudo feito pelo governo, não cheguei a ler tudo, só passei o olho e Chapecó é um novo pólo. No sul, Chapecó, Santa Maria e Cascavel.
 
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