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Jequié, Sudeste da Bahia
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Discussion Starter #1
Museu Baiano


https://flic.kr/p/REuyZN https://www.flickr.com/photos/[email protected]/
Fotos:
Salvador - A Tarde, Feira de Santana - Feirenses, Vit. da Conquista - Fotos de VDC, Juazeiro - Estações Ferroviárias, Itabuna - História de Itabuna, Jequié - Museu de Jequié, Barreiras - autor desconhecido, Alagoinhas - Estações Ferroviárias, Ilhéus - Ilhéus com amor.
Mapa: Estações Ferroviárias.

O Thread tem o intuito de mostrar a história da nossa querida Bahia por fotos. Vão poder ser postadas fotos de personalidades baiana, histórias de nossas cidades, dentre outros. Para o thread ficar organizado, vamos postar no máximo 5 fotos por post, se for possível, colocar o ano, o autor, e um pouco da história do local, seria interessante também postar junto, uma foto atual do local. Conto com todos vocês colegas...
 

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Jequié, Sudeste da Bahia
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Discussion Starter #2
Feira livre de Jequié funcionou por muitos anos na Praça da Bandeira


Comércio de cereais e farinha funcionou por muitos anos no interior do antigo Mercado da Praça da Bandeira

Construído em 1951 na gestão do então prefeito Lomanto Júnior, o mercado municipal da Praça da Bandeira centralizou durante muitos anos a feira livre de Jequié. Na década de 1980 com a inauguração do Centro de Abastecimento Vicente Grillo, na gestão do ex-prefeito Luiz Amaral, a feira foi transferida de local. O antigo mercado municipal resiste ao tempo abrigando atividades diversas do setor de comércio privado e no pavimento superior o Departamento de Tributos e Arrecadação da Prefeitura.


Flagrante parcial da antiga feira livre na Praça da Bandeira

https://memoriasdejequie.wordpress.com/2015/01/04/feira-livre-de-jequie-funcionou-por-muitos-anos-na-praca-da-bandeira/

Foto Atual


Foto: Blog Marcos Frahm​
 

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Discussion Starter #5
Jaguaquara


Jaguaquara é um município brasileiro do estado da Bahia, situado no Vale do Jiquiriçá e ou no micro região de Jequié, Sudoeste da Bahia. Sua população é de 51.012 habitantes, de acordo com os dados do Censo 2010. Sua economia é baseada na agricultura principalmente na cultura de hortifrutigranjeiros que tem no CEASA seu principal posto de escoamento, sendo de lá é levado para diversos lugares do país.


O município desenvolveu-se no final do século XVIII nascida de uma fazenda chamada Toca da Onça, que em 1896 pertencia ao casal, Cel. Guilherme Martins do Eirado e Silva e Maria Luzia de Souza e Silva. Daí seu nome Jaguaquara, que tem origem no tupi-guarani. "Jaguar" significa "Onça"; e "Quara", "Toca". Em 1921, Pela Lei Estadual nº 1472 de 18 de Maio de 1921, Jaguaquara foi elevada à categoria de Vila e Município de Areia, sendo que em 1923 o Município foi elevado à categoria de cidade pela Lei 1.673. Na sede da fazenda havia três casas: a casa da sede, residência do casal, posteriormente doada às Franciscanas Imaculatinas e, hoje, Colégio Luzia Silva, uma casa de negócios com depósitos, dependências de empregados e rancharia para viajantes, que foi demolida para dar lugar à Praça J.J. Seabra, e uma casa de farinha que foi reformada e pertencia a família Menandro Minahim a qual foi demolida no final de 2011.

No ano de 1912 foi iniciada a construção das primeiras casas que formariam o povoado Toca da Onça, cujo território fazia parte do município de Areia, atual Ubaíra. Acerca da sua história é importante ressaltar o advento do trem de ferro, que chegou aqui em 1913, antes da fundação da cidade que só ocorrera em 1921. O transporte trazia peixes, camarões, cerâmicas, azeite-de-dendê que vinha de Nazaré das Farinhas, dando grande contribuição para o progresso da cidade. Os diversos trens eram de carga, de passageiros, de bois e lenhas e como Jaguaquara era o chamado “ponta de trilha” daqui o trem voltava isso teve contribuição positiva para a cidade, pois toda a região vinha para cá trazer seus produtos e levavam de volta o que o trem trazia.

A IMIGRAÇÃO


Em 1950, imigrantes vindos de diversas regiões da Itália, desembarcaram em Jaguaquara. Era 41 famílias, que receberam do Governo um pequeno lote de terra para recomeçarem a vida. Introduziram a lavoura, ainda pouco incrementada, com produtos até então desconhecidos da população e técnicas mais avançadas de cultivo. Fundaram uma Colônia, que hoje, encontra-se desativada. Além de hortifrutigranjeiros, os italianos plantaram uva e trigo, que se desenvolveram bem graças ao clima. Jaguaquara acolheu ainda imigrantes de várias nações como Japão, Portugal, Espanha e Peru.
Em homenagem aos imigrantes existe uma praça dedicada a eles - A Praça dos imigrantes,onde está localizado um memorial com estátuas de Três destes povos: Italiano, japonês e português.

http://historiandonatoca.blogspot.com.br/2013/04/breve-historico-de-jaguaquaraba.html
 

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^^
A parte histórica da cidade tem muitos desses casarões e construções antigas. Envolta das Praças Tancredo Neves, Barão do Rio Branco e Joaquim Correia temos muitos desses casarões. Pena que agumas construções que fariam, hoje, mais de 200 anos foram demolidas como a 1ª Igreja Matriz da cidade:


Foi erguida por volta dos anos 1800 e demolida no início dos anos 1900 para a construção da nova Igreja Matriz de Nossa Senhora das Vitórias, futuramente a sede da Arquidiocese Metropolitana de Vitória da Coonquista:







 

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E mais de Conquista:

Fotos dos primeiros edifícios construídos nos anos 80, onde mostra o início da verticalização da cidade. Esses foram os primeiros prédios acima dos 10 pavimentos na cidade. A área compreende a Praça do Gil e arredores no bairro Recreio.

EDIFÍCIO JUSTINO GUSMÃO (o primeiro acima dos 10 pavimentos na cidade):


EDIFÍCIO PORTAL DAS ÁRVORES (por muitos e longos anos foi o mais alto da cidade e um dos mais icônicos na paisagem urbana):


EDIFÍCIO BARÃO DE ITAJUBÁ:

 

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A saga do garimpo

Séculos antes da chegada do turismo, a mineração foi o grande motor econômico da Chapada Diamantina. Primeiro o ouro, encontrado no século 18 em Rio de Contas e Jacobina, em seguida o diamante, cujas primeiras jazidas foram descobertas no começo do século 19 em Mucugê.




Peças do Museu da Galeria Arte e Memória em Igatu
Muitas das cidades da Chapada guardam, em seu casario, a lembrança daqueles tempos áureos. Por quase todo o século 19, a Bahia foi a maior produtora de diamantes do mundo. Quando foram encontradas as minas da África do Sul, em 1870, a produção decaiu e só foi salva por causa do carbonado, o chamado "diamante negro", uma raríssima variedade do diamante usada na indústria.




Peças do Museu da Galeria Arte e Memória em Igatu

A Chapada concentrava praticamente toda a produção mundial do carbonado, e foi nos arredores de Lençóis que se encontrou uma pedra de nada menos que 3 167 quilates, batizada de "Sérgio" - até hoje o maior diamante já visto no planeta. No século 20, a chegada do diamante sintético levou à extinção do garimpo de carbonado. Mas não o ouro e o diamante, que continuam brotando do chão da Chapada, embora de forma artesanal, já que o Ibama proibiu o uso de dragas para mineração no ano de 1998.
O ouro ainda dá as caras em Rio de Contas, e o diamante costuma aparecer próximo a Mucugê e a Igatu. Aguinaldo Leite dos Santos, o Guina, passa três dias da semana garimpando em Igatu. "Já cheguei a pegar 140 pedras numa semana", conta. Ele as guarda na carteira e sai para vendê-las em Andaraí, onde o garimpo movimenta cerca de 300 mil reais por mês. "Ainda dá para viver de diamante por aqui. A gente faz um acordo com um patrão, que dá comida em troca de metade do lucro. Então quase não tem gasto. Enricar é que fica difícil."

 

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Diversidade dos museus de Salvador garante boas opções de lazer

A maioria conta com coleções permanentes e mostras itinerantes que se misturam, tornando-os mais atrativos e dinâmicos.









Quem vier passar as férias ou festas de fim de ano de Salvador poderá aproveitar a oportunidade para conhecer parte importante da história e da cultura da Bahia e do Brasil, através de um roteiro de visitação aos museus da cidade. Grande parte desses equipamentos integra o conjunto de instituições administradas pela Diretoria de Museus do Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural do Estado (Ipac).

Com propostas diversas, os museus e outros espaços públicos da capital baiana guardam acervos variados como pinturas, esculturas, fotografias, poemas, máscaras, instrumentos musicais e outras manifestações artísticas que revelam a identidade do povo da terra. A maioria conta com coleções permanentes e mostras itinerantes que se misturam, tornando-os mais atrativos e dinâmicos.



http://www.acordacidade.com.br/fotos/p/92505-3.jpg
 

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Museu da Misericórdia




Inaugurado há 10 anos, Museu da Misericórdia funciona no local que já abrigou o primeiro hospital da Bahia

Fundado pela Santa Casa da Bahia em 2006, é um dos espaços culturais mais visitados da cidade de Salvador. Está instalado em palacete do século XVII que já abrigou o primeiro hospital do estado da Bahia - fundado pela Santa Casa em 1549 - e conta com rico acervo, formado por mais de 3.800 peças que contextualizam 467 anos de história.


Link: Correio da Bahia
 

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Criativos se reúnem em projeto para recuperar Museu do Carmo



Parte das vendas da Galeria Primeira será usada também para devolver sacristia do Carmo ao público depois de 21 anos fechada



Criadores que já estão expondo na Galeria Primeira com Tereza Paim (Foto: Saulo Kaiuna/divulgação)​

O Convento do Carmo ganhou uma galeria de arte e moda que tem um objetivo nobre. A convite da chef Tereza Paim, que comanda o Restaurante do Convento no local, vários criativos da região, como a estilista Luciana Galeão, os artistas plásticos Leonel Mattos, Maria Luedy, Ray Vianna e Maria Adair e a produtora cultural Sandra Galeffi se uniram para ajudar na recuperação do acervo do museu e da sacristia do Carmo, fechados há 21 anos. A ideia é trazer novos visitantes e destinar parte da renda com as vendas. “É um trabalho coletivo de apoio à recuperação deste patrimônio, que reúne 2.800 peças sacras e uma das dez mais belas sacristias do mundo, para colocá-lo à disposição da humanidade”, reforça Tereza.

Link: Correio da Bahia
 
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