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bom, a camara da Povoa deve ter andado a ler isto. A casa manuel lopes (uma casa simples na Mousinho, diz ser a mais antiga) abre dia 1, quando nem tinha data para abertura devido a uma questão legal (herdeiros). Mas me parece coisa de pouco valor acrescentado. Valor acrescentado é investir em etnografia poveira ou arte contemporanea.

Segundo dados antigos que vi, o investimento em cultura da camara da Povoa era bastante baixo. Mas tb por dados nessas comparações é algo que não me fio muito, certamente têm dados incorrectos, não estou a ver que grandes investimentos de cultura braga tenha, excepto se calhar o dinheiro que foi gasto na rehabilitação do theatro circo que ficou uma coisa lindissima, que é o modelo para a rehabilitação do nosso cine-teatro se bem que certamente não irá ficar com aquele estilo barroco/ rococó por questão de gostos, me admira nem haver threads sobre o Theatro circo, principalmente pq o pessoal de Braga fala muito dele.

tb sei que o vereador da cultura da Povoa tem olhado/conversado para/sobre a fabrica de conservas a Poveira (na marginal sul, junto ao casino), não sei se tem falado com a Varzim Sol /Estoril Sol. Mas o ideal é por ali a colecção de arte contemporanea do casino que está guardada ou no Porto, na cooperativa a Arvore. Penso que serviria mais os interesses do proprio casino e até teria mais visitantes, se tivesse cá em esposição, perto do seu proprio espaço e ajudando a revitalizar a zona sul. Além de obrigar o casino a fazer investimentos em cultura. Agora como já foi alertado já mete mais eventos, mas precisa é de valencias culturais.
 

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Museu Nogueira da Silva | Braga

Museu Nogueira da Silva

História do Museu
O Museu Nogueira da Silva deve a sua fundação ao legado, feito em Setembro de 1975, a favor da Universidade do Minho pelo Senhor António Augusto Nogueira da Silva. Originário de uma família bracarense, desenvolveu uma actividade filantrópica que levou o Estado e a Igreja a distingui-lo com várias ordens honoríficas. A dimensão do edifício da autoria do Arquitecto Rodrigues Lima, o jardim e a situação no centro da cidade, tornaram possível a disponibilização de espaços para actividades culturais complementares ao Museu como a Galeria da Universidade onde se realizam exposições temporárias; auditórios para conferências e concertos; a Fototeca onde se conservam vários arquivos fotográficos.

Site oficial
http://www.mns.uminho.pt/

CALENDÁRIO DE EVENTOS
conferências
concertos
programas filme e media
eventos especiais
exposições temporárias
exposição permanente


Imagens



Edifício








Jardim do Museu e Elementos decorativos



































Interior do Museu




















Colecções do Museu


Pintura
A colecção de pintura do Museu é essencialmente constituída por dois núcleos, um de pintura estrangeira dos séculos XVI a XVIII e um de pintura portuguesa com obras de temática exclusivamente religiosa tão dominante na pintura dos séculos XVI, XVII e XVIII.
-Tríptico da oficina de Dirck de Quade van Ravesteyn (1565/70-depois de 1619), Virgem com o Menino e S. João Batista (abas: S. Miguel e S. Rafael), cerca de 1600, óleo sobre cobre.
-Miss Jane Nisbet, atribuído a Sir Henry Raeburn (Edimburgo, 1756-1823), cerca de 1812, óleo sobre tela, 76 x 64 cm.
-Última Ceia, de André Gonçalves (1685-1762), 2º quartel do séc. XVIII.

-Assunção da Virgem, Pedro Alexandrino de Carvalho (1730 - 1810), 2ª metade do séc. XVIII.


Mobiliário
Embora frequente no séc. XIX em Portugal, a cópia de móveis tornou-se uma prática mais corrente com o aumento do nível de vida e a "democratização" do gosto por um certo aparato. Apesar da utilização de cópias na sua residência, o Senhor Nogueira da Silva adquiriu alguns móveis de qualidade.
-"Cassone Florentino" com pintura do séc. XV e remontado no séc. XVI, madeira pintada e dourada. A tábua da frente conta a história de Sansão e Dalila. Nas duas partes laterais, jovens mulheres tocam instrumentos musicais.
-Contador Indo-Português do séc. XVII, com base, fabricado em teca e embutidos de marfim.
-Armário louceiro, móvel português do séc. XVII, feito de sucupira e jargelim, com puxadores, espelhos e dobradiças de ferro.
-Mesa de encostar de pau-santo estilo D. José, 2ª. metade do séc. XVIII.


Ourivesaria
O conjunto de pratas Nogueira da Silva é muito rico em arte sacra, seguindo o gosto dominante dos coleccionadores portugueses. Há bastantes objectos fabricados no Porto e Lisboa incluindo as raras serpentinas do início do séc. XIX ou peças da famosa Joalharia Leitão. As peças marcadas em Braga são motivo de notável orgulho deste Museu.
-Par de excepcionais bustos relicários. Espanha 1º. terço do séc. XVIII. 84x34 cm
-Bule para chá ao gosto Bierdermeier. Berlim cerca de 1830. Remarcada posteriormente em Portugal.25x28 cm
-Excepcional tinteiro que pertenceu aos Arcebispos Primazes. Executado aproximadamente em 1760 contendo marcas do Porto.27X29 cm. (Depositado pelo Arquivo Distrital de Braga)
-Par de molheiras, Ourivesaria Leitão 1940. 8X17,5 cm


Porcelana
O gosto pelas coisas orientais pode ver-se não apenas no conjunto de louça encomendada da China, nos "blanc de Chine" do seu gabinete, ou no pote da dinastia Ming, mas também nos marfins e em algum mobiliário indo-português disperso pela casa.
As louças da China, como outros produtos preciosos, embora chegassem à Europa pelas diversas rotas terrestres que sempre a ligaram à Ásia, é com a descoberta do caminho marítimo para a Índia pelos Portugueses que são exportadas em quantidades significativas para a Cristandade.
-Cesta fenestrada de porcelana da China de encomenda, da época Qianlong c.1770 que fez parte de um serviço do Morgado de Beire - José Pamplona C. Rangel Baldaia de Tovar, notável pelo erro heráldico patente no uso da Coroa Real em vez do Coronel de Nobreza.
-Prato de porcelana da China de encomenda da época Qianlong, 1776, do serviço vulgarmente conhecido por serviço dos meninos de Palhavã, embora não se lhes possa atribuir a posse do mesmo. Feito de caolino Português enviado para a China.
-Dois pratos grandes de porcelana da China de encomenda, família rosa, de grandes recortes, com riquíssima decoração "Young-Tcheng". Período Qianlong.
-Chávena e pires de porcelana da China de encomenda sobre molde de Meissen.


Faiança
O conjunto de faianças do Museu Nogueira da Silva não tem a importância nem a extensão do acervo de "louça encomendada de porcelana da China" existente, mas há indiscutivelmente peças notáveis.
-Prato hispano-árabe, séc. XV-XVI.
-Manga de farmácia do séc. XVIII com as armas dos Dominicanos feita em Prado, Braga.

-Prato de Aranhões, de faiança portuguesa do séc. XVII.
-Painel de azulejos de Willem van der Kloët, 1707


Vidros
A colecção de vidros do Museu tem fundamentalmente peças barrocas e neoclássicas do início do séc. XVIII ao início do séc. XIX e outras com influências românticas e revivalistas. Para além dos vidros incolores, pintados a esmalte, a ouro e gravados a roda ou a diamante, predominam os vidros coalhados.
-Par de jarras de vidro coalhado, séc. XVIII, com motivos religiosos, provável fabrico da Boémia.
-Par de pequenas jarras de vidro coalhado da Real Fábrica da Granja, da 2.ª metade do séc. XVIII.
-Copos de vidro opalino com figuras femininas, séc. XVIII.
-Jarra modelo “Albarrada”, meados do séc. XVIII.


Escultura
Além das esculturas de Jorge Barradas, notável escultor e ceramista contemporâneo bem representado na casa e no jardim, o Museu possui uma importante colecção de marfins. Para além do inquestionável prazer estético proporcionado, os marfins recordam-nos a extraordinária capacidade dos povos hispânicos para a miscigenação cultural de que algumas das presentes imagens são testemunho.
-Placa de marfim da Virgem com o Menino, trabalho Indo-Português de influência Mogol, meados do séc. XVII (12,7x17cm).
-Sagrada Família Hispano Filipina do séc. XVII (alt.S.José-24cm)
-Netzuke de marfim do séc. XVIII atribuído a Tomatade, famoso entalhador de marfins (1,8x4,4cm).
-Busto de mulher de cerâmica, Jorge Barradas, 1960.




Investigação
Estudos já realizados sobre as colecções:
-Azulejos – José Meco e Jan Daniël van Dam
-Faiança, porcelana, mobiliário, pratas – César Valença
-Faiança, porcelana – Rafael Calado e Conor Mahony (Sotheby’s)
-Pintura estrangeira – Luís de Moura Sobral e Thomas DaCosta Kaufmann
-Pintura portuguesa – José Alberto Gomes Machado
-Pratas – Manuel Rosas
-Tecidos – Clara Vaz Pinto
-Vários objectos (mobiliário, marfins…) – Maria Helena Mendes Pinto
-Vidros – Jorge Custódio e Carlos Barros
-Investigação-acção – Projecto Olhar, ouvir e sentir o Museu em colaboração com o IEC e outros museus da região, no âmbito do projecto MEC
-Investigação-acção – A Mediação do olhar, estratégias de apreciação artística no Museu Nogueira da Silva no âmbito do Mestrado de Comunicação Visual e Expressão Plástica no Instituto de Estudos da Criança/UM – Maria Helena Trindade

Está prevista a peritagem dos objectos orientais por Maria de Trindade Mexia Alves.

Fonte da informação anterior
http://www.mns.uminho.pt/
 

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Ιάκωβος
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Quem fita a sua fachada não tem noção do seu interior nem dos seus jardins. A primeira vez que o visitei foi numa praxe do Cabido de Cardeais lol
 
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