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Exportações acreanas a Hong Kong e Dinamarca pelo oceano Pacífico

A Rodovia do Pacífico e a carretera interoceânica peruana já vem sendo utilizadas há alguns anos para exportações brasileiras ao Peru, Equador e Chile, conforme já expus em posts anteriores.

No ano passado, porém, parece que pela primeira vez esse acesso ao Pacífico também foi utilizado para que um produto brasileiro pudesse ser exportado por portos do Pacífico a países fora do continente sul-americano.

Isso porque as estatísticas do comércio exterior mostram que o Acre exportou por Assis Brasil em 2020 carne suína congelada à Bolívia, Dinamarca, Hong Kong e Uruguai:

UF do Produto​
Países​
URF​
Código CUCI Item​
Descrição CUCI Item​
2020 - Valor FOB (US$)​
Acre​
Bolívia​
0230154 - Assis Brasil​
01222​
Carne de suínos congelada​
274999​
Acre​
Dinamarca​
0230154 - Assis Brasil​
01222​
Carne de suínos congelada​
87268​
Acre​
Hong Kong​
0230154 - Assis Brasil​
01222​
Carne de suínos congelada​
61240​
Acre​
Uruguai​
0230154 - Assis Brasil​
01222​
Carne de suínos congelada​
55009​


Por essa acho que ninguém esperava!

Creio que o exportador seja o Frigorífico Dom Porquito de Brasileia. Alguém pode confirmar essa suposição?
Eu nao esperava por essa não. É muito positivo. Se aumentar o movimento, os caminhões poderão voltar com alguma carga na volta.

E outra possibilidade é que essa rodovia seja utilizada para fins turísticos.
 

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Saiu de Macapá e quer chegar até a nascente do Amazonas, no Peru.
 

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Aventuras do Viajante Explorador na BR-319 (encontraram até a caravana de oxigênio)

Parte I


Parte II

 

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Matéria publicada no jornal " Em Tempo"
Segundo o economista Ailson Rezende, os recursos para a revitalização vêm diretamente do Ministério da Infraestrutura, por intermédio do DNIT. Porém, eles não representam o maior dos empecilhos. “Os entraves estão em conseguir as licenças ambientais dos trechos a serem recuperados. Para liberação da licença ambiental, o Ibama está colocando muitas dificuldades, até mais do que deveria, no Relatório de Impacto Ambiental (EIA/Rima)”, ressalta
 

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Matéria publicada no jornal " Em Tempo"
Segundo o economista Ailson Rezende, os recursos para a revitalização vêm diretamente do Ministério da Infraestrutura, por intermédio do DNIT. Porém, eles não representam o maior dos empecilhos. “Os entraves estão em conseguir as licenças ambientais dos trechos a serem recuperados. Para liberação da licença ambiental, o Ibama está colocando muitas dificuldades, até mais do que deveria, no Relatório de Impacto Ambiental (EIA/Rima)”, ressalta
Pelos vídeos de 2019 e 2020, vai ser necessário elevar o leito da rodovia no mínimo em 100km de rodovia (do 332 ao 455), impossível enquadrar como obra de conservação, infelizmente.
 

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Norte do Brasil
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Matéria publicada no jornal " Em Tempo"
Segundo o economista Ailson Rezende, os recursos para a revitalização vêm diretamente do Ministério da Infraestrutura, por intermédio do DNIT. Porém, eles não representam o maior dos empecilhos. “Os entraves estão em conseguir as licenças ambientais dos trechos a serem recuperados. Para liberação da licença ambiental, o Ibama está colocando muitas dificuldades, até mais do que deveria, no Relatório de Impacto Ambiental (EIA/Rima)”, ressalta
Vao colocar dificuldades mesmo, é natural do processo.
 

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Pelos vídeos de 2019 e 2020, vai ser necessário elevar o leito da rodovia no mínimo em 100km de rodovia (do 332 ao 455), impossível enquadrar como obra de conservação, infelizmente.
Já temos duas experiência de sucesso aqui em elevação de rodovias, que é o trecho da BR 364 na regiao do lago da UHE Jirau. Uns 18 km de pista nova elevada (incluso pontes que foram elevadas)

Tem tambem um pequeno trecho na BR 319, após a ponte do Rio Madeira, que também foi elevado, não alaga mais e não tem um buraco sequer kkkkk
 

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Já temos duas experiência de sucesso aqui em elevação de rodovias, que é o trecho da BR 364 na regiao do lago da UHE Jirau. Uns 18 km de pista nova elevada (incluso pontes que foram elevadas)

Tem tambem um pequeno trecho na BR 319, após a ponte do Rio Madeira, que também foi elevado, não alaga mais e não tem um buraco sequer kkkkk
Sinceramente eu não acredito nesse desespero dos ambientalistas, por causa de um suposto desmatamento no entorno da BR-319. Acontece que Manaus é um respeitável mercado consumidor de produtos agrícolas com mais de 2.200.000 habitantes e grande fornecedor de produtos industrializados, isso causaria um forte comércio entre as duas cidades, Porto velho cresceria muito e influenciaria o crescimento demográfico em seu entorno. Isso para militantes da causa ecológica, seria o fim do mundo!
 

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Norte do Brasil
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Também não acho que o problema é "ambiental". É cada vez mais claro que o problema é financeiro, de certos grupos econômicos que vem na BR 319 uma concorrência para seus negócios.

Lógico que esses grupos tem condições de se adaptar a uma BR 319 asfaltada e correndo dinheiro. Tem capacidade de comprar carretas, fazer uma nova logística.

O problema é que isso vai adicionar novos players no mercado, que atualmente é "fechado" em poucas empresas de logística.

Hoje pra transportar grandes volumes de/pra Manaus, não existe muita diversificação de empresas de navegação, por exemplo.

Com a estrada funcionando sem limitantes, qualquer empresa de transporte rodoviário, que são muitas, digo até centenas ou milhares, podem ter acesso aos mercados do Norte hoje fechados.
 

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Sinceramente eu não acredito nesse desespero dos ambientalistas, por causa de um suposto desmatamento no entorno da BR-319. Acontece que Manaus é um respeitável mercado consumidor de produtos agrícolas com mais de 2.200.000 habitantes e grande fornecedor de produtos industrializados, isso causaria um forte comércio entre as duas cidades, Porto velho cresceria muito e influenciaria o crescimento demográfico em seu entorno. Isso para militantes da causa ecológica, seria o fim do mundo!
Eu acho que oa grupos ambientais como Greenpeace, fundação Ford não estão nem aí sobre ecologia e desmatamento (tanto que sempre ignoraram a substituição de floresta nativa por fazenda de palme na Malásia e Indonésia). E nunca deram um pio sobre esgoto urbano, lixões e falta de reciclagem. O inimigo pra essas ONGs a serviço dos países ricos é o desenvolvimento econômico. O que eles não aceitam é competitividade que o Brasil pode conquistar.

Por exemplo, no Brasil parque nacional, estadual não pode ter estrada, hotel, morador, nada, mas lá na França, Inglaterra os parques deles tem tudo isso, até fazenda. Por exemplo, eles usam as florestas nativas deles pra cortar arvore. Pra eles reflorestamento é permitido em area ambiental, mas no Brasil, exigem areas gigantes pra serem intactas, apenas pra impedir a utilizaçăo dessas terras pra colonização, agricultura, mineração ou pecuaria
 
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