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Acho que não vai ser nem recurso nem licenciamento, vai ser a obra em si (muito grande, área inóspita e necessitando de reconstrução), igual da BR-163, uns 10 a 12 anos.
 

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Acho que não vai ser nem recurso nem licenciamento, vai ser a obra em si (muito grande, área inóspita e necessitando de reconstrução), igual da BR-163, uns 10 a 12 anos.
Mas tipo, se a BR não fechar mais no inverno, o efeito prático do benefício econômico já vai ser visto logo, de forma imediata.
Então, progressivamente, vai se trabalhando pra asfaltar a rodovia. Vai levar anos, disso eu tenho consciência.

Mas o beneficio econômico vai ser imediato!

Liberando a licença, pode ser fazer obras grandes, como pontes, galerias de drenagem e outras benfeitorias de drenagem. Isso já vai deixar a BR 319 em boas condições de rodagem de forma perene, continua.
 

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Mas tipo, se a BR não fechar mais no inverno, o efeito prático do benefício econômico já vai ser visto logo, de forma imediata.
Então, progressivamente, vai se trabalhando pra asfaltar a rodovia. Vai levar anos, disso eu tenho consciência.

Mas o beneficio econômico vai ser imediato!

Liberando a licença, pode ser fazer obras grandes, como pontes, galerias de drenagem e outras benfeitorias de drenagem. Isso já vai deixar a BR 319 em boas condições de rodagem de forma perene, continua.
Ao contrário da BR-163, temos esse problema grave na mão. Não fechar a rodovia significa hoje fazer uma obra de elevar o eixo da rodovia em cerca de 40 cm a 2m (necessário para fazer os serviços de drenagem e bueiros.


Hoje são cerca de 150 km de atoleiros e buracos, mas não são espalhados no trecho do meio, mas sim um grande agrupamento de interferências em que se leva cerca de 2 dias para transpor (em carro alto)

Por sinal, apenas a Siqueira vai voltar a operar por enquanto, as outras devem aguardar Maio.
 

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Ao contrário da BR-163, temos esse problema grave na mão. Não fechar a rodovia significa hoje fazer uma obra de elevar o eixo da rodovia em cerca de 40 cm a 2m (necessário para fazer os serviços de drenagem e bueiros.


Hoje são cerca de 150 km de atoleiros e buracos, mas não são espalhados no trecho do meio, mas sim um grande agrupamento de interferências em que se leva cerca de 2 dias para transpor (em carro alto)

Por sinal, apenas a Siqueira vai voltar a operar por enquanto, as outras devem aguardar Maio.
Pra vc ver, estamos quase no fim de fevereiro e ainda tem tráfego regular pela rodovia.
Se fosse em outras épocas, não tinha mais movimento.

Então o maior problema da BR 319 não é o asfalto, mas sim a falta de drenagem e elevação do greide. Fazendo esses dois pontos, a BR não fecha mais!

Ai o benefício econômico será visto de forma mais rápida e intensa.
 

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Pra vc ver, estamos quase no fim de fevereiro e ainda tem tráfego regular pela rodovia.
Se fosse em outras épocas, não tinha mais movimento.

Então o maior problema da BR 319 não é o asfalto, mas sim a falta de drenagem e elevação do greide. Fazendo esses dois pontos, a BR não fecha mais!

Ai o benefício econômico será visto de forma mais rápida e intensa.
Basicamente, encascalhando e fazendo os serviços de drenagem e base, manteria a rodovia aberta 365 dias ao ano, aí volta a queda de braço anterior: O DNIT está com 2 semanas que baniu os caminhões acima de 23 ton da BR-319 no trecho entre Realidade e Vila Gutierrez, tendo duas soluções:

a) embarca na balsa em Porto Velho e perde 5 dias na travessia
b) embarca na balsa em Santarém e perde 1 dia e meio na travessia.

O que notei de 1 mês pra cá é que a carga na 163 disparou, muitas carretas com destino final Manaus.
 

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Se não estou enganado, não é permitido construir pontes de concreto e sistemas de drenagem nessa rodovia sem licenciamento. O MPF pediu o embargo da licitação do trecho C, simplesmente pela suspeita de "aumento da capacidade de carga", que ao final não se comprovou.
Outro fato que pesa contra a manutenção da rodovia, é a impossibilidade de explorar jazidas de cascalho próximas.
 

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Basicamente, encascalhando e fazendo os serviços de drenagem e base, manteria a rodovia aberta 365 dias ao ano, aí volta a queda de braço anterior: O DNIT está com 2 semanas que baniu os caminhões acima de 23 ton da BR-319 no trecho entre Realidade e Vila Gutierrez, tendo duas soluções:

a) embarca na balsa em Porto Velho e perde 5 dias na travessia
b) embarca na balsa em Santarém e perde 1 dia e meio na travessia.

O que notei de 1 mês pra cá é que a carga na 163 disparou, muitas carretas com destino final Manaus.
Isso é por causa das pontes de madeira. O Dnit/PRF não quer ser responsável pelos acidentes com carretas com mais peso devido as pontes de madeira.

Mas liberando a licença, e construindo as pontes de concreto, esse limite cai...

Da mesma forma que é a 163 hoje, que vive atolada de carretas pesadas
 

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Se não estou enganado, não é permitido construir pontes de concreto e sistemas de drenagem nessa rodovia sem licenciamento. O MPF pediu o embargo da licitação do trecho C, simplesmente pela suspeita de "aumento da capacidade de carga", que ao final não se comprovou.
Outro fato que pesa contra a manutenção da rodovia, é a impossibilidade de explorar jazidas de cascalho próximas.
Por isso a liberação da licença é fundamental. A dinâmica da rodovia vai mudar de forma extremamente acelerada
 

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Hoje a 163 existe uma estimativa de existe uma fila de espera de 72 km de caminhões para descarregarem nos portos de Miritituba


72 km de carretas!
 

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Olha só a cronologia dos estudos ambientais da BR 319...

Setembro de 2008 (Primeiro EIA-RIMA)

Dezembro de 2008 (primeira revisão)

Fevereiro de 2009 (segunda revisão)

2013 (contrato com empresa especializada para estudos). Divergências com a Funai

2017 (retomada dos estudos)

2020 (entrega dos estudos)

Marco de 2021 (resposta de questionamentos do Ibama)

 

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O "não" o Dnit já tem. Agora tá correndo atrás do "sim"
Vê-se que as atitudes do IBAMA não são sérias quando, ao receber o primeiro estudo não elencou, de forma completa, exaustiva, cabal todos os requisitos necessários para obtenção da lincença, em vez disso, a cada exigência cumprida pelo DNIT, surge outra não listada anteriormente! O que se lê nas entrelinhas é:
" Eu dito as regras e não estou a fim de conceder esse licenciamento"
 

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Vê-se que as atitudes do IBAMA não são sérias quando, ao receber o primeiro estudo não elencou, de forma completa, exaustiva, cabal todos os requisitos necessários para obtenção da lincença, em vez disso, a cada exigência cumprida pelo DNIT, surge outra não listada anteriormente! O que se lê nas entrelinhas é:
" Eu dito as regras e não estou a fim de conceder esse licenciamento"
Vai chegar o momento que vai esgotar a lista de exigências.
Foi assim com todos os projetos de licenciamento complexos na Amazônia, como a BR 163, as Hidreletricas do Madeira, Hidreletrica de Belo Monte.

É só o Dnit ficar em cima que consegue.
 
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